C-295 M na FAP

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Lightning

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Re: C-295 M na FAP
« Responder #750 em: Janeiro 19, 2020, 09:51:04 pm »
 

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Charlie Jaguar

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Re: C-295 M na FAP
« Responder #751 em: Janeiro 30, 2020, 11:44:47 am »
Airbus C295 successfully performs wet contacts as a tanker


https://www.airbus.com/newsroom/press-releases/en/2020/01/airbus-c295-successfully-performs-wet-contacts-as-a-tanker.html


Citar
Proximity tests between a C295 and Spanish Air Force F18 fighter.

Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

         "PER ASPERA AD ASTRA"
               (Por Caminhos Árduos, Até Às Estrelas)
 

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dc

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Re: C-295 M na FAP
« Responder #752 em: Janeiro 30, 2020, 01:59:32 pm »
É nestas situações em que eu penso que, aguardando certificação para reabastecer helicópteros, se poderia adquirir 2 ou 3 kits de AAR para os C-295, que, tendo em conta que há sempre 1 estacionado nos Açores (e outro na Madeira também?), estes poderiam reabastecer os Merlin se necessário. Isto incluía o implemento da capacidade de AAR nos restantes Merlin e não só nos 4 CSAR.
 

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asalves

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Re: C-295 M na FAP
« Responder #753 em: Janeiro 30, 2020, 02:47:49 pm »
Citar
Airbus C295 successfully performs wet contacts as a tanker

Fui só eu que tive mente perversa :mrgreen: :mrgreen:
 

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tenente

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Re: C-295 M na FAP
« Responder #754 em: Janeiro 30, 2020, 03:09:35 pm »
É nestas situações em que eu penso que, aguardando certificação para reabastecer helicópteros, se poderia adquirir 2 ou 3 kits de AAR para os C-295, que, tendo em conta que há sempre 1 estacionado nos Açores (e outro na Madeira também?), estes poderiam reabastecer os Merlin se necessário. Isto incluía o implemento da capacidade de AAR nos restantes Merlin e não só nos 4 CSAR.

Isso obrigaria a termos dois 295 em vez de um em Porto Santo e nos Açores, não estou a ver com doze aeronaves no total, estarem quatro em permanência nas ilhas e dessas quatro, duas só para efectuar  o AAR.

Abraço
« Última modificação: Janeiro 30, 2020, 03:22:40 pm por tenente »
 

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dc

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Re: C-295 M na FAP
« Responder #755 em: Janeiro 30, 2020, 05:03:28 pm »
Acho que tudo dependeria de quão depressa se equipa o kit de AAR. Assim uma aeronave bastava, sendo o AAR usado apenas em situações de necessidade.
 

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Lightning

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Re: C-295 M na FAP
« Responder #756 em: Janeiro 30, 2020, 06:24:09 pm »
O C295 com configuração de reabastecedor é interessante, mas se o KC390 puder fazer isso (dizem que é), estão a ver Portugal a gastar dinheiro nessa redundância?

Em relação à rapidez de mudança de configuração do C295, não faço ideia, mas relembro que normalmente, isto não é apenas apertar parafusos e ligar fichas eléctricas, normalmente envolve testar no solo o equipamento que se instalou, se a interligação com o avião funciona perfeitamente, etc, antes de dar o avião pronto para voo.

E numa missão urgente como SAR, não é algo que se possa esperar 3, 4 ou 5 horas (por exemplo) de testes, imaginem que esses testes exigem ser feitos vazios, depois feito cheios, só isso já atrasa tudo.

A FAP nisso até costuma ser cautelosa, o ideal é a aeronave de alerta estar o máximo preparada para descolar, incluindo depósito cheio, não estou a ver a colocar uma aeronave com sistema por instalar de alerta e esperar que tudo corra bem, mais depressa passava a estar um C295 com essa configuração permanentemente.
 

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ocastilho

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Re: C-295 M na FAP
« Responder #757 em: Janeiro 30, 2020, 07:44:59 pm »


Isso obrigaria a termos dois 295 em vez de um em Porto Santo e nos Açores, não estou a ver com doze aeronaves no total, estarem quatro em permanência nas ilhas e dessas quatro, duas só para efectuar  o AAR.

Abraço

É um facto. Mas também é inegável a potencialidade que teria a possibilidade de executar SAR com AAR. Fora outras missões, mas com tão poucas aeronaves é o mais optimista que se pode ser. 

Com a área marítima que temos e a que pretendemos acrescentar, se não investirmos na protecção, militar e civil, dessa área mais vale estarmos quietinhos.
"Se servistes à pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma."
 

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dc

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Re: C-295 M na FAP
« Responder #758 em: Janeiro 30, 2020, 07:56:47 pm »
E mesmo 1 C-295 com este sistema nas Lajes, não chegava para dar cobertura extra necessária ao helicóptero? É que olhando para o "mapa" do SAR nacional, o ponto mais distante de ambos os arquipélagos estará a uma distância semelhante entre ambos, aliás os Açores estão praticamente no meio. Logo "só" seria necessário, em situações normais, ter 1 C-295 com o sistema pronto a usar não?

E sim, sei que o KC é suposto ter a dita capacidade, mas por um lado ainda não há confirmação que realmente o pode fazer, sem ser as "especificações", e por outro nem sabemos se os pods vêm incluídos no valor que vamos pagar pelo avião ou se serão mais uns valentes milhões. Até lá, esta ideia dos 295 seria uma possível alternativa.
 

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Get_It

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Re: C-295 M na FAP
« Responder #759 em: Janeiro 31, 2020, 12:10:27 am »
Não será que existem outras opções disponíveis para aumentar o alcance e autonomia dos EH-101 sem se ter de andar a inventar com AAR? Por exemplo com a "simples" modernização dos helicópteros, nomeadamente através das pás/hélices e dos motores?

É que além dos custos com o sistema AAR existe também os custos com as horas de voo necessárias para formar e manter certificadas as tripulações dos EH-101 e da aeronave reabastecedora.

Tudo bem que nós gostamos de discutir estes assuntos e várias opções, mas a realidade é que AAR não é vantajoso nem viável dada a manutenção dos equipamentos e o treino das tripulações. É por isso que para mim as capacidades AAR do 390 vão ser que nem a conversa de os utilizar para o combate aos incêndios...

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 
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Re: C-295 M na FAP
« Responder #760 em: Janeiro 31, 2020, 08:39:23 am »
Acho que tudo dependeria de quão depressa se equipa o kit de AAR. Assim uma aeronave bastava, sendo o AAR usado apenas em situações de necessidade.

essa operação demoraria algumas horas !!!

Abraços
 

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tenente

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Re: C-295 M na FAP
« Responder #761 em: Janeiro 31, 2020, 08:40:49 am »


Isso obrigaria a termos dois 295 em vez de um em Porto Santo e nos Açores, não estou a ver com doze aeronaves no total, estarem quatro em permanência nas ilhas e dessas quatro, duas só para efectuar  o AAR.

Abraço

É um facto. Mas também é inegável a potencialidade que teria a possibilidade de executar SAR com AAR. Fora outras missões, mas com tão poucas aeronaves é o mais optimista que se pode ser. 

Com a área marítima que temos e a que pretendemos acrescentar, se não investirmos na protecção, militar e civil, dessa área mais vale estarmos quietinhos.

eu não tenho dúvidas que vamos ficar bem quietinho veja-se o caso do NRP Bérrio !!

Abraços
 

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Re: C-295 M na FAP
« Responder #762 em: Janeiro 31, 2020, 06:34:53 pm »
Não será que existem outras opções disponíveis para aumentar o alcance e autonomia dos EH-101 sem se ter de andar a inventar com AAR? Por exemplo com a "simples" modernização dos helicópteros, nomeadamente através das pás/hélices e dos motores?

É que além dos custos com o sistema AAR existe também os custos com as horas de voo necessárias para formar e manter certificadas as tripulações dos EH-101 e da aeronave reabastecedora.

Tudo bem que nós gostamos de discutir estes assuntos e várias opções, mas a realidade é que AAR não é vantajoso nem viável dada a manutenção dos equipamentos e o treino das tripulações. É por isso que para mim as capacidades AAR do 390 vão ser que nem a conversa de os utilizar para o combate aos incêndios...

Cumprimentos,

No caso da FAP, a aeronave que mais precisa de AAR é o F-16 (e o seu futuro substituto), porque se por algum motivo tiverem de intervir ou escoltar uma aeronave potencialmente hostil para fora do espaço aéreo das ilhas, ou simplesmente queiramos realizar uma operação para aqueles lados, os caças têm de ir carregados com depósitos de combustível, e limitados no armamento para lá chegar.

Estrategicamente falando, é uma necessidade real, que de outra forma só seria suprimida se tivéssemos F-16 permanentemente na Madeira e Açores. No caso dos F-16, tanto a aeronave com os pilotos estão certificados (pelo menos alguns), basta ver a presença recente de 2 MRTT em espaço aéreo português, perto de Monte Real.

Mas como a política é gastar o mínimo dos mínimos, não se faz nada. Ainda se tivéssemos baterias AA modernas na zona e navios com alguma capacidade de defesa, ainda safava, mas não é o caso.