Coronavirus

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Daniel

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Re: Coronavirus
« Responder #450 em: Março 28, 2020, 09:31:49 am »
Snowden defende que a Covid-19 pode dar aos governos novos poderes invasivos na recolha de dados
https://executivedigest.sapo.pt/snowden-defende-que-a-covid-19-pode-dar-aos-governos-novos-poderes-invasivos-na-recolha-de-dados/
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Edward Snowden, o homem que expôs a Agência de Segurança Nacional dos EUA, vem agira alertar para o possível aumento na segurança dos cidadãos e dos países, face à crise do coronavírus, mas que poderá ter efeitos duradouros nas liberdades civis.

Snowden, em entrevista para o Festival de Documentários de Copenhaga, defendeu que, teoricamente, os novos poderes introduzidos pelos Estados para combater o surto de coronavírus podem permanecer “acessíveis” após a crise ter cessado.

“Cinco anos depois, já com o coronavírus fora das nossas vidas, os dados agora recolhidos ainda estarão disponíveis para quem os reunir”, sublinha, acrescentando que “quem o está a fazer, sabe o que andamos a ver na internet, sabem a localização dos telemóveis e podem até saber qual é o seu ritmo cardíaco, se por estes dias usarem uma app fitness. O que acontecerá quando começarem a misturar estes dados e a aplicar-lhes inteligência artificial?”

O alerta de Snowden especifica que os Estados podem exigir acesso aos dados de saúde das pessoas – como a frequência cardíaca – através de ‘wearables’. sempre respaldados na necessidade de aumentar a vigilância da saúde dos cidadãos em risco de serem afetados pela pandemia da Covid-19.

Invasões já começaram?

Vários países europeus, incluindo Itália, Reino Unido e Alemanha, fecharam acordos com empresas de telecomunicações para usar dados agregados anónimos para criar mapas virtuais de calor dos movimentos das pessoas.

Israel concedeu aos seus serviços de espionagem poderes de emergência para invadir os telefones dos cidadãos sem um mandado. A Coreia do Sul envia alertas avisando as pessoas quando estão em contacto com um paciente com coronavírus, incluindo detalhes pessoais como idade e sexo. Singapura está a usar uma aplicação de smartphone para monitorizar a propagação do coronavírus, rastreando pessoas que podem ter sido expostas.

Na Polónia, os cidadãos em quarentena precisam fazer o download de uma aplicação do governo que exige que respondam a solicitações periódicas de selfies. Taiwan introduziu um sistema de “cerca eletrónica” que alerta a polícia se pacientes em quarentena saírem de suas casas.

É isto que eu venho a dizer, em nome do coronavirus vais valer tudo, ou quase tudo.
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Re: Coronavirus
« Responder #451 em: Março 28, 2020, 10:42:15 am »
Até com um assunto sério como este andam a medir pilinhas?

Epá cresçam!
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
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goldfinger

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Re: Coronavirus
« Responder #452 em: Março 28, 2020, 12:27:14 pm »
¿Lo de españolito lo dice por mi?

Sabes ler português ? Se não sabes estás no Fórum errado, infiltrado ainda aqui anda.

Que sepa dos cosas:

1ª Le he denunciado al moderador, yo me dirijo a Ustedes de forma correcta, no tiene usted que dirigirse a mi de forma despectiva y encima reafirmandose, creo que usted es un maleducado

2ª Entiendo el portugués lo suficiente como para estar en este forum sin necesidad de traductor salvo alguna palabra aislada.

Se lo pongo en portugues por si no entiende el español:

1º:  Eu denunciei o moderador, estou falando com você corretamente, você não precisa falar comigo de maneira depreciativa e, além de me reafirmar, acho que você é rude

2º: Entendo o português o suficiente para estar neste fórum sem a necessidade de um tradutor, exceto por algumas palavras isoladas.

Cumprimentos

Vamos lá ver se nos entendemos, pois esta é a última vez que te vou responder, quando andavas por aqui com o teu velho nome sempre fostes muito educado, tanto para Portugal como para os portugueses, ou infiltrado.

Ainda bem que entendes português não esperava outra coisa depois de tantos anos, ver se começas a escrever português também, até podes usar o Google Tradutor como fizestes agora, não preciso de aulas de castilhano percebes.

Já agora deixa de ser infiltrado é muito feio.

Cumprimentos e vê lá se não morres com o coronavirus cuida-te e usa mascara.

No entiendo lo que quiere decir ni con el traductor, solo me atengo a que cumpla su palabra con esto:

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esta é a última vez que te vou responder,

Y no vuelva a faltar al respeto.
A España servir hasta morir
 

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goldfinger

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Re: Coronavirus
« Responder #453 em: Março 28, 2020, 01:03:26 pm »
Las negligencias de China que propagaron el coronavirus

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As autoridades chinesas não conseguiram se manifestar nas primeiras semanas da disseminação do coronavírus. Essa é a opinião amplamente aceita na metade do mundo por analistas, cientistas e pela mídia. "O governo chinês mentiu e encobriu as notícias do coronavírus de dezembro de 2019 até o final de janeiro", diz Robert Daly, diretor do Instituto Kissinger para a China e os Estados Unidos do Wilson Center, por e-mail. "O Partido Comunista Chinês havia ocultado anteriormente o disseminação de AIDS e SARS ”, explica o analista Edward Friedman, professor emérito do Departamento de Ciência Política da Universidade de Wisconsin-Madison.

A falta de transparência das autoridades chinesas contrasta com a ajuda que está prestando a países gravemente afetados pelo vírus, como a Itália, com o envio de pessoal de saúde e equipamentos médicos. Pequim passou de vilão a herói em poucas semanas. Mas antes de chegar a esse ponto, quando a China tenta demonstrar ao mundo como lida com uma pandemia, o regime comunista cometeu erros dramáticos documentados por jornalistas chineses e cientistas internacionais.

Talvez o mais notável tenha sido o caso do médico Wuhan, Li Wenliang. Ele foi um dos primeiros a detectar a infecção. No final de dezembro, ele decidiu enviar um alerta para uma conversa com colegas médicos sobre a nova doença. Ele foi acusado de espalhar boatos e convocado pelas autoridades, que o forçaram a confessar que havia feito "falsas alegações". Seu aviso foi ignorado e Wenliang morreu do vírus no início de fevereiro. “A verdade é tratada na China como algo subversivo. O regime assustou e fez desaparecer aqueles que disseram a verdade sobre a infecção. Ainda faz. Os cidadãos chineses que dizem a verdade são verdadeiros heróis ”, explica Friedman.

Em 20 de janeiro, o presidente chinês Xi Jinping admitiu publicamente a existência de uma doença que "deve ser levada a sério" e, em 4 de fevereiro, antes que o Politburo, o órgão mais alto do Partido Comunista, reconhecesse ter perguntado às autoridades de Wuhan , origem da epidemia, impedir a propagação da infecção. Apesar da ordem do presidente, em Wuhan eles organizaram um banquete massivo para "40.000 famílias" em 18 de janeiro, com o objetivo de dar uma sensação de tranquilidade. O governo Xi acredita que a "negligência" facilitou a disseminação do vírus.

Também havia jornalistas assediados, como Fang Bin e Chen Qiushi, determinados a compartilhar o que pudessem sobre a crise. Desde que a notícia do vírus foi divulgada, alguns informantes chineses - a imprensa estrangeira teve que deixar Wuhan - desapareceram, foram detidos ou seu paradeiro é desconhecido. Um deles filmou sua própria prisão e o vídeo foi visto por centenas de milhares de pessoas fora da China. O ensaísta e ativista Xu Zhiyong é detido e enfrenta uma possível sentença de 15 anos de prisão por "subversão" depois de suas críticas ao governo por administrar a crise. "Por que o governo chinês agiu assim? Porque é um regime autoritário com um instinto paranóico para eliminar más notícias", diz Robert Daly.

A imprensa internacional apontou erros no cálculo dos infectados. O Financial Times publicou em fevereiro que "profissionais de saúde da linha de frente, pacientes e especialistas internacionais acusam a China de subestimar o número de casos de coronavírus no país". O professor Neil Ferguson, do Centro de Análise de Doenças Infecciosas Globais do Imperial College de Londres, disse que Wuhan coleta apenas uma em cada 19 pessoas infectadas.

Eu paro o vírus?
Mesmo agora que a China parece ter novos casos de coronavírus sob controle, as dúvidas não desapareceram. Brendan Murphy, diretor médico do governo australiano, disse que a versão chinesa da superação da epidemia em abril "é muito prematura" e que é esperado que o número de casos continue a crescer.


Outras fontes questionam a capacidade do governo chinês de interromper novas infecções dentro e fora da província de Hubei, o foco da infecção. A China, com uma população de 1,4 bilhão de pessoas e onde os padrões de higiene nem sempre são cumpridos em muitas áreas rurais, enfrenta um desafio maior do que o dos países ocidentais, disseram especialistas.

De acordo com o The Thailand Medical News, autoridades de saúde e entidades médicas receberam avisos estritos para não falar com a mídia e organizações estrangeiras, enquanto a mídia local está proibida de relatar qualquer problema de saúde local, exceto declarações oficiais de que são enviados a eles.

"Os profissionais de saúde concordam que essas políticas do Partido Comunista Chinês de silenciar aqueles que dizem a verdade impediram que o vírus fosse contido. Portanto, o regime tem uma grande responsabilidade pela pandemia ”, acrescenta o professor Friedman. O líder da oposição italiana, Matteo Salvini, de extrema-direita, vai além e assegura nesta semana que "se o governo chinês sabia [o que estava acontecendo] e não o denunciava ou tentava evitá-lo, cometeu um crime contra a humanidade".

Críticas à OMS
Pequim encontrou um aliado em suas políticas de saúde. Esta é a Organização Mundial da Saúde (OMS), que elogiou a "resposta de saúde única e sem precedentes da China que conseguiu reverter a escalada de casos". Críticos da OMS apontam que este organismo recebeu uma doação do governo de Pequim de 20 milhões de dólares. "A OMS tenta conquistar a cooperação do Partido Comunista Chinês sem criticá-lo e repetir a versão oficial do PCCh, que geralmente é pura propaganda", diz Friedman.

Existe uma maneira de avaliar os efeitos dessa resposta tardia do governo chinês? Robert Daly, do Wilson Center, diz: “É impossível determinar o preço que a China e o mundo estão pagando por esse acobertamento. O Partido Comunista merece críticas duras por falta de transparência, mas não há razão para supor que, se o resto do mundo soubesse a verdade antes, teria respondido com perfeita disciplina e conhecimento ".

De fato, Daly aponta para a lenta reação de alguns governos ocidentais, que "não apenas nada fizeram depois que a natureza do vírus se tornou conhecida, mas também minimizaram a ameaça". "Como devemos atribuir culpa em tais casos, quando existem tantos fatores complexos e tanta incerteza?", Pergunta ele. "Mais importante, por que se preocupar com a culpa agora, quando a necessidade de cooperar é tão grande?", Acrescenta Daly.

https://www.larazon.es/internacional/20200327/m2nmnq2bu5cytlpea6v7olpcqi.html
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Re: Coronavirus
« Responder #454 em: Março 28, 2020, 06:27:42 pm »
 

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Re: Coronavirus
« Responder #455 em: Março 29, 2020, 09:01:38 am »
Aos FILHOS DA POTA que ontem foram para a praia, mereciam ser todos identificados e em caso de contraírem o vírus ser-lhes negado qualquer tipo de assistência.

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Re: Coronavirus
« Responder #456 em: Março 29, 2020, 11:15:06 am »
Coronavírus não muda hábitos na China. Mercados continuam a vender morcegos e a abater coelhos no chão
https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/coronavirus-nao-muda-habitos-na-china-mercados-continuam-a-vender-morcegos-e-a-abater-coelhos-no-chao?Ref=DET_Recomendadas_pb


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O surto de coronavírus que virou pandemia e que continua a devastar populações em todo o Mundo parece não ter abalado as tradições nos mercados chineses. Segundo reporta o Daily Mail, há cães e gatos amontoados em gaiolas enferrujadas, morcegos e escorpiões para venda ao público como 'medicina tradicional' e coelhos e patos a ser abatidos e esfolados num chão já coberto de sangue e com restos de animais.

Incredible how in two weeks China destroyed its reputation in Europe. Read this pic.twitter.com/NSdUL3HxVs
A comemoração da vitória chinesa perante a Covid-19 fez regressar os velhos hábitos e tradições aos mercados um pouco por todo o território chinês sem que exista um maior cuidado com a higiene.

 Milhares foram os que se deslocaram aos mercados e regressaram à sua vida normal, levando mesmo à lotação do mercado de Guilin, no sudoeste da China. "Os mercados voltaram a operar exatamente da mesma forma que operavam antes da chegada do coronavírus", revelou um correspondente do Daily Mail.

 Os primeiros casos de Covid-19 foram atribuídos a um mercado em Wuhan, mas o surto foi mantido em silêncio por funcionários durante várias semanas. A pandemia que começou em Wuhan, na China, continua a arrasar populações de vários países na Europa, entre eles Itália e Espanha, que já contam com milhares de mortos vítimas do novo coronavírus.

É melhor cuspir para o lado e criticar a EU, estes FDP.
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Re: Coronavirus
« Responder #457 em: Março 29, 2020, 12:21:09 pm »
O que a China realmente quer?
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Re: Coronavirus
« Responder #458 em: Março 29, 2020, 12:50:51 pm »
 

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goldfinger

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Re: Coronavirus
« Responder #459 em: Março 29, 2020, 01:40:44 pm »
La «fiesta salvaje» que ayudó a diseminar el coronavirus por Europa

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«Rastreo de contacto», «población de alto riesgo», «mayores de 75 años»... El coronavirus ha inoculado en nuestro lenguaje diversas y macabras connotaciones a expresiones con las que nos hemos familiarizado a fuerza de amenaza, pero hay una de ellas en la que parece concentrarse toda una serie de miedos y prejuicios, un concepto con el que los países de cultura más luterana hacen palanca para justificarse ante los otros, aparentemente menos rigurosos, en los que el virus Covid-19 prende hasta incendiar sistemas sanitarios enteros. Se trata de un perfil social que eleva a la «n» la capacidad de la pandemia y del que, quien más, quien menos, todos huimos hoy como alma que lleva el diablo: el «super spreader».

Un «súperpropagador» es alguien que «infectará desproporcionadamente a un gran número de personas» porque «difunde el virus de manera más eficiente que el resto», define Manisha Juthani, especialista en enfermedades contagiosas de Yale Medicine, en la revista Health. «Sabemos por nuestra experiencia con muchas enfermedades infecciosas que un pequeño grupo de personas a menudo son responsables de la mayoría de los eventos de transmisión, personas que pueden infectar a otras más fácilmente por su carácter, por su forma de vida, y estas personas se llaman super-spreaders». Se trata a menudo de individuos a los que, todavía a finales de enero, casi todos deseábamos parecernos: líderes sociales con una nutrida red de contactos, personas extrovertidas, atractivas sexualmente y con don de gentes, esas hacia las que, en cuanto entran en un espacio, gira el resto de asistentes. Ahora, que el código moral impuesto por la pandemia premia al carácter introvertido y aislado, ahora que la capacidad para la quietud se reconoce como virtud en contraposición a la necesidad de movimiento, el super spreader se ha convertido en el enemigo público número uno.

Un perfecto ejemplo lo constituye el guapísimo camarero alemán del Kitzloch, la cervecería de la estación de esquí austriaca de Ischgl, desde cuyo grifo se ha extendido el coronavirus por los cinco continentes. Ischgl es una población tirolesa de apenas 1.600 habitantes pero con 10.000 camas de hotel, la «Ibiza del esquí», que ha desplazado a St. Anton como la localidad de moda en Europa para beber, ligar e incluso esquiar. Alrededor de medio millón de visitantes pasa por allí cada invierno y todo el mundo sabe que la diversión más intensa no está en las pistas, sino en el Kitzloch, un local apre-ski, en cuyas paredes cuelgan fotos de ilustres clientes, como Elton John, Rihanna y Enrique Iglesias. Para caldear la noche, arranca el juego enseña del establecimiento, el «beer pong». Consiste en que el citado guapísimo camarero, de 24 años y residente en Insbruk, evidentemente carismático y con la capacidad de animar la fiesta, se introduce una bola de ping-pong en la boca y, sirviéndose de un impulso con la lengua, la expulsa con suficiente velocidad y puntería como para encestar en la jarra de cerveza de alguna agraciada joven, sobre la que adquiere cierto derecho de roce y que a su vez tiene derecho a utilizar la misma bola para intentar alcanzar la jarra de cerveza de algún otro y posiblemente desconocido cliente.

El pasado 24 de febrero, el camarero de nuestros suspiros fue hospitalizado, después de haber infectado con coronavirus a otras 24 personas solo en su entorno más cercano. El 29 de febrero, las autoridades de Islandia advirtieron que los 15 turistas de un grupo que acababan de regresar de Ischgl habían dado todos positivo. Mientras el propietario del Kitzloch, Bernhard Zangerl, protestaba contra la decisión de cerrar el local el 7 de marzo, en las redes sociales se difundían los vídeos de las fiestas más salvajes del mes. Desde cuatro continentes se han reportado casos de coronavirus vinculados a Ischgl. Solo Noruega, Dinamarca, Islandia y Alemania han rastreado más de 500 contagios hasta el Kitzloch, que después han seguido expandiendo el virus en sus territorios.

Primeros vacunados
En Italia, el 21 de febrero, un corredor de maratón de 38 años, Mattia, manager directivo de la multinacional Unilever y experto en gestión de equipos, un hombre de éxito social, laboral y familiar, acudió al centro médico de Codogno, población de 16.000 habitantes. Tres días después, cuando recibió el resultado positivo de la prueba de coronavirus, había infectado ya a su mujer embarazada, 3 amigos, 8 profesionales del centro médico y al menos 27 personas de su entorno laboral. Figura como el primer contagiador de Lombardía, región de 10 millones de habitantes en la que las muertes superan ya las 3.000.

En India, las autoridades han identificado como «super spreader» al predicador Baldev Singh, un carismático predicador de 70 años que, después de viajar a Italia y Alemania, había acudido al festival sij de Hola Mohalla, en el que atrajo a unas 10.000 personas. Las autoridades de Arvind Chhabra le atribuyen al menos 640 casos confirmados y la responsabilidad por haber tenido que confinar a 40.000 habitantes.

Pero la existencia de los súper propagadores estaba ya demostrada antes del coronavirus. El Imperial College London realizó hace dos años un experimento dirigido por la Dra. Hannah Fry, matemática investigadora del comportamiento humano, que comenzó en Haslemere, Surrey. Casi 500 personas descargaron una aplicación y continuaron con su vida cotidiana, describiendo el patrón de contagio. La aplicación indicó qué personas, por su modo de vida y carácter más sociable, esparcían el virus con más eficiencia y deberían ser, por tanto, los primeros vacunados en un hipotético entorno de escasez de vacunas. En una fase posterior del estudio, otros 29.000 voluntarios descargaron la misma aplicación en todo el país, y el virus virtual llegó a 43 millones de británicos, matando a 886.000 en cuestión de pocos meses. «Nuestra aplicación nos permitió identificar superspreader en Haslemere que coincidían con una forma de vida más sociable, pero en un espectro más amplio, en el mundo real, las personas que trabajan en lugares concurridos como escuelas, hospitales o estaciones, también son superspreader, sea cual sea su forma de vida», asegura la doctora Fry.

https://www.abc.es/sociedad/abci-fiesta-salvaje-ayudo-diseminar-coronavirus-europa-202003282225_noticia.html
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ocastilho

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Re: Coronavirus
« Responder #460 em: Março 29, 2020, 02:40:08 pm »
"Se servistes à pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma."
 
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FoxTroop

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Re: Coronavirus
« Responder #461 em: Março 29, 2020, 03:20:25 pm »
Aos FILHOS DA POTA que ontem foram para a praia, mereciam ser todos identificados e em caso de contraírem o vírus ser-lhes negado qualquer tipo de assistência.

BANDO DE CRIMINOSOS

Existe malta claramente estupida no meio disto tudo mas essas filas, a acreditar em camaradas meus que trabalham na industria, aconteceram simplesmente porque as autoridades, e bem, estavam a fiscalizar praticamente 1 a 1 as viaturas que passavam e isso dá logo para causar as filas que se viram nas TV's porque na realidade, a esmagadora maioria das pessoas que se estavam a deslocar, estavam a deslocar-se para as industrias das margem sul, que têm turnos ao sábado.

E isso, para mim é mais um exemplo da total incompetência e desnorte que grassa. O desconhecimento do país real assim como a total incongruência de não deixar a malta sair de casa, mas obrigar trabalhadores de industrias não essenciais a ir trabalhar, onde estão dezenas, quando não são centenas, dentro do mesmo espaço fabril…….
Desde que se mantenha a distância social, com as autoridades a actuar de forma severa no caso de ajuntamentos, e um bom exemplo é a Alemanha ou a Bélgica onde não impedem ninguém de sair desde que não se juntem mais que 2 pessoas, ou que sejam família e vivam todos debaixo do mesmo tecto. faria sentido manter as industrias e comercio não essencial a trabalhar. Agora assim, não faz absolutamente sentido nenhum.



 
 

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Re: Coronavirus
« Responder #462 em: Março 29, 2020, 05:31:36 pm »
Itália e Espanha apelam à União Europeia
https://sol.sapo.pt/artigo/690954/italia-e-espanha-apelam-a-uniao-europeia

Citar
Para o primeiro-ministro espanhol, este "é o momento mais difícil para a UE desde a sua fundação". Para o seu homólogo italiano, é "uma chamada histórica", a que Bruxelas faz ouvidos moucos. Desesperados, Itália e Espanha, os países europeus mais afetados pela pandemia de covid-19 têm pedido ajuda à União Europeia, sem grande sucesso até agora. A economia global afunda-se a pique, mas Bruxelas hesita aos pedidos de um sistema de empréstimos com baixos juros, concedidos pelos países europeus mais ricos aos mais pobres - a ideia está no ar desde o crash de 2007-2008, mas Bruxelas recusou a toda a linha. Agora, já foi recusada pelos Países Baixos, algo apelidado de “repugnante” pelo primeiro-ministro português, António Costa, salientando que “ninguém está disponível para voltar a ouvir ministros das finanças como aqueles que já ouvimos em 2008, 2009, 2010 e anos consecutivos".

 "Vou lutar até à última gota de suor, a última grama de energia, para obter uma forte, vigorosa e coesa resposta europeia", declarou o primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte. O seu país já tem mais de 92 mil casos registados do novo coronavírus, que causaram mais de dez mil mortes. "A Europa tem de demonstrar que é capaz de responder a esta chamada histórica", exigiu Conté no sábado, à semelhança do seu homólogo espanhol, Pedro Sánchez. "É o momento mais difícil para a UE desde a sua fundação e esta tem de estar pronta a enfrentar o desafio", apelou Sánchez. Espanha caminha para um cenário tão complicado como o italiano: tem quase 80 mil infeções registadas e mais de 3300 mortes.


Além da economia, os sistemas de saúde italiano e espanhol estão sobrecarregados ao ponto de rutura. A saúde francesa segue na mesma direção – o país já começou a evacuar doentes com covid-19 de Paris, Nancy e Mulhouse, no este do país, para o oeste, menos atingido pela pandemia. Entretanto, está em curso uma corrida aos equipamentos médicos, mas muitos países europeus, menos afetados, hesitam em ceder as suas reservas, temendo precisar delas mais adiante. Cada vez mais países europeus se viram para a China, que já conteve o seu surto e se desdobra em apoio a outros países, uma diplomacia médica que poderá aumentar a sua influência global. 

“Foi um teste à capacidade de coordenação da UE e uma oportunidade perdida para solidariedade intra-europeia”, lamentou à Forbes Marga Gual Soler, ex-conselheira do antigo comissário europeu para a Ciência, o português Carlos Moedas. Mesmo assim, há alguns, poucos, passos positivos: hospitais alemães começaram a tratar pacientes vindos de Itália, esta semana, tendo sido aprovado um fundo de quase 900 milhões de euros para os países membros mais atingidos, bem como 54 milhões de euros para hospitais por toda a Europa.

Então mas os ricos espanhóis não têm dinheiro, lol, que façam como os holandeses que para poupar começaram a vender.
Essa é a diferença dos governos do norte e do sul da Europa, o ministro holandês está cheio de razão, há que investigar os espanhóis, menos Fragatas, Leopard, Juan Carlos etc assim já tinham dinheiro.
Agora querem mamar outra vez, pode ser que a mama esteja seca, o que dúvido estão com sorte.
Os italianos nem comento pois esses mesmo antes do Covid-19 estavam malíssimo.
« Última modificação: Março 29, 2020, 05:32:55 pm por Daniel »
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Re: Coronavirus
« Responder #463 em: Março 29, 2020, 06:08:17 pm »
Até a Albânia
A UE que encha a cara de merda

17h20 - A Albânia enviou 30 médicos e enfermeiros para Itália para ajudar no combate à pandemia. "É verdade que todos estão fechados dentro das suas fronteiras e os países muito ricos viraram as costas aos outros. Mas porque não somos ricos e porque temos memória, não podemos deixar de mostrar à Itália que os albaneses nunca abandonam os seus amigos em dificuldade", declarou o primeiro-ministro albanês, Edi Rama, numa mensagem publicada no Twitter.
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Re: Coronavirus
« Responder #464 em: Março 29, 2020, 06:09:48 pm »
Aos FILHOS DA POTA que ontem foram para a praia, mereciam ser todos identificados e em caso de contraírem o vírus ser-lhes negado qualquer tipo de assistência.

BANDO DE CRIMINOSOS

Existe malta claramente estupida no meio disto tudo mas essas filas, a acreditar em camaradas meus que trabalham na industria, aconteceram simplesmente porque as autoridades, e bem, estavam a fiscalizar praticamente 1 a 1 as viaturas que passavam e isso dá logo para causar as filas que se viram nas TV's porque na realidade, a esmagadora maioria das pessoas que se estavam a deslocar, estavam a deslocar-se para as industrias das margem sul, que têm turnos ao sábado.

E isso, para mim é mais um exemplo da total incompetência e desnorte que grassa. O desconhecimento do país real assim como a total incongruência de não deixar a malta sair de casa, mas obrigar trabalhadores de industrias não essenciais a ir trabalhar, onde estão dezenas, quando não são centenas, dentro do mesmo espaço fabril…….
Desde que se mantenha a distância social, com as autoridades a actuar de forma severa no caso de ajuntamentos, e um bom exemplo é a Alemanha ou a Bélgica onde não impedem ninguém de sair desde que não se juntem mais que 2 pessoas, ou que sejam família e vivam todos debaixo do mesmo tecto. faria sentido manter as industrias e comercio não essencial a trabalhar. Agora assim, não faz absolutamente sentido nenhum.

É o meu caso, sou obrigado a ir trabalhar e tenho o resto da família em casa há duas semanas
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas