O Eurocanard usado não faz parte do que a ida à Turquia poderá ter revelado.
Já todos percebemos que será uma realidade a breve trecho.
Só não temos ainda é a confirmação de quantos, de onde vêm, e qual a tranche... dos provavelmente EF.
O foco do MDN no caça furtivo (não é à toa a maquete que ele carrega), e as características deste, é que me fazem pensar no resto.
Poderemos ter em breve uma FAP com uma esquadra de caças não tripulados, a complementar caças tradicionais.
Algo que, com jeito, poderá fazer de nós os segundos no mundo com essa capacidade.
E algo que até poderá ser um passo gigantesco no sentido do que muitos defendem ser o combate aéreo do futuro.
Não só a utilização dos Loyal Wingman, mas os próprios caças não tripulados em missões a sólo.
E esse passo, ao ser dado agora, poderá colocar o F35 ou qualquer outro G5 na prateleira até nova avaliação, porque caberá ao KIZILELMA a parte das missões FAP que seriam do G5.
As tais mais arriscadas para o G4.5, de ataque em profundidade, áreas altamente contestadas... reduzindo ainda mais o risco de perdas humanas e provavelmente com um investimento e custos operacionais muito menores.
Estaríamos numa linha da frente tecnológica, se bem que diferente da inicialmente prevista.
Realidade a breve trecho com base em quê? Boatos?
A FAP vai ser obrigada a receber um caça que não quer? É isso?
É mais uma compra estritamente política que ignora todos os critérios técnicos?
E um binómio loyal wingman furtivo + caça 4.5G não-furtivo, coloca o caça tripulado como o ponto fraco.
Basicamente, o meio não tripulado tem mais sobrevivabilidade que o meio avião que tem o piloto lá dentro. É uma inversão da doutrina que se pretende com os Loyal Wingman.
Ridículo é no meio disto tudo não se considerar um caça que, não sendo 5G puro, pelo menos tenha maior sobrevivabilidade que os 4.5G.