UAVs na FAP

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Major Alvega

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Re: UAVs na FAP
« Responder #555 em: Hoje às 12:37:32 am »
O TB3 consegue operar no D. João II?

FWIW

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**Sim — com base em tudo o que se sabe hoje, um Bayraktar TB3 *poderia* descolar do convés do D. João II, e o navio foi explicitamente concebido com essa capacidade em mente.** O TB3 já demonstrou descolagens bem-sucedidas em rampas de lançamento/ski-jump de navios de convés curto, e o convés de 94 metros para UAVs/helicópteros do D. João II é mais do que suficiente para a sua corrida de descolagem necessária.

## Porque é que o TB3 é compatível com o D. João II
### 1. **O TB3 foi concebido especificamente para operações navais em navios de convés curto**
- O TB3 é um UAV MALE *capaz de operar em porta-aviões*, concebido para navios sem catapultas ou sistema de travagem.

- Já **levantou voo e aterrou no TCG Anadolu da Marinha Turca**, um LHD de convés curto com rampa de lançamento.

- Foram também concluídos **testes de descolagem em rampa terrestre** utilizando uma rampa de salto de 12° idêntica à do Anadolu.

### 2. **O convés do D. João II é suficientemente comprido**
- O D. João II possui um **convés de voo de 94 metros** concebido para helicópteros *e UAV*.

- A corrida de descolagem demonstrada do TB3 a partir do Anadolu está bem dentro deste comprimento.

- Ao contrário das aeronaves tripuladas de asa fixa, o TB3 não requer alta aceleração ou assistência à catapulta.

### 3. **Alinhamento com o perfil da missão**
- O D. João II é explicitamente descrito como **o primeiro porta-drones dedicado da Europa**, destinado a operar sistemas aéreos, de superfície e subaquáticos não tripulados.

- O TB3 enquadra-se exatamente na categoria de UAV de média altitude e longa duração que o navio se destina a operar.

## Considerações práticas
- **Aterragem:** O TB3 já demonstrou aterragens com gancho de paragem em convés curto no navio Anadolu. O layout do convés do D. João II ainda não é totalmente público, mas o seu projeto preparado para UAV sugere fortemente a compatibilidade.

- **Rampa:** Se o D. João II incluir uma rampa de lançamento (ainda não confirmado publicamente), o desempenho do TB3 será ainda melhor. Caso contrário, o TB3 pode ainda realizar descolagens em convés plano com uma distância maior.

- **Integração:** A única barreira real seriam as decisões da Marinha Portuguesa sobre as ligações de dados, as estações de controlo e os sistemas de manuseamento de convés — não a viabilidade física.

## Conclusão

**Tecnicamente e operacionalmente, o TB3 pode descolar do D. João II.** O navio foi concebido para operações com UAV e o TB3 já provou que pode operar mesmo em pavimentos mais curtos.

Sim — tecnicamente o TB3 pode aterrar no D. João II, mas com uma nuance importante: a aterragem é possível, mas depende de o navio integrar um sistema de retenção/arreagem compatível, tal como o TCG Anadolu usa.

A boa notícia é que nada no design do TB3 impede a aterragem num convés como o do D. João II. O desafio é apenas de integração naval, não de performance da aeronave.

🛬 Porque o TB3 pode aterrar no D. João II
1. O TB3 já provou que consegue aterrar em navios sem catapultas
O TB3 realizou aterragens reais no TCG Anadolu.

O Anadolu não tem catapulta nem cabos de arresto tradicionais — usa um sistema de travagem assistida para UAVs.

Isto demonstra que o TB3 não precisa de um convés de porta‑aviões clássico.

2. O TB3 tem trem reforçado e velocidade de aterragem baixa
Velocidade de aproximação baixa → reduz distância necessária.

Trem de aterragem navalizado → absorve impacto em convés rígido.

Capacidade STOL (Short Take-Off and Landing) → ideal para navios com convés curto.

3. O D. João II foi concebido para operar UAVs de asa fixa
O conceito oficial do navio inclui operações de UAVs de asa fixa e rotativa.

O convés de 94 m é mais do que suficiente para a corrida de aterragem do TB3 com um sistema de retenção adequado.

⚠️ A condição crítica: o sistema de travagem
Para aterrar com segurança, o TB3 precisa de um dos seguintes:

Opção A — Cabos de arresto leves (como no Anadolu)
O TB3 tem gancho de retenção.

Bastaria instalar 1–2 cabos de baixa tensão, próprios para UAVs.

Opção B — Rede de retenção (menos ideal, mas possível)
Usada em alguns navios para UAVs.

Funciona, mas aumenta desgaste e limita cadência de operações.

Opção C — Aterragem autónoma com travagem assistida no convés
Requer integração de sensores e software.

É a solução mais moderna, mas depende da Marinha.

Sem um destes sistemas, a aterragem seria tecnicamente possível mas operacionalmente insegura.

Não se fiem sempre no chat gpt. Se o TB3 necessita do mínimo de 150 metros de pista para aterrar e descolar. Como é que pode operar num navio que tem um convés com 94 metros de comprimento?

 

*

Duarte

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Re: UAVs na FAP
« Responder #556 em: Hoje às 12:47:37 am »
Não era o ChatGPT, mas o Copilot.

O ChatGPT diz:

Citar
Resposta curta: **Sim — em princípio, um Bayraktar TB3 *poderia* descolar do convés do *NRP D. João II*… *mas* existem limitações práticas significativas em comparação com a sua plataforma de lançamento atual.** ([Army Recognition][1])

Eis porquê:

---

## 🚁 1. Para que foi concebido o Bayraktar TB3

O **Bayraktar TB3** é um *UAV MALE de asa fixa navalizado* desenvolvido com **asas dobráveis** e reforço estrutural para que possa operar a partir de pavimentos curtos sem catapulta ou sistema de travagem — *i.e.* capacidade de descolagem e aterragem curtas (STOL). Já foi demonstrado o seu funcionamento a descolar e a aterrar do **navio anfíbio TCG Anadolu da Marinha Turca**, utilizando a **pista curta em formato de rampa de salto** do navio, sem ajuda externa de lançamento. ([Reconhecimento do Exército][1])

* Envergadura de aproximadamente 14 m (dobrada para armazenamento)
* Peso máximo à descolagem (MTOW) de aproximadamente 1.450 kg
* Concebida para operar numa pista de aterragem de aproximadamente 200 m ou mais (como o convés de voo do Anadolu) ([Naval News][2])

---

## ⚓ 2. Dimensões do convés do *NRP D. João II*

O **D. João II (PNM)** de Portugal é uma **plataforma naval multifunções** com um convés para helicópteros em vez de um convés de voo completo para aeronaves de asa fixa. Os esboços e discussões públicas sobre o projeto mostram:

* O convés não é um convés de voo completo como um *LHD* — tem dimensões aproximadas para pequenos helicópteros e UAV.

* Os comentários dos analistas sugerem que a *largura livre disponível do convés pode ser de aproximadamente 10 a 12 m* de espaço desobstruído para operações de descolagem/aterragem. ([Segurança Global][3])

Contexto:

* A envergadura do TB3 é de aproximadamente 14 m — **superior ao espaço livre estimado no convés do *D. João II*. ([Segurança Global][3])
* A descolagem de aeronaves de asa fixa requer um **comprimento de pista adequado aos requisitos STOL do TB3** — algo que o *D. João II* não foi, aparentemente, concebido para oferecer.

---

## 🛩️ 3. *Será que* ele poderia levantar voo?

**Teoricamente**:

* Se o VANT tivesse um convés **com comprimento suficiente (e idealmente uma rampa de salto suave)**, o projeto STOL do TB3 **permite a descolagem e a aterragem** sem catapultas. Isso já foi comprovado no TCG Anadolu. ([Reconhecimento do Exército][1])

Mas no *D. João II*:

* Não existe rampa ou convés estendido nos projetos públicos.

* A área útil do convés de voo é **muito menor do que a envergadura do TB3 e a provável distância de descolagem necessária**.

* Não foi construído como um porta-aviões de convés curto.

Assim, a resposta prática é:

### ❌ **Não, não sem grandes modificações.**

Para *operar realisticamente* um TB3 a partir do *D. João II*, necessitaria de:

* **Convés de voo prolongado/modificado** — uma rampa de lançamento ou catapulta
* **Sistemas de recuperação/lançamento** (equipamento de travagem ou rede)
* Espaço no convés **suficientemente amplo para acomodar 14 m de envergadura**
* Espaço para armazenamento/hangar e instalações de suporte para UAV

Nenhum destes itens parece estar presente na configuração atual do *D. João II*. ([Segurança Global][3])

---

## 🧠 Resumo

* ✅ **O TB3 possui capacidade STOL naval comprovada**, incluindo descolagens e aterragens num convés de rampa curta (TCG Anadolu). ([Reconhecimento do Exército][1])
* ❌ **O convés de helicópteros do D. João II é demasiado pequeno/inadequado** para suportar as operações do TB3 sem uma reformulação substancial (comprimento do convés, envergadura, equipamento de lançamento/recuperação). ([Segurança Global][3])
* 💡 Pode transportar **VANT/VTOL mais pequenos** (drones de asa rotativa ou pequenas aeronaves de asa fixa com equipamento de lançamento), mas não uma aeronave de asa fixa MALE completa como o TB3 no seu projeto atual.

---

Se desejar, posso detalhar **quais os VANT de asa fixa que *poderiam* operar realisticamente a partir do convés do D. João II**, incluindo drones VTOL ou tipos STOL adequados para decks pequenos — basta perguntar! [1]: https://armyrecognition.com/news/navy-news/2025/flash-info-tuerkiye-to-start-operational-deployment-of-bayraktar-tb3-drone-from-tcg-anadolu-amphibious-assault-ship?utm_source=chatgpt.com "Informação Rápida: Turquia iniciará o destacamento operacional do drone Bayraktar TB3 a partir do navio de assalto anfíbio TCG Anadolu"
[2]: https://www.navalnews.com/naval-news/2024/06/bayraktar-tb3-uav-performs-first-flight-test-using-ski-jump/?utm_source=chatgpt.com "UAV Bayraktar TB3 realiza primeiro teste de voo utilizando rampa de salto - Notícias Navais"
[3]: https://www.globalsecurity.org/military/world/europe/nrp-pnm.htm?utm_source=chatgpt.com "D. João II - PNM - Plataforma Naval Multifuncional - Plataforma Naval Multifuncional"

Mas, como o DJ2 é um navio científico e oceanográfico, nada dista interessa. Futuras versões armadas e maiores serão outra história.  c56x1

« Última modificação: Hoje às 12:51:28 am por Duarte »
слава Україна!
“Putin’s failing Ukraine invasion proves Russia is no superpower".
"Every country has its own Mafia. In Russia the Mafia has its own country."
"Even the dumbest among us can see the writing on the wall for Putin"
 

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dc

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Re: UAVs na FAP
« Responder #557 em: Hoje às 02:44:54 pm »
O Eurocanard usado não faz parte do que a ida à Turquia poderá ter revelado. 
Já todos percebemos que será uma realidade a breve trecho.
Só não temos ainda é a confirmação de quantos, de onde vêm, e qual a tranche... dos provavelmente EF.

O foco do MDN no caça furtivo (não é à toa a maquete que ele carrega), e as características deste, é que me fazem pensar no resto.

Poderemos ter em breve uma FAP com uma esquadra de caças não tripulados, a complementar caças tradicionais.

Algo que, com jeito, poderá fazer de nós os segundos no mundo com essa capacidade.

E algo que até poderá ser um passo gigantesco no sentido do que muitos defendem ser o combate aéreo do futuro. 
Não só a utilização dos Loyal Wingman, mas os próprios caças não tripulados em missões a sólo.

E esse passo,  ao ser dado agora, poderá colocar o F35 ou qualquer outro G5 na prateleira até nova avaliação, porque caberá ao KIZILELMA a parte das missões FAP que seriam do G5.

As tais mais arriscadas para o G4.5, de ataque em profundidade,  áreas altamente contestadas... reduzindo ainda mais o risco de perdas humanas e provavelmente com um investimento e custos operacionais muito menores.

Estaríamos numa linha da frente tecnológica,  se bem que diferente da inicialmente prevista.

Realidade a breve trecho com base em quê? Boatos?
A FAP vai ser obrigada a receber um caça que não quer? É isso?

É mais uma compra estritamente política que ignora todos os critérios técnicos?

E um binómio loyal wingman furtivo + caça 4.5G não-furtivo, coloca o caça tripulado como o ponto fraco.
Basicamente, o meio não tripulado tem mais sobrevivabilidade que o meio avião que tem o piloto lá dentro. É uma inversão da doutrina que se pretende com os Loyal Wingman.


Ridículo é no meio disto tudo não se considerar um caça que, não sendo 5G puro, pelo menos tenha maior sobrevivabilidade que os 4.5G.
 

*

dc

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Re: UAVs na FAP
« Responder #558 em: Hoje às 02:57:26 pm »
Não era o ChatGPT, mas o Copilot.

O ChatGPT diz:

Citar
Resposta curta: **Sim — em princípio, um Bayraktar TB3 *poderia* descolar do convés do *NRP D. João II*… *mas* existem limitações práticas significativas em comparação com a sua plataforma de lançamento atual.** ([Army Recognition][1])

Eis porquê:

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## 🚁 1. Para que foi concebido o Bayraktar TB3

O **Bayraktar TB3** é um *UAV MALE de asa fixa navalizado* desenvolvido com **asas dobráveis** e reforço estrutural para que possa operar a partir de pavimentos curtos sem catapulta ou sistema de travagem — *i.e.* capacidade de descolagem e aterragem curtas (STOL). Já foi demonstrado o seu funcionamento a descolar e a aterrar do **navio anfíbio TCG Anadolu da Marinha Turca**, utilizando a **pista curta em formato de rampa de salto** do navio, sem ajuda externa de lançamento. ([Reconhecimento do Exército][1])

* Envergadura de aproximadamente 14 m (dobrada para armazenamento)
* Peso máximo à descolagem (MTOW) de aproximadamente 1.450 kg
* Concebida para operar numa pista de aterragem de aproximadamente 200 m ou mais (como o convés de voo do Anadolu) ([Naval News][2])

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## ⚓ 2. Dimensões do convés do *NRP D. João II*

O **D. João II (PNM)** de Portugal é uma **plataforma naval multifunções** com um convés para helicópteros em vez de um convés de voo completo para aeronaves de asa fixa. Os esboços e discussões públicas sobre o projeto mostram:

* O convés não é um convés de voo completo como um *LHD* — tem dimensões aproximadas para pequenos helicópteros e UAV.

* Os comentários dos analistas sugerem que a *largura livre disponível do convés pode ser de aproximadamente 10 a 12 m* de espaço desobstruído para operações de descolagem/aterragem. ([Segurança Global][3])

Contexto:

* A envergadura do TB3 é de aproximadamente 14 m — **superior ao espaço livre estimado no convés do *D. João II*. ([Segurança Global][3])
* A descolagem de aeronaves de asa fixa requer um **comprimento de pista adequado aos requisitos STOL do TB3** — algo que o *D. João II* não foi, aparentemente, concebido para oferecer.

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## 🛩️ 3. *Será que* ele poderia levantar voo?

**Teoricamente**:

* Se o VANT tivesse um convés **com comprimento suficiente (e idealmente uma rampa de salto suave)**, o projeto STOL do TB3 **permite a descolagem e a aterragem** sem catapultas. Isso já foi comprovado no TCG Anadolu. ([Reconhecimento do Exército][1])

Mas no *D. João II*:

* Não existe rampa ou convés estendido nos projetos públicos.

* A área útil do convés de voo é **muito menor do que a envergadura do TB3 e a provável distância de descolagem necessária**.

* Não foi construído como um porta-aviões de convés curto.

Assim, a resposta prática é:

### ❌ **Não, não sem grandes modificações.**

Para *operar realisticamente* um TB3 a partir do *D. João II*, necessitaria de:

* **Convés de voo prolongado/modificado** — uma rampa de lançamento ou catapulta
* **Sistemas de recuperação/lançamento** (equipamento de travagem ou rede)
* Espaço no convés **suficientemente amplo para acomodar 14 m de envergadura**
* Espaço para armazenamento/hangar e instalações de suporte para UAV

Nenhum destes itens parece estar presente na configuração atual do *D. João II*. ([Segurança Global][3])

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## 🧠 Resumo

* ✅ **O TB3 possui capacidade STOL naval comprovada**, incluindo descolagens e aterragens num convés de rampa curta (TCG Anadolu). ([Reconhecimento do Exército][1])
* ❌ **O convés de helicópteros do D. João II é demasiado pequeno/inadequado** para suportar as operações do TB3 sem uma reformulação substancial (comprimento do convés, envergadura, equipamento de lançamento/recuperação). ([Segurança Global][3])
* 💡 Pode transportar **VANT/VTOL mais pequenos** (drones de asa rotativa ou pequenas aeronaves de asa fixa com equipamento de lançamento), mas não uma aeronave de asa fixa MALE completa como o TB3 no seu projeto atual.

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Se desejar, posso detalhar **quais os VANT de asa fixa que *poderiam* operar realisticamente a partir do convés do D. João II**, incluindo drones VTOL ou tipos STOL adequados para decks pequenos — basta perguntar! [1]: https://armyrecognition.com/news/navy-news/2025/flash-info-tuerkiye-to-start-operational-deployment-of-bayraktar-tb3-drone-from-tcg-anadolu-amphibious-assault-ship?utm_source=chatgpt.com "Informação Rápida: Turquia iniciará o destacamento operacional do drone Bayraktar TB3 a partir do navio de assalto anfíbio TCG Anadolu"
[2]: https://www.navalnews.com/naval-news/2024/06/bayraktar-tb3-uav-performs-first-flight-test-using-ski-jump/?utm_source=chatgpt.com "UAV Bayraktar TB3 realiza primeiro teste de voo utilizando rampa de salto - Notícias Navais"
[3]: https://www.globalsecurity.org/military/world/europe/nrp-pnm.htm?utm_source=chatgpt.com "D. João II - PNM - Plataforma Naval Multifuncional - Plataforma Naval Multifuncional"

Mas, como o DJ2 é um navio científico e oceanográfico, nada dista interessa. Futuras versões armadas e maiores serão outra história.  c56x1

Ao menos aí já fala da largura do TB3 e do convés do navio.

É que mesmo que o convés de voo tenha 12m de largura, continua a precisar de uma margem de erro face à ilha para operar em segurança. O TB3 consegue ser mais largo que o convés de voo, cerca de metade da asa esquerda ficaria de fora.

Já relativamente à distância de descolagem e aterragem, esta não vai ser igual à que teria com base em terra, pois a velocidade do navio, e o vento por ela causado, permitem reduzir ambas as distâncias.

Agora se será o suficiente ou não, não sei, nem se isso afectaria o payload.

A não ser que o plano passe por comprar um LHD tipo Anadolu frito na Turquia.
 

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Drecas

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Re: UAVs na FAP
« Responder #559 em: Hoje às 03:30:18 pm »
O convés do D. João II é de 93 x 11 metros, a envergadura do TB3 é de 13 metros

Isto para nem entrar no ridículo que seria comprar drones fora quando tempos uma indústria de drones perfeitamente capaz para a missão de ISR/SAR deste navio
« Última modificação: Hoje às 05:24:03 pm por Drecas »
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: Charlie Jaguar, Mentat

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dc

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Re: UAVs na FAP
« Responder #560 em: Hoje às 05:07:31 pm »
Uma hipotética compra de TB3 para operar a partir de navios, não seria para missões ISR/SAR.  ::)

Seria pelas suas capacidades enquanto UCAV, para fazer ASuW e também CAS para forças desembarcadas.

Claro que não seria para o PNM, mas sim para outro navio maior e militar, mais na onda de LHD.

Se este drone desse para o PNM, seria usado primariamente para testar/treinar até à chegada do navio "a sério".
 

*

Lampuka

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Re: UAVs na FAP
« Responder #561 em: Hoje às 05:36:31 pm »
Citar
Se este drone desse para o PNM, seria usado primariamente para testar/treinar até à chegada do navio "a sério".

Foi para esse tipo de coisas que o PNM nasceu...
João Pereira