A Brigada Mecanizada (-) (-) .

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A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« em: Maio 06, 2019, 05:46:56 pm »
A BriMec apenas tem 1400 efectivos ???
É este o triste estado, de uma das nossas, Grandes, de nome, Unidades de Manobra, tem o mesmo efectivo que dois Batalhões de infantaria ???
A constituição da BriMec, se não estou enganado é a seguinte :
Brigada Mecanizada :

1 X CCS Brigada;
1 X GCC;
1 X ERec;
2 X BatInfMec;
1 X GAC AP;
1 X BAA;
1 X BatApServ;
1 X CEngenharia;
1 X CTransmissões;


Será que os 1400 efectivos dão para formar as unidades/Subunidades acima referidas ??
Não, nem para metade são suficientes, mas ainda há quem queira demonstrar que está tudo bem apesar do efectivo estar abaixo do 50% !!
Para quando a substituição dos M113 ?
Para quando a compra de viaturas Lança pontes ??
Para quando a compra de mais CC's para constituir o 3º ECC do GCC ?
para quando a compra de um sistema AA Credível ??



















Abraços
« Última modificação: Maio 06, 2019, 08:27:27 pm por tenente »
 
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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #1 em: Maio 06, 2019, 09:57:42 pm »
O 2BIMEC já não existe oficialmente desde 2014...
 

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dc

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #2 em: Maio 07, 2019, 12:54:50 am »
Tendo em conta os números tão curtos de efectivos nesta brigada, só viabiliza uma solução: qualidade ao invés de quantidade. Já que há pouca gente nesta brigada, deixa de haver necessidade de substituir os M-113 por uma quantidade absurda de blindados novos. Por muito bom que fosse termos 150 a 200 ASCOD ou similar no Exército, já não se justifica um número tão alto, ficando nós muito bem com 100 veículos deste tipo nas suas mais variadas versões.
Em contrapartida, deixava-se em armazém algumas dezenas de M-113 (em diversas versões) e M-60 para uma situação de potencial conflito que exija a sua reactivação.

55 CC Leopard (37 originais + 18) + 60/70 IFVs.

Longe do ideal, mas antes prefiro 60 a 70 IFVs capazes e modernos, do que duas centenas de M-113 com blindagem que parece manteiga. Os restantes 30/40 veículos, abrangiam outras versões do IFV escolhido. Existem algumas hipóteses interessantes no mercado, sendo as minhas duas favoritas entre o ASCOD e o CV-90. Este último tem inclusive versões com canhão de 105 e 120mm se não estou em erro.
 
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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #3 em: Maio 07, 2019, 01:51:58 pm »
Tendo em conta os números tão curtos de efectivos nesta brigada, só viabiliza uma solução: qualidade ao invés de quantidade. Já que há pouca gente nesta brigada, deixa de haver necessidade de substituir os M-113 por uma quantidade absurda de blindados novos. Por muito bom que fosse termos 150 a 200 ASCOD ou similar no Exército, já não se justifica um número tão alto, ficando nós muito bem com 100 veículos deste tipo nas suas mais variadas versões.
Em contrapartida, deixava-se em armazém algumas dezenas de M-113 (em diversas versões) e M-60 para uma situação de potencial conflito que exija a sua reactivação.

55 CC Leopard (37 originais + 18) + 60/70 IFVs.

Longe do ideal, mas antes prefiro 60 a 70 IFVs capazes e modernos, do que duas centenas de M-113 com blindagem que parece manteiga. Os restantes 30/40 veículos, abrangiam outras versões do IFV escolhido. Existem algumas hipóteses interessantes no mercado, sendo as minhas duas favoritas entre o ASCOD e o CV-90. Este último tem inclusive versões com canhão de 105 e 120mm se não estou em erro.

A BriMec necessita de incorporar pelo menos mais 1000 efectivos para constituir um mínimo de quatro Batalhões/Grupos!
No entanto, á semelhanças das restantes duas Brig que possuímos as unidades escalão batalhão estão reduzidas a duas companhias a dois pelotões.
Não sei se o GAC 15,5 AP tem as três batarias orgânicas levantadas, mas ytambém com os efectivos das unidades de manobra que existem por lá, a artilharia, nem precisa de as ter, uma vez que apenas existe um BiMec(L) e um GCC a 02 ECC.
É o que dá, quando uma brigada que supostamente teria de ter entre os 2500/3000 efectivos, tem um total de 1400 efectivos.
O ASCOD é muito mais caro que o Pizarro, não me parece que algum dia os tenhamos , já quanto ao Pizarro, se houvesse vontade já os poderíamos ter no BiMec !!







Abraços
« Última modificação: Maio 07, 2019, 01:58:38 pm por tenente »
 
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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #4 em: Maio 07, 2019, 03:52:56 pm »
Os Pizarro não são derivados directamente dos ASCOD originais? No nosso caso o principal seria ter um blindado de lagartas que depois pudesse receber um upgrade de blindagem caso ocorresse um conflito de alta intensidade. Fitted for but not with. E mais importante ainda do que somente a versão base IFV, seria também outras versões, desde recuperação a porta-morteiros, lança-pontes, ambulância, anti-tanque, talvez versão 105mm e se possível uma versão AA.

Quanto aos efectivos, talvez um veículo mais moderno se tornasse mais apelativo para os militares. E se a questão é orçamento, é acabar com os mini quartéis por todo o país e com o excesso de generais.
 

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #5 em: Maio 07, 2019, 05:29:07 pm »
Ora bem e falando em porta morteiros (L), este é da família do ASCOD/Pizarro/Ulan:





e em viaturas de combate de engenharia, que nós nada temos, também há o modelo do Pizarro que se deveria adquirir pelo menos uma meia dúzia para a CEng da BriMec:



Já quanto ás versões de 10,5 penso ser uma variante que não se deveria adquirir, pois para o tiro directo há o apoio dos Leos, e estar a comprar versões, light tank, pois não passa disso mesmo, com peças de 10,5 é ter de adquirir lotes de munições específicas para esse armamento, e saber que o light tank não tem hipotese de sobrevivência se confrontado com os CC do IN.
O que temos de adquirir em numero decente, é a versão IFV, com a peça de 30, a mesma que os pandur  possuem, e deixar o apoio para os CC´s do GCC, é para isso que existem.



Para o ERec do GCC também temos a versão scout dos Pizarros e família assim como se devia adquirir alguns exemplares de recuperação:



Abraços
« Última modificação: Maio 07, 2019, 05:33:11 pm por tenente »
 

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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #6 em: Maio 07, 2019, 07:56:46 pm »
Não concordo com a redução de numeros, já como estão é no minimo dos minimos.
 É preciso é mais militares.
 
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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #7 em: Maio 07, 2019, 10:16:13 pm »
O Exército devia deixar-se de caganças, encarar a realidade de frente e fazer o mesmo que a Marinha fez com os fuzileiros e as suas FFZ. Neste caso, não seria a extinção de batalhões, mas sim de brigadas e a criação não de grupos de combate de escalão companhia, mas de escalão batalhão.

Se amalgamassem todas as brigadas numa única, essa brigada podia ter três grupos/batalhões de combate, cada um constituído por: 01 CCS, 01 esquadrão de CC, 01 companhia de infantaria mecanizada regular, 01 companhia de Paras ou Comandos, 01 bateria de M109A5, 01 bateria de 105, 01 bateria AA, 01 pelotão de FOE, 01 pelotão de PE, 01 companhia de eng., morteiros distribuídos pelas companhias de infantaria, etc. Podiam ficar estacionadas: 01 a Norte, 01 em Santa Guida, 01 a sul do Tejo. Uma vez por ano juntavam-se todas em Santa Guida para treinar.

Ficávamos com três grupos de combate altamente móveis, com cerca de 800 a 1000 homens, 50 veículos blindados pesados, 50 veículos blindados 4x4 e 12 BF cada, com melhor capacidade de combate efectiva do que o actual figurino. Claro que isto não seria impedimento a que se empregasse uma companhia de Paras, ou de Comandos, ou uma bateria de artilharia, de forma autónoma como parte de uma FND, por exemplo. Seria igualmente positivo que ocasionalmente se integrassem as FFZ nestes grupos de combate para que pudessem reforçá-los em caso de necessidade. Idealmente, teria que haver capacidade por parte da FAP e da Marinha para transportar, em cerca de 30 dias, um destes grupos em missões NATO e garantir a sua sustentação por 90 dias, incluindo o respectivo apoio aéreo (ISR, F-16, helis, drones).

Que venham as críticas que é debatendo que se geram ideias!
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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #8 em: Maio 07, 2019, 10:34:41 pm »
Ou seja tornar o "produto operacional" do exército semelhante aos "groupement tactique interarmes (GTIA)" franceses...?

Eu consigo compreender que a BM seja a prejudicada na distribuição de recursos humanos - é a GU que mais dificilmente será utilizada; não compreenderia que a capacidade (residual) que ela significa, a "escola" não existisse - em caso necessidade podemos "escalar" essa capacidade, dificilmente iremos necessitar de repente de uma GU blindada pesada.
« Última modificação: Maio 07, 2019, 10:40:22 pm por LM »
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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #9 em: Maio 07, 2019, 10:38:23 pm »
Não conhecia os GTIA. Mas parece-me que são agrupamentos mais pequenos, no entanto, a filosofia é a mesma. No nosso caso, seria ditado mais pela falta de recursos humanos, materiais e financeiros.
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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #10 em: Maio 07, 2019, 10:44:03 pm »
São unidades escalão batalhão... os SGTIA (sous-groupement tactique interarmes) é que são um escalão inferior.
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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #11 em: Maio 07, 2019, 11:10:46 pm »
O Exército devia deixar-se de caganças, encarar a realidade de frente e fazer o mesmo que a Marinha fez com os fuzileiros e as suas FFZ. Neste caso, não seria a extinção de batalhões, mas sim de brigadas e a criação não de grupos de combate de escalão companhia, mas de escalão batalhão.

Se amalgamassem todas as brigadas numa única, essa brigada podia ter três grupos/batalhões de combate, cada um constituído por: 01 CCS, 01 esquadrão de CC, 01 companhia de infantaria mecanizada regular, 01 companhia de Paras ou Comandos, 01 bateria de M109A5, 01 bateria de 105, 01 bateria AA, 01 pelotão de FOE, 01 pelotão de PE, 01 companhia de eng., morteiros distribuídos pelas companhias de infantaria, etc. Podiam ficar estacionadas: 01 a Norte, 01 em Santa Guida, 01 a sul do Tejo. Uma vez por ano juntavam-se todas em Santa Guida para treinar.

Ficávamos com três grupos de combate altamente móveis, com cerca de 800 a 1000 homens, 50 veículos blindados pesados, 50 veículos blindados 4x4 e 12 BF cada, com melhor capacidade de combate efectiva do que o actual figurino. Claro que isto não seria impedimento a que se empregasse uma companhia de Paras, ou de Comandos, ou uma bateria de artilharia, de forma autónoma como parte de uma FND, por exemplo. Seria igualmente positivo que ocasionalmente se integrassem as FFZ nestes grupos de combate para que pudessem reforçá-los em caso de necessidade. Idealmente, teria que haver capacidade por parte da FAP e da Marinha para transportar, em cerca de 30 dias, um destes grupos em missões NATO e garantir a sua sustentação por 90 dias, incluindo o respectivo apoio aéreo (ISR, F-16, helis, drones).

Que venham as críticas que é debatendo que se geram ideias!

Por outro nome o que defendes é a criação de Battle Groups, correcto ?
Mas NVF a constituição dos BG é um pouco mais musculada do que tú referes até para ter alguma capacidade ofensiva e de sobrevivência no campo de batalha.
Os BG em geral giram á volta de :
01 X BatInf seja ele mec/blindado; 600.
01 X ECC; 120.
01 X Bataria Artª Reb/AP; 120.
01 X CEngMec(L); 120.
01 X CApSer; 150.
01 X PelAAA; 40.
01 X PelSan; 40
01 X PelRecMec(L). 30.
01 X PelTM; 40.

O efectivo total de um BG destes rondará os 1100/1200 homens, relembro que a actual Brimec possui 1400 efectivos, ou seja pouco mais que um BG !!!

A junção de três BG formaria a dita Brigada, fosse ela de Inf Mec ou Blindada.

No entanto, como bem sabes devido a limitações várias, falta de meios blindados e pessoal, deveríamos fazer um esforço para com a composição acima referida, formar-mos pelo menos, 02 BG Mec(L), mas dois BG completos, nada de caganças e fantochadas de batalhões a duas companhias a dois pelotões !!!

Avançando um pouco mais na minha teoria, sobre a constituição dos BG, Mec/Blindados(L) poderíamos aplicar o mesmo conceito e constituir pelo menos dois BG Mec(R) AKA BGPandur com a seguinte composição :

01 X BatInf mec(R) Pandur; 600.
01 X ERecMec(R) reforçado c/ + 01 Pel Centauro; 130.
01 X Bataria Artª Reb 10,5; 120.
01 X CEngmec(R); 120.
01 X CApSer; 150.
01 X PelAAA; 40.
01 X PelSan; 40
01 X PelTM; 40.

Estes dois BGPandur, teriam um efectivo muito semelhante aos BGMec(L), 1100/1200 elementos.

Preferencialmente o Exército deveria formar três BGPandur para tal adquirindo mais duas dezenas de Pandur 8X8 RWS, 20 pandur versão porta morteiros 120, uma dúzia de pandur versão engenharia de combate, cerca de 20/24 pandur 6X6 porta canhão 25mm para os pelRec e cerca de 20 caça carros Centauro para os pel pesados dos 02/03 ERec(R).

A arma de artilharia tinha de ver substituída e reforçada a sua capacidade de defesa aérea próxima, no mínimo a duas BAAA para os 04 ou 06 BG, assim como a artilharia de campanha deveria ser reforçada com mais um GAC rebocado, para apoiar a BRR, que estaria fora deste conceito de forças convencionais !

NOTA : A bold os efectivos +/- das (sub)unidades referenciadas.

Ajudei nalguma coisa, NVF????

Abraços
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« Responder #12 em: Maio 07, 2019, 11:34:58 pm »
Se amalgamassem todas as brigadas numa única, essa brigada podia ter três grupos/batalhões de combate, cada um constituído por: 01 CCS, 01 esquadrão de CC, 01 companhia de infantaria mecanizada regular, 01 companhia de Paras ou Comandos, 01 bateria de M109A5, 01 bateria de 105, 01 bateria AA, 01 pelotão de FOE, 01 pelotão de PE, 01 companhia de eng., morteiros distribuídos pelas companhias de infantaria, etc. Podiam ficar estacionadas: 01 a Norte, 01 em Santa Guida, 01 a sul do Tejo. Uma vez por ano juntavam-se todas em Santa Guida para treinar.

Não concordo com esses grupos permanentes pois do ponto de vista de instrução e logística são despesistas. Ter carros de Combate e a artilharia espalhada por 3 locais diferentes? Ainda por cima as baterias que ficam juntas são diferentes entre si. Os OE espalhados pelos 3 locais. Parece que se pegou nas 3 Brigadas, misturou-se tudo, e fez-se 3 agrupamentos idênticos entre si, com forças pesadas, médias e ligeiras todas juntas.

Se for preciso constituir algum grupo com forças de várias unidades isso já é possível actualmente, organizando-se para cumprir uma missão especifica.

Os GTIA Franceses também não existem em permanência, tal como nós eles tem Brigadas com vários Regimentos, depois com as companhias que acharem necessárias formam o tal GTIA para cumprir missões.

E acho complicado no norte arranjarem um local para carros de combate e a artilharia M109A5 fazer fogo, o terreno é muito irregular e muito povoado, a sul o único quartel possível para tanta gente é Beja, mas desconheço as áreas de treino, mas ao menos é terreno plano.

Se querem ter mais gente na Brigada Mecanizada ou o Exército reorganiza os seus efectivos, de forma a disponibilizar mais efectivos à componente operacional em vez das componentes logísticas e administrativas (que estão na região de Lisboa) ou simplesmente paguem mais.

A Brigada Mecanizada em termos de capacidade é na prática um desses Battlegroups que o Tenente referiu.
Para ser realmente uma Brigada teria que ser reforçada com pessoal das restantes Brigadas.
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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #13 em: Maio 08, 2019, 06:52:13 am »
Bons pontos levantados pelo tenente e Lighting. Então é se fosse algo mais convencional? O battlegroup mecanizado que seria a actual BiMec e os outros dois mais ligeiros à volta das outras brigadas. Mas seria essencial concentrar as duas brigadas/battlegroups ligeiras em campos semelhantes a Sta. Margarida, de forma a aumentar a interoperacionalidade, o treino e reduzir custos. Não faz qualquer sentido ter batalhões constituídos por menos de 200 elementos espalhados pelo país e organizados em ‘regimentos’.
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Re: A Brigada Mecanizada (-) (-) .
« Responder #14 em: Maio 08, 2019, 07:19:49 am »
Se amalgamassem todas as brigadas numa única, essa brigada podia ter três grupos/batalhões de combate, cada um constituído por: 01 CCS, 01 esquadrão de CC, 01 companhia de infantaria mecanizada regular, 01 companhia de Paras ou Comandos, 01 bateria de M109A5, 01 bateria de 105, 01 bateria AA, 01 pelotão de FOE, 01 pelotão de PE, 01 companhia de eng., morteiros distribuídos pelas companhias de infantaria, etc. Podiam ficar estacionadas: 01 a Norte, 01 em Santa Guida, 01 a sul do Tejo. Uma vez por ano juntavam-se todas em Santa Guida para treinar.

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E acho complicado no norte arranjarem um local para carros de combate e a artilharia M109A5 fazer fogo, o terreno é muito irregular e muito povoado, a sul o único quartel possível para tanta gente é Beja, mas desconheço as áreas de treino, mas ao menos é terreno plano.

Mas é o que actualmente acontece, a BriMec está localizada numa orografia que impede o seu empenhamento operacional efectivo, e pior, em caso de conflito está encurralada numa zona que, para sair dela apenas possui um acesso capaz de sacar dali os meios mais pesados CC's e afins a agravar esta situação temos uma única linha férrea, bem temos se ainda estiver operacional e se estiver, não for logo um dos primeiros objectivos do IN, se fosse eu era de certeza, e ser bombardeada !!
O Alentejo será o terreno ideal para as unidades Blindadas/mecanizadas evoluírem, adquirirem as posições que pretendem e dar combate ao IN, tirando o maior poder que tem, O Fogo e Manobra, agora, colocar estas unidades em Santa margarida, como tem sido até hoje, será que ninguém se apercebe disso ???

Nem a BrigInt deve ser aquartelada em Santa Margarida, se alguma grande unidade ali fosse sediada seria uma brigada ligeira, com elevada capacidade de Heli transporte, para intervir nas zonas de maior relevo do Norte do País, agora colocar ali as pouquíssimas forças blindadas e ou mecanizadas que possuímos é assinar a sentença de morte dessas forças como unidades de combate e de choque !   


Citar

A Brigada Mecanizada em termos de capacidade é na prática um desses Battlegroups que o Tenente referiu.

Foi por isso mesmo que o titulo deste tópico é A Brigada mecanizada (-) (-) que significa que está abaixo do efectivo em dois batalhões/Grupos, cerca de 1200 efectivos !!

Citar

Para ser realmente uma Brigada teria que ser reforçada com pessoal das restantes Brigadas.

Aqui não estou de acordo contigo, a BriMec tem de ser reforçada com mais pessoal, ponto .
Não deve penalizar ainda mais as duas fracas Brigadas que possuímos retirando-lhes os pouco efectivos que agora possuem, basta ver a BrigInt com dois Bat pandur a duas CAts, e penso que as duas CAts ou estão a dois pelotões completos ou a três Pel reduzidos, também nesta brigada o efectivo total muito provavelmente NÃO consegue formar um BG com 1200 efectivos tal é o efectivo que ostenta.
O que transparece cá para fora não é esta realidade pois há muitos quarteis com honrosos titulos de Regimento de Infantaria, Artilharia, Cavalaria, mas quanto ao efectivo presente nesses quartéis, nós sabemos, que não chega sequer para formar um batalhão, pois não ultrapassam em média os 300/400 homens, mas tudo bem assim é que o generalato gosta, fachada, porque se não gostasse não se calava, e, como cala, quem cala consente.

Esta arengadela consegue desmontar o que é vendido para o Zé povinho, sobre os efectivos e o estado Operacional das unidades de combate e não só, do ExP, se é que o Exército Português, existe como tal.
Pelo que já se escreveu pode-se provar que o efectivo actual de 12.500 homens e mulheres não consegue ter oito batalhões/Grupos completos para formar TRÊS Grupos de Batalha, um total de 4000 efectivos  tal é o estado de fraqueza, das nossas Forças de Defesa Terrestres AKA as FoDeTe!!

Abraços
« Última modificação: Maio 08, 2019, 07:54:52 am por tenente »
 
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Devia a Brigada Intervençao, mudar de nome?

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