E do que se abdica para ter um LPD/ LHD - porque ter programas como o PRR a pagar 70% acontece no D. João II por ser um navio cientifico. Para além de que ter 1 unidade é sempre assumir que pode não estar disponível quando for necessário; e se é para "fazer parelha" com o D. João II... só para missões civis.
Essa é a questão, se se abdica de alguma coisa para o ter ou não.
E acho que tudo isto vai girar em torno do que acontece à compra de caças.
Uma entrada num programa 6G a somar à compra de caças 4.5G usados, podia ter custos superiores a 8000M de euros.
A compra de 4.5G novos + entrada num 6G ultrapassava facilmente os 10000M.
Manter os F-16 e entrar no 6G já iria requerer menos dinheiro que os 2 acima, talvez 7000M.
Comprar directamente F-35 (com administração americana diferente) custaria algures entre 5500-6000M.
Comprar KF-21 Block II (com a continuação do MAGA) provavelmente custava menos que o F-35.
Quanto mais caro for o processo de substituição dos F-16, menos dinheiro haverá para o resto. Principalmente quando determinadas hipóteses envolvem investimentos de 8000M ou muito mais.
Por isso é que não se deve debater estes temas de forma isolada.
A questão de ser apenas 1 navio era um dado quase adquirido. Ficando para a MGP a questão de que capacidades pretende para este navio único.
Eu até acho que devia haver um programa conjunto na Europa para uma classe de navios assim. Navios capazes de transportar UCAVs de asa fixa, que complementem os PA. Assim deixava de haver a questão de ser só 1 navio. O problema aqui é que vai tudo discordar do modelo.