Torre RCT30 com opção Spike eu conheço, o que não sabemos é se todos os Boxer RCT30 virão com Spike? Como falam em APCs e IFVs, estou a imaginar que cada Pel At Mec terá um Boxer IFV RCT30 com Spike LR2, e 3 Box APC com RW 12,7mm. Talvez outro Boxer IFV RCT30 e um APC no comando de cada CAtMec, ficando cada CAtMEc com 14 Boxer? Assim o BIMEC ficava com 12 IFV RCT30, 9 com Spike, mais 30 Boxer APC. Para o ERec Boxer mais 14 Boxer IFV RCT30 com Spike LR2.
Eu não sei como vai ficar, nem sequer temos confirmação das variantes que realmente vêm.
O importante, é que todos os RCT30 deviam vir equipados com os lançadores Spike, até para promover a ideia de letalidade distribuída.
Excepção seria para uma eventual versão C-UAS, ou mesmo caso haja a possibilidade de integrar MANPADS no lugar dos Spike (que desconheço se é ou não possível).
Uma "bateria" de 6 Spike NLOS por brigada dava uma capacidade de medium range precision strike de jeito contra alvos terrestres e navais. 
Isto já é tema para o seu próprio tópico, para os GAC ou se preferirem, para uma
unidade de fogos indirectos, que no caso da Brigada Média deveria incluir 5 "camadas".
-Caesar
-PM120 em Boxer
-MLRS
-Spike NLOS em blindado 4x4 ou 6x6 (ST5 ou novo modelo escolhido)
-Hero 400, 900 ou 1250 em lançadores múltiplos viatura táctica media de cabine blindada
Destas 5 "camadas", pelo menos 2 delas (3 se o MLRS escolhido integrasse mísseis capazes de atingir alvos móveis no mar), conseguiam ser usadas para funções anti-superfície, como parte da estratégia A2/AD.