Economia nacional

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Re: Economia nacional
« Responder #90 em: Dezembro 13, 2019, 12:50:04 pm »
Tekever: sócio maioritário saiu da empresa depois de processos de arresto



Depois de perder o cargo de CEO por ordem dos tribunais, Pedro Sinogas perdeu igualmente os 52% do capital que detinha na Tekever. Ao que a Exame Informática apurou, a perda da participação do acionista maioritário foi determinada por um denominado mecanismo de amortização, que foi acionado pela própria empresa, na sequência de três processos na justiça que levaram ao arresto dos bens de Pedro Sinogas e de empresas para onde se suspeita que o ex-CEO tenha desviado cerca de 10 milhões de euros.

Com a saída de Sinogas, a Tekever passou a ser detida pelos outros dois sócios fundadores, ambos com 50% do capital: Ricardo Mendes, que assumiu o cargo de CEO depois do litígio iniciado com Sinogas, e Vítor Cristina, que é o líder pela área tecnológica da empresa que se tem destacado com o fabrico de drones.
Os processos de arresto impedem a venda ou qualquer tipo de movimentação ou usfruto dos bens abrangidos até que a Justiça apure as reais responsabilidades de Pedro Sinogas no que toca à acusação de desvio de fundos da Tekever. Num primeiro processo que levou à suspensão de Sinogas enquanto CEO, o Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa havia detetado gastos alegadamente indevidos num carro, obras de arte e férias de luxo, entre vários levantamentos que aparentemente contrariaram as melhores práticas de gestão.
Quando a Exame Informática publicou a primeira notícia sobre este assunto, Pedro Sinogas justificou a perda do cargo de CEO como resultado de uma «estratégia» de Vítor Cristina e Ricardo Mendes.

O ano de 2018 é considerado de má memória para aquela que será a startup portuguesa mais bem-sucedida do setor aeroespacial, tendo no currículo a participação em projetos de diferentes agências espaciais, bem como o desenvolvimento do primeiro satélite integralmente português e missões de patrulhamento para a Agência Europeia de Segurança Marítima (EMSA). Além do diferendo entre os três sócios que começaram a projetar a empresa quando ainda eram alunos do Instituto Superior Técnico (IST), a folha contabilística da empresa registou no ano passado um prejuízo de 3,5 milhões de euros, face a uma faturação de cerca de oito milhões de euros.

No final de 2019, o período de «arrumação da casa», que teve início com a entrada de um novo diretor financeiro e novas regras de controlo de investimentos e receitas, já deverá produzir efeito: entre os líderes da empresa há expectativa de fechar o ano com uma faturação de 15 milhões de euros e um lucro de dois milhões de euros.

«O nosso objetivo é entregar mais produtos e serviços durante o ano de 2020, mas admitimos poder vir a encontrar parceiros estratégicos que nos ajudem a fazer crescer a empresa», refere Ricardo Mendes, recusando fazer qualquer comentário sobre o litígio em tribunal com Pedro Sinogas.

http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/mercados/2019-12-10-Tekever-socio-maioritario-saiu-da-empresa-depois-de-processos-de-arresto

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/-traicoes-tesla-e-barco-de-luxo-fazem-rombo-na-tekever?ref=HP_Destaques3not%C3%ADciascompatro

Quando o poder sobe à cabeça........
 
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Re: Economia nacional
« Responder #91 em: Dezembro 13, 2019, 05:35:28 pm »
Artista português SP1. Quando neste país na época das vacas gordas dos fundos comunitários até houve empresas que mandaram construir pavilhões dos quai só ocupavam uma magra porção para justificar um valor de investimento que permitisse ao empreiteiro acabar as obras na vivenda do "empresário"...
 
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Re: Economia nacional
« Responder #92 em: Dezembro 15, 2019, 12:36:00 am »
Artista português SP1. Quando neste país na época das vacas gordas dos fundos comunitários até houve empresas que mandaram construir pavilhões dos quai só ocupavam uma magra porção para justificar um valor de investimento que permitisse ao empreiteiro acabar as obras na vivenda do "empresário"...

Não é caso único, até é norma entre nós, o empresário confundir a empresa com o seu património pessoal! Não resulta bem mesmo quando é o único dono e funciona muito pior com outros sócios.

No fundo o dono acaba por nunca saber se ganha ou perde dinheiro.
Conheço pessoalmente o caso de um casal, antigos donos de uma charcutaria e várias talhos em supermercados, que claramente confundiam os bens da empresa com os pessoais....... mas também não faziam dinheiro para as despesas que tinham. Pensavam que trabalhavam com margens de 25%, mas na realidade a margem era de apenas 10 a 12% e não cobria as despesas........ até falir 3 anos depois de abrir!!!!!!

Falta-nos um bocado de cultura anglo-saxónica nos negócios, separar claramente os bens pessoais do negócio.
Cá seria quase impossível um Bill Gates, que apesar de ter criado uma empresa (Microsoft) que nunca na vida deu prejuízo, só muitos anos depois de ter nascido, é que começou a distribuir dividendos aos accionistas, para crescer mais depressa!!!!!!

O caso do Facebook, os actuais donos são milionários, mas no início, quando não eram famosos, podiam vender o negócio e tornarem-se ricos, mas resistiram e agora são só milionários!!!!!!
 
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Re: Economia nacional
« Responder #93 em: Dezembro 16, 2019, 05:59:35 pm »
Em Portugal as empresas são incentivadas a nunca dar lucro, caso contrário tem de pagar impostos.
 

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Re: Economia nacional
« Responder #94 em: Janeiro 11, 2020, 12:45:02 pm »
LISBOA TORNA-SE HOJE CAPITAL VERDE. O FUTURO ACABOU DE CHEGAR, COM UMA RESPONSABILIDADE QUE “É PARA SEMPRE”

Chegou o dia. Os habitantes “alfacinhas” passam a ter hoje a sua Capital Verde Europeia durante o ano de 2020, dando início a um programa extenso de atividades. Sendo um “reconhecimento do trabalho” feito pelo município rumo à sustentabilidade ecológica, este é também um “compromisso de futuro”. A responsabilidade de envergar este selo é grande e os olhos vão estar postos em Lisboa, até porque ainda há problemas a resolver.
Lisboa torna-se hoje Capital Verde. O futuro acabou de chegar, com uma responsabilidade que “é para sempre”

Pedro Marques dos Santos e MadreMedia

Das ciclovias aos espaços verdes, do reaproveitamento da água aos painéis fotovoltaicos. Foi fazendo mudanças paulatinas que Lisboa, passo e passo, procurou tornar-se mais ecológica. O esforço compensou: a cidade foi agraciada com o prémio Capital Verde Europeia para 2020. Mas o esforço está longe de chegar ao fim.

Na apresentação da programação do Lisboa Capital Verde Europeia 2020, José Sá Fernandes, vereador das áreas da Estrutura Verde e Energia do município, realçou que a capital não foi distinguida com este selo por ser “a cidade mais sustentável”, mas sim porque “foi a cidade que evoluiu em todos os parâmetros ambientais – energia, água, mobilidade, resíduos e infraestrutura verde e biodiversidade”.

Ao SAPO24, o autarca reforçou essa ideia. “Ganhámos apesar de não sermos os melhores, basta ouvirmos o barulho deste avião para percebermos isso”, admite José Sá Fernandes enquanto sobrevoa uma aeronave, uma de muitas a ser uma presença indesejada nesta conversa. A atribuição do selo aconteceu “porque evoluímos muito em muitas matérias”, sendo este “um reconhecimento do trabalho que foi feito e do compromisso para o futuro”.

A conversa decorre no morro que se avoluma em frente à Reitoria da Universidade de Lisboa. Ajardinado e dotado de equipamentos de exercício ao ar livre, o espaço é, para José Sá Fernandes, uma conquista simbólica, não só porque oferece uma vista privilegiada para o Corredor Verde de Monsanto — uma das bandeiras ambientais deste executivo — mas porque neste espaço natural “eram previstos prédios, o que não fazia sentido nenhum porque perdíamos esta ligação e respiração”, defende.

Lisboa já tinha concorrido anteriormente por duas ocasiões, figurando no lote de finalistas na edição de 2019, mas aí a vitória foi para Oslo. No ano seguinte, porém, a capital portuguesa voltou a concorrer, sendo vitoriosa ao bater a concorrência de Gante (Bélgica) e Lahti (Finlândia), cidade que venceria a edição de 2021.

Para concorrer ao selo Capital Verde Europeia, o único requisito base é que seja uma cidade com mais de 100 mil habitantes, sendo o concurso aberto não só aos estados membros da União Europeia, como também aos países candidatos à adesão à UE, à Islândia, ao Liechtenstein, ao Noruega e à Suíça.

As cidades a concurso no Capital Verde Europeia são avaliadas por um painel internacional de 12 especialistas, tendo um conta um conjunto de critérios. Este inclui o trabalho feito pelos municípios quanto à atenuação das alterações climáticas, a forma como gerem resíduos, a sustentabilidade dos seus modelos de transporte ou os seus esforços em prol da ecoinovação e emprego sustentável.

Citar
Critérios de seleção para o prémio Capital Verde Europeia

Atenuação das alterações climáticas
Adaptação aos efeitos das alterações climáticas;
Transportes locais sustentáveis;
Zonas verdes urbanas que integram uma utilização sustentável do solo;
Natureza e biodiversidade;
Qualidade do ar;
Qualidade do ambiente acústico;
Produção e gestão de resíduos;
Gestão da água;
Ecoinovação e emprego sustentável;
Eficiência energética;
Governança.


Após essa primeira filtragem, as cidades concorrentes escolhidas para a fase final são submetidas a um júri internacional, encabeçado pela Comissão Europeia, tendo de apresentar um plano de estratégia e ação quanto ao que vão fazer se ganharem a competição e de que forma vão constituir-se enquanto modelos.

Mobilidade foi o trunfo de Lisboa

Segundo o comunicado da organização, o júri optou por Lisboa dada a “visão para a mobilidade sustentada” do executivo, ressalvando o “uso de medidas restritivas para a utilização de carros e a priorização de caminhadas, ciclismo e transporte público”, assim como a criação de “uma das maiores redes de carregamento de carros elétricos do mundo”. Para além disso, os especialistas não só referiram esta foi a primeira capital na Europa a assinar o Novo Pacto de Autarcas para Mudanças Climáticas e Energia em 2016, como também ficaram impressionados com o “foco em proteger e conectar as suas áreas naturais, providenciando ao mesmo tempo espaços recreativos ao ar livre de qualidade para os seus cidadãos”, citando o futuro projeto do Corredor Verde do Vale de Alcântara.

O tiro de partida para o Lisboa Capital Verde Europeia 2020 teve lugar ontem à noite com um jantar oficial na Estufa Fria, contando com a presença do secretário-geral da ONU, António Guterres, do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, do primeiro-ministro, António Costa, do comissário europeu para o Ambiente, Assuntos Marítimos e Pescas, Karmenu Vella, assim como do presidente da câmara, Fernando Medina.

No entanto, para o público a cerimónia de abertura acontece hoje à tarde, incluindo a passagem de testemunho de Oslo para Lisboa, um ‘flash mob’ e outros espetáculos. O evento — que tem lugar no Jardim Amália Rodrigues, no Parque Eduardo VII e no Pavilhão Carlos Lopes — contará também com a presença das figuras acima mencionadas, assim como do vice-presidente da Comissão Europeia, Franz Timmermans, do comissário europeu para o Ambiente, Oceanos e Pescas, Virginijus Sinkevičius, e do presidente-governador da Câmara de Oslo, Raymond Johansen.

Outro evento que marca o início da programação é a nova exposição imersiva do Oceanário de Lisboa “ONE o Mar como nunca o sentiu”, tratando-se de “uma instalação da autoria da artista portuguesa Maya, que apresenta imagens filmadas exclusivamente no mar de Portugal”. Inaugurada hoje, abre o público amanhã, que é quando também decorre outra ação pela cidade.

Anunciada como a “maior plantação de árvores de sempre” em Lisboa, cerca de 20 mil espécimes vão ser espalhados por quatro pontos específicos da capital. Os destinos são o Corredor Verde do Monsanto, o Parque Urbano do Rio Seco, o Parque do Vale da Montanha e o Parque do Vale da Ameixoeira, sendo que Fernando Medina comparecerá neste último para plantar também uma semente. O objetivo é o de somar mais 100 mil árvores até ao fim do ano às 800 mil já existentes, pelo que estas ações vão continuar a decorrer nos próximos meses.

Citar
Alguns dos destaques do Lisboa Capital Verde 2020

Plantação de 20 mil árvores no dia 12 de janeiro
Inauguração do Parque Ribeirinho Oriente, em janeiro
Exposição “ONE o Mar como nunca o sentiu”, no Oceanário de Lisboa, em janeiro
Exposição sobre parques e reservas naturais do país no Museu Nacional de História Natural, em março
Inauguração do Museu da Reciclagem (ReMuseu), em Alcântara, em abril
Conferência dos Oceanos da ONU, entre e 2 e 6 de junho
Inauguração do Eco Centro e CIRE - Centro de Interpretação de Resíduos e Energia, em novembro, no Parque das Nações

...

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/lisboa-torna-se-hoje-capital-verde-o-futuro-acabou-de-chegar-com-uma-responsabilidade-que-e-para-sempre

7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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tenente

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Re: Economia nacional
« Responder #95 em: Janeiro 17, 2020, 08:55:12 am »
« Última modificação: Janeiro 17, 2020, 10:27:30 am por tenente »
 
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Re: Economia nacional
« Responder #96 em: Janeiro 17, 2020, 09:46:26 am »
Espectáculo, um poço sem fundo já vai nos 3.300 milhões !!!!
E ainda “poupam” 600 milhões!!!!!!

Mas aqui há muitos culpados, não é só o Ricardo Salgado o único culpado.
Repare neste negócio espaçado 4 anos:

O Banco de Portugal e o estado português começam a desmantelar o ex-BES em 2015, depois de correrem com o Salgado, vendem a Tranquilidade ao fundo americano Apollo por 44 milhões de euros (https://www.publico.pt/2015/01/15/economia/noticia/novo-banco-conclui-a-venda-da-seguradora-tranquilidade-1682384).

4 anos mais tarde, o fundo Apollo vende a Tranquilidade e a Advancecare à Generalli por 600 milhões de euros!!!!!!! (510 milhões a Tranquilidade e 90 milhões a Advancecare).
https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca---financas/detalhe/generali-compra-tranquilidade-por-600-milhoes-de-euros

Vai uma grande diferença de 44 para 600 milhões e aí o Ricardo Salgado não é o responsável!

Também não foi um grande negócio a doação do Novo Banco com uma garantia de 4 mil milhões de euros sobre possíveis créditos ruinosos, já que obviamente o novo dono ía aproveitar a garantia para a utilizar e limpar as dívidas do tempo do Ricardo Salgado!!!!!
O senhor governador do Banco de Portugal, não aceitou uma garantia bancária do Estado Angolano de 5,7 mil milhões de euros sobre o BESA, prejudicando nessa medida os contribuintes portugueses, porque criou esse buraco de 5,7 mil milhões no BES!!!!!! É admirável a sensibilidade do Banco de Portugal ao proteger o Estado Angolano de pagar 5,7 mil milhões ao BES, por causa do BESA, quis poupar os contribuintes Angolanos para prejudicar os portugueses!!!!! (https://www.dinheirovivo.pt/banca/bes-banco-de-portugal-nao-aceitou-garantia-de-angola-por-falta-de-informacao/)

O Ricardo Salgado não era flor que se cheirasse, mas depois de correrem com ele, Banco de Portugal e Governo português deitaram fora uma garantia de Angola de 5,7 mil milhões + 4 mil milhões de garantia para a venda do Novo Banco (é verdade que se fosse liquidado, o estado português tinha de reconhecer logo um buraco de pelo menos 12 mil milhões de euros) + 536 milhões da venda desastrosa da Tranquilidade. Só aqui o estado português foi lesado no mínimo em 6,236 mil milhões de euros e 4 mil milhões que não sei se foram bom negócio!!!!!!
 
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Re: Economia nacional
« Responder #97 em: Janeiro 17, 2020, 10:12:02 am »
Ainda me lembro do passos coelho dizer que não ia custar nada ao contribuinte  ::)
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Re: Economia nacional
« Responder #98 em: Janeiro 17, 2020, 10:26:16 am »
Ainda me lembro do passos coelho dizer que não ia custar nada ao contribuinte  ::)

Tecnicamente até tem razão, porque o estado empresta dinheiro ao Fundo de Resolução. E o FdR tem como accionistas todos os bancos a operar em Portugal, que a contra-gosto, vão injectando dinheiro nos bancos aflitos.

Onde o Passos não tem nenhuma razão é no pequeno pormenor de que o maior contribuinte do FdR é a CGD com 1/3 do mercado!!!!! E a CGD ainda é pública...... portanto, na prática 1/3 do dinheiro que o FdR "doar" a instituições falidas, sai-nos dos bolsos.
 

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LM

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Re: Economia nacional
« Responder #99 em: Janeiro 17, 2020, 11:47:15 am »
Os nossos bancos foram, fundamentalmente, casos de "fraude" e não esquecer que na, devido à gestão do accionista, CGD foram 4.900 milhões de euros... mas o BES e BPN só visto (=> em 5/2019)

Fico mais lixado (com um F gigante) por não haver castigo (ainda) digno desse nome; criticar o que os governos fizeram quando tomaram as decisões, com a informação, leis, mecanismos e "doutrina" na altura, até tento "criticar construtivamente"... agora a falta de mão pesada nos responsáveis pelas situação não. 
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 

 

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