Não sei se deva rir ou chorar

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #120 em: Março 06, 2015, 06:11:36 pm »
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 
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Cabeça de Martelo

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #121 em: Maio 29, 2015, 10:30:37 am »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Alvalade

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #122 em: Maio 29, 2015, 10:39:52 am »
 

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Luso

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #123 em: Maio 29, 2015, 12:17:34 pm »
No meio daquilo tudo, ainda concordo com a observação feita ao material castelhano.
Mas que mais verdades foram ditas, se é que foram ditas?
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #124 em: Maio 30, 2015, 06:01:24 pm »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 
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FoxTroop

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #125 em: Maio 31, 2015, 06:45:30 pm »
Citação de: "Luso"
No meio daquilo tudo, ainda concordo com a observação feita ao material castelhano.
Mas que mais verdades foram ditas, se é que foram ditas?


Ou, o que faltou ainda dizer.
 

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Luso

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #126 em: Maio 31, 2015, 07:46:56 pm »
Citação de: "FoxTroop"
Citação de: "Luso"
No meio daquilo tudo, ainda concordo com a observação feita ao material castelhano.
Mas que mais verdades foram ditas, se é que foram ditas?


Ou, o que faltou ainda dizer.

Chiba-te, Fox! :wink:
Conta o que sabes!
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Get_It

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #127 em: Julho 17, 2015, 02:04:03 pm »
De notar que o artigo que se segue está-se a referir em grande parte a imigrantes ilegais quando utiliza as palavras "migrants" e "asylum seekers".

Dispatches: The Hidden Victims of Greece’s Crisis
Citar
Greek citizens aren’t the only victims of the country’s financial crisis – the cost of this debacle includes thousands of migrants and asylum seekers who are streaming into Greece, only to find there’s not enough shelter, food, healthcare, and even toilets to go around.

"Here I’m really suffering. I’m trying to figure out every possible way to leave from here. I can’t handle sleeping anymore outside like this."

These are the words of Jad Al Hazam, a 24-year-old Syrian I met this summer on the Greek island of Kos. He was among 100 newly arrived asylum seekers and migrants Human Rights Watch interviewed on the Greek Aegean islands of Lesbos, Chios, Samos, Leros, and Kos in May.

At the time, we found that the debt-stricken Greek government was unable to provide for the huge numbers of new arrivals. Even the very vulnerable, like unaccompanied children, slept in squalid conditions with no access to proper food or healthcare. Despite the best tradition of Greek hospitality, with locals and tourists stepping in to help, a mounting humanitarian crisis loomed large.

If things were bad then, imagine how much worse it is now.

This week the International Rescue Committee, a group more used to working in conflict zones in the world’s poorest countries, deployed an emergency team to the island of Lesbos. Greece is now a hotspot for boat migration via Turkey and receives more new arrivals than Italy. The United Nations refugee agency says over 90 percent of the 77,000 people who have arrived on the islands in the first six months of 2015 are from countries wracked by insecurity, including Syria, Afghanistan, Iraq, Eritrea, and Somalia.

"John," a 35-year-old Syrian I met at a detention camp in Chios, told me: "Greece is broke and they cannot handle all this number [of people]. It’s really impossible for Greece. The EU should do something for this country."

Indeed, the European Union can and should do more to help these often-forgotten victims, by agreeing with Greece on a plan to protect the rights and well-being of migrants and asylum seekers there. The priority is to ensure Greece provides adequate reception conditions, and the EU should help give local authorities the means to respond to this unprecedented crisis. It’s also critical that EU countries also agree to take generous numbers of asylum seekers from Greece. EU leaders will make pledges by the end of July on relocating asylum seekers from Greece and Italy.

In the meantime, the true human cost of Greek’s financial crisis will remain unknown until the lives of these abandoned migrants and asylum seekers are factored in.
Fonte: https://www.hrw.org/news/2015/07/16/dispatches-hidden-victims-greeces-crisis

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #128 em: Julho 28, 2015, 11:11:30 am »
Governo a sete da zona euro. Hollande também quer Espanha na “vanguarda”


França vai avançar no outono com propostas concretas sobre Governo, Orçamento e Parlamento da zona euro. Espanha integrará a “vanguarda” do euro e no Eliseu diz-se que a ideia inclui uma convergência fiscal e um salário mínimo para os países que integrarão o novo Executivo europeu




 Daniel Ribeiro, correspondente em França
 

Paris acha que a solução de institucionalizar uma “vanguarda” dos países que integram a moeda única, através do lançamento de um Governo específico integrando os países fundadores da antiga Comunidade Económica Europeia (CEE, hoje União Europeia) e a Espanha, é fundamental para evitar a implosão do euro.

Segundo a França, este projeto é necessário porque a zona euro está em risco devido às grandes diferenças atualmente existentes entre os diversos parceiros europeus, designadamente no domínio do crescimento económico.

Além do Governo, as propostas francesas incluem, como o Expresso online noticiou há uma semana, a criação de um Parlamento e um orçamento comuns aos países que aderirão ao projeto por vontade própria, sob condição de preencherem os particulares requisitos económicos, financeiros e sociais que serão exigidos e aprovados em futuras discussões entre os diversos países e, sobretudo, entre a Alemanha e a França.

Citadas pelo jornal espanhol “El País”, fontes do Eliseu confirmam a intenção do Presidente François Hollande e adiantam que Paris deseja avançar para um salário mínimo similar e uma convergência fiscal nos países da “vanguarda”, designadamente um imposto idêntico sobre as empresas para evitar o atual dumping fiscal e social.

A França quer que seja igualmente criado um Fundo Monetário Europeu para “intervenção rápida e de solidariedade” nos países da zona euro e também deseja uma união bancária reforçada nos países do futuro novo clube do euro.

O “El País” revela que as conversações já começaram com os países visados, incluindo com a Espanha e a Itália.

A iniciativa francesa será concretizada em setembro e as discussões para a criação do que será sem dúvida uma nova zona euro arrancarão oficialmente no outono.

Um assessor do ministério francês da Economia, Clement Beaune, disse ao diário espanhol que a proposta francesa implicará a necessidade de “mudar os tratados”.

As ideias de Paris para reformular as instituições europeias não serão certamente consensuais na União Europeia e nos 19 países que integram a zona euro. Nem em França o serão, porque os nacionalistas da Frente Nacional, de Marine le Pen, em forte ascensão nas sondagens, propõem, ao contrário, o fim do euro.

 Além da França e da Alemanha, os países fundadores da antiga CEE são Itália, Bélgica, Luxemburgo e Holanda.


 :roll:  :evil:

O Hollande é um poeta quando está calado!
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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mafets

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #129 em: Julho 30, 2015, 03:31:23 pm »
A Alemanha está bem sentada em cima dos 12 mil milhões de euros que já arrecadou à conta da "Crise", pelo que não se mete em "algarviadas".  Além disso, ao contrario da Merkle e do seu ministro das finanças (aquele que até pertence ao Supervision Board do banco alemão responsável pelo fundo de garantia grego...  :twisted:  ), que ainda têm alguma credibilidade na praça dos opositores (mesmo entre os Anti-Nazis das Manifs  :twisted:  ), enquanto o Hollande "só serve para andar de mota" e o que diz entra a 100 e sai a 200, até aos próprios franceses...  :wink:



Saudações
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Get_It

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #130 em: Agosto 04, 2015, 01:33:01 am »
Estão mais uma vez a enfiar os refugiados e imigrantes ilegais no mesmo saco.

Europe could solve the migrant crisis – if it wanted
(31 de Julho de 2015)
Citação de: "The Guardian"
It takes about two hours to burn off your fingerprints. You find a piece of metal pipe, stick it in the fire until the end goes red hot, then rub the tips of your fingers quickly but firmly along the glowing end – and repeat. Such is the body’s ability to repair itself, the damage only lasts a few days; but long enough to make it impossible for border police to enter your details into Eurodac, the European Union’s fingerprint database for asylum seekers.

This technique, described to me recently by a Sudanese refugee who spent five months living rough in Calais last year, was an attempt to dodge the EU’s Dublin regulation, which insists that refugees claim asylum in the first member state they set foot in. It’s just one example of the desperate and self-destructive measures taken by the many thousands of people who come to Europe as refugees, then spend months or years travelling the continent in search of a new home. This week a Guardian reporting team brought many other such experiences to life in a vivid portrait of the Calais camps; the death of a man by the ferry port on Tuesday further underlined the dangers the migrants face.

Yet it often seems as if these stories are as likely to evoke disgust as they are sympathy. These people are living lives that the majority of British residents will find it difficult to imagine. Reading about them might make us more likely to support liberal immigration policies – but then again, it might provoke us to dismiss them as “cockroaches”, or a “swarm of people”, as David Cameron did today. For every reader who is shocked by Monday’s revelation that HMS Enterprise, sent by Britain to support search-and-rescue operations in the Mediterranean a month ago, has not yet saved a single life, there could be another who thinks “good, we don’t want any more migrants coming to Europe”.

How we respond will most likely come down to whether we see these people as refugees in need of protection, or as people who are playing the system for a better deal. But the uncomfortable truth is that they are both. The Sudanese I met, for instance, were for the most part refugees from the massacres in Darfur, a conflict that drew the global media’s attention a decade ago but has since been ignored. But by the time they reached Calais, they had been through several European countries where there was no immediate threat to their lives. Having first arrived in Italy or Greece, they had left and were trying to sneak into the UK – some, hedging their bets, were applying for asylum in France at the same time.

Refugees from many countries – not just Sudan but Syria, Eritrea, Afghanistan and beyond – are taking clandestine journeys across Europe in search of a country that will give them the chance to rebuild their lives. Living in Britain and watching what unfolds in Calais – such as the revelation that in recent days there have been 1,500 attempts by migrants to enter the Channel tunnel – it can seem as if they’re all heading here, but in reality Britain ranks mid-table in the proportion of asylum claims it receives relative to population. The number of refugees at Calais has grown because the number of refugees in Europe as a whole has grown. For the most part, their journeys pass unseen, until they hit a barrier – the English Channel; the lines of police at Ventimiglia on the Italy-France border; the forests of Macedonia – that creates a bottleneck and leads to scenes of destitution and chaos.

The political rhetoric that surrounds these migrants makes it harder to understand why they take such journeys. Often when government ministers are called on to comment, they will try to make a distinction between refugees (good) and “economic migrants” (bad). But a refugee needs to think about more than mere survival – like the rest of us, they’re still faced with the question of how to live.

What they find when they reach Europe is a system best described as a “lottery”. In theory the EU has a common asylum system; in reality it varies hugely, with different countries more or less likely to accept different nationalities and with provisions for asylum seekers ranging from decent homes and training to support integration in some countries, to tent camps or detention centres, or being left to starve on the street, in others.

Countries that bear the brunt of new waves of migration, such as Italy, Bulgaria or Greece, find little solidarity from their richer neighbours. The EU spends far more on surveillance and deterrence than on improving reception conditions. For as long as these inequalities continue, refugees will keep on moving.

This is a crisis of politics as much as it is one of migration, and I think it will develop in one of two ways. Either Europe will continue to militarise its borders and squabble over resettlement quotas of refugees as if they were toxic waste; or we will find the courage and leadership to create a just asylum system where member states pull together to ensure that refugees are offered a basic standard of living wherever they arrive. The first option, though alluring to many, will only intensify the chaos it’s supposed to protect us from: we put up a fence at Greece’s land border with Turkey, so refugees take to the Mediterranean instead. Britain and France accuse each other of being a soft touch on asylum seekers, so they allow the situation in Calais to fester. For as long as refugees are treated as a burden, they will be the target of racism and violence.

The second option requires a deeper, more difficult conversation about the EU and whom it exists to benefit. Europe prides itself on having taken down internal borders but is this maintained in the interests of capital or of people? Does anti-immigration sentiment build because politicians are unwilling to address inequality, or to address the feeling of disenfranchisement among their own voters?

Nevertheless, a solution is within our reach. From the volunteers who visit detainees in British immigration prisons and the No Borders activists in Calais who help migrants find safe, empty buildings to live in, to the support groups that have sprung up in Italy and Greece to help the new arrivals, everyday solidarity exists, and can be built on. Only a small proportion of the world’s refugees reach this continent – over 85% are hosted in developing countries – and we have the resources to help them. Whether it happens or not is our choice.
Fonte: http://www.theguardian.com/commentisfree/2015/jul/31/europe-migrant-crisis-political-choice-toxic-waste-sanctuary

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #131 em: Agosto 04, 2015, 02:17:55 pm »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Cabeça de Martelo

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7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lusitano89

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #133 em: Agosto 26, 2015, 04:30:17 pm »



Livro infantil escocês.
Segundo eles, este é o som que um barco faz quando pesca sardinhas para oferecer à ministra...
 

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Lusitano89

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Re: Não sei se deva rir ou chorar
« Responder #134 em: Setembro 02, 2015, 04:35:17 pm »
Muçulmanos atiraram cristãos ao mar em barco de imigrantes


A polícia italiana anunciou a detenção de 15 muçulmanos acusados de terem causado a morte de 12 cristãos que se encontravam na mesma embarcação no meio do Mediterrâneo.

 :roll:   :N-icon-Axe:
 

 

Aqueles que fizeram a Abrilada de 74 a chorar!

Iniciado por Miguel

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Última mensagem Novembro 16, 2010, 06:59:02 pm
por typhonman