Tensão em Moçambique

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ocastilho

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Re: Tensão em Moçambique
« Responder #30 em: Novembro 03, 2019, 11:00:31 pm »
Honra seja feita ao Nuno Rogeiro - como todos os defeitos que lhe são conhecidos- que desde há algum tempo a esta parte vem falado nos islamitas e alertando para o perigo. Do jornalismo mainstream , foi certamente o único, aliás lembro do governo moçambicano negar e o Rogeiro mesmo assim foi insistindo.

Não nos esqueçamos que há muitos Portugueses lá e negócios de Portugueses. Agora também não acredito que os Moçambicanos quisessem lá os PTs.

"Se servistes à pátria, que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma."
 

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HSMW

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Re: Tensão em Moçambique
« Responder #31 em: Abril 09, 2020, 05:09:48 am »


Noticia de 25 de Março que passou despercebida aqui no fórum.

Citar
Outra sede de distrito de Cabo Delgado tomada e queimada pelo Daesh, há poucas horas: Quissanga, centro de uma circunscrição de 40 mil habitantes.
Outra vez embarcações envolvidas, disfarçadas de barcos de pescadores vindos da ilha do Ibo.
Tropa desbaratada. A «sharika» (companhia) de Macomia mostra o seu triunfo, e as bandeiras da morte.
Ninguém protege as populações, que fogem para as matas.
Em mensagens de Telegram interceptadas, os «estrategos» do bando Daesh falam na instauração do «Califado» em Moçambique.
O que tem andado a fazer o seu SISE, excelentíssimo senhor general Júlio Jane, muito ilustre DG?

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10218906371908310&set=pcb.10218906082381072&type=3&theater


https://observador.pt/2020/04/08/estado-islamico-reivindica-recente-ataque-a-muidumbe-mocambique/

https://www.voaportugues.com/a/insurgentes-querem-impor-estado-isl%C3%A2mico-em-cabo-delegado/5364976.html

https://observador.pt/2020/01/27/mocambique-ataques-grupo-provoca-varias-mortes-estado-islamico-reivindica-acao/
Citar
O grupo "jihadista" confirmou, através da Internet, que foram usadas duas viaturas carregadas com armas automáticas e munições, e que morreram 22 pessoas, mais 7 do que revelam os relatos dos locais.
« Última modificação: Abril 09, 2020, 05:38:40 am por HSMW »
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Re: Tensão em Moçambique
« Responder #32 em: Abril 19, 2020, 07:54:05 pm »
https://www.telegraph.co.uk/news/2020/04/19/isil-linked-jihadis-target-mozambiques-gas-fields/

Parece que os grupos privados (mercenários) estão a perder a guerra.
 

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Claust

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Re: Tensão em Moçambique
« Responder #33 em: Abril 20, 2020, 02:43:34 pm »
https://www.defenceweb.co.za/featured/private-military-contractors-appear-to-be-active-in-mozambique/

https://twitter.com/i/status/1252218222323085318

Heli do grupo da Africa do Sul, que foi queimado pelos próprios grupos privados após sofrer avaria?? ou ser atingido por tiros...
 
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Re: Tensão em Moçambique
« Responder #34 em: Abril 21, 2020, 01:46:05 am »
Já antes deste grupo privado, o Wagner Group tentou combater os terroristas em Cabo Delgado mas acabaram por se retirar sem sucesso.

Aqui está um bom artigo sobre isso:
Citar
De como os mercenários russos da Wagner perderam a guerra contra os terroristas no norte de Moçambique

 :arrow:https://cartamz.com/index.php/politica/item/4944-de-como-os-mercenarios-russos-da-wagner-perderam-a-guerra-contra-os-terroristas-no-norte-de-mocambique

Nas últimas semanas têm-se sucedido ataques a várias aldeias e vilas de Cabo Delgado. A forças policiais e as FADM nem dão luta e, apesar de terem sido enviados reforços para Cabo Delgado, estas forças estão muito mal preparadas e desmotivadas e por isso têm-se sucedido saques aos quartéis, ficando os terroristas mais bem armados do que nunca.

Ou o Governo de Moçambique pede ajuda internacional ou então Cabo Delgado será uma província sem lei muito brevemente. Já ficou claro que não têm condições para lidar com o problema sozinhos, muito menos com a tensão a crescer novamente com a "Junta Militar" da RENAMO no centro do país...
 

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Re: Tensão em Moçambique
« Responder #35 em: Abril 21, 2020, 02:13:19 am »
Citar
Da mesma forma, os mercenários russos foram vistos como 'estrangeiros' com intuito de subjugar os nativos à semelhança do que aconteceu com a dominação colonial portuguesa

Só mesmo uma missão da ONU... Mas uma coisa a sério!
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Re: Tensão em Moçambique
« Responder #36 em: Abril 21, 2020, 06:35:21 pm »
Cabo Delgado: o exército moçambicano “é o seu pior inimigo”

Dois anos e meio depois do começo da insurgência armada na província de Cabo Delgado, no Norte de Moçambique, as Forças de Defesa e Segurança (FDS) não conseguiram ainda dominar a revolta que já deixou para cima de 700 mortos e um número de deslocados superior a 200 mil. E cada dia que passa parecem mais longe de o conseguir fazer.

O grupo armado vem engrossando as fileiras com gente local e jihadistas estrangeiros, melhorou o seu arsenal e a sua rede de informadores, está mais ousada nos seus ataques. Enquanto isso, o moral das tropas vem-se deteriorando, por sentirem que não lhes dão as condições para enfrentar o inimigo e há relatos de deserções.

“Estamos cansados com esta situação que se vive em Mocímboa… Cada dia que passa temos menos logísticas nos acampamentos militares… Muitos de nós para comer temos que pedir nas comunidades… A nossa comida está a acabar nas mãos dos nossos comandantes. Dizem que temos bónus, mas esses bónus nunca chegaram aos soldados rasos”, contava um militar aos investigadores Saide Habibe, Salvador Forquilha e João Pereira em Radicalização Islâmica no Norte de Moçambique - O Caso de Mocímboa da Praia, publicado pelo Instituto de Estudos Sociais e Económicos.

“O exército não pode ser melhor do que o ambiente geral”, diz ao PÚBLICO o sociólogo moçambicano Elísio Macamo, professor de Estudos Africanos na Universidade da Basileia. “O esforço que é necessário para tornar o exército operacional implicaria fazer o tipo de coisas que o Estado moçambicano até aqui não tem conseguido fazer, nomeadamente introduzir mais disciplina, mais cultura institucional, mais criatividade e saber acomodar aqueles que trazem conhecimento consigo. Não vejo mérito nenhum no adversário do nosso exército, infelizmente, ele é o seu pior inimigo.”

Depois de terem sido atacados em determinados postos avançados, os militares decidiram abandonar esses postos e consolidar as suas principais bases, diz o referido estudo, uma manobra que os protegeu, mas deixou as populações sem protecção, o que levou muita gente a fugir, aumentando o número de deslocados e o ressentimento dos cidadãos em relação aos soldados. “Além disso, o exército e a polícia mostram alguma dificuldade em realizar operações militares à noite. Bem informado sobre os seus alvos, o grupo dos Al-Shabab lança a maioria dos seus ataques à noite e raramente enfrenta uma intervenção militar.”

“Talvez por causa das especificidades da nossa história recente, o investimento num exército funcional sempre enfrentou constrangimentos de vária ordem, a principal das quais foi sempre a necessidade de integrar homens dum partido armado”, explica Macamo. “Razão pela qual se investiu mais na Unidade de Intervenção Rápida (UIR) que, contudo, não pode ser a resposta para uma insurgência desta natureza.”

A presença maior do exército e das unidades especiais da polícia (além da UIR, também o Grupo de Operações Especiais – GOE) não trouxe grandes vantagens, porque, como explica Joseph Hanlon, jornalista e investigador norte-americano que há muitos anos reside em Moçambique, “se tornou numa clássica operação antiguerrilha, em que grupos militares, de movimentos mais lentos, tentam capturar grupos de três ou quatro pessoas que se movem rapidamente e usam telemóveis para comunicar”.

Ainda por cima, seja por frustração, retaliação, maldade ou cultura autoritária, os militares acabam por recorrer à violência contra as populações e “a violência da polícia e do exército contra as comunidades tem um efeito de radicalização, fazendo crescer o apoio dos insurgentes”, acrescenta Hanlon, director do Mozambique News Reports & Clipping.

“Desde os ataques, começaram as perseguições a muçulmanos. Era quase proibido usar cofio, ter barba. Houve muitas prisões e abusos”, denuncia Yussuf Adam, historiador, professor na Universidade Eduardo Mondlane – “temos dezenas de exemplos de maus tratos, torturas”. Hanlon confirma: “Centenas de pessoas foram detidas no final de 2017 e princípio de 2018, mantidas presas durante meses e julgadas (ilegalmente) em segredo. Jornalistas também foram detidos e mantidos presos ilegalmente”, afirma.

Como refere Adam, “uma estratégia de luta contra os extremistas tem de ter uma componente militar”, mas esta, por si só, não chega e até se “pode tornar perigosa”. O antigo Presidente Samora Machel “chegou a retirar quadros da frente do Niassa para Nachingwea [base da Frelimo na Tanzânia] porque se estavam a tornar bons matadores e torcionários”.

Para Elísio Macamo, o apoio aos insurgentes “é a atitude real de quem não tem como se defender e se sente desprotegido”. Quando alguém “é poupado pelos seus algozes que fazem o papel de Robin dos Bosques, sente-se aliviado e grato” e se a isso se junta “a indisciplina de alguns membros das FDS que, infelizmente, não têm nenhum respeito pelos civis e submetem-nos a maus tratos”, acabamos num “círculo vicioso: os soldados sentem-se traídos pelas populações e submetem-nas a sevícias, estas, em reacção, tornam-se indiferentes e não colaboram”.

É, por isso, que Hanlon defende que esta “crescente guerra civil não tem solução militar”. Ao ser “alimentada por injustiças”, não conseguirá romper o apoio da população aos insurgentes enquanto o Governo não reparar essas injustiças. E isso passa primeiro por assumir publicamente que existem e que pretende pôr-lhes cobro.


 :arrow: https://www.publico.pt/2020/04/21/mundo/noticia/cabo-delgado-exercito-mocambicano-pior-inimigo-1913124?fbclid=IwAR3xTpW5PX_0_FQ9c6Jl-4tvFgcRaYld_zMBTuljRnOKbQfX3nAZPWeV3lk
« Última modificação: Abril 21, 2020, 06:35:45 pm por Lusitano89 »
 

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Red Baron

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Re: Tensão em Moçambique
« Responder #37 em: Abril 22, 2020, 05:53:43 pm »
Citar
Em Moçambique, 52 Jovens foram assassinados por rejeitarem aliar-se aos insurgentes em Cabo Delgado. Segundo o porta-voz do Comando-geral da Polícia, a recusa desses jovens provocou a ira dos malfeitores que os mataram.

Em Moçambique, 52 jovens foram assassinados na aldeia de Xitaxi, por terem recusado aliar-se a grupos armados no distrito de Muidumbe, rebelião que vem operando na província nortenha de Cabo Delgado, declarou à imprensa o porta-voz do Comando Geral da Polícia, Orlando Modumane.

"Os jovens que estavam para ser recrutados ofereceram resistência, o que provocou a ira dos malfeitores que indiscriminadamente balearam mortalmente 52 jovens", sublinhou o porta-voz do Comando-geral da polícia moçambicana.

O porta-voz da polícia moçambicana disse ainda que as Forças de Defesa e Segurança reforçaram as operações nos pontos mais críticos da província de Cabo Delgado.

"Temos estado a intensificar várias acções operativas, visando a sua neutralização e consequente responsabilização pelos atos criminosos e hediondos que têm perpetrado naquele ponto do país", concluiu Orlando Modumane.

A província de Cabo Delgado, tem sido fustigada por ataques de grupos armados denunciado pelas forças de segurança e defesa moçambicanas como uma ameaça terrorista.

Esses insurgentes já mataram, pelo menos, 400 pessoas desde outubro de 2017, em Moçambique.

Não acordem para o problema, não.
 

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typhonman

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Re: Tensão em Moçambique
« Responder #38 em: Abril 28, 2020, 12:16:38 am »
Quando começarem a sequestrar/matar portugueses, o que vamos fazer ?


Enviar a sucata para lá ?
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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Re: Tensão em Moçambique
« Responder #39 em: Abril 28, 2020, 09:15:56 am »
Quando começarem a sequestrar/matar portugueses, o que vamos fazer ?


Enviar a sucata para lá ?

Presumo que estejas a falar dos C-130, porque deve ser a única sucata que nós poderíamos enviar. No máximo dos máximos temos uma missão de evacuação de cidadãos nacionais que para isso até a TAP faz, em relação a tropa... só se for em função de mentoria/formação. Não estou a ver o governo Moçambicano a querer tropa Portuguesa no terreno.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Claust

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Re: Tensão em Moçambique
« Responder #40 em: Maio 15, 2020, 11:57:29 am »
Mozambique:
Armored vehicle claimed as seized by Iscap (also in al Naba): Yanjing Defender: Chinese Tiger variant (Russian design), YangJin YJ2080C Protected Assault Vehicle - A 4x4 vehicle equipped with a W85 heavy machine gun (12.7 x 108mm)

https://twitter.com/Jasminechic00/status/1261236842546057217/photo/1

Será isto um futuro conflito?
 


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Major Alvega

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Re: Tensão em Moçambique
« Responder #42 em: Junho 22, 2020, 03:32:49 am »
https://tvi24.iol.pt/sociedade/cabo-delgado/portugal-disponivel-para-integrar-forca-internacional-contra-ataques-terroristas-em-mocambique?fbclid=IwAR0iKKKiq2uESPCmoYl8yr7DreCXfyeB2oKj-tJW5TraKbipd9okxx1MNE4

Por aqui se vê a completa falta de noção deste comissário político do PS que por acaso ocupa o cargo de MNE.
"Portugal está disponível para integrar força internacional." Ele deve pensar que os grupos terroristas islâmicos que operam nesta zona são os os bandos de rufias que os páras portugueses combatem na RCA.
Depois esta imbecilidade faz-me recordar um certo ditador na 2ª GM que ordenava aos seus generais para lançarem ataques contra os inimigos, mas com exércitos imaginários.
Vamos dar de barato esta imbecilidade do ministro e imaginar que sim. Que vamos integrar. Com que homens? Com que viaturas? Com que armamento?
Estaríamos preparados para começar a receber caixões em barda em Figo Maduro? É que estes "meninos" comem mercenários russos ao pequeno-almoço. Ainda por cima uma guerra que não é nossa. Moçambique é um país rico em recursos mas é um estado falhado. O dinheiro que vem da ajuda internacional vai directo para os bolsos dos tipos que governam. Na última vez o roubo foi tão grande que foi suspensa indefinidamente essa ajuda. Há países que estão lá explorar os recursos de hidrocarbonetos, outros que carregam navios gigantescos com madeiras nobres etc. Estão a esvaziar aquilo tudo. Esses que metam lá os soldados deles.

E a forma como saímos de lá torna completamente absurdo e impensável ir meter os nossos homens naquele atoleiro.
Moçambique esqueçam. Aquilo acabou.
E este paternalismo bacoco que ainda temos em relação ás ex-colónias é simplesmente ridículo.
 
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Lightning

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Re: Tensão em Moçambique
« Responder #43 em: Junho 22, 2020, 02:14:01 pm »
Normalmente os generais estão lá para mostrar o que se pode ou não fazer, ou o que é que é preciso para fazer, esse senhor é o MNE nem é o MDN.

Mas Portugal pode sempre participar com equipas de formação, como agora se vê muito, no Iraque, Afeganistão, Mali, etc.

E realmente o dinheiro por cá não abunda, não estou a ver fazermos algo como na RCA às nossas custas, temos que ter alguma organização a pagar as despesas, UE, NATO, ONU...
« Última modificação: Junho 22, 2020, 02:16:32 pm por Lightning »
 

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FoxTroop

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Re: Tensão em Moçambique
« Responder #44 em: Junho 22, 2020, 08:06:05 pm »
Então a malta acredita que são Macondes fundamentalistas ou seja lá quem for, que estão por detrás disto e que certas "operações" foram feitas por eles?! Mais a montante camaradas, Está ali uma guerra pelos recursos de Cabo Delgado e que mete chineses contra indianos, contra americanos e até brasileiros, um verdadeiro todos contra todos.

A maior desgraça de Moçambique foi terem descoberto a reservas energéticas que descobriram ali.
 
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Uma aliança militar Brasil-Portugal-Angola-Moçambique

Iniciado por dremanu

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