Combate a fogos pela F.A.P.

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xenical_

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #810 em: Outubro 17, 2018, 10:48:00 am »


Não será para adquirir MAFFS para os C-130H e "arranjar" os KAMOV?
[/quote]

Não acredito muito na operação do C130Maffs, em minha opinião claro, e não pretendo reacender a polémica da utilidade/eficiência deste sistema em Portugal Continental em ataque directo a incêndios rurais. Talvez o sistema para o C295, e mesmo ai mantenho muitas reservas..

Quantos aos KAMOV são sempre mais valia, creio ter havido dotação financeira reservada no OE2018, para a sua reparação, são efectivamente uma excelente ajuda no combate a incêndios, quando operados em situação que permitam tirar o melhor rendimento deste sistema. Por experiência própria já tive o "prazer" de atestar essa mesma eficiência. :)

 

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raphael

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #811 em: Outubro 17, 2018, 11:20:42 am »
Sistema maffs duvido muito...até porque o potencial das aeronaves c-130h está a atingir alguns limites e a operação em ambiente de incêndio não deve ser uma realidade por outras lacunas existentes.
O sistema maffs da FAP é a versão 1 que implicava ter a descarga do "autocarro" maffs pela rampa traseira...a versão 2 que nunca tivemos faz a descarga através de uma adaptação nas portas laterais, o que é bem mais eficiente e menos perigoso para a aeronave e tripulação.

E nos últimos anos nunca vi nos meios contratados calda retardante...é sempre água, água e mais água...muitas vezes salgada....

Por isso, enterrem lá o MAFFS de uma vez por todas.
Um abraço
Raphael
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mafets

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #812 em: Outubro 17, 2018, 02:41:48 pm »
Sistema maffs duvido muito...até porque o potencial das aeronaves c-130h está a atingir alguns limites e a operação em ambiente de incêndio não deve ser uma realidade por outras lacunas existentes.
O sistema maffs da FAP é a versão 1 que implicava ter a descarga do "autocarro" maffs pela rampa traseira...a versão 2 que nunca tivemos faz a descarga através de uma adaptação nas portas laterais, o que é bem mais eficiente e menos perigoso para a aeronave e tripulação.

E nos últimos anos nunca vi nos meios contratados calda retardante...é sempre água, água e mais água...muitas vezes salgada....

Por isso, enterrem lá o MAFFS de uma vez por todas.

Breve resumo do que está por cá publicado.

A FAP teve o 1 mas isso foi para a sucata nos anos 90.



Tanto o MAFFs 1 como o 2 podem usar água. Uma foto de um C130H da FAP e outra da USAF (a calda cá pela Europa, segundo consta não pode ser usada por motivos ambientais).





Segundo o US Forest Service o sistema MAFFS 1 e 2 é de emergência. Só é activado quando não existe mais nada, seja contratado ou com possibilidade de ser activado. Aliás, o mesmo debate de "eficácia" estende-se aos EUA, e inclusive o Brasil que é usuário do Maffs 1, quanto muito usa 2 vezes ao ano. A diferença entre o 1 e o 2, além do que o Raphael adiantou, é que este último é usado com a cabine pressurizada (graças aos sistema adaptado às portas laterais)pelo que pode operar de maiores altitudes.

https://www.fs.fed.us/managing-land/fire/planes/maffs

Citar
The U.S. Forest Service contracts with private companies to provide airtankers to drop fire retardant as part of wildfire suppression efforts. But during periods of high wildfire activity, often there aren’t enough contracted airtankers to meet demands. That’s where Modular Airborne Fire Fighting Systems (MAFFS) come in.

Segundo o fire aviation (o CJ também já tinha postado algo semelhante), o C295W é que levara o sistema  roll-on/roll-off  de tanques internos, pelo que os nossos teriam além de adquirir o sistema, receber o upgrade para esta versão.

https://fireaviation.com/tag/c295/

Citar
The system installed in the C295W will consist of two roll-on/roll-off internal tanks which can be removed after the fire season. The aircraft will then be available for its conventional role as a ramp-equipped, multi-role transport able to carry cargo, troops, paratroops, or stretchers.



O C130H está no fim da sua vida útil e só estará em serviço até à vinda do Kc, o qual para já não está certificado para usar o MAFFS1 nem o 2. Quanto muito o sistema poderia ser adquirido para "justificar" a compra, mas depois existiriam os inevitáveis problemas de quando, como e em que circunstância seria activado.



Cumprimentos





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asalves

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #813 em: Outubro 17, 2018, 04:29:44 pm »
Proteção Civil confirma que helicópteros não usam retardantes
https://observador.pt/2018/08/08/protecao-civil-confirma-que-helicopteros-nao-usam-retardantes/
Citar
A ANPC admitiu que os 40 helicópteros de combate aos incêndios não utilizam produtos químicos para retardar o fogo, explicando que isso reduz "a capacidade de transporte de elementos operacionais".

A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) admitiu esta quarta-feira que os 40 helicópteros de combate aos incêndios não utilizam produtos químicos para retardar o fogo, explicando que isso reduziria “a capacidade de transporte de elementos operacionais”.

Em declarações à Lusa na terça-feira, o especialista em incêndios florestais Xavier Viegas defendeu a utilização de produtos químicos no combate ao incêndio de Monchique para evitar reacendimentos, lembrando que os reacendimentos “estão identificados como um dos grandes problemas, que depois dão origem a incêndios ainda piores”.

Também os bombeiros criticaram que não se estivesse a utilizar essa ferramenta e esta quarta-feira a ANPC explicou, em comunicado, que os 40 helicópteros de ataque inicial “não usam espumífero por ficar reduzida a sua capacidade de transporte de elementos operacionais a bordo”. A ANPC acrescenta ainda que “nos contratos celebrados para o período de 2013-2017 não foi prevista, igualmente, a utilização destes produtos”, confirmando a manchete desta quarta-feira e do Jornal de Notícias.

Além dos helicópteros, o Estado contratou também aviões anfíbios — médios e pesados — que “utilizam espumífero certificado nas missões que realizam a partir da sua base de origem”, sublinha a ANPC. No entanto, os especialistas dizem que os produtos químicos não estão a ser usados no incêndio que começou na sexta-feira em Monchique e continua ativo.

Questionado pela Lusa sobre o caso concreto de Monchique, o gabinete de comunicação da ANPC não deu resposta. No comunicado enviado para as redações, a ANPC diz apenas que “o espumífero faz parte das obrigações contratuais, sendo fornecido pelas empresas contratadas que operam estes aviões”. Segundo a ANPC, em cada descolagem, um avião médio Fireboss carrega 70 litros de espumífero, que dá em média para 15 descargas, e cada avião pesado Canadair carrega cerca de 300 litros que dá aproximadamente 12 descargas.

Em Monchique estão cinco helicópteros e oito aviões, segundo a página da ANPC. Em declarações à Lusa na terça-feira, Xavier Viegas apontou o custo dos produtos químicos como a única razão para não estarem a ser utilizados: “Custa algum dinheiro, mas é largamente compensado com a economia que se pode ter com a redução das horas de combate, em especial nas horas dos meios aéreos”, sublinhou, lembrando ainda os efeitos nefastos de um terreno ardido.

O especialista sublinhou ainda que “os produtos químicos certificados têm um impacto ambiental mínimo e uma eficácia enorme”. O incêndio que deflagrou na sexta-feira em Monchique, no distrito de Faro, já destruiu mais de 21 mil hectares, metade da área ardida na região em 2003.

Basicamente está no contrato em alguns meios mas não é usado praticamente pois mesmo a capacidade dos meios anfíbios é limitada.
 

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ICE 1A+

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #814 em: Outubro 18, 2018, 12:07:59 pm »
C130......talvez ..... mas teriam que levar uma reforma valente. Nào sei até que ponto a estrutura deles está resistente ou se apresenta já fadiga.

Não queria ver isto em Portugal:

 

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Crypter

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #815 em: Outubro 18, 2018, 03:09:14 pm »
Devido à intensidade e quantidade de fogos existentes em Portugal se optarem por a utilização das unidades existentes na FA é simplesmente estúpido!

Usar sim os C-295M ou mesmo os P3 para vigilância e controle de incêndios.

Para combate teremos que ter aviões desenhados para o combate de incêndios. Tanto ligeiros como pesados.

O resto é só para tapar os olhos a parvos.

 
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tenente

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #816 em: Outubro 18, 2018, 03:33:17 pm »
Devido à intensidade e quantidade de fogos existentes em Portugal se optarem por a utilização das unidades existentes na FA é simplesmente estúpido!

Usar sim os C-295M ou mesmo os P3 para vigilância e controle de incêndios.

Para combate teremos que ter aviões desenhados para o combate de incêndios. Tanto ligeiros como pesados.

O resto é só para tapar os olhos a parvos.

Afirmativo, estou completamente de acordo !

Esta ideia absurda de utilizar os acft's de asa fixa da FAP para combater os FF só é defendida por quem não sabe mesmo nada de nada !

Só o tempo que é necessário para abastecer de agua/retardante cada um desses acft's dá para um CL215/415/AT802 fazer várias descargas !!

Abraços
 
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #817 em: Outubro 23, 2018, 12:25:13 pm »
Força aérea começa a gerir meios aéreos de combate a fogos em Janeiro

Resolução do Conselho de Ministros estabelece que os contratos passem para a Força Aérea, mas limpos de problemas financeiros ou jurídicos, o que afecta sobretudo os contratos dos Kamov.

https://www.publico.pt/2018/10/23/politica/noticia/forca-aerea-comeca-gerir-meios-aereos-combate-fogos-janeiro-1848520
 

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mafets

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #818 em: Outubro 25, 2018, 10:12:47 am »
Vão trabalhar à borla?  ;D :D

https://www.jornaldenegocios.pt/economia/politica/detalhe/governo-cria-grupo-para-acompanhar-entrada-da-forca-area-no-combate-aos-incendios?fbclid=IwAR0-xITdpOOz4yFEXBGM2oBOJx5XwFjpTzNNsmQqVBDv8sddG71jhsaIYSA
Citar
No início deste mês, o Governo decidiu em Conselho de Ministros iniciar a transição do combate aéreo aos incêndios para a Força Aérea. A partir do dia 1 de Janeiro, a Força Aérea vai assumir essa responsabilidade. Até lá haverá um grupo para o acompanhamento da implementação da reforma do modelo de comando e gestão centralizada dos meios aéreos, segundo uma resolução publicada esta terça-feira, dia 23 de Outubro, em Diário da República.

O grupo será composto por quatro elementos do Ministério da Administração Interna, que tutela a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), e outros quatro do Ministério da Defesa Nacional, onde se insere a Força Aérea. A gestão dos meios aéreos no combate aos incêndios rurais passará da ANPC para a Força Aérea.

O Conselho de Ministros decidiu "determinar que a Força Aérea assuma a posição contratual da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) no âmbito dos contratos plurianuais de locação de meios aéreos referentes ao DECIR, celebrados em 2018, abrangendo 8 aviões médios anfíbios, 2 aviões pesados anfíbios, 2 aviões de coordenação e 10 helicópteros ligeiros, com efeito a partir de 1 de Janeiro de 2019", lê-se na resolução publicada em Diário de República.




Saudações

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #819 em: Outubro 25, 2018, 10:36:33 am »
Vão trabalhar à borla?  ;D :D

https://www.jornaldenegocios.pt/economia/politica/detalhe/governo-cria-grupo-para-acompanhar-entrada-da-forca-area-no-combate-aos-incendios?fbclid=IwAR0-xITdpOOz4yFEXBGM2oBOJx5XwFjpTzNNsmQqVBDv8sddG71jhsaIYSA
Citar
No início deste mês, o Governo decidiu em Conselho de Ministros iniciar a transição do combate aéreo aos incêndios para a Força Aérea. A partir do dia 1 de Janeiro, a Força Aérea vai assumir essa responsabilidade. Até lá haverá um grupo para o acompanhamento da implementação da reforma do modelo de comando e gestão centralizada dos meios aéreos, segundo uma resolução publicada esta terça-feira, dia 23 de Outubro, em Diário da República.

O grupo será composto por quatro elementos do Ministério da Administração Interna, que tutela a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), e outros quatro do Ministério da Defesa Nacional, onde se insere a Força Aérea. A gestão dos meios aéreos no combate aos incêndios rurais passará da ANPC para a Força Aérea.

O Conselho de Ministros decidiu "determinar que a Força Aérea assuma a posição contratual da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) no âmbito dos contratos plurianuais de locação de meios aéreos referentes ao DECIR, celebrados em 2018, abrangendo 8 aviões médios anfíbios, 2 aviões pesados anfíbios, 2 aviões de coordenação e 10 helicópteros ligeiros, com efeito a partir de 1 de Janeiro de 2019", lê-se na resolução publicada em Diário de República.




Saudações

Só contei 22 aeronaves !!

Abraços
 

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Charlie Jaguar

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #820 em: Outubro 25, 2018, 11:02:13 am »
Uma pergunta lateral, porém dentro do tópico: e a idade das 2 células CL-215, nomeadamente o EC-GBS e EC-HET? Sei que pelo menos o último destes dois CL-215-1A10, com o número de constructor 1034 (o EC-GBS tem o c/n 1052), foi fabricado em 1974(!).

Por acaso vi-os quando estive de férias uma semana no Gerês no final de Setembro a recolher água no Rio Cávado no combate a um incêndio em Vila Verde, e embora sendo do modelo mais antigo pareciam estar ali para as curvas. No entanto tendo sido construídos no início/meados da década de 70 e servido anteriormente na Força Aérea Espanhola, quanta mais vida útil restará naquelas células?  :-\




Parto do pressuposto de que ninguém está a ver os 2 aparelhos serem ao menos modernizados para a versão CL-215T...  ::)
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

         "PER ASPERA AD ASTRA"
               (Por Caminhos Árduos, Até Às Estrelas)
 
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #821 em: Outubro 25, 2018, 04:31:48 pm »
Só contei 22 aeronaves !!

Pois é, normalmente é à volta do dobro, será que essas aeronaves são as que já têm contrato feito? Ou serão o tal dispositivo permanente, faltando o contrato para as aeronaves de reforço?
 

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Viajante

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #822 em: Outubro 25, 2018, 05:28:59 pm »
Só contei 22 aeronaves !!

Pois é, normalmente é à volta do dobro, será que essas aeronaves são as que já têm contrato feito? Ou serão o tal dispositivo permanente, faltando o contrato para as aeronaves de reforço?

Devem ser os 22 da ANPC e a diferença para 57 são alugados.

Está aqui uma lista com os 57 meios aéreos e respectivas matrículas e localização:

http://www.strob.pt/anpc/

E aqui está listada a fita de tempo em tempo real de todas as emergências do país, julgo que do 112:

http://www.prociv.pt/pt-pt/SITUACAOOPERACIONAL/Paginas/default.aspx
« Última modificação: Outubro 25, 2018, 05:31:08 pm por Viajante »
 

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xenical_

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #823 em: Outubro 25, 2018, 09:22:12 pm »
O Estado inicialmente adquiriu duas frotas de aeronaves de asa rotativa:

6 Ka32 - Helicópteros Pesados - HEBP

e

4 Ecureil B3 - Helicópteros ligeiros - HEBL

Dos Kamov restam 5  - um foi completamente destruído em acidente, e dos Ecureil  restam  2, os outros perdidos de forma irremediável.
O dispositivo nacional é composto pelas aeronaves do Estado ( este ano só com 2 ecureil, e as restantes em regime de aluguer anual ( a maior parte) e umas quantas, em regime plurianual, como o caso dos Fireboss, 1 CL215 e alguns Heli que irão constar do dispositivo aéreo, que operará o ano todo, espalhados territorialmente em zonas de maior risco de incendio.

Cumprimentos.

 
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zawevo

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #824 em: Novembro 06, 2018, 05:36:12 pm »
Parece que já começa a mexer
https://rr.sapo.pt/noticia/129814/grupo-de-acompanhamento-dos-meios-aereos-vai-decidir-sobre-kamov-parados
Estou curioso com o que vão decidir com os Kamov.