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Substituiçao dos F-16's

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goncalobmartins

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Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5985 em: Março 12, 2026, 09:28:38 pm »
Com mira nos caças, Eurofighter reúne com empresas nacionais

https://eco.sapo.pt/2026/03/12/com-mira-nos-cacas-eurofighter-reune-com-empresas-nacionais/
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5986 em: Março 12, 2026, 10:02:03 pm »
Com mira nos caças, Eurofighter reúne com empresas nacionais

https://eco.sapo.pt/2026/03/12/com-mira-nos-cacas-eurofighter-reune-com-empresas-nacionais/

É impressão minha ou só falta a Dassault?
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sivispacem

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Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5987 em: Março 12, 2026, 10:14:17 pm »
Com mira nos caças, Eurofighter reúne com empresas nacionais

https://eco.sapo.pt/2026/03/12/com-mira-nos-cacas-eurofighter-reune-com-empresas-nacionais/

É impressão minha ou só falta a Dassault?

A Dassault com a venda dos 114 Rafale para a Índia nem deve saber para onde se virar.....
Cumprimentos,
 
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Subsea7

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Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5988 em: Março 12, 2026, 11:38:41 pm »
A experiência do UK com a operação de F-35B e Typhoon tem sido excelente, por cá, poderá ocorrer o mesmo!
 
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Ghidra

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Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5989 em: Março 13, 2026, 01:57:08 am »
Bom o F35B é o mais Europeu dos f35
 

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dc

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Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5990 em: Março 13, 2026, 02:11:23 am »
Pequena diferença, a Embraer não aumentou o preço dos aparelhos APÓS a assinatura do contrato de aquisição dos mesmos...

Claro que existem diferenças. Uma delas é que não se sabe a razão do aumento de custos do F-35, se houve de facto um aumento unilateral do fabricante, ou se teve a ver com as tarifas do laranja.

A outra diferença, é que Portugal participou no projecto, logo, não saber dos custos da aeronave quando vais assinar o contrato, é no mínimo estranho.

DC obrigado pelos esclarecimentos, de facto o contracto foi assinado em 2019 e apesar de a embraer ser boa em muitas coisas futurologia não é uma delas. Eu gostava de ler o contracto mas não o encontrei em lado nenhum e tenho dúvidas de que seja público como dizes mas se puderes por um link agradeço. O que encontrei foi a Resolução do Conselho de Ministros 120/2019, de 29 de Julho que têm os valores que descreves mas isso não é um contracto entre o Governo Português. Por isso sem o contracto em sim não vamos saber os pormenores.
O que sabemos é que a embraer numa fase inicial anunciou valores mais baratos e que depois do conselho de ministros ter aprovado as verbas ainda tentou puxar os valores para cima mas falhou. No fim acabou por aceitar os valores que todos sabemos. Ou seja Portugal e a Embraer negociaram e acordaram um determinado valor portanto nada de novo mais uma razão para não perceber tanto fel.

Quando mencionei o contrato, referia-me ao despacho sim. O contrato em si (o papel com as assinaturas) não é público. Mas à partida, o dito despacho será fiel ao contrato, apenas resumido, e nele aparece claramente a diferença entre custos das aeronaves e simulador, e o resto das alíneas do contrato.

Com base neste valor, vemos claramente que o valor final de cada aeronave aumentou drasticamente (ultrapassando os 100M), em contraste com as estimativas que na altura rondavam os 80M.

E do que me lembro, a intenção do Governo era ter o contrato de manutenção durante mais tempo, mas viu-se obrigado a reduzir para 12 anos. Não me admirava que até os pods Cobham tenham sofrido uma redução. A outra questão que fica, é quantos sistemas (pods) EW israelitas acabámos por comprar, se temos suficientes para todos, ou se novamente se reduziu ao mínimo.

Agora que o contrato não foi como o Governo esperava, lá isso não foi.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5991 em: Março 13, 2026, 10:50:53 am »
Bom o F35B é o mais Europeu dos f35

É a pior opção, a mais cara de comprar e manter, a menos fiável, a que mais exige treino aos pilotos. Até o RU está a adquiri o F35 A por causa disso.

 :arrow: https://www.raf.mod.uk/news/articles/raf-f-35a-marks-a-significant-step-in-delivering-a-more-lethal-integrated-force-and-joining-nato-nuclear-mission/
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mafets

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Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5992 em: Março 13, 2026, 11:44:24 am »
Com mira nos caças, Eurofighter reúne com empresas nacionais

https://eco.sapo.pt/2026/03/12/com-mira-nos-cacas-eurofighter-reune-com-empresas-nacionais/

É impressão minha ou só falta a Dassault?

A Dassault com a venda dos 114 Rafale para a Índia nem deve saber para onde se virar.....

A Ucrânia também prepara-se para começar a pagar os 100 Rafale...  :mrgreen:

https://www.cavok.com.br/ucrania-prepara-pagamento-inicial-para-comprar-cacas-gripen-e-rafale-e-planeja-uma-das-maiores-forcas-aereas-da-europa

Citar
A Ucrânia está avançando em um ambicioso plano de modernização de sua aviação militar e já iniciou preparativos financeiros para adquirir caças ocidentais avançados produzidos na Europa. O presidente Volodymyr Zelenskyy confirmou que o governo trabalha para garantir um pagamento inicial destinado à futura compra dos caças suecos Saab JAS 39 Gripen e dos franceses Dassault Rafale, aeronaves consideradas essenciais para reconstruir a capacidade aérea do país após anos de guerra.


Segundo Zelenskyy, o tema foi discutido em reuniões recentes com o Ministério da Defesa, que analisa mecanismos de financiamento para viabilizar a aquisição dessas aeronaves. O pagamento antecipado por parte de Kiev seria um passo fundamental para assegurar contratos futuros e iniciar o processo de produção e entrega dos novos caças.

Estimativas iniciais indicam que o programa completo envolvendo até 150 Gripen e 100 Rafale pode ultrapassar dezenas de bilhões de euros apenas em custos de aquisição. Contratos recentes mostram que o preço de um Gripen E pode chegar a cerca de 184 milhões de euros quando incluídos equipamentos e suporte logístico, enquanto o Rafale francês pode ultrapassar 200 milhões de euros dependendo da configuração e do pacote de armamentos.



Saudações

P.S. F35B só no nosso NAVPOL.  :mrgreen:

"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Charlie Jaguar

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Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5993 em: Março 13, 2026, 11:47:47 am »
Citar
Com mira nos caças, Eurofighter reúne com empresas nacionais
O "Eurofighter Industry Day" segue-se ao memorando de entendimento fechado em outubro passado com a associação empresarial AED Cluster.

Ana Marcela
12 Março 2026

Com mira nos futuros caças da Força Aérea Portuguesa, o programa Eurofighter reuniu esta quinta-feira em Lisboa com empresas nacionais para “identificar novas oportunidades de colaboração”. O encontro segue-se ao memorando de entendimento fechado em outubro passado com a AED Cluster. O primeiro “Eurofighter Industry Day” — promovido pela Airbus Defence and Space, em representação do consórcio Eurofighter e dos seus parceiros — teve “como objetivo apresentar o programa Eurofighter à indústria nacional e identificar novas oportunidades de colaboração europeia no âmbito do maior programa europeu de Defesa atualmente em curso, bem como da sua futura evolução”, informa a Airbus em nota enviada às redações.

“A Airbus reuniu os principais stakeholders do ecossistema Eurofighter, incluindo a Eurofighter GmbH, a Leonardo, a BAE Systems, a Eurojet GmbH e a MBDA, bem como uma representação significativa de fornecedores europeus do programa e um grupo selecionado de empresas portuguesas, com o apoio do AED Cluster Portugal”, informa, sem detalhar o número, nem as empresas nacionais que participarem nesse encontro.

Com os caças F-16 da Força Aérea Portuguesa em fim de vida no mercado aguarda-se o arranque do seu processo de substituição. Na corrida, o Eurofighter enfrenta a concorrência dos americanos Lockheed Martim (que produzem os F-35) e os suecos da SAAB que produzem os Gripen. Todos têm acenado com eventuais parcerias com a indústria portuguesa e a possível entrada na cadeia de fornecimento destes fabricantes como uma forma de ganhar vantagem no momento de decisão. Fundado por quatro países parceiros — Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido —, com seis clientes de exportação, o programa Eurofighter suporta atualmente mais de 100.000 postos de trabalho junto de cerca de 400 fornecedores na Europa, segundo informação prestada pela Airbus.

https://eco.sapo.pt/2026/03/12/com-mira-nos-cacas-eurofighter-reune-com-empresas-nacionais/

Citar
“A Airbus está empenhada em trabalhar com Portugal em futuros projetos de defesa”

Portugal poderá atrair mais investimento "se reforçar o seu compromisso com a estratégia coletiva 'Buy European'", defende Nathalie Hellard-Lambic, diretora-geral da Airbus em Portugal.

https://eco.sapo.pt/entrevista/a-airbus-esta-empenhada-em-trabalhar-com-portugal-em-futuros-projetos-de-defesa/
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

"(...) Que, havendo por verdade o que dizia,
DE NADA A FORTE GENTE SE TEMIA
"

Luís Vaz de Camões (Os Lusíadas, Canto I - Estrofe 97)
 
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JohnM

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Re: Substituiçao dos F-16's
« Responder #5994 em: Hoje às 01:04:47 pm »
@dc, transferindo a discussão sobre o rácio pilotos/aviões do tópicos da substituição das VdG para aqui…

Continuas a não perceber que aqui ninguém (nem o Lampuka, acho) põe em causa a superioridade tecnológica do F-35, nem que, num mundo ideal, i.e., pré-2020, seria essa a solução mais adequada para a FAP. O que teimas em não querer entender é que esse raciocino é completamente ultrapassado pela situação geopolítica atual e que essa solução é inviável politicamente no curto e médio prazos. Quanto mais depressa aceitares essa realidade, menos vai doer, vais ver…

Quanto à questão do rácio de pilotos, espero que nunca ninguém te peça para fazeres planeamento estratégico ou comercial de uma empresa… então queres planear em função dos recursos existentes, em vez dos requisitos futuros? Imagina que és uma empresa que quer entrar num novo mercado e tens duas opções: a) fazes os investimentos necessários em recursos humanos e materiais; b) usas o que tens em armazém e rezas para conseguir vender o novo produto, mesmo que não seja ideal. Se alguém escolher a opção B deve ser despedido imediatamente por justa causa… voltando ao caso das FA, as FA NATO ex-EUA passaram os últimos 35 anos a colher os tais “dividendos da paz”. Mesmo os EUA não investiram como deviam em reservas de guerra, preferiram desenvolver brinquedos novos e caros, e agora estão no berbicacho que estão no Irão. A situação mudou e agora as FA, i.e., as empresas, estão a preparar-se para a nova realidade comercial, i.e., a perspetiva de guerra com a Rússia, e começaram a fazer os investimentos necessários, incluindo comprando aviões de combate e aumentando o número de pilotos. A FAP, como todas as outras forças aéreas, tem que definir as missões a executar em caso de guerra total, i.e., worst case scenario, ver quantos aviões são necessários e quais os tipos (e isso inclui as taxas de disponibilidade previstas, como é óbvio) e quantos pilotos são necessários (sabendo que o rácio tem que ser entre 1.3 e 1.5 no caso de caças). A partir daí tem que definir um plano de aumento de efetivos e formação e o governo, i.e., a gestão da empresa, tem que fornecer os recurso financeiros e logísticos necessários.
« Última modificação: Hoje às 01:07:03 pm por JohnM »
 
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