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« Última mensagem por Lampuka em Fevereiro 04, 2026, 09:03:32 am »
Segundo a lógica deles, os G4.5, mesmo que estejam em pé de igualdade no que respeita a serem detectados, continuam a não ser G5 no restante.
A minha questão prende-se naquilo em que o G5, neste caso o F35, é mais limitado do que os Eurocanards, e são vários os pontos mesmo antes da tal hipotética perda de furtividade.
Depois a questão da disponibilidade.
Mais a história do custo de operação real.
Mais a real capacidade de Portugal explorar convenientemente todas as suas capacidades.
Mais a sua necessidade "obrigatório" para a grande maioria de missões atuais e previsivelmente futuras.
E, finalmente, o factor político.
Este, no meu entender, deverá sobrepor-se a tudo o resto nesta fase.
Com Trump ou sem um recuo declarado dos EUA nas políticas atuais e no ataque à economia e soberanias europeias, não sei onde reside a dúvida quanto à impossibilidade de termos F35's na FAP na próxima década.
Por isso, é pensar a 10 anos, no mínimo, e resolver o assunto.