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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por Bubas em Janeiro 24, 2026, 12:49:59 am »
Adoro discutir com gente inteligente. Aprende-se tanto...
Eu não pesco nada do assunto. Só quero entender se os ST são úteis, para alem do treino.
Obviamente o ST não serve para nada na FAP pois como se sabe elas não fazem missões de policiamento.
Tb não servem para a defesa contra drones, Portugal não tem necessidade de tal, nem os parceiros NATO...
Tb não podem voar integrados noutras forças.
Tb não temos pilotos... etc...
Sei lá.

Muito do que você diz é acertado, dá para perceber que percebe do assunto. Mas tem um problema adorável. De vez em quando engana-se... normal, quem não. Mas ai algo interno o impede de reconhecer o erro, aceitar e seguir em frente.
Vou deixar de escrever textos sarcásticos sobre o ST, eles estão ai, já não voltam e vão certamente ter uma função dentro da FAP quer você queira quer não.
É por demais evidente que este tipo de aviões têm múltiplas utilidades nos dias de hoje. E ainda bem.


Olhem só o que os ignorantes da Austria mandaram para a operação Dadalus na Suiça como protecção ao Fórum Económico Mundial... Pilatus PC-7 da Força Aérea Áustria, armados com 2 "pods" HMP-250 metralhadora pesada FN M3P cal. 12,7x99mm (250 munições).
Onde já se viu aviões a hélice armados a fazer alguma coisa util que não treino, básico claro.
Mais valia enviar drones ou jatos, ou... coisa e tal...
https://x.com/ee_espadaescudo/status/2014006619374293117?s=61

Tu nunca pescas nada do assunto, nem das questões que se levantam, mas insistes em debitar porcaria aqui.

Começas por comparar uma missão de policiamento num local onde a ameaça é virtualmente zero, com o emprego que se quer dar aos ST em TOs externos com riscos mais elevados.

Por uma Força Aérea que ainda está espera de UCAVs e de treinadores a jacto, e que tem apenas 15 caças a jacto, e portanto não lhes resta muita coisa senão desenrascar com o que têm.

Depois usas o emprego daqueles meios por um país que não tem mais nada, como "prova" da sua utilidade, sem que as aeronaves tenham de facto lidado com uma ameaça real.

E depois ignoras que existe uma grande diferença entre:
-ter pilotos instrutores com formação para disparar metralhadoras e largar bombas burras;
-ter pilotos de uma esquadra de treino que de repente têm que obter (e manter) certificações para armamento guiado, mais pessoal de terra treinado para manusear o dito armamento, e ainda pensar em destacamentos.

Tudo isto tem custos, que são injustificáveis numa esquadra que era suposto fazer apenas treino mantendo custos no mínimo, e ainda por cima para usar uma aeronave de combate que só pode operar em baixa intensidade, o que reduz o retorno de investimento.

A questão nunca foi a utilidade ou não de uma aeronave a hélice para outras funções, mas sim a realidade portuguesa em que temos falta de pilotos, falta de pessoal de terra, poucas munições para as principais aeronaves de combate (F-16 e P-3), e resolvem piorar esta situação ao comprar STs para funções de combate, exigindo mais destes recursos para sustentar essa frota.

Quem nos dera a nós que os ST se ficassem pelo uso de metralhadoras e bombas burras. Era de maneira que a pegada logística da frota era mais reduzida, e sobrava verba para armar como deve ser os F-16 e P-3.
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Red Baron em Janeiro 24, 2026, 12:48:49 am »
Os Pandur têm sido usado pelas forças ligeiras(ex: RCA). Mas os Pandur são mais um substituto dos M113(Taxi) do que vão ser os Boxer.
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por dc em Janeiro 23, 2026, 11:43:09 pm »
Os BIMec a Rodas com todo o quadro orgânico devidamente preenchido (incluindo 3 Companhias de Infantaria) precisa de 128 Pandur. Tendo apenas 2 à tantos anos, mas tendo mais uma vez todo o quadro orgânico devidamente preenchido "basta" 104 Pandur.

Ou seja, os Boxer que eles querem adquirir é mais ou menos equivalente a um BIMec a 2 Companhias de Atiradores. Se são 90 é porque provavelmente a organização não será exactamente esta do quadro.



PS: eu não sou como a minha filha, façam as contas por vocês próprios que a hipótese de eu ter feito asneira é relativamente grande.

PS2: uma coisa é o quadro orgânico em tempo de vacas gordas outra coisa é a realidade, é provável que actualmente o número de viaturas seja muito menor porque ou as versões não foram adquiridas ou não há pessoal.

Destas versões de Pandur, as 27 auto-metralhadoras e 24 porta-morteiros nunca se materializam. Das 12 Pandur anti-carro, apenas 5 chagaram cá.
ORBAT e TOE mudam com o tempo. Se formos a ver o BCmds no início dos anos 80 tinha 27 Chaimites naquele tempo (se formos pela imagem que coloquei), o resto eram viaturas rodas soft skin.

Parece mais certo as Comp. At Mec  modernas terem 12 a 14 VB, 1 ou 2 no comando, e 4 por Pel. At. Mec. Ou 12, Um Pel. Comando e 3 Pel. At. cada um com 4 VB. Pelo menos parece ser a organização mais comum nos exércitos NATO na atualidade...  Portanto um BIMec tem pelo menos, mínimo dos mínimos 44 VB Boxer, fora as versões de apoio, que poderão se também Boxer ou outra VB até, e claro viaturas rodas não blindadas. Neste caso 90 Boxer dá para equipar 2 BI Mec.

Neste momento ainda não vi confirmação de que a totalidade dos 90 Boxer virão todos com RCT30.

Lembrar que há bem pouco tempo até de Skyranger 30 se falava. Se vierem também alguns desta ou de qualquer outra versão, muda a possível organização da frota.
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por dc em Janeiro 23, 2026, 11:36:42 pm »
3.4 Variantes: o que pode fazer sentido (sem inventar decisões ainda não públicas)

Facto (arquitetura do sistema): o BOXER assenta no conceito modular “módulo de condução + módulo de missão”, permitindo múltiplas variantes dentro da mesma família.

Se o objetivo for equipar uma brigada para alta intensidade, o pacote “coerente” de variantes costuma incluir, além do IFV (RCT30), um conjunto de módulos para comando e apoio. Assim, as variantes mais prováveis/úteis (como referência doutrinária e prática de outros utilizadores) seriam:

IFV (RCT30) — núcleo de combate da infantaria montada;

Posto de Comando (C2) — brigada/batalhão;

Ambulância (MEDEVAC) — evacuação e suporte sanitário;

Recuperação/Oficina (Recovery/Repair) — manutenção e recuperação em combate;

Engenharia/apoio ao combate — mobilidade/contramobilidade;

Porta-morteiro — fogos indiretos de proximidade;

Reconhecimento — sensores, comunicações, observação.

Isto não é uma “lista do que Portugal já comprou”; é uma proposta tecnicamente coerente com o conceito de Brigada Média e com a modularidade declarada do sistema.

Nunca vou entender porque é que se esquecem sempre da variante AA. Hoje em dia é obrigatório incluir este tipo de versão, principalmente para um país que já tem capacidade de assegurar superioridade aérea.

90 Boxer é quantia mais que suficiente pars equipar um BIMec Pesado.
Parece-me que o plano será a Brigada Média inicialmente ter 1 BI Boxer e 2 BI Pandur MLU.

A médio prazo, a Brigada Média passa ter 3 BI Boxer, e os Pandur transitam para a Brigada Ligeira? Os ST5 dos  BIPara e BCmds passam então para os BI das ilhas, outras unidades do éxercito, talvez PA/FAP e Fuzos?

Será?

Não sei quais os planos para o futuro, mas a Brigada Ligeira abdicar dos ST5 não faz sentido nenhum.

Quanto muito veríamos os ST5 e Pandur a operar em conjunto, até ao dia em que se resolve substituir os Pandur por um blindado 6x6.
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por dc em Janeiro 23, 2026, 11:29:06 pm »
Não percebo mesmo a invenção do autor (um TCor no EMGFA diga-se) das Pandur na Brigada Ligeira

Cheguei a perguntar-lhe qual a fonte, mas só repetiu o facto de serem fontes abertas...


Como é lógico as Pandur ficam na BrigInt/Brigada Média e nada indica o contrário

Essa informação saiu numa notícia.

No entanto não se sabe se é verdade ou gafe jornalística.

Não sei até que ponto o plano não passará por usar os Pandur tal como outros países usam MRAPs de grande porte.

No entanto 90 Boxer não são suficientes para preencher a Brigada Média.
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por Tikuna em Janeiro 23, 2026, 10:53:02 pm »
Reabastecimento aéreo endógeno, na FAP?
Ainda me custa a crer.

Bem sei que não é aquilo que precisamos (MRTT), mas é uma valência agora edificada que pura e simplesmente não existia.

Se quer voar mais longe e rápido com uma carga maior um outro kc-390 te reabastece no meio do caminho sem precisar você precisar pousar. Também é uma capacidade muito boa em aeronaves que estão em  missão ISR ou vigilância continua.

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Conflitos do Presente / Re: Invasão da Ucrânia
« Última mensagem por MMaria em Janeiro 23, 2026, 09:54:08 pm »
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por Mentat em Janeiro 23, 2026, 09:29:46 pm »
Reabastecimento aéreo endógeno, na FAP?
Ainda me custa a crer.

Bem sei que não é aquilo que precisamos (MRTT), mas é uma valência agora edificada que pura e simplesmente não existia.
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