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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 12:30:27 am »
O TB3 consegue operar no D. João II?

FWIW

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**Sim — com base em tudo o que se sabe hoje, um Bayraktar TB3 *poderia* descolar do convés do D. João II, e o navio foi explicitamente concebido com essa capacidade em mente.** O TB3 já demonstrou descolagens bem-sucedidas em rampas de lançamento/ski-jump de navios de convés curto, e o convés de 94 metros para UAVs/helicópteros do D. João II é mais do que suficiente para a sua corrida de descolagem necessária.

## Porque é que o TB3 é compatível com o D. João II
### 1. **O TB3 foi concebido especificamente para operações navais em navios de convés curto**
- O TB3 é um UAV MALE *capaz de operar em porta-aviões*, concebido para navios sem catapultas ou sistema de travagem.

- Já **levantou voo e aterrou no TCG Anadolu da Marinha Turca**, um LHD de convés curto com rampa de lançamento.

- Foram também concluídos **testes de descolagem em rampa terrestre** utilizando uma rampa de salto de 12° idêntica à do Anadolu.

### 2. **O convés do D. João II é suficientemente comprido**
- O D. João II possui um **convés de voo de 94 metros** concebido para helicópteros *e UAV*.

- A corrida de descolagem demonstrada do TB3 a partir do Anadolu está bem dentro deste comprimento.

- Ao contrário das aeronaves tripuladas de asa fixa, o TB3 não requer alta aceleração ou assistência à catapulta.

### 3. **Alinhamento com o perfil da missão**
- O D. João II é explicitamente descrito como **o primeiro porta-drones dedicado da Europa**, destinado a operar sistemas aéreos, de superfície e subaquáticos não tripulados.

- O TB3 enquadra-se exatamente na categoria de UAV de média altitude e longa duração que o navio se destina a operar.

## Considerações práticas
- **Aterragem:** O TB3 já demonstrou aterragens com gancho de paragem em convés curto no navio Anadolu. O layout do convés do D. João II ainda não é totalmente público, mas o seu projeto preparado para UAV sugere fortemente a compatibilidade.

- **Rampa:** Se o D. João II incluir uma rampa de lançamento (ainda não confirmado publicamente), o desempenho do TB3 será ainda melhor. Caso contrário, o TB3 pode ainda realizar descolagens em convés plano com uma distância maior.

- **Integração:** A única barreira real seriam as decisões da Marinha Portuguesa sobre as ligações de dados, as estações de controlo e os sistemas de manuseamento de convés — não a viabilidade física.

## Conclusão

**Tecnicamente e operacionalmente, o TB3 pode descolar do D. João II.** O navio foi concebido para operações com UAV e o TB3 já provou que pode operar mesmo em pavimentos mais curtos.

Sim — tecnicamente o TB3 pode aterrar no D. João II, mas com uma nuance importante: a aterragem é possível, mas depende de o navio integrar um sistema de retenção/arreagem compatível, tal como o TCG Anadolu usa.

A boa notícia é que nada no design do TB3 impede a aterragem num convés como o do D. João II. O desafio é apenas de integração naval, não de performance da aeronave.

🛬 Porque o TB3 pode aterrar no D. João II
1. O TB3 já provou que consegue aterrar em navios sem catapultas
O TB3 realizou aterragens reais no TCG Anadolu.

O Anadolu não tem catapulta nem cabos de arresto tradicionais — usa um sistema de travagem assistida para UAVs.

Isto demonstra que o TB3 não precisa de um convés de porta‑aviões clássico.

2. O TB3 tem trem reforçado e velocidade de aterragem baixa
Velocidade de aproximação baixa → reduz distância necessária.

Trem de aterragem navalizado → absorve impacto em convés rígido.

Capacidade STOL (Short Take-Off and Landing) → ideal para navios com convés curto.

3. O D. João II foi concebido para operar UAVs de asa fixa
O conceito oficial do navio inclui operações de UAVs de asa fixa e rotativa.

O convés de 94 m é mais do que suficiente para a corrida de aterragem do TB3 com um sistema de retenção adequado.

⚠️ A condição crítica: o sistema de travagem
Para aterrar com segurança, o TB3 precisa de um dos seguintes:

Opção A — Cabos de arresto leves (como no Anadolu)
O TB3 tem gancho de retenção.

Bastaria instalar 1–2 cabos de baixa tensão, próprios para UAVs.

Opção B — Rede de retenção (menos ideal, mas possível)
Usada em alguns navios para UAVs.

Funciona, mas aumenta desgaste e limita cadência de operações.

Opção C — Aterragem autónoma com travagem assistida no convés
Requer integração de sensores e software.

É a solução mais moderna, mas depende da Marinha.

Sem um destes sistemas, a aterragem seria tecnicamente possível mas operacionalmente insegura.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Os 28 F16A/B MLU da FAP
« Última mensagem por Major Alvega em Hoje às 12:17:10 am »
 Então ninguém diz nada sobre os quatro F-16 danificados que estavam debaixo daquele barraco lá em Monte Real?
 Será que algum daqueles voltará a voar, devido aos custos e tempo de reparação? Uma coisa é 100% certa. Aquilo podia ter sido evitado. Não me venham dizer o contrário.
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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por Major Alvega em Hoje às 12:10:43 am »
Boa noite,
O CEMFA está claramente aziado...Pois já percebeu que dificilmente virão os F-35, pelo menos por agora.
Mas também não sonhem com Kizelmas, virá provavelmente TB3 Baykar, para a FAP e para o Porta Drones.
Cps

Desmancha prazeres, uma pessoa já nem pode sonhar  :mrgreen:

O TB3 no João ao tentar descolar iria logo à agua. A bimby é só para drones de brincadeira e não tem pista suficiente para ele. Só pode operar em navios LHD como é o caso do Anadolu.
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Exército Português / Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 12:02:15 am »
Alguém sabe porque é que Portugal não comprou o JLTV? Houve sequer concurso? Esteve inscrito na LPM?

As forças ligeiras do Exército (Comandos, OE/Rangers, Paraquedistas) parece que foram direcionadas para:

URO VAMTAC ST5 (já em serviço)  substitutos para Toyota Land Cruiser/Land Rover
Veículos Táticos Ligeiros Futuros (nacionais/europeus)

e Boxer 8×8 para forças médias

O JLTV simplesmente não se enquadrou em nenhuma das categorias desejadas?

O JLTV é demasiado pesado e demasiado caro para as forças ligeiras de Portugal?
Quanto custaria uma encomenda de 240 JLTVs  ao longo do seu ciclo de vida ? Quanto irão custar os 240 alegados ST5 do SAFE?
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Exército Português / Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Última mensagem por Major Alvega em Janeiro 29, 2026, 11:34:34 pm »
Eagle V GDELS .
https://www.gdels.com/en/products/wheeled-vehicles/eagle

Sisu GTP 4×4
https://www.sisuauto.com/en/products/gtp-4x4

Neste capítulo, não vale a pena inventar. Seria o JLTV e estava o assunto resolvido. Não vale a pena os do "buy european"  virem com as tangas enviesadas do costume.

O Eagle 5 é uma boa opção, só que extremamente caro em relação ao JLTV. O Sisu é uma não opção.
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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 29, 2026, 11:28:19 pm »
O TB3 consegue operar no D. João II?
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 29, 2026, 11:12:11 pm »
O que me parece pelas imagens é que, estruturalmente,  os hangares são fraquinhos.

Tudo muito ligeiro, típico de concursos onde o único critério é "o preço mais baixo ".
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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 29, 2026, 11:05:47 pm »
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Mas também não sonhem com Kizelmas

Tens informações? Ou é opinião?

A vaidade de sermos os primeiros pode alterar as coisas... político é sempre político.

Digam-lhe isso ao ouvido. 😉

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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 29, 2026, 11:01:16 pm »
Citar
O CEMFA está claramente aziado

 :mrgreen:

Notou-se...
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Subsea7 em Janeiro 29, 2026, 10:34:16 pm »
Quanto aos F-16 danificados, por mim o comandante da base era despedido.
Aqueles hangares de manutenção estão podres.
Enfim, sem comentários.
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