Bom dia
O safe foi criado para aumentar as capacidades militares dos países da UE, e ao mesmo tempo aumentar a capacidade industrial, intemporalidade e a cooperação entre países europeus.
No caso português, ao contrario do querem fazer passar com essa noticia, vai exitir um aumentos de capacidades industrias, nomeadamente em linhas gerais:
-Satélites serão fabricados em Portugal - Juntamente com a Finlândia
-A compra de blindados, implica a construção de uma fabrica, para os produzir e fazer manutenção
- A modernização das Pandur será feita em Portugal, por industrias portuguesas
- Drones
- Mesmo as fragatas, implicam a transferência de now how e tecnológica , obrigam a investimento no afeite ( que estava quase abandonado e com maquinaria obsoleta e com capacidades reduzidas )
- Construção da fabrica de munições.
Os únicos projetos, que não tem em principio incorporação Nacional, será as defesas áreas e artilharia ( neste caso existe um memorando de entendimento que sobre drones nacionais para a França)
As queixas vêm da parte da indústria de Defesa nacional que não foi envolvida no processo.
Basicamente, todos querem ganhar dinheiro com o maior investimento na Defesa, e empresas que não tenham recebido qualquer encomenda com o SAFE, devem estar insatisfeitas com a situação.
É aí que o investimento além do SAFE (LPM) é igualmente importante, com prazos mais alargados, e regras menos restritas, e é com a LPM que devemos olhar para as IdD.
Entretanto, a revisão da LPM deve ser apresentada nos próximos meses. Provavelmente está pendente da aprovação total do SAFE.
Vários artigos falam no SAFE como oportunidade para criar uma "Autoeuropa da Defesa".
O programa que mais potencial tem para ser a "Autoeuropa da Defesa", é o dos Boxer se:
-forem produzidos em Portugal todos os veículos nacionais comprados com o SAFE
-forem encomendados mais veículos para o EP, atingindo cerca de 200 viaturas para a Brigada Média
-a nossa fábrica ficar com uma fatia significava (mais de 5%) dos 3000 Boxer que o Exército Alemão pretende.
Num segundo patamar, teórico ainda, seria a participação formal no programa EPC, com a construção dos navios em Portugal, em que:
-se construiriam 3/4 na versão Full para substituir as VdG e BD;
-construiriam 3/4 na versão LRM para substituir os 4 NPO originais.
Totalizando 6 a 8 corvetas, cuja construção podia ser feita em Viana, e a instalação do armamento e sensores feito no Alfeite (à pala do know-how ganho com o programa das FREMM EVO).