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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por dc em Hoje às 05:44:09 am »
Tendo em conta que há 10 anos ninguém imaginava uma guerra na Europa, uma corrida ao armamento desenfreada, e diversos focos de conflito por esse mundo fora... acho imprudente achar que de hoje até 2050 a FAP só vai fazer QRAs e outras missões regulares.

Se usarmos isso como premissa, então mais vale poupar dinheiro, não comprar um 4.5G novo que custaria o mesmo que F-35, e ficarmos reduzidos a uma variante de combate de um jacto de treino avançado, que hoje em dia até radar AESA têm.

Para contextualizar, as Filipinas comprou em 2025 um lote adicional de 12 FA-50, por 700M de dólares.

Se é para serviços mínimos, uns FA-50 Block 70 cumprem o serviço, por metade do preço dos 4.5G normais.

Se é para uma solução "tier 2" abaixo do F-35, mas que não compromete na sobrevivabilidade, e que pode permitir participação nacional, tens o KF-21 ou o Kaan, que supostamente também seriam mais baratos de adquirir que os 4.5G. O Kaan deverá pecar por custos de operação comparáveis ao F-15.

A conclusão é a mesma, 4.5G novos não compensam. Vais tar a pagar "F-35 money" por algo menos capaz.


Se queres fazer como tu dizes, operar um caça mais barato, mas que "cumpre", e adiar a compra de um 6G só para a década de 50, então a solução KF-21 enche as medidas todas:
-abertura para participação industrial;
-4.5++ com maior sobrevivabilidade que os 4.5G que conhecemos;
-integração gradual de armamento europeu;
-custos de operação teoricamente inferiores ao F-35;
-se os custos dos 6G se tornarem proibitivos, opção de compra da versão mais avançada do KF-21 que houver na altura (Block III ou EX ou o que seja).
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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por dc em Hoje às 05:02:39 am »
the bad ending

Porquê? Prouduzir Bayraktar sob licença seria mau?


Depende. A mim pareceu-me que o comentário original do Lampuka referente ao "Plano C" estaria ligado à substituição dos F-16.

Não sei qual a razão da resposta do Drecas, isso só ele saberá, mas no contexto que eu interpretei, concordaria que substituir F-16 por caças turcos é complicado, por razões políticas mas também pelas capacidades do Kaan, não sendo um 5G puro.


No contexto dos drones, tanto os Bayraktar TB2/TB3, Akinci e Kizilelma seriam interessantes.

Os TB2/TB3 potencialmente para o Exército e talvez Marinha caso esta optasse por um navio com convés de voo suficientemente grande.

Os Akinci na FAP para missões internacionais de baixa e média intensidade.

Os Kizilelma como complemento para os F-16/loyal wingman, meio dedicado para SEAD.

Qualquer um destes seria interessante produzir em Portugal.
Eu provavelmente escolhia (tudo somado):
-transferência de tecnologia para sermos capazes de desenvolver um UCAV ligeiro baseado num modelo da Tekever - classe do TB2
-participação no programa do Kizilelma, com produção parcial ou total dos ditos, e quiçá produção de algumas munições por ele usadas
-descartava o Akinci dando preferência ao MQ-9 ou EuroDrone, mais capazes e com versão AEW em desenvolvimento.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Lightning em Hoje às 04:58:00 am »
A diferença pode ser entre manter perto de 30 caças mais baratos, ou ter menos de 20 F-35. Como é que está o custo do F-35? O preço acho que está mais perto dos europeus 4.5, e o preço a sustentação ao longo de uns 30 anos?

E alterações que possam ser necessárias à base?
https://www.swissinfo.ch/por/various/custos-de-infraestrutura-do-f-35-su%C3%AD%C3%A7o-ultrapassam-or%C3%A7amento/90819223

Fico a pensar que até podemos ter dinheiro para comprar alguns destes mas vamos ter dinheiro para pagar "os pneus" a este Ferrari?
É que um dia pode não haver dinheiro de SAFEs e coisas assim.

E podia ser bom para a indústria portuguesa, até podíamos entrar nos projetos de 6a geração da Saab.

Portanto, não teríamos dinheiro para adquirir e sustentar uma frota de, digamos, 24 F-35.

Mas íamos ter dinheiro para comprar Gripens novos (praticamente ao mesmo preço do F-35), entrar no programa 6G da Saab e participar financeiramente (nunca gastarias menos de 1000M, fora potenciais derrapagens financeiras), e depois comprar o dito 6G, que certamente custará mais que o F-35, e que terá custos de operação na mesma linha ou até superiores ao F-35?

É isto?

Um conselho de amigo:
Se querem falar de entrar num programa 6G, não usem a falta de dinheiro para operar o F-35 como motivo.

É o mesmo que queixares-te de falta de dinheiro para o Ferrari, e em vez disso comprares um Bugatti.

É aceitável. É só uma opinião.
E como estamos agora meter-nos neste investimento enorme do SAFE, ao comprar um caça supostamente menos caro e menos oneroso a nível de sustentação, estaríamos a "empurrar" a compra do Bugatti para 2050.

Depois iria agradar à população que não quer comprar material militar americano, o que em simultâneo significa apostar na indústria aeronáutica europeia.

A nível operacional não me parece tão crítico pois é como já disseram aqui ou noutros tópicos, vais andar a fazer QRA, escoltas de aviões comerciais com F-35... Supostamente a hora de voo não era uma coisa astronómica? Realmente não sei actualizações destes dados.
Como disse no meu último texto, a grande vantagem do F-35 em relação aos 4.5 é poder entrar em ambientes altamente contestados, e isso não é alto que eu veja a Força Aérea a fazer, é uma possibilidade até relativamente remota, na nossa região não temos problemas, só se fossemos ou atrás dos americanos para uma guerra do outro lado do mundo, (que mesmo quando íamos, só íamos depois daquilo acalmar um bocado, então agora ainda parece mais difícil, já que o Trump anda a dizer que os aliados ficam todos afastados da linha da frente) ou uma guerra europeia na frente leste, é na mesma afastada de Portugal, há vários países europeus com F-35 que podem ir logo de reforço, não é crítico nós não termos, e irmos só passado um tempo quando já for aceitável para os 4.5.

Mas é só uma opinião pessoal, já tive uma fase que queria muito o F-35, agora já não quero tanto. Mas se vier claro que aceito, se a nível financeiro disserem que o dinheiro gasto é similar aos 4.5, e concordo que é o melhor avião disponível no mercado. Só questiono se precisamos mesmo de ter o melhor? É que comprar aviões aos EUA não chega para sermos "amigos" deles, como no caso Dinamarca/Gronelândia.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por dc em Hoje às 04:26:32 am »
A diferença pode ser entre manter perto de 30 caças mais baratos, ou ter menos de 20 F-35. Como é que está o custo do F-35? O preço acho que está mais perto dos europeus 4.5, e o preço a sustentação ao longo de uns 30 anos?

E alterações que possam ser necessárias à base?
https://www.swissinfo.ch/por/various/custos-de-infraestrutura-do-f-35-su%C3%AD%C3%A7o-ultrapassam-or%C3%A7amento/90819223

Fico a pensar que até podemos ter dinheiro para comprar alguns destes mas vamos ter dinheiro para pagar "os pneus" a este Ferrari?
É que um dia pode não haver dinheiro de SAFEs e coisas assim.

E podia ser bom para a indústria portuguesa, até podíamos entrar nos projetos de 6a geração da Saab.

Portanto, não teríamos dinheiro para adquirir e sustentar uma frota de, digamos, 24 F-35.

Mas íamos ter dinheiro para comprar Gripens novos (praticamente ao mesmo preço do F-35), entrar no programa 6G da Saab e participar financeiramente (nunca gastarias menos de 1000M, fora potenciais derrapagens financeiras), e depois comprar o dito 6G, que certamente custará mais que o F-35, e que terá custos de operação na mesma linha ou até superiores ao F-35?

É isto?

Um conselho de amigo:
Se querem falar de entrar num programa 6G, não usem a falta de dinheiro para operar o F-35 como motivo.

É o mesmo que queixares-te de falta de dinheiro para o Ferrari, e em vez disso comprares um Bugatti.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por dc em Hoje às 04:17:40 am »
Se até um país rico está a torcer o nariz ao F-35 é tempo de reconsiderar as opções.

E que opções são essas, só por curiosidade?

O país não tem dinheiro para operar uma frota singular de F-35, mas teria para operar 2 modelos de caças?

Ou o país ia ficar para sempre preso à geração 4.5?

Ou íamos para um modelo 6G, que terá certamente custos de aquisição superiores aos do F-35, e custos de sustentação tão ou mais caros?

Mas eu ainda estou para perceber se é suposto debater o assunto com base no "somos ricos pa crlh" com fantasias de 2 modelos diferentes, um deles 6G, ou no "somos uns pobres do crlh" que nem dinheiro teríamos para sustentar uma frota única de F-35.

Não dá para ser as duas coisas ao mesmo tempo.
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Conflitos do Presente / Re: Invasão da Ucrânia
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 03:37:34 am »
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 02:40:33 am »
KNDS & Rheinmetall: Portugal procures Boxer 8×8

Citar
The Boxer vehicles are to be introduced in various configurations, including as an armored personnel carrier (APC) and an infantry fighting vehicle (IFV).

https://militaeraktuell.at/en/knds-rheinmetall-portugal-procures-boxer-8x8/
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Mundo / Re: União Europeia
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 02:30:18 am »
Farewell to the rules-based world order

In terms of content, the 2026 risk picture marks a clear turning point. The basic tenor: the international order is undergoing a profound upheaval that must be understood not as a temporary crisis, but as a structural change. “The world is becoming more insecure”, said Major General Ronald Vartok, adding that with regard to the USA, Russia and China, it is also becoming “ultimately more imperialistic and Darwinian” (-> How the USA, Russia and China are redistributing the world). “We see no easing of the global security situation – on the contrary.”

“We must abandon the idea that we can continue to rely on a rules-based, liberal, democratically oriented world order.”

Major General Ronald Vartok, 
Head of the Defense Policy Directorate and 
International development

https://militaeraktuell.at/en/risk-picture-2026-end-of-order-and-the-usa-as-a-danger/
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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por Ghidra em Hoje às 02:24:14 am »
O Melo gostou do KIZILELMA  :mrgreen:
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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 02:20:43 am »
Defence Minister wants Portugal to produce drones

https://www.theportugalnews.com/news/2026-01-28/defence-minister-wants-portugal-to-produce-drones/951367

Portugal Eyes Türkiye as Model for Defense Production
Portugal aims to emulate Türkiye’s drone-driven defense industry model, Defense Minister Nuno Melo said during a visit to Ankara, highlighting Baykar’s unmanned systems as a benchmark for technology, production and NATO-based cooperation.

https://clashreport.com/defense/articles/portugal-eyes-turkiye-as-model-for-defense-production-biin9rf7c1

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