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Exército Português / Re: Drones no Exército
« Última mensagem por dc em Janeiro 16, 2026, 02:48:14 pm »
Uso de plataforma de lançamento e sistema de armas HERO-30 no decurso do Primeiro Curso de Operador Avançado de "loitering munitions" realizado pelo Regimento de Artilharia N.º 5 (RA5) do Exército Português, em Dezembro de 2025. Mais info e fotos https://espada-e-escudo.blogspot.com/2026/01/exercito-portugues-realiza-primeiro.html






Modelização digital HERO-30 via UVision

Foram adquiridos Hero-30? Ou foi a Uvision que os trouxe num exercício?

Não me recordo de ver nada acerca de tal aquisição.
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por dc em Janeiro 16, 2026, 02:44:23 pm »
A mim parece-me que os Leopard vão ser para a Brigada Média, uma espécie de substituto espiritual dos V-150. Basicamente absorve funções de "direct fire support", e não tanto a função de CC clássico, que segundo muitas opiniões, vai tornar-se menos usual.

O Exército talvez tenha percebido que não haviam grandes chances de voltar aumentar o número de CCs, e como tal achou que não fazia sentido adquirir um blindado dedicado ao apoio de um número tão reduzido de CC.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por dc em Janeiro 16, 2026, 02:30:08 pm »
O problema é que não existe um plano real para resolver o problema, nem uma avaliação séria das opções. Vai tudo ao sabor do vento, e no fim nada se resolve.

Neste momento, nem sequer está assente em cimento a quantidade de aviões que se pretende. Nem o real estado de cada uma das células F-16.

Nem sequer se equacionou ainda uma verdadeira solução Tier 2, com os KF-21 Block II, que serão ao que tudo indica mais baratos que os 4.5G europeus, com maior sobrevivabilidade, com real potencial de envolvimento nacional no programa.

KF-21 Block II, que se adquiridos em 2030, podiam operar até 2055/60 (25-30 anos), e substituídos por um 6G europeu já consolidado nessa altura.

Em teoria, também será mais fácil revender os KF-21 quando fossem substituídos pelos 6G, algo que não se aplica à maioria (ou mesmo nenhum) dos 4.5G europeus.

Esta não sendo uma solução ideal, sempre é melhor do que comprar caças novos com limitações operacionais, e que ainda por cima são mais caros.
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Portugal / Re: Reformar e Modernizar as Forças Armadas
« Última mensagem por Drecas em Janeiro 16, 2026, 02:24:50 pm »
O Moskva foi afundado por um míssil Neptune

Certo. Mas isso só depois de o seu radar ter sido atacado por drones, ficando 'vesgo'....

Não, quanto muito terá estado um TB-2 por perto para ISR
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Mundo / Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Janeiro 16, 2026, 02:16:38 pm »
Citar
Em resposta à forte pressão feita pelo presidente Trump, não apenas em termos econômicos (tarifas), mas também em termos territoriais, com Trump querendo anexar o Canadá, o primeiro-ministro canadense fez aquilo que já era esperado: se aproximou da China.

 :arrow: https://x.com/hoje_no/status/2012133139599311334
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Portugal / Re: Relações Externas de Portugal
« Última mensagem por PTWolf em Janeiro 16, 2026, 02:04:01 pm »
Volto a publicar e aguardo respostas inteligentes. Digam que é tudo mentira, ou que é verdade, ou que não sabem...mas digam algo de sério.


Quem fez o video podia escrever um bom livro com base nesta narrativa. Nem deve andar muito longe da verdade do que se passa/irá acontecer.
Mas não tomem isto como a verdade.

PS: Não sabia que o Richard Wolff falava tão bem Português e aqui e ali com um sotaque brasileiro  :mrgreen:
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Portugal / Re: Reformar e Modernizar as Forças Armadas
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 16, 2026, 01:58:38 pm »
Mas quais são afinal as defesas do Porta Drones do Gouveia e Melo? Se as fragatas são o que são...  ::)



Saudações

P.S. E ainda bem que no Porta Drones e os Abastecedores não têm lobbys.  :mrgreen:



O D. JOão II é um navio civil, nos fins e na construção. Logo, teoricamente falando, em caso de conflito ficará muito sossegadinho  no Alafeite. E se sair do porto de abrigo terá como defesas apenas aquelas que tiverem os escoltas que o acompanharem. 
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Exército Brasileiro / Re: Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)
« Última mensagem por Vitor Santos em Janeiro 16, 2026, 01:47:50 pm »
Projeto COBRA: A evolução da capacidade operacional do Exército Brasileiro


Citar
Com o objetivo de elevar a capacidade operacional do soldado brasileiro, o Projeto COBRA (Sistema Combatente Brasileiro) promove maior operacionalidade e poder de dissuasão. Ao integrar novas doutrinas e tecnologias, a Força garante que o combatente opere como um sistema modular, flexível e altamente eficaz.


A evolução dos uniformes e equipamentos de proteção, desenvolvidos com tecnologia têxtil avançada e proteção balística de nível III-A, potencializa a sobrevivência. Novos coturnos e o sistema “Molle” garantem a ergonomia necessária para operações em biomas diversos.


No campo do armamento, a substituição por plataformas como o fuzil IA2 e a pistola P320 reflete a busca por letalidade e precisão. O emprego de monóculos térmicos e sistemas C2 permite a integração total do combatente ao campo de batalha digital.

FONTE: EB
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por mafets em Janeiro 16, 2026, 01:39:56 pm »

Não valia a pena porque? Se por acaso estivessem em estado mais avançado fazia todo o sentido, até porque não se sabe quando vão ser usadas. Além disso, com o upgrade dos ST da Fab, bem como com a carteira de encomendas de JSC, a lógica seria adiantar as entregas com o uso, pelo menos de parte, da linha de montagem de Sierra Nevada.

Saudações
É simples fazer os cálculos de re-importação pelo Brasil. 50% de taxas além das outras. É mais fácil produzir do que exportar. Digo isso pois tenho conhecimento de causa!

São fuselagens novas assim como você pode comprovar nas entregues anteriormente.

 

Estamos a falar de coisas diferentes. Claro que fica mais barato produzir, além de ser novo. Agora temos de contar com o tempo de produção (diferente do tempo de adaptação), além de que mesmo fuselagens que não sejam novas desde que estejam estruturalmente a 100% são tão usadas e capazes como as fabricadas no momento. Temos o caso da Força Aérea Russa que durante os anos 90 e na primeira década do século XXI, usou muitas fuselagens já fabricadas em aviões novos que colocou em serviço.

https://www.historyofwar.org/articles/weapons_russianarmy1990.html#google_vignette



Saudações

Sim mas as de Portugal não são usadas nem são as estocadas. È o tempo de produção normal do A-29.

Saudações

Certo. Mas o tempo de produção de um A29 pode ser menor se forem usadas fuselagens de países que não concluíram as encomendas, caso do Afeganistão. E até mais barato, se  as ditas fuselagens já estiverem sido pagas.  ;)

Saudações
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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Fotos de aeronaves antigas — vintage aircraft
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 16, 2026, 01:37:04 pm »
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