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Marinha Portuguesa / Re: Mísseis anti-navio futuros na Marinha
« Última mensagem por dc em Janeiro 17, 2026, 03:35:15 pm »
Este é um tema mais complexo do que parece.

Envolve mísseis lançados pelos combatentes de superfície, possíveis mísseis lançados de módulos contentorizados, mísseis lançados de submarinos, mísseis lançados de helicópteros embarcados, e ainda opção ou não por um binómio de mísseis subsónicos e supersónicos.

Depois no caso dos combatentes de superfície, temos a questão dos lançadores. As FREMM EVO vindo equipadas com Teseo Mk2E, e limitadas aos lançadores Sylver, não têm espaço para lançar mísseis maiores.

Já se sabe o lançador que é suposto ser usado para o Stratus nas duas versões? Se alguma das variantes puder ser lançada do Sylver A70, pode mudar alguma coisa.

O Stratus LO está pensado para ser lançado do Mk-41 na Royal Navy.

Hipoteticamente falando, a médio/longo prazo, se as nossas FREMM EVO vierem com 32 VLS, 8 deles Sylver A70, e o Stratus LO puder ser lançado destes, podemos ver um MLU às ditas fragatas em que os Teseo Mk2E são substituídos por 8 Stratus RS, e no VLS os navios equipados com 8 Stratus LO.

Neste contexto, as supostas EPC absorviam a totalidade dos Teseo, implicando que este seria o míssil usado inicialmente pelas duas classes.

Em termos de mísseis lançados por submarinos, provavelmente apostava no JSM-SL, como parte do pacote de JSM para caças e UCAVs.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Pilotasso em Janeiro 17, 2026, 03:30:23 pm »

Citação de: I.A.
The KF-21 Boramae — South Korea’s newest indigenous 4.5-generation fighter aircraft — uses several key American-origin components and technologies as part of its systems and subsystems, even though most avionics, radar, and mission systems are domestically developed.

🇺🇸 Major American Components in the KF-21

1. Engines – General Electric F414-GE-400K

The KF-21 is powered by two GE Aerospace F414-GE-400K turbofan engines, a U.S.-designed engine also used on the Boeing F/A-18E/F Super Hornet.

These engines are being built under license in South Korea by Hanwha Aerospace, but the base design and technology are American.

2. On-Board Inert Gas Generation System (OBIGGS)

Supplied by Collins Aerospace (RTX/United States). This system fills fuel tanks with inert gas to reduce fire/explosion risk.

3. Life Support & Environmental Systems

Life Support System (LSS) and Environmental Control Unit (ECU) from Collins Aerospace — critical for cockpit pressurization, pilot survivability, climate control, and avionics cooling.

4. Canopy Assembly

The aircraft’s transparent canopy is provided by Textron (Textar) in the U.S., designed for ballistic resistance and optical clarity.

5. Data Acquisition & Flight Test Systems

Curtiss-Wright / Axon KAM-500 data acquisition system for flight testing and instrumentation.

6. Aerial Refueling Receptacle (ARR)

The refueling receptacle system (compatibility with boom refueling, e.g., KC-46) is supplied by PTI Technologies (U.S.).

7. Weapon Integration (Potential/Optional)

The airframe is designed to be compatible with U.S.-origin weapons like AIM-120 AMRAAM and AIM-9X Sidewinder missiles, although political and export-license issues have affected integration timelines.

8. Support & Miscellaneous U.S. Contributions

Engine start systems and more-electric power generators (variable speed constant frequency units) from U.S. suppliers.

🇰🇷 What’s Indigenous vs. Imported

While American systems are critical for propulsion, safety, and support subsystems, the bulk of avionics, radar (AESA), mission computers, flight control systems, and many sensors are developed by South Korean firms such as Hanwha Systems and LIG Nex1.

📌 Summary of Key U.S. Components
System   American Supplier
Engines (F414-GE-400K)   GE Aerospace
On-board inert gas system   Collins Aerospace
Life support & environmental systems   Collins Aerospace
Canopy   Textron (Textar)
Flight data acquisition   Curtiss-Wright / Axon
Aerial refueling system   PTI Technologies
Weapon integration (planned)   U.S. missiles (AIM-120/AIM-9X) pending export approvals
Engine start & power generation   U.S. suppliers
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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Fotos de aeronaves antigas — vintage aircraft
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 17, 2026, 03:10:50 pm »
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por Drecas em Janeiro 17, 2026, 02:59:15 pm »
Que pilotos é que eram? Instrutores provenientes da 101 ou antiga 103? Pilotos que transitaram de outras esquadras (ex. F-16) para se tornarem formadores na esquadra ST? Ou pilotos novos?

E há quanto tempo é o "há algum tempo"? Dependendo disto, poderá ter-se sucedido que os pilotos (se forem novos) tenham transitado para outras esquadras onde exista falta deles.

Pilotos novos (vindos da academia) eles não deixaram concorrer para o ST, portanto seriam pilotos de outras esquadras, de qual não sei
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Marinha Portuguesa / Re: Novos SSK da Marinha
« Última mensagem por dc em Janeiro 17, 2026, 02:50:20 pm »
Citar
2-Passamos para de 1 plano que incluía 17 navies e os substitutos das fragatas seriam vários "porta drones " desarmados 

Só discordo disto.

Essa foi a leitura enviezada de alguns aqui do fórum.

O PNM nunca quis ser uma fragata.
O anterior CEMAH nunca disse que não queria fragatas,  mas sim que as fragatas nos moldes actuais iam deixar de existir.  Se reparares, uma das principais características das novas fragatas (todas) é poderem operar com qualquer tipo de drone...

O antigo CEMA deixou bem explícito que na sua perspectiva, as fragatas iam dar lugar a navios como o PNM. E deixou bem explícito que acreditava que este novo conceito ia oferecer navios muito mais baratos que fragatas.

Ele chegou até a mencionar que o futuro da MGP passava por apenas 3 tipos de navio.

Com o tempo, ele viu-se obrigado a mudar o raciocínio. Chegámos até a ter uma entrevista de um contra-almirante, que falava do PNM, e que falava que o futuro da MGP devia passar por ter navios combatentes de 100M em vez de de fragatas de 1000M.


O CEMA na altura, não queria dizer que as fragatas iam evoluir para operar drones.
Até porque drones a partir de navios combatentes, é algo que já acontece há mais de 30 anos, como por exemplo o USS Iowa a operar os RQ-2 no início dos anos 90.

Antes do GeM ser CEMA, já os turcos falavam em UAVs no Anadolu. Já os EUA tinham MQ-8 a operar embarcados.

No fim, o conceito de fragata pouco mudou. O que mudou sim, é o conceito de LPD/LHD, em que se começa a tirar proveito do convés de voo maior para operar drones.

Mudou particularmente nos LPDs, em que construir um LPD estilo Rotterdam faz cada vez menos sentido, quando por um preço idêntico, constróis um navio com convés corrido que consegue operar UAVs/UCAVs de asa fixa maiores.
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: O SOBREVIVENCIALISMO
« Última mensagem por LM em Janeiro 17, 2026, 02:15:01 pm »
Vi estes "Poncho de Emergência com revestimento térmico em mylar para retenção de calor e proteção contra chuva, reversível com capuz, impermeável, corta vento" e achei interessante => https://www.decathlon.pt/p/mp/poncho-emergencia-sobrevivencia-impermeavel-mylar-laranja-4-un/2c53357f-dae3-4a3f-82d4-2246bcb9e0e9/c20 será que substitui a manta?
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por dc em Janeiro 17, 2026, 02:11:16 pm »
Que pilotos é que eram? Instrutores provenientes da 101 ou antiga 103? Pilotos que transitaram de outras esquadras (ex. F-16) para se tornarem formadores na esquadra ST? Ou pilotos novos?

E há quanto tempo é o "há algum tempo"? Dependendo disto, poderá ter-se sucedido que os pilotos (se forem novos) tenham transitado para outras esquadras onde exista falta deles.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por dc em Janeiro 17, 2026, 02:02:48 pm »
Por $112M cada mais vale comprar EF T4 novos.

Algo de errado não está certo nos números.

Citar
Even at this level, South Korean analysts emphasized that Block 2 remains significantly cheaper than many European and U.S. multirole fighters with comparable payload and range.

Citar
Panelists on Bon Game 2 framed pricing as one of the KF-21’s strongest selling points.

Se o melhor selling point do KF-21 é o preço, é impossível que o avião custe tanto ou mais que os concorrentes.

Esse valor certamente inclui mais do que apenas o avião.

Supões? Ou tens informação sobre isso?

Quanto ao resto,  daquilo que foi sendo perceptível,  havia um plano A da FAP,  F-35, duas esquadras, 20 a 30 unidades. E pressões para que existissem outras opções.

Depois um plano B que a FAP teve de "engolir" com a chegada de Trump.  A obrigatoriedade de alguma coisa europeia.  Resolveram com 1 esquadra F-35 e outra de EF usados, muito menos F-35 do que EF.
Com muita pressão pelo GRIPEN a ser entretanto exercida politicamente.

E agora,  com o cenário atual,  não têm outro remédio senão preparar um plano C, sem F-35.
Já  tenho pena deles... nunca mais acabam os planos e nada de aviões.

Mas é preciso supor alguma coisa?

O MDN num dia diz que o F-35 está fora das opções, no outro diz que permanece em cima da mesa. Ora fala na 6ª geração, ora fala nas opções actuais do mercado. Ora ouves acerca do interesse em 2 esquadras de 40 caças de 2 modelos diferentes, ora ouves o CEMFA a continuar a ter preferência por uma frota única de F-35.

Tudo isto é sinónimo de indecisão.

O único plano oficial que havia, era para os F-35, o tal plano A.

O suposto "plano B" varia consoante a quem perguntes.
Mesmo que para uma parte da FAP, um plano B seja 2 esquadras, cada uma com 20 aviões, divididas entre F-35 e 4.5G europeu, para o Governo não há interesse em optar por isto, pelos custos associados.

Um suposto plano C do Governo, provavelmente passará por um 4.5G europeu qualquer, e mais nada, e a FAP não estará interessada nisso.

É impossível haver um plano com pés e cabeça assim.
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Exército Português / Re: Rangers, Comandos, Paras, etc
« Última mensagem por Goncalo3014 em Janeiro 17, 2026, 01:57:55 pm »
Boas,

Tenho aqui uma questão e não consegui encontrar essa informação em nenhum lado.

No curso de Operações Especiais, relativamente ao uso de botas, existe uma lista de modelos permitidos ou as botas são fornecidas pelo Exército e todos utilizam o mesmo modelo?

As botas são algo importante a considerar, tendo em conta o tempo que se passa com a mochila às costas
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Exército Português / Re: Drones no Exército
« Última mensagem por dc em Janeiro 17, 2026, 01:30:30 pm »
Acho que é curto ficarem reduzidos aos GAC. É o tipo de arma que podia e devia ser usada por mais unidades (a começar por Comandos, Paras e Fuzos), conferindo-lhes uma munição de médio/longo alcance.

E se calhar devíamos ter tanto Elanus como certas variantes Hero, já que cobrem diferentes classes.
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