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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Ghidra em Janeiro 21, 2026, 01:24:22 pm »
Não é sobre as fragatas mas toda a "economia azul" o que inclui estaleiros

CitarEnquanto a Brigada Média está a ser criada a pensar no embate, o exército vai criar uma nova Brigada Ligeira focada na velocidade. Com o prazo de criação até 2036, esta unidade herda a genética dos Paraquedistas e Comandos. O seu propósito é a projeção estratégica, chegando primeiro a terrenos difíceis onde os blindados pesados não entram, valendo-se da frota modernizada de viaturas Pandur e de uma elevada mobilidade tática.
Admira-me ninguém ter pegado nesta parte. Ou se calhar foi falado noutro tópico e não vi.
Mas os Pandur transitariam para a Brigada Ligeira?
um erro jornalístico... Acho que a VB que equipará a Brigada Ligeira serão os ST5.
Entrada num programa de caças por 200-250M paga 1 avião/avião e meio.
Já na proposta do SAFE 3.0, não faz sentido nenhum ter comprado 4.5G usados + modernização, e depois ir comprar 4.5G novos, vá-se lá saber porquê, e ainda entrar num programa 6G.
Parece que a cada 5 anos estamos a comprar caças.
44 meses após entrada em vigor do contrato para entregar o 1º? Sendo que antes foi a elaboração do Projeto de Detalhe, que foi depois da revisão do Projeto Básico (e conta após ter sido aprovado o contrato pelo tribunal de Contas)? Pouco deve para se ver ainda.
Excepto provas cabais do avanço da construção... uma fotucha, 2 linhas de informação, será pedir muito??
Isto é pedir muito
Nenhuma foto pública dos navios ou blocos do casco foi ainda divulgada.
Isto está de acordo com a prática típica da West Sea: raramente divulgam fotos da construção até às cerimónias de assentamento da quilha.
A West Sea leva 2 – 2,5 anos por NPO tipicamente..

O "gap" F-35 vs Eurofighter diminui com as tranches 4 e 5 (ie Captor‑E AESA / DASS / mais fusão de sensores) ou é tão pouco que não deve ser considerado?
O que consideras "próximo da linha da frente"?Não me parece.
Pois, também me parece que não há estações para tal. O que é uma vulnerabilidade em operações próximas da linha da frente
É comum o reabastecimento nessa proximidade?
Abraço
"Próximo da linha da frente" refere-se à possibilidade de ter de actuar dentro do raio de acção dos meios AA das forças opositoras, sejam eles disparados a partir de meios terrestres, navais ou aéreos.. Não esquecer o crescente aumento do alcance dos mísseis ar-ar...
Exacto. Com mísseis ar-ar a terem cada vez mais alcance, ainda mais quando consideramos bestas como o AIM-174B, um avião desta dimensão nunca poderia estar perto da linha da frente.
Isto aplica-se especialmente a uma possível variante AEW do C-390, cuja sobrevivabilidade está em causa contra adversários com caças que possuam mísseis de longo alcance.
Se uma aeronave AAR ainda pode operar a 500+ km da linha da frente, um AWACS a esta distância perde a utilidade.
Daí defender MQ-9 ou Eurodrone em variante AEW como alternativa.
Se os EUA se mostrarem hostis com a Europa (rezemos que o laranja seja posto no olho da rua antes disso), só vai haver incentivo para acelerar os programas 6G, e provavelmente surgirão outros programas de primeira linha.
Os Eurocanards são inconsequentes. Produzir mais uns quantos não vai mudar nada no equilíbrio de forças. Adiar o desenvolvimento dos 6G para produzir mais eurocanards, seria um erro tremendo.
Até acho mais provável que dê aos países europeus uma de "a necessidade aguça o engenho", e se comece a acelerar o desenvolvimento de novos caças.
Mesmo que não surja logo um 6G, pode surgir um 5G, com tecnologia conhecida, que usa motores já em uso (os EJ200 dos Typhoon por exemplo), e que saísse dali um rival bimotor do F-35, usando know-how absorvido pelas nações/empresas que participaram no desenvolvimento deste último.