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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 30, 2026, 07:10:43 pm »Entretanto, parece que não estará fácil a integração do SCALP NAVAL nas EVO.
Boxer com RapidRanger não existe e seria absolutamente inútil como viatura
A segunda parte desta afirmação baseia-se em quê?
O Boxer com um módulo RapidRanger seria tão útil como qualquer outro blindado 8x8 com RapidRanger.
Se RapidRanger pode ser integrado em ST5, ou mesmo Pandur II, não faz realmente sentido termos Boxer com RapidRanger. Se vierem Boxer AA, seriam mais logicamente alguns SkyRanger..
Se a intenção é substituir os Pandur por Boxer mais tarde, faz todo o sentido que o veículo VSHORAD da Brigada Média seja do mesmo modelo que o resto da Brigada, ou seja, Boxer.
Se essa versão seria Skyranger 30 ou RapidRanger ou outra coisa qualquer, é que já vai depender de outros factores, desde logo o preço.
Com cada Boxer Skyranger 30 a custar em média 25M, e se um hipotético Boxer com RapidRanger custar por exemplo 15-20M, é possível que optem pelo modelo mais barato.
Claro que depois existem outras alternativas, como aquela torre RIwP com canhão 30mm e 8 mísseis LMM/Starstreak (alternativa directa ao Skyranger 30) ou a variante do Boxer que foi apresentada com IRIS-T SLS (alternativa mais high-end/SHORAD ao RapidRanger).
Boxer com RapidRanger não existe e seria absolutamente inútil como viatura
A segunda parte desta afirmação baseia-se em quê?
O Boxer com um módulo RapidRanger seria tão útil como qualquer outro blindado 8x8 com RapidRanger.
Boxer com RapidRanger não existe e seria absolutamente inútil como viatura
Se RapidRanger pode ser integrado em ST5, ou mesmo Pandur II, não faz realmente sentido termos Boxer com RapidRanger. Se virem Boxer AA, seriam mais logicamente alguns SkyRanger..
Essa dos líderes desequilíbrados pode acontecer a qualquer país. Tens o exemplo da Turquia, tal como podias vir a ter um lider da extrema direita em França, que faz o mesmo que o Trump.
Podes reduzir a dependência, mas não quer dizer que cortes totalmente. Se os critérios técnicos levarem à vitória de um produto americano, que assim seja. Sobretudo para programas onde os critérios técnicos e diferenças tecnológicas sejam mais relevantes.
Por exemplo, imagina que num concurso, testamos vários veículos, e saem 2 finalistas. Um europeu, o outro L-ATV. Agora imagina que ambos estão empatados em tudo, mas o L-ATV apresentava muito maior fiabilidade. Vais escolher uma viatura menos fiável, colocando os militares em risco, por questões políticas?
De resto, claro que se houver possibilidade de fabricar/montar o veículo cá, melhor ainda. Mas para isso era preciso a quantidade compensar, e desde logo que futuras encomendas da viatura em causa fossem em parte respondidas com veículos dessa hipotética fábrica.


Dois crossovers seriam muito mais úteis... e fariam quase o mesmo trabalho, e teríamos maior disponibilidade do que apenas uma classe de navio maior. Já não há Batalhão Ligeiro de Desembarque para justificar um LPD. Dois crossover, apoiados pelos 2 AOR+, mais os 6 NPO3S, e se fosse necessário o DJ2, escoltados pelas 3 FREMM EVO já seria uma capacidade mais que suficiente de projeção de forças.
Eu vejo um futuro navio anfíbio com convés de voo para operar drones de grande porte e com espaço para armas contentorizadas. Com os futuros radares top das fragatas um navio assim é um multiplicador de força.