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Marinha Portuguesa / Re: Modernização dos Lynx Mk95A
« Última mensagem por Pescador em Janeiro 12, 2026, 01:53:13 pm »
P.S. O  melhor era mesmo substituir pelo Wildcat ou Seahawk.

100% de acordo.

A questão é que para as FREMM-EVO parece ser cada vez mais certa a escolha pelo NH90 Sea Lion ou Sea Tiger, um helicóptero que, por exemplo, não pode aterrar abordo das Bartolomeu Dias, tal como o Seahawk. Isso obrigará os Super Lynx a que teoricamente se tenham que manter ao serviço até ao abate das BD, a não ser que a Marinha abdique de heli orgânico nestas fragatas ou, eventualmente, decida adquirir alguns Wildcat da Royal Navy em segunda-mão.


Volta o assunto dos NH90???
Então os NH não eram um caso perdido, andam a ser despachados?
Já resolveram os problemas ?


E uns SH-60/MH-60 não? É americano é verdade, mas optaram por ter e agora por 4 ou 5 vão arranjar mais outro modelo de helicóptero.

A ver se não acontece como os Merlin que, apesar de adquiridos novos, dos 12 chegaram a estar operacionais apenas 4
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Vandalismo & Criminalidade em Portugal
« Última mensagem por PTWolf em Janeiro 12, 2026, 01:47:15 pm »
Barreiro

https://www.instagram.com/reel/DTY015PDtBE/

Adeptos do Barreirense vs Olimpico Montijo

Nada como um derby regional  :mrgreen:
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por PTWolf em Janeiro 12, 2026, 01:46:30 pm »
Para que não haja dúvidas

Citar
O Artigo 5.º da NATO não se aplica a conflitos armados entre países aliados da própria NATO.
Porquê?
O Artigo 5.º do Tratado do Atlântico Norte prevê a defesa coletiva apenas quando um Estado-membro é alvo de um ataque armado externo — ou seja, por um país que não pertence à NATO.
O texto do tratado é claro ao referir um “ataque armado contra uma ou mais Partes”, partindo do princípio de que esse ataque vem de fora da Aliança.
Se dois aliados da NATO entrarem em conflito:
❌ O Artigo 5.º não pode ser invocado
❌ A NATO não é obrigada a intervir militarmente
⚠️ A situação seria considerada uma crise interna da Aliança
O que a NATO pode fazer nesse caso?
Em vez do Artigo 5.º, podem ser usados outros mecanismos:
Artigo 4.º – consultas entre aliados quando a segurança de um deles é ameaçada
Mediação política e diplomática
Pressão política para cessar hostilidades
Em casos extremos, sanções internas ou isolamento político do aliado agressor
Exemplo histórico relevante
Grécia e Turquia (ambas membros da NATO) tiveram confrontos militares, nomeadamente em Chipre.
→ O Artigo 5.º nunca foi aplicado, e a NATO atuou apenas como mediadora.



O Artigo 5º já foi acionado e para proteger os EUA. Sei que os americanos não gostam muito de falar nisso mas são factos.

É no entanto verdade que o artigo não pode ser usado para ataques dentro da aliança. O que já se deveria estar a fazer/preparar era uma nova aliança sem os EUA. Os EUA vão tomar a Gronelandia à força e a Dinamarca e a Europa só tem as mesmas opções que tiveram na Ucrania: Ou baixam as calças ou pegam nas armas.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Pescador em Janeiro 12, 2026, 01:40:01 pm »
Citar
Uma das motivações para a eventual aquisição de Typhoons, será a de voltar a dispor de air defense baseada nas ilhas...
O último reduto... 😉

A não ser que o Trump olhe para lá e pense que só eles podem defender aquilo e anexe os Açores. Até porque ia arranjar uma série de fundamentos tirados da seborreia existente manta laranja
 ;D

Os EUA não fariam isso... são aliados confiáveis.


 ;D ;D ;D

Com Trump e alguns do seu séquito, é o mais provável arranjarem um justificação.


Mas sem duvida devia estar lá uma Esquadra e o EF parece, dos existentes, o mais indicado para complementar o F35 se decidirem de vez. Existem dezenas na Europa e outros queriam. Não vejo tanto essa relação Trump - ficarem no solo, embora de todo ache que devemos ao máximo ter meios europeus. Parece ser essa a tendencia das aquisições, mas terá de haver uma ou outra situação que não. O facto da Itália os fabricar dá algum consolo
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Política em Portugal
« Última mensagem por PTWolf em Janeiro 12, 2026, 01:37:13 pm »
Observem o cabecinha de alfinete a ter um treco 🤭🤭🤭



Acabou de matar a própria candidatura
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Exército Português / Re: Panhards ULTRAV M11 no Exército substituir ou upgrade ?
« Última mensagem por Pescador em Janeiro 12, 2026, 01:36:30 pm »
não está tudo não e têm uma série de problemas

Imagino... desde aquele motor Peugeot de 90 cv ou lá ou que é, à suspensão, transmissão, a habitual e sacrossanta falta de meios rádio, às (aposto) deficientes manutenções e, claro está, os 40 anos de uso...

A única real mais valia das Panhard foi o seu carácter de transposição de rios, de resto a susbtituição por um mix de drones e Vamtac seria o melhor que poderia ser feito....


Nada a ver. Uma coisa é diferente da outra e não inviabiliza.  Só o facto de desvalorizar a capacidade anfíbia já é um erro nem pais cheio de rios, albufeiras, etc
Não podemos só pensar em missões na RDA ou na Romênia. Há mais mundo

A Alemanha usa aquele mini veiculo de reconhecimento com de lagartas e até 2 misseis AA lhe mete.
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Exército Português / Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Última mensagem por Pescador em Janeiro 12, 2026, 01:31:00 pm »
Modificações feitas nas Vamtac na RCA

1º Sargento Capelo:
A VTLB URO VAMTAC ST5 é uma viatura bastante completa, que não necessitou de grandes alterações para operar. Da minha experiência, destaco duas alterações:
1 – A colocação de um farol de trabalho na torre, alimentado por uma bateria de 12V. Tal alteração, completamente reversível, deveu-se ao facto de na RCA ser necessário iluminar o capim durante a noite, em diversas e muito variadas situações. Esta alteração permite aos apontadores iluminar o terreno 360º, utilizando a rotação da torre, facilitando a identificação de casas, indivíduos, animais, ou qualquer
outra coisa que o Apontador ou o Comandante de Equipa considerem importante iluminar.

2 – A colocação de uma proteção em acrílico no Compartimento de Carga, a fim de proteger as ligações da montagem veicular do PRC525. Esta alteração previne que os mais diversos materiais que são transportados nas projeções, não exerçam peso nas ligações do rádio, evitando danos no mesmo.

Tenente Mota:

Em termos de upgrades, temos os terminais BGAN, que permitem ter internet por satélite. Isto, nas viaturas de comando, foi de especial relevância aquando da condução de operações militares no TO da RCA, pois permitiu ter contacto com a força no geral, mesmo quando isolado

Tenente Cardoso:

Sim já se realizaram alguns upgrades desde a sua receção no TO (2020), tais como:
- Troca das molas da suspensão, dando-lhe mais 5 cm de altura, o que permite a viatura na brecagem não “roçar” com as rodas nos Guarda Lamas;
- Foi montado o Sistema BMS, apesar da viatura já vir com a pré montagem deste sistema, foi no mês de outubro/novembro de 2020 que este sistema foi colocado operacional na sua plenitude em funcionamento;
- Foi colocada uma chapa protetora no compartimento de carga, de modo a proteger a montagem veicular e não a danificar;
- Foram rececionados os triângulos de reboque adequados para a viatura;
- Foram colocados focos de iluminação nas Torres, embora de uma forma muito expedita;
- Foram colocados filtros cónicos de admissão de AR diferentes das que estão em TN, devido às condições climatéricas exigentes do TO;
- Colocação de um sistema de segurança que permite fixar o apontador ao interior da viatura.

Tenente Pinho:

Foram feitos alguns upgrades (amadores) para a facilitação do uso de armamento e acessórios do armamento, nomeadamente uns armários de madeira na mala da viatura para guardar armas coletivas, e na parte de trás dos bancos da viatura com um gradeamento para permitir a
acumulação de bolsas e granadas para facilitar o seu uso imediato.

Tenente Abreu:

Por exemplo, nós no 2BIPara na 11FND RCA sentimos a necessidade de arranjar um sistema para prender a escotilha da torre, pois esta partia e acaba por bater na cabeça dos apontadores o que levava a lesões.
Foi acrescentado também uma sangle de segurança para prender o apontador e não deixar que este seja projetado para fora da viatura.


Tenente Silva:
As molas de suspensão mais reforçadas, visto que para algumas operações o material necessário ultrapassava a capacidade das molas (apenas às viaturas na RCA).


Fonte:
Marques, Gonçalo. "Impacto da viatura VAMTAC ST5 nas Operações de Reconhecimento de Cavalaria", Academia Militar, 2023
https://comum.rcaap.pt/entities/publication/f13c1bf4-39fb-42c9-89df-fb0dc6e29976



"2 – A colocação de uma proteção em acrílico no Compartimento de Carga,"

Seria melhor policarbonato. Não estala ou racha como o acrílico
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 12, 2026, 01:26:10 pm »
O NR não diz que o GRIPEN é o caça certo.
Diz sim que a FAP deverá avaliá-lo conveniente/seriamente, do que eu percebo pelas entrelinhas,  que tal não está a acontecer.
Essa conversa não vem do nada, ele tem as suas fontes ou alguém lhe pediu esse favor.
Depois vem a argumentação,  mais ou menos válida, conforme as opiniões.
No meu entender,  caso Portugal opte por excluir o F-35, o GRIPEN surge como uma forte opção, para o caso de se definir a existência de 2 modelos na FAP e um número total de caças a rondar as 40 unidades.
Faz-me uma certa confusão o "tom" de determinados comentários nas redes sociais, sobretudo vindos de quem terá, no máximo, a mesma credibilidade/validade de opinião do NR.
Mas enfim...
Abraço.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Pescador em Janeiro 12, 2026, 01:24:36 pm »
As escolhidas por Portugal de facto são as FREMM EVO como já foi falado, falta o parlamento Europeu aprovar o financiamento e o contrato com a Ficantieri ser assinado, são coisas diferentes.

Se não depende de dinheiro nacional então é quase certo.
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