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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Red Baron em Janeiro 21, 2026, 06:56:23 pm »
O "gap" F-35 vs Eurofighter diminui com as tranches 4 e 5 (ie Captor‑E AESA / DASS / mais fusão de sensores) ou é tão pouco que não deve ser considerado?

Depende, o novo radar e o sistema de guerra eletrónica novos nunca foram testados.

O grande inimigo do F-35 é a lei de Moore, com o aumento exponencial da capacidade de processamento e agora com AI os aviões tripulados têm os dias contados.
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por LM em Janeiro 21, 2026, 06:54:44 pm »
Sim, mas... o F-35 é um "bicho diferente" quando se trata de estar dependente do fabricante (e dos EUA) - o que o faz único e superior é também o que o deixa mais vulnerável e, talvez pior, ninguém tem certeza do quanto está dependente e vulnerável, de como isso pode (quando e como) acontecer. 
 
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Portugal / Presença militar nos Arquipélagos
« Última mensagem por dc em Janeiro 21, 2026, 06:47:16 pm »
Não me lembro de haver algum tópico com este tema.

O objectivo é simples, debater a presença militar portuguesa nos arquipélagos.

Presença dividida entre:
-permanente;
-destacamento temporários/sazonais (e em que moldes);
-exercícios.

Que se discuta esta presença com base em conceitos realistas (nada de colocar 1 bateria BMD em cada ilha, ou destacar 20 caças em cada arquipélago).

E que se divida a discussão entre:
-realidade actual - meios, recursos humanos, recursos financeiros e capacidades existentes;
-realidade a curto prazo - com base nos meios que estão planeados;
-ambição futura - meios a adquirir, novas doutrinas, reorganização estrutural, infraestruturas, etc.
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Pilotasso em Janeiro 21, 2026, 06:38:42 pm »
É uma analise técnica sem misturar emoções. Em cima disso quando te apercebes que todos os caças alternativos que se discutiram aqui são todos da geração anterior e também eles possuem equipamentos americanos, se eles quiserem, em caso de guerra também poderiam embargar. Seria algo catastrófico fosse qual fosse o avião escolhido.
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 21, 2026, 06:24:17 pm »
Olhem só o que os ignorantes da Austria mandaram para a operação Dadalus na Suiça como protecção ao Fórum Económico Mundial... Pilatus PC-7 da Força Aérea Áustria, armados com 2 "pods" HMP-250 metralhadora pesada FN M3P cal. 12,7x99mm (250 munições).
Onde já se viu aviões a hélice armados a fazer alguma coisa util que não treino, básico claro.
Mais valia enviar drones ou jatos, ou... coisa e tal...
https://x.com/ee_espadaescudo/status/2014006619374293117?s=61

E foram enviados jactos, sim senhor. E helicópteros também, é só ler o que foi publicado no X....

Se a ideia era insinuar que o Pilatus fez tudo sózinho e, ergo, o ST também o faria, pois não resultou....
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por dc em Janeiro 21, 2026, 06:20:13 pm »
Falou-se aqui no desejo da FAP de ter caças na BA4, que aliás já teve uma esqaudra de G-91 em tempos passados. Não é invenção. Foi dito pelo Subsea7 mais que uma vez em vários tópicos e ele geralmente sabe do que fala.

Pode ser talvez apenas um destacamento, não sei. Mas os destacamentos por vezes tornam-se em esquadras permanente (Esq 752 renascida..) e possivelmente haverá um segunda esquadra de P-3 na BA4.

Quanto a opções 4,5G e 5G, são cada vez mais restritas. O tempo dirá.

Quanto muito é um sonho molhado do ramo, que está longe de ser uma intenção, por não ser realista. O CEMFA sempre mencionou a compra de entre 20 e 30 caças, logo nunca suficiente para 3 esquadras. Qualquer coisa para lá disto são rumores.

Um destacamento é diferente. É de muito menor dimensão, e não é permanente.
Pegar nos Merlin estacionados nos Açores, e criar uma 2ª Esquadra com eles, mantendo o número total de aeronaves, não é a mesma coisa que ir comprar uma 2ª Esquadra de Merlin.

Uma esquadra de P-3 na BA4 também é algo que terá os seus desafios. Aeronaves em princípio até haverá, falta é o pessoal para elas.

Mas o tema "Presença militar nos Arquipélagos" é algo digno do seu próprio tópico, não do SAFE.

Até lá, vamos supor que teremos 2 Esquadras de caças a jacto.
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por Red Baron em Janeiro 21, 2026, 06:15:01 pm »
Olhem só o que os ignorantes da Austria mandaram para a operação Dadalus na Suiça como protecção ao Fórum Económico Mundial... Pilatus PC-7 da Força Aérea Áustria, armados com 2 "pods" HMP-250 metralhadora pesada FN M3P cal. 12,7x99mm (250 munições).
Onde já se viu aviões a hélice armados a fazer alguma coisa util que não treino, básico claro.
Mais valia enviar drones ou jatos, ou... coisa e tal...
https://x.com/ee_espadaescudo/status/2014006619374293117?s=61

Dava para comprar uns 200 PC-7, e fazem o mesmo serviço.

Mas foi um bom negocio, para alguém. :mrgreen:
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 21, 2026, 05:59:15 pm »
Eu não sou contabilista, mas as despesas dos programas SAFE contam `a medida que o dinheiro é gasto, não? Portugal vai receber os 5,8MM em 2026 e quando um contrato é assinado e o pagamento feito ao estaleiro ou fabricante esta quantia neste momento entra na contabilidade das despesas de defesa. Ser ou on não financiado, ou vir dos impostos não interessa `a contabilidade final orçamental.  :conf:

O orçamento de estado inclui não só as receitas provenientes dos impostos, mas também outras fontes, como empréstimos e a venda de obrigações, ect.. Estas receitas adicionais contribuem para o total de recursos financeiros disponíveis para as despesas do governo.

Pois, eu também não sou contabilista, mas se há 10 anos de período de carência (e depois juros mais baixos, mas ao nível dos que a República já paga agora) significa que não há saídas de dinheiro até 2037. O dinheiro do SAFE também não chegará todo de uma vez, como é lógico, mas antes de acordo com os planos e prazos de pagamentos dos contratos que vierem a ser estabelecidos.
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por Malagueta em Janeiro 21, 2026, 05:53:55 pm »
https://cnnportugal.iol.pt/donald-trump/davos/trump-nao-quer-usar-a-forca-mas-quer-mesmo-adquirir-um-pedaco-de-gelo-crucial-para-a-seguranca-mundial/20260121/6970e9e5d34e0ec52ec28851

Trump diz que esta é "a maior declaração" que já fez: "As pessoas pensavam que eu ia usar a força na Gronelândia. Não quero usar a força. Não vou usar a força

No seu discurso em Davos, o presidente dos EUA e além das afirmações sobre a Gronelândia, Trump passou uma hora a felicitar-se por tudo o que conseguiu no primeiro ano de mandato
"Não usarei a força, não quero usar a força." Donald Trump estava certo quando disse que esta seria, provavelmente, a declaração mais importante que faria no seu discurso no Fórum Económico Mundial. Depois de semanas de tensão e de ameaças, o presidente norte-americano garantiu em Davos que não tenciona usar a força, mas que está disponível para começar "imediatamente" a negociar a aquisição da Gronelândia, um território que considera essencial para a manutenção da segurança dos EUA e do mundo.

"Tudo o que pedimos é para ter a propriedade e a soberania sobre a Gronelândia. Não consigo defender a Gronelândia sem ter a soberania", explicou. "Provavelmente não conseguiremos nada, a menos que eu decida usar força e violência excessivas, o que nos tornaria, francamente, imparáveis. Mas não farei isso. Ok. Agora todos dizem ‘Oh, que bom’. Essa foi provavelmente a maior declaração que fiz, porque as pessoas pensavam que eu iria usar a força. Não tenho de usar a força. Não quero usar a força. Não vou usar a força."

Afirmando que tem "imenso respeito pelos povos da Gronelândia e da Dinamarca", Donald Trump disse que a Dinamarca não é capaz de garantir a segurança do Ártico. "Nenhum país pode garantir a segurança da Gronelândia à exceção dos EUA. Somos uma grande potência. Algumas pessoas só descobriram isso há duas semanas, com a Venezuela", acrescentou Trump, recordando que os EUA já tinham mostrado a sua capacidade na Segunda Guerra Mundial: lembrou que a Dinamarca se rendeu em poucas horas à Alemanha e que teve de ser a América a proteger a Gronelândia e a ganhar a guerra. De resto, segundo o próprio, se não fossem os Estados Unidos, a maioria dos presentes na plateia “estariam a falar alemão e, talvez, um pouco de japonês”.

"Quando a Dinamarca falhou à Gronelândia nós sentimos obrigação de defender o território", sublinhou. Foi nessa altura que os EUA colocaram bases na Gronelândia para a Dinamarca. "Nós lutámos pela Dinamarca, salvámos a Gronelândia". E, após a vitória na guerra, "devolvemo-la à Dinamarca. Quão estúpidos fomos?", perguntou-se. "E agora a Dinamarca é ingrata".

"Esta ilha é na verdade parte da América do Norte", assegurou. "É parte do nosso território."

"Agora o mundo enfrenta riscos muito maiores", continuou Trump. "A Gronelândia está numa localização estratégica" - demasiado perto da Rússia e da China. "Só os EUA podem defender esta grande massa de gelo."

E os Estados Unidos não precisam da Gronelândia por causa dos seus recursos minérios ou das terras raras: "Precisamos da Gronelândia para a nossa estratégia de segurança nacional e internacional", garantiu Trump, afastando a ideia de que a sua pretensão é puramente económica.

"A aquisição da Gronelândia não será uma ameaça à NATO", reiterou. Pelo contrário, "iria aumentar a sua segurança". Donald Trump prometeu mesmo construir o "Golden Dome" naquela ilha, numa referência a um sistema de proteção antimísseis que defenderá também o Canadá e a Europa. "Preocupamo-nos com a Europa e queremos que a Europa seja forte", garantiu.

"A Gronelândia é um pedaço de gelo, eu estou a pedir um pedaço de gelo para garantir a proteção do mundo", prosseguiu Trump, explicando que é "um pedido muito pequeno" comparado com tudo o que os EUA já fizeram pela NATO. "Têm duas possibilidades: ou dizem sim, e ficaremos muito agradecidos, ou dizem não, e lembrar-nos-emos”, vincou, em forma de ameça.

"OS EUA foram tratados de forma muito injusta pela NATO", queixou-se depois. "Demos tanto e recebemos tão pouco em troca. “Com todo o dinheiro que gastámos, com todo o sangue, suor e lágrimas, e não sei se eles estariam lá para nós.”

E recordou que os EUA apoiaram a Ucrânia, mesmo estando tão distantes. "A Ucrânia é um banho de sague e eu quero pôr um fim nisso." "Nós estaremos 100% com a NATO, mas não tenho a certeza que eles estejam lá para nós", disse Trump, anunciando que se vai encontrar ainda esta quarta-feira com Zelensky, para depois esclarecer que esse encontro acontecerá, afinal, apenas na quinta-feira.

"A Europa não está a seguir a direção certa"
Trump até tinha pensado deixar a Gronelândia fora do discurso. Começou por falar da economia dos EUA e por se vangloriar por todas as medidas tomadas neste primeiro ano de presidência - medidas que, nas suas palavras levaram à queda da inflação, à diminuição do défice e ao aumento dos investimentos, num verdadeiro "milagre económico". "As pessoas estão muito bem e muito felizes", felicitou-se. "Nunca pensei que conseguíamos fazê-lo tão depressa."

Aproveitou então para criticar as políticas económicas seguidas pelos líderes europeus. "Adoro a Europa e espero que tudo corra bem na Europa, mas não estão a seguir da direção certa", frisou, apontando que muitas nações não investem na sua indústria, mudam para a energia verde e permitem que a população seja substuída, "importando novas populações de terras distantes". "Alguma regiões da Europa estão irreconhecíveis."

"Foi este o percurso que muitas nações tolamente seguiram, virando costas àquilo que faz as nações verdadeiramente ricas e fortes. E há tanto mais potencial em tantas nações", lamenta. O resultado é o déficit económico e as migrações. É preciso acabar com este modelo, defende. Trump diz que evitou a crise energética dos EUA que afetou os países europeus que seguiram a energia verde  - "talvez o maior embuste da história". "É suposto fazer-se dinheiro com a energia, não perder." É por isso que o modelo a seguir é o dos EUA, diz.

Entre farpas lançadas ao Canadá, a França, à Suíça e ao Reino Unido, Donald Trump só tem elogios para fazer aos Estados Unidos. E entre eles está o sucesso da intervenção da Venezuela. "A Venezuela vai sair-se lindamente", concluiu Trump, acrescentando que "assim que o ataque acabou eles vieram ter connosco e pediram-nos para fazer um acordo. Mais pessoas deviam fazer o mesmo." "Todas as grandes companhias de petróleo virão connosco, é uma coisa linda de se ver." O preço do combustível já está a diminuir. Trump acredita que a Venezuela vai prosperar e ganhar muito dinheiro.
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