Mensagens recentes

Páginas: 1 ... 3 4 5 6 7 [8] 9 10
71
Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 30, 2026, 07:10:43 pm »
Entretanto, parece que não estará fácil a integração do SCALP NAVAL nas EVO.
72
Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 30, 2026, 07:09:08 pm »
Ora bem... temos novidades no site.

https://www.fincantieri.com/en/business/products/naval-vessels/frigates/thaon-de-revel-class

Desde logo chamo a atenção para as configurações VLS.
2x8 A50 + opção 1x 8 A50 + 1x 8A70

Bom estudo... :mrgreen:
73
Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 30, 2026, 07:07:56 pm »
Boxer com RapidRanger não existe e seria absolutamente inútil como viatura

A segunda parte desta afirmação baseia-se em quê?

Talvez custo? Um ST5 com RapidRanger custa muito menos e faz o mesmo, e acompanha os Boxer, se calhar até com mais autonomia e capacidade  todo-o-terreno?

O Boxer com um módulo RapidRanger seria tão útil como qualquer outro blindado 8x8 com RapidRanger.

Sem dúvida, mas com muito maior custo que uma viatura mais barata. Já sabemos que a primeira Bat AA será equipada com RapidRanger em ST5. Na entrevista o CEME fala em "duplicar" a AA, para equipar as duas brigadas NATO. Esta duplicação poderá ser uma bateria idêntica de RapidRanger em ST5... ou em Boxer. Ou com ambos RapidRanger em ST5 + 3-4 SkyRanger?



Se RapidRanger pode ser integrado em ST5, ou mesmo Pandur II, não faz realmente sentido termos Boxer com RapidRanger. Se vierem Boxer AA, seriam mais logicamente alguns SkyRanger..

Se a intenção é substituir os Pandur por Boxer mais tarde, faz todo o sentido que o veículo VSHORAD da Brigada Média seja do mesmo modelo que o resto da Brigada, ou seja, Boxer.

Se essa versão seria Skyranger 30 ou RapidRanger ou outra coisa qualquer, é que já vai depender de outros factores, desde logo o preço.

Com cada Boxer Skyranger 30 a custar em média 25M, e se um hipotético Boxer com RapidRanger custar por exemplo 15-20M, é possível que optem pelo modelo mais barato.

Claro que depois existem outras alternativas, como aquela torre RIwP com canhão 30mm e 8 mísseis LMM/Starstreak (alternativa directa ao Skyranger 30) ou a variante do Boxer que foi apresentada com IRIS-T SLS (alternativa mais high-end/SHORAD ao RapidRanger).

Podem existir, mas se já escolhemos RapidRanger, é muito mais provável que seja este o sistema a ser usado em ambas as brigadas, ou outro que no mínimo usa os mesmos LMM e Starstreak como o RIwP.
Temos que aguardar.
74
Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Drecas em Janeiro 30, 2026, 07:00:57 pm »
Boxer com RapidRanger não existe e seria absolutamente inútil como viatura

A segunda parte desta afirmação baseia-se em quê?

O Boxer com um módulo RapidRanger seria tão útil como qualquer outro blindado 8x8 com RapidRanger.


Vais gastar o dinheiro de uma viatura 8x8, cara como o Boxer para apenas ter 4 mísseis de curto alcance e EO?

Quando tens para as mesmas viaturas opções com radar, canhão, míssil e EO?

Sendo que até em viaturas 4x4 consegues ter tudo isto

Rapidranger é uma solução "leve" para viaturas 4x4 (sendo que mesmo assim existe melhor no mercado), mais do que isso é um errado do chassis e do teu dinheiro
75
Exército Português / Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Última mensagem por dc em Janeiro 30, 2026, 07:00:51 pm »
Tecnicamente, tens vários exemplares por esse mundo fora de líderes "maluquinhos".

Só por dizer que este aconteceu na época da internet/redes sociais. Não faltam exemplos ao longo da história, de "facadas nas costas", de conflitos de interesses, etc.

O Trump não é o único maluquinho no mundo.

O que estou a dizer é que, os critérios técnicos têm de vir primeiro. Se tudo se torna uma compra política, acaba-se a "verdade desportiva" nas aquisições militares, e vira tudo negociata, para no fim ficarmos com um produto inadequado ou com problemas.

Apesar de achar improvável a compra de L-ATVs, não seria o fim do mundo se fossem escolhidos.
Mas eu antes preferia F-35 a L-ATVs, isso é certo.

O exemplo da fiabilidade foi só um exemplo. Não sei se o veículo em questão é mais ou menos fiável que os outros.
76
Marinha Portuguesa / Re: Plataforma Naval Multifuncional
« Última mensagem por LM em Janeiro 30, 2026, 06:54:08 pm »
Não há indicações de haver atrasos nos NPO 3S... e, a haver, desconfio que será porque teve de haver a revisão do Projeto Básico e a elaboração do Projeto de Detalhe - dependente de "feedback" da Marinha, decisões, etc.
77
Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por dc em Janeiro 30, 2026, 06:47:52 pm »
Boxer com RapidRanger não existe e seria absolutamente inútil como viatura

A segunda parte desta afirmação baseia-se em quê?

O Boxer com um módulo RapidRanger seria tão útil como qualquer outro blindado 8x8 com RapidRanger.

Se RapidRanger pode ser integrado em ST5, ou mesmo Pandur II, não faz realmente sentido termos Boxer com RapidRanger. Se virem Boxer AA, seriam mais logicamente alguns SkyRanger..

Se a intenção é substituir os Pandur por Boxer mais tarde, faz todo o sentido que o veículo VSHORAD da Brigada Média seja do mesmo modelo que o resto da Brigada, ou seja, Boxer.

Se essa versão seria Skyranger 30 ou RapidRanger ou outra coisa qualquer, é que já vai depender de outros factores, desde logo o preço.

Com cada Boxer Skyranger 30 a custar em média 25M, e se um hipotético Boxer com RapidRanger custar por exemplo 15-20M, é possível que optem pelo modelo mais barato.

Claro que depois existem outras alternativas, como aquela torre RIwP com canhão 30mm e 8 mísseis LMM/Starstreak (alternativa directa ao Skyranger 30) ou a variante do Boxer que foi apresentada com IRIS-T SLS (alternativa mais high-end/SHORAD ao RapidRanger).
78
Exército Português / Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 30, 2026, 06:26:28 pm »
Essa dos líderes desequilíbrados pode acontecer a qualquer país. Tens o exemplo da Turquia, tal como podias vir a ter um lider da extrema direita em França, que faz o mesmo que o Trump.

Podes reduzir a dependência, mas não quer dizer que cortes totalmente. Se os critérios técnicos levarem à vitória de um produto americano, que assim seja. Sobretudo para programas onde os critérios técnicos e diferenças tecnológicas sejam mais relevantes.

Por exemplo, imagina que num concurso, testamos vários veículos, e saem 2 finalistas. Um europeu, o outro L-ATV. Agora imagina que ambos estão empatados em tudo, mas o L-ATV apresentava muito maior fiabilidade. Vais escolher uma viatura menos fiável, colocando os militares em risco, por questões políticas?

De resto, claro que se houver possibilidade de fabricar/montar o veículo cá, melhor ainda. Mas para isso era preciso a quantidade compensar, e desde logo que futuras encomendas da viatura em causa fossem em parte respondidas com veículos dessa hipotética fábrica.

Não vi ainda nenhum líder turco ou francês, etc. a esforçar-se tanto para destruir sistematicamente a sua indústria de defesa e ativamente a diminuir as suas exportações, Não vi nenhum a insultar e ameaçar países aliados, e seus parceiros e vizinhos. Isto é um novo nível de estupidez e desequilíbrio.  ::)

Escolher viaturas e equipamento militares por razões políticas fazem todos os países. Os EUA fazem, a França, o Reino Unido, etc. Sejamos honestos e realistas. Claro que a fiabilidade conta, e a proteção e capacidade de sobrevivência, e mais ainda a capacidade produzirmos mais, e termos sobressalentes. Viaturas que podem ficar INOP devido a falta de peças porque o titirica acordou mal disposto ou borrou a fralda é que não.  ::)

Quanto a fiabilidade, pelo menos em termos de viaturas civis americanas, ainda não vi nenhuma que seja tão fiável como as japonesas.  :mrgreen:
https://en.wikipedia.org/wiki/Komatsu_LAV
79
Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Janeiro 30, 2026, 06:24:43 pm »
A questão é, alteraram o design dos navios, ou mantém o mesmo design trimarã com convés de voo corrido? Aumentaram o orçamento, ou mantém o mesmo valor?
80
Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por dc em Janeiro 30, 2026, 06:22:20 pm »
Dois crossovers seriam muito mais úteis... e fariam quase o mesmo trabalho, e teríamos maior disponibilidade do que apenas uma classe de navio maior. Já não há Batalhão Ligeiro de Desembarque para justificar um LPD.  Dois crossover, apoiados pelos 2  AOR+, mais os 6 NPO3S, e se fosse necessário o DJ2, escoltados pelas 3 FREMM EVO já seria uma capacidade mais que suficiente de projeção de forças.

Se só tivermks 3 FREMM EVO, dificilmente vais ter as 3 operacionais ao mesmo tempo. Certamente não terás com regularidade.

2 EVO e 1/2 navios da segunda classe de combatentes de superfície, talvez.

De restom depende do nível de ambição. Se a MGP comprar, além das 3 FREMM EVO + 3/4 EPC Full ou assim, dificilmente se compram Crossover.

Vejo a possibilidade de Crossover:
-se não comprarmos mais combatentes de superfície, ficando a faltar uma segunda classe, e aí os XO139CF cumpriam a tarefa de escolta e anfíbia;
-ou se optássemos por substiuir os 4 NPO originais por XO115S.

Outras alternativas low-cost e de guarnição reduzida, seria copiar o USMC, com 2 ou 3 LST100 da Damen.

Se o nível de ambição nos levar para um único navio, mas muito maior, então descartava logo o design de LPD clássico, por algo tipo LHD. Um Anadolu ou Dokdo, ou num segundo patamar uma versão maior do MPSS da Damen (PNM) - este último com mais limitações na operação de UAVs.

Eu vejo um futuro navio anfíbio com convés de voo para operar drones de grande porte e com espaço para armas contentorizadas. Com os futuros radares top das fragatas um navio assim é um multiplicador de força.

Isso dependeria de alguns factores, como o dinheiro (os SAFEs não duram para sempre, depois de comprar, é preciso sustentar os navios), se a falta de pessoal persiste e o nível de ambição.

Um Anadolu com Bayraktar TB3 e (em especial) Kizilelma é uma besta completamente diferente do PNM com drones "simples".

A parte dos contentores, torço sempre o nariz quando é para abdicar de espaço no convés de voo de um navio como um LHD. O verdadeiro multiplicador de força deste navio seriam os meios aéreos, os contentores podem ser colocados noutros navios.
Páginas: 1 ... 3 4 5 6 7 [8] 9 10