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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por Malagueta em Janeiro 19, 2026, 10:37:45 am »
Bom dia

O safe foi criado para aumentar as capacidades militares dos países da UE, e ao mesmo tempo aumentar a capacidade industrial, intemporalidade  e a cooperação entre países europeus.

No caso português, ao contrario do querem fazer passar com essa noticia, vai exitir um aumentos de capacidades industrias, nomeadamente em linhas gerais:

-Satélites serão fabricados em Portugal - Juntamente com a Finlândia
-A compra de blindados, implica a construção de uma fabrica, para os produzir e fazer manutenção
- A modernização das Pandur será feita em Portugal, por industrias portuguesas
- Drones
- Mesmo as fragatas, implicam a transferência de now how e tecnológica , obrigam a investimento no afeite ( que estava quase abandonado e com maquinaria obsoleta e  com capacidades reduzidas  )
- Construção da fabrica de munições.

Os únicos projetos, que não tem em principio incorporação Nacional, será as defesas áreas e artilharia ( neste caso existe um memorando de entendimento que sobre drones nacionais para a França)

E explicar isso às pessoas, em português corrente?

O MDN, já disse as linhas gerias, em Português bem claro, alias, algumas das coisas já andava a falar antes do SAFE.

só ainda não divulgou os projetos ao pormenor ,ou o material que será adquirido, mas isso nesta fase ainda é normal.

E eu nem gosto do no MDN, mas face aos anteriores por enquanto tem as melhores intenções.

O problema é sempre o mesmo, é a comunicação social, que gosta de polemicas, e são alimentados, por interesses políticos e econômicos.

E por ultimo pelos portugueses que no fim, pouco estão interessados nestes temas, ou porque não sabem, ou porque andam mais preocupados com a vida ( ou a sobreviver ) ...
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Exércitos/Sistemas de Armas / Re: Vintage Tanks
« Última mensagem por mafets em Janeiro 19, 2026, 10:31:03 am »
S Tank



Saudações
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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por P44 em Janeiro 19, 2026, 10:23:59 am »
Bom dia

O safe foi criado para aumentar as capacidades militares dos países da UE, e ao mesmo tempo aumentar a capacidade industrial, intemporalidade  e a cooperação entre países europeus.

No caso português, ao contrario do querem fazer passar com essa noticia, vai exitir um aumentos de capacidades industrias, nomeadamente em linhas gerais:

-Satélites serão fabricados em Portugal - Juntamente com a Finlândia
-A compra de blindados, implica a construção de uma fabrica, para os produzir e fazer manutenção
- A modernização das Pandur será feita em Portugal, por industrias portuguesas
- Drones
- Mesmo as fragatas, implicam a transferência de now how e tecnológica , obrigam a investimento no afeite ( que estava quase abandonado e com maquinaria obsoleta e  com capacidades reduzidas  )
- Construção da fabrica de munições.

Os únicos projetos, que não tem em principio incorporação Nacional, será as defesas áreas e artilharia ( neste caso existe um memorando de entendimento que sobre drones nacionais para a França)

E explicar isso às pessoas, em português corrente?
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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Fotos de aeronaves antigas — vintage aircraft
« Última mensagem por mafets em Janeiro 19, 2026, 10:21:09 am »
Viggen



Saudações
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Força Aérea Portuguesa / Re: Força Aérea Portuguesa: Album de Fotografias
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 19, 2026, 10:18:02 am »
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por mafets em Janeiro 19, 2026, 10:13:34 am »
Quando vieram os leopard as criticas foram similares, quando vieram os pandures a mesma coisa, e posso continuar para quase todas as armas que vieram nos últimos anos.
Tens a noção que ambos os  sistemas de armas foram adquiridos sem contratos de manutenção, sendo a mesma feita até nível 3 por pessoal qualificado para os M60 e Chaimite, quando deveriam ter formação para efetuar até nível 5, ou seja na totalidade ou perto dela, certo? Alias, sistemas de armas sem contratos de logística e manutenção, até os Merlin. E quando resolveste o problema de manutenção, não tinhas tripulações ( tanto nos Merlin, como nos Leo 2).  ::)

Saudações

P.S. Os ST em Sierra Nevada já voavam todos e até havia tripulações de sobra. Por cá não arranjamos uns pilotos e pessoal técnico afegão, tipo TVDE, Carris e Uber? Até facilitam nas licenças.  :mrgreen:
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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por Viajante em Janeiro 19, 2026, 10:12:04 am »
Bom dia

O safe foi criado para aumentar as capacidades militares dos países da UE, e ao mesmo tempo aumentar a capacidade industrial, intemporalidade  e a cooperação entre países europeus.

No caso português, ao contrario do querem fazer passar com essa noticia, vai exitir um aumentos de capacidades industrias, nomeadamente em linhas gerais:

-Satélites serão fabricados em Portugal - Juntamente com a Finlândia
-A compra de blindados, implica a construção de uma fabrica, para os produzir e fazer manutenção
- A modernização das Pandur será feita em Portugal, por industrias portuguesas
- Drones
- Mesmo as fragatas, implicam a transferência de now how e tecnológica , obrigam a investimento no afeite ( que estava quase abandonado e com maquinaria obsoleta e  com capacidades reduzidas  )
- Construção da fabrica de munições.

Os únicos projetos, que não tem em principio incorporação Nacional, será as defesas áreas e artilharia ( neste caso existe um memorando de entendimento que sobre drones nacionais para a França)

Concordo!
A principal preocupação na fase da candidatura será a de maximizar o que é possível adquirir para a Defesa. E não acredito que as FA não foram envolvidas!

Depois o plano português tinha de ser aprovado pelo Parlamento Europeu (são uns senhores que são eleitos em todos os países da UE..... só para picar quem diz que na UE só há não eleitos.......)

O Plano português só agora foi aprovado da fase de candidatura. Só a partir de agora é que acredito faça mais sentido desenvolver os planos com cabeça tronco e membros!!!!!

Mas tipicamente tuga a desculpa que não fomos contactados........
Se fossem mais pro-activos, assim que ouviram falar no SAFE, íam falar com o Ministro da Defesa!

Outro pormenor, as contrapartidas das nossas compras, não significa que as empresas vencedoras tenham de trabalhar só com o que já cá temos instalado, até porque foi noticiado as várias empresas a contactarem empresas nacionais para fornecerem a indústria da Defesa, como a Airbus........

Das poucas condições para trabalharem com empresas nacionais, só ouvimos falar do Arsenal de Alfeite!
Mas como é evidente, vai haver mais envolvimento nacional e faz todo o sentido que ele exista!
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Astronomia
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 19, 2026, 10:00:01 am »
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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por Malagueta em Janeiro 19, 2026, 09:46:29 am »
Bom dia

O safe foi criado para aumentar as capacidades militares dos países da UE, e ao mesmo tempo aumentar a capacidade industrial, intemporalidade  e a cooperação entre países europeus.

No caso português, ao contrario do querem fazer passar com essa noticia, vai exitir um aumentos de capacidades industrias, nomeadamente em linhas gerais:

-Satélites serão fabricados em Portugal - Juntamente com a Finlândia
-A compra de blindados, implica a construção de uma fabrica, para os produzir e fazer manutenção
- A modernização das Pandur será feita em Portugal, por industrias portuguesas
- Drones
- Mesmo as fragatas, implicam a transferência de now how e tecnológica , obrigam a investimento no afeite ( que estava quase abandonado e com maquinaria obsoleta e  com capacidades reduzidas  )
- Construção da fabrica de munições.

Os únicos projetos, que não tem em principio incorporação Nacional, será as defesas áreas e artilharia ( neste caso existe um memorando de entendimento que sobre drones nacionais para a França)

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Indústrias de Defesa / Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Última mensagem por Malagueta em Janeiro 19, 2026, 09:30:39 am »
Constelação do Atlântico coloca mais três satélites em órbita até junho

Os mais recentes cinco satélites a juntarem-se à Constelação implicaram uma aposta de 67 milhões de euros, num investimento global previsto de 110,6 milhões.

AConstelação do Atlântico vai colocar durante o primeiro semestre mais três satélites em órbita, elevando para seis o número de equipamentos a orbitar a Terra. O projeto, que integra a Agenda NewSpace, com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), pode evoluir até 16 satélites. Os mais recentes cinco satélites a juntarem-se à Constelação implicaram uma aposta de 67 milhões de euros, num investimento global previsto de 110,6 milhões.

“A aceleração da entrada em operação da Constelação do Atlântico constitui um fator crítico para assegurar o seu papel estratégico no sistema europeu de Observação da Terra. Foi com este objetivo que foi lançado um concurso público internacional que envolve também uma componente abrangente e estruturada de transferência de conhecimento e capacitação, para além do fornecimento de satélites óticos, em linha com os objetivos aprovados de reforço e consolidação industrial da Agenda New Space Portugal”, explica fonte oficial do CEiiA, entidade que lidera o projeto que envolve ainda a Força Aérea Portuguesa, o CTI Aeroespacial, a N3O e a GEOSAT, ao ECO/eRa

O concurso público internacional realizou-se no último trimestre do ano passado, tendo sido avaliadas 34 propostas. “Em particular, foram submetidas propostas pelas seguintes entidades: Deimos Engineering, OHB Sweden, Open Cosmos, Iceye, Telespazio Iberica, Satlantis, Satellogic e Endurosat”, detalha a mesma fonte.

A Iceye ganhou os lotes 1 e 4, “referentes ao desenvolvimento de um satélite VHR NexGen e de dois satélites VHR NexGen —, tendo a Satellogic vencido o lote 7, “referente ao desenvolvimento de dois satélites VHR Light NexGen”, explica fonte oficial.

“Com este modelo de gestão da cadeia de valor foi possível assegurar um investimento de 67 milhões de euros, no quadro da reprogramação da Agenda NewSpace Portugal, que prevê para este conjunto de cinco satélites de nova geração um volume de investimento global de 110,6 milhões euros“, informa fonte oficial do CEiiA.

Destes cinco equipamentos, três irão até junho juntar-se aos equipamentos da Constelação já em órbita. “A Constelação do Atlântico tem neste momento em órbita três satélites — o Geosat2 e dois satélites VHR Light da Agenda New Space Portugal — e durante o primeiro semestre de 2026 será reforçada com mais três satélites (um VHR Light e dois SAR)”, detalha.

Constelação do Atlântico na Defesa da Europa
A Constelação do Atlântico foi destacada por Ursula Von der Leyen no seu discurso do Estado da União em setembro do ano passado, apontado como o exemplo do novo momento da aposta na defesa europeia. “É o maior projeto no setor espacial da história portuguesa, com dois satélites já em órbita e mais em desenvolvimento.”

As capacidades que o país está a desenvolver no setor do espaço foram igualmente realçadas pelo comissário Europeu para a Defesa e Espaço, Andrius Kubilius, durante a sua visita. “Portugal tem demonstrado ótimos exemplos de como usaram o dinheiro da União Europeia, por exemplo, para desenvolver uma constelação de satélites, como a constelação Atlantis”, afirmou Andrius Kubilius, em entrevista ao ECO/eRadar

“Portugal está a fazer um excelente trabalho em várias frentes. Fiquei particularmente impressionado com o que estão a fazer no setor espacial. Tive a oportunidade de visitar o centro de comando espacial militar e, realmente, é notável. Portugal está a sair-se muito bem na produção de drones, bem como na área da aeronáutica. O que vi no centro de engenharia e desenvolvimento CEiiA são exemplos realmente muito bons”, afirmou ainda.

“Portugal desempenha um papel muito relevante devido à sua posição geográfica estratégica, tanto no Mediterrâneo como no Atlântico. Os Açores desempenham um papel muito relevante e podem desempenhar um papel ainda mais importante com o desenvolvimento de capacidades de lançamento espacial”, referiu ainda o comissário europeu.

“Temos vindo a discutir a possibilidade de criar aquilo a que chamamos uma vigilância do flanco Mediterrâneo-Atlântico. Atualmente, a União Europeia está a desenvolver, com os Estados-Membros da Europa de leste, na região fronteiriça, um projeto emblemático conhecido como vigilância do flanco oriental. Sugeri às autoridades militares e governamentais [portuguesas] que analisassem a possibilidade de desenvolver também um projeto regional comum semelhante, que pudéssemos chamar de vigilância do flanco Mediterrâneo-Atlântico. Existem algumas questões de defesa que unem muito dos países da região, como por exemplo, a proteção de cabos submarinos ou o controlo de uma grande parte da área atlântica. Há muitas questões em que Portugal pode ter grande influência”, apontou.

A Constelação do Atlântico faz parte da agenda “NewSpace Portugal” que, inicialmente, tinha um apoio do PRR de 137,36 milhões de euros, e viu o seu nível de ambição aumentar com a reprogramação das agendas mobilizadoras, com um aumento dos incentivos de 279 milhões de euros.
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