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Portugal / Re: Guerra total NATO-Rússia
« Última mensagem por Ghidra em Janeiro 18, 2026, 04:56:04 pm »

Como melhorar a mobilidade militar na UE?

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Para melhorar a mobilidade militar, prontidão de defesa e resposta rápida a ameaças, a Comissão Europeia propôs uma abordagem semelhante a um “Espaço Schengen militar”. Conheça as principais medidas.

AComissão Europeia aprovou na quarta-feira, 14 de janeiro, o plano para Portugal aceder a 5,8 mil milhões de euros em empréstimos a condições favoráveis para investir em capacidades de defesa, sendo um dos oito países com aval preliminar — em paralelo com a Roménia, Bélgica, Bulgária, Chipre, Dinamarca, Espanha e Croácia — no âmbito do Instrumento de Ação para a Segurança da Europa (SAFE). Mas a aposta na defesa tem sido crescente, tendo em conta os desafios criadas pela guerra na Ucrânia e, mais recentemente, as ameaças do Presidente dos EUA, Donald Trump, dirigidas à Gronelândia e ao Irão.

“No ano passado, ao nível europeu, fizemos mais investimento em defesa do que nas décadas anteriores […] e isso inclui os 150 mil milhões de euros do programa SAFE”, sublinhou a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen.

E para permitir a movimentação militar rápida e em grande escala, a Comissão Europeia propôs uma abordagem semelhante a um “Espaço Schengen militar”. Um conjunto de medidas que visam melhorar a mobilidade militar em toda a Europa, a prontidão de defesa e resposta rápida a ameaças.

O objetivo é criar uma área de mobilidade militar à escala da UE, onde as tropas, o equipamento e os recursos militares poderão deslocar-se de forma rápida e eficiente. Mas, para isso, é necessário eliminar barreiras burocráticas e de infraestrutura, através de um quadro regulamentar, focado na adaptação dos transportes e na digitalização, que deverá estar pronto até 2027.

As principais medidas são:

Mobilidade mais rápida: um procedimento único de autorização para a movimentação de equipamento militar para todos os 27 países da UE, procedimentos acelerados e acesso prioritário às infraestruturas.

Partilha de capacidades de transporte e logística.

Melhorar percursos: modernização dos principais corredores de mobilidade militar da UE para os padrões civis e militares.

Uma autoridade única: designação de um coordenador nacional para o transporte militar em cada Estado-membro e simplificação da governação a nível da UE.

https://eco.sapo.pt/2026/01/18/como-melhorar-a-mobilidade-militar-na-ue/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
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Livros-Revistas-Filmes-Documentários / Re: Filmes!
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 18, 2026, 04:37:32 pm »
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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 18, 2026, 03:28:21 pm »
No DN de hoje:

https://www.dn.pt/opiniao/aprovao-em-bruxelas-do-programa-safe-para-portugal-com-incertezas-para-as-indstrias-de-defesa-nacional

Foi notícia esta quinta-feira a aprovação do envelope financeiro do Programa SAFE para que Portugal possa apetrechar de novas capacidades as Forças Armadas Portuguesas, mas vem acompanhada de preocupações.

Dias antes, em audiência na Comissão de Defesa, na Assembleia da República, a direção do AED Cluster dava conta da “falta de envolvimento da indústria” e que Portugal se arrisca a “não criar a Autoeuropa da Defesa”.

Foi com apreensão e estupefação que ouvi, em audiência na Comissão de Defesa Nacional, realizada na passada terça-feira, na Assembleia da República, José Neves.

O Presidente do AED Cluster afirmou que não tinham sido ouvidos, nem envolvidos pelo Governo Português ao longo de todo o processo de candidatura ao SAFE – programa para reforço da Defesa Europeia.

O AED Cluster representa mais de 170 empresas do sector da Defesa, com um volume de negócios superior a 2,1 mil milhões de euros anuais, sendo que 90% são produtos para exportação.

Este facto torna clara a importância do sector para a economia portuguesa. Em causa estão as capacidades de investigação, inovação, de criação de produtos com elevado valor acrescentado, mas também da capacidade de criar empregos altamente qualificados que tornam este sector económico capaz de ampliar a economia nacional no futuro.

O Partido Socialista ouviu com preocupação, na Comissão de Defesa, que Portugal corre o “risco de não criar a Autoeuropa da Defesa neste momento em que investimos 5,8 mil milhões de euros”, ao não envolver a Indústria de Defesa Nacional - IDN.

Sem isso, e sabendo que a adaptação e cooperação industrial leva tempo, considero que será impossível reduzir de 15 para 5 anos o investimento em Defesa em Portugal, bem como impulsionar a Base Tecnológica e Industrial de Defesa.

Não considero que a Indústria de Defesa Nacional deva ser parte ativa nas escolhas das capacidades a adquirir para cada um dos ramos das Forças Armadas, cabendo apenas a cada Ramo essa decisão. No entanto, parece óbvio a todos que se não forem ouvidas e envolvidas as IDN, não será possível contribuir e beneficiar deste envelope financeiro – o maior da nossa história democrática.

O mínimo que o Governo Português deveria ter feito era um levantamento de capacidades produtivas e de inovação das nossas IDN e cruzá-las com as escolhas estratégicas de cada um dos Ramos, sentando todos à mesa.

Por exemplo, o envolvimento das IDN para aquisição das anunciadas novas fragatas da classe EVO, permitiria estabelecer um plano de tudo o que nelas queremos produzido em Portugal, trazendo investimento para o País, gerando emprego e produzindo riqueza. Caso não aconteça, não estamos a falar de investimentos, mas de apenas despesas na Defesa Nacional.

Sabemos (pela imprensa) que Portugal inscreveu no SAFE novas fragatas, drones, satélites, sistemas de defesa e artilharia de longo alcance, blindados e carros de combate. Se optarmos por aquisições a países estrangeiros, em modelo “Chave na mão” limitamos o crescimento das IDN e, desta forma, desperdiçamos o empréstimo de 5,8 mil milhões do SAFE.

Um empréstimo que será pago por outros Governos que não o atual – sendo que falamos de um empréstimo de longo prazo com um período de carência de 10 anos e um pagamento até 45 anos, o que significa que Portugal poderá iniciar o pagamento deste empréstimo a partir de 2036 e até 2069.

Acompanho a preocupação do AED Cluster: num momento em que os indicadores da economia portuguesa parecem estagnar e em que ficaremos sem a alavanca do PRR, a Defesa pode ser um sector estruturante para a nossa Economia. Só integrando e envolvendo o ecossistema das IDN neste processo de Investimentos, poderemos concretizar uma oportunidade histórica de fazer da Defesa um sector de referência para a economia portuguesa. Aí sim…. Teremos investimentos em Defesa e não gastos! Seremos utilizadores finais e não produtores de capacidades!

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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 18, 2026, 03:11:13 pm »
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 18, 2026, 03:08:47 pm »
Por último, o membro "SaabGripen" até poderá não estar aqui agora com esse nome, porém certamente andará por cá. Neste último mês poucas vezes aqui apareci e no entanto ganhei à volta de 50 pontos negativos, o que é uma atitude infantil bem típica de membros como este. Pensava que aqui no Fórum Defesa éramos todos homenzinhos a discutir assuntos sérios, sempre com boa-disposição e picardias salutares à mistura, porém já entendi que o que se quer é espetáculo e brejeirice. E para isso não contem comigo.

Andar, ele anda. Usa uma conta que apareceu pouco depois da primeira suspensão o ano passado, e que tem pairado por aqui ultimamente.

Mas voltemos ao tema das fragatas que é o mais importante.  :G-beer2:
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Janeiro 18, 2026, 02:23:29 pm »
Oxalá venham mesmo nesta configuração com 32 VLS de origem!!!

Tudo até agora indica que sim.
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e disporranno di 32 celle VLS (16 SYLVER A50 e 16 SYLVER A70,

https://www.rid.it/shownews/7423/impostata-la-prima-fremm-evo

16 A50 e 16 A70 seria um erro.

Os A70 só podem lançar mísseis de cruzeiro, logo a capacidade AAW das fragatas ficava muitíssimo limitada.

Na pior das hipóteses teria que ser uma configuração igual às FDI gregas, com 24 A50 + 8 A70.

Se a MGP não vai ter mais nenhuma fragata com real capacidade AAW, certamente as EPC não o serão, então as FREMM EVO terão que funcionar também como as nossas únicas fragatas AAW/BMD.
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Marinha Portuguesa / Re: U209PN
« Última mensagem por dc em Janeiro 18, 2026, 02:15:14 pm »
O SAFE 2.0 na prática ainda não existe, sendo que o acordo assinado com o estaleiro sul-coreano foi assinado bem antes de se saber da dimensão do SAFE original.

Dito isto, como o SAFE não apresenta qualquer desconto, apenas permite pagar mais tarde, comprar submarinos sul-coreanos sairá sempre mais barato do que os europeus.

Como inicialmente se falava em submarinos "costeiros", percebe-se que o factor preço é o mais importante na possibilidade da MGP expandir a sua frota.
A opção inicial por submarinos muito mais pequenos, não é por requisitos operacionais, é por na altura não haver a crença de que a verba permitia algo maior.

O preço é o factor que dificulta a compra se subs europeus.


Relativamente ao "Plano B", é preciso não esquecer que vender os 2 U-214, obriga a que haja comprador para os ditos.
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 18, 2026, 02:02:04 pm »
Não me parece.

Pois, também me parece que não há estações para tal. O que é uma vulnerabilidade em operações próximas da linha da frente
O que consideras "próximo da linha da frente"?
É comum o reabastecimento nessa proximidade?
Abraço

"Próximo da linha da frente" refere-se à possibilidade de ter de actuar dentro do raio de acção dos meios AA das forças opositoras, sejam eles disparados a partir de meios terrestres, navais ou aéreos.. Não esquecer o crescente aumento do alcance dos mísseis ar-ar...
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por Tikuna em Janeiro 18, 2026, 01:34:03 pm »
Para breve o quarto...

https://www.instagram.com/p/DTn8g5NjsJJ/?igsh=aWw2NzBjZXZubnFl

Com os pods de reabastecimento Cobham 912E instalados.

Alguém sabe por acaso se o KC-390 que avariou em Porto Santo ainda por lá continua, ou se entretanto já regressou a Beja?

Isto não abastece F-35A pois não? o sistema é diferente certo?

F-35A não, mas o B/C sim. O  único que não utiliza Probe and Drogue é o A.

não dá para pôr o pod de GE onde se mete o Litening?

Pouco provável, até porque são 2 pods. E as cablagens devem ser totalmente diferentes

Existe mais um pod embaixo da fuselagem

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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 18, 2026, 01:29:13 pm »
Não me parece.

Pois, também me parece que não há estações para tal. O que é uma vulnerabilidade em operações próximas da linha da frente
O que consideras "próximo da linha da frente"?
É comum o reabastecimento nessa proximidade?
Abraço
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