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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por dc em Janeiro 18, 2026, 11:22:02 pm »Então a Europa agora tem de se preparar para o exército russo, e a US Navy, é tranquilo![]()
Vamos ter um século XXI interessante...
A Europa levava na pá bem fácil. Mas é que não há hipóteses, num cenário completamente maluco em aue o Trump decide usar força militar contra um aliado, de a Europa se safar.
A Europa não tem a capacidade de projecção de força, nem logística, nem defensiva, nem ofensiva, para se bater de igual para igual com os EUA.
O melhor a fazer é assegurar linhas de comunicação abertas com as FA americanas, mantendo uma relação favorável com as suas chefias, e assim dar mais força a estes para que recusem participar em qualquer acção militar, caso o maluquinho laranja se lembre de o fazer.
Dada a actual situação geoestratégica (ameaças de invasão à Gronelândia, chamar "governador" ao pm do Canadá, etc) espero que o governo português esteja a desenvolver planos que levem ao rápido reforço do dispositivo nas ilhas e nos Açores/Lajes em particular.
IMHO deveriam ser estacionados já alguns P-3, F-16 e uma parelha de UH 60, reforço dos meios de segurança da BA 4 e aumentar-se a guarnição do Exército nas ilhas
A necessidade de reforçar a defesa das ilhas já existia, bem antes do boneco laranja andar a inventar.
E é como foi dito, A2/AD.
É por isso que muita gente aqui diz que é necessário desde logo começar por dar aos F-16 capacidade ASuW a sério. Incorporem os Harpoon, ou os JSM, ou o que seja, mas o primeiro passo já devia ter sido dado há muito.
Também convinha ter mais munições em geral para eles. É que actualmente, ter ou não ter F-16 destacados face a uma ameaça militar minimamente capaz, é quase irrelevante face ao número cómico de munições que temos.
O problema é que não conseguimos reforçar a defesa dos Açores rapidamente, porque não temos praticamente nada com que fazer o reforço, e as aquisições necessárias, iriam demorar 2/3 anos até gerar frutos.
Rápido, só se fosse a compra de material em segunda-mão e munições de stocks existentes dos aliados.
Por exemplo, integrar os Harpoon nos F-16, e ir buscar algumas dezenas. O mesmo para AMRAAMs e ESSM para as fragatas.
De resto, não estamos minimamente preparados para defesa dos arquipélagos de ameaças aeronavais.


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