FAB - Força Aérea Brasileira

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #945 em: Novembro 23, 2017, 10:58:50 am »
Aeronave P-3AM inicia engajamento nas buscas por submarino argentino

Avião de patrulha é operado pelo Esquadrão Orungan, sediado em Salvador (BA)


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A aeronave P-3AM Orion, do Esquadrão Orungan, sediado em Salvador (BA), realizou nesta terça-feira (21/11), a primeira missão de busca ao submarino ARA San Juan que está desaparecido desde a última quarta-feira (15/11), com 44 tripulantes.

O avião - um quadrimotor de patrulha marítima de longa distância - aguardava em Porto Alegre (RS) o engajamento nas buscas e decolou às 20h diretamente para a área designada pela Marinha Argentina, realizando oito horas de operação.

"O P-3 é plenamente equipado para fazer busca e guerra antissubmarino. Como estamos tratando da busca de um submarino, nada mais lógico do que colocarmos uma aeronave equipada para a localização desses meios", explica o Comandante do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos Vuyk de Aquino.


Os dados coletados pelos tripulantes do P-3AM estão em análise e a aeronave deve ser empregada novamente na noite de hoje (22/11), com decolagem prevista para 21h a partir de Mar del Plata. Cada missão está envolvendo 19 militares a bordo da aeronave.

O P-3AM possui um dos mais modernos sistemas para identificação por radar e dispõe do mecanismo Forward Looking Infra-Red (FLIR), que complementa as informações dos tráfegos marítimos, fornecendo imagens nítidas e claras mesmo no período noturno.

Também nesta quarta-feira, a outra aeronave da FAB disponibilizada para a missão, o SC-105 Amazonas, realiza o terceiro dia de buscas, com decolagem às 13h e previsão de oito horas de operação.


FONTE: http://www.fab.mil.br/noticias
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #946 em: Novembro 23, 2017, 11:01:29 am »
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Esforço aéreo como parte da busca ao submarino ARA San Juan

Unidades aéreas de tamanhos diferentes e de diferentes países participam da busca e outras permanecem aguardando a necessidade

As unidades navais da Armada Argentina e aéreas de vários países estão envolvidas na busca do submarino ARA “San Juan”. Das bases navais Comandante Espora e Almirante Zar operam as unidades para manter a patrulha aérea 24 horas por dia; há suporte logístico para aeronaves e tripulações.

Do Comandante da Base Aérea Espora operam dois aviões P-8 da Marinha dos EUA e um avião de exploração C-295 da Força Aérea Brasileira.  Enquanto isso, a Base da Força Aérea Adirante Zar de Trelew opera a aeronave B-200 e Turbo Tracker da Armada Argentina, uma aeronave Hercules C-130 da Força Aérea Argentina, bem como uma aeronave de exploração da P-3 da NASA, que operou a partir de Ushuaia.

Além disso, um avião C-130 da Royal Air Force do Reino Unido, faz voos a partir das Malvinas.

FONTE:  http://www.naval.com.br/blog/2017/11/21/esforco-aereo-como-parte-da-busca-ao-submarino-ara-san-juan/



« Última modificação: Novembro 23, 2017, 11:03:32 am por Vitor Santos »
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #947 em: Novembro 30, 2017, 04:50:32 pm »
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #948 em: Dezembro 10, 2017, 02:13:40 am »
No passado, não muito distante...

 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #949 em: Dezembro 11, 2017, 01:53:50 pm »
Infantaria aeronáutica: ‘Defendendo na terra, o domínio do ar’


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Incorporada no mesmo ano de criação do Ministério da Aeronáutica, a Infantaria celebrou neste ano seu septuagésimo quinto aniversário, sendo impossível dissociarmos aquelas gestões, visto que ambas representaram revoluções doutrinárias nos idos de 1941. Enquanto que a unificação de todas as aviações conferiu maior eficácia e eficiência ao Poder Aeroespacial, o emprego de tropas terrestres especializadas na proteção de aeronaves estacionadas em solo constituía uma novidade absoluta até mesmo para os teóricos militares das nações já envolvidas na Segunda Guerra Mundial.

Naquele mesmo ano, alemães e japoneses protagonizaram, respectivamente, assaltos aeroterrestres em Creta e ataques aeronavais a Pearl Harbor, causando grandes prejuízos aos Aliados. No Brasil, o agravamento da situação política em relação às potências do Eixo influenciava a organização da Força Aérea Brasileira. Considerando a vulnerabilidade de nossas Bases Aéreas junto ao litoral, o então Ministério da Aeronáutica resolveu ativar seis Companhias de Infantaria de Guarda e contemplou aprestar defesas antiaéreas para resguardar o Poder Aeroespacial.

Durante as décadas seguintes, além de guarnecer as instalações da Aeronáutica, sua Infantaria tornou-se instrumento indispensável ao processo de educação e de treinamento dos recursos humanos. Centros e escolas de formação da Força Aérea Brasileira incumbiam aos combatentes terrestres a tarefa de forjar em seus jovens alunos, um comportamento profissional lastreado na hierarquia e na disciplina, pilares inquestionáveis da vida castrense. Sempre traremos em nossa memória a imagem daqueles abnegados oficiais e graduados que nos ensinaram a prestar continência, a executar os primeiros movimentos de ordem unida e a usar armas de fogo.

Consolidada doutrinariamente, a Força Aérea Brasileira passou a repensar sua capacidade de combate terrestre a partir de 1982, quando eclodiu o conflito das Malvinas, que testemunhou o emprego de forças especiais para destruir aeronaves e também registrou um incremento nos casos de fratricídio provocados por armamentos antiaéreos. Tais lições impulsionaram a necessidade de aprimorar nossa Infantaria, cujos oficiais passaram a ser formados na Academia da Força Aérea com novas visões sobre a defesa terrestre e antiaérea. Ao propiciar maior convivência entre aviadores, intendentes e infantes, tal iniciativa ensejou uma mútua compreensão sobre as distintas missões conduzidas pelas diversas partes que integram o Poder Aeroespacial.


Considerando o reconhecimento dispensado aos nossos combatentes terrestres no contexto das Missões de Paz e das operações de Garantia da Lei e da Ordem, devemos valorizar seu correto comportamento profissional, mesmo diante de nossa realidade logística. Vislumbrando o emprego de armamentos guiados a laser na Força Aérea, devemos inspirar o desenvolvimento de novas habilidades para oficiais e sargentos que atuam nas operações especiais. Contudo, nossos maiores esforços ainda devem ser direcionados para a segurança de instalações, buscando incorporar soluções tecnológicas, bem como aperfeiçoar o treinamento da Polícia da Aeronáutica.

Passados 75 anos desde o seu nascimento, a Infantaria da Aeronáutica mantém vivos os ideais de outrora, motivados pelo senso do dever e pela realidade de um mundo convulsionado por guerras, atos terroristas e outros problemas relacionados à segurança interna. Inseridos na Concepção Estratégica que promoverá sensíveis alterações organizacionais no próximo quarto de século, nossos combatentes devem estar plenamente capacitados, de modo a evitar danos ao patrimônio, aos recursos e, principalmente, à imagem institucional da Força Aérea Brasileira. Neste sentido, permanece inabalável a convicção de que os integrantes da Infantaria da Aeronáutica continuarão a honrar suas tradições, superando obstáculos de toda ordem, sempre irmanados por seu lema: “Defendendo na terra, o domínio do ar”.

FONTE: http://defesaeseguranca.com.br/fab-infantaria-aeronautica-defendendo-na-terra-o-dominio-do-ar/#prettyPhoto
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #950 em: Dezembro 11, 2017, 02:00:19 pm »
INFANTARIA DA AERONÁUTICA: Conheça o Curso que prepara os militares para Operações Especiais


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O Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento, conhecido como PARA-SAR, realizou, em 24 de novembro, a formatura do Curso de Comandos de Força Aérea (CCFA), que visa capacitar os militares para atuarem em Operações Especiais. Durante três meses, os alunos participaram de atividades nos mais variados ambientes operacionais do País: selva, mar, montanha, área urbana e rural. As instruções exigiram não só a capacidade física, mas também a psicológica dos alunos.

“Existem militares bem preparados fisicamente, mas que, ao longo do curso, acabam desistindo devido aos fatores emocionais. Nós trabalhamos muito com os atributos afetivos, como resiliência, persistência e comprometimento, necessários para o cumprimento de nossas missões, geralmente realizadas em ambientes hostis, inóspitos e que envolvem elevado grau de periculosidade”, ressaltou o Coordenador do CCFA, Major de Infantaria Antonio Luiz Moura Junior.

O candidato à vaga é submetido a uma rigorosa seleção. O aluno Evilásio Fernando Barros se preparou durante quatro meses para estar em melhores condições de realizar o curso. “A marcha com mochila pesada é a que eu imaginava ter mais dificuldade, então treinei bastante para isso e também as demais áreas, tendo em vista que todas as atividades do curso são bem cansativas e com grau elevado de exigência. Pretendo fazer parte do Destacamento Operacional do EAS e poder cumprir as ações de Força Aérea atribuídas ao Esquadrão”, disse.

Realizado de dois em dois anos pela FAB, o curso inclui oficiais e graduados do PARA-SAR e das Unidades de Infantaria de todo o país. Os futuros comandos estarão aptos a comporem os destacamentos operacionais do PARA-SAR, visando ao cumprimento das ações de Força Aérea previstas na missão daquele Esquadrão.


“O curso ocorre desde 1994 e é considerado a porta de ingresso no PARA-SAR, sendo uma oportunidade na qual os militares de outras unidades da FAB são testados e selecionados para prosseguirem nas demais especializações do Esquadrão, recebendo o título de Pastor. Com a conclusão do curso, o militar torna-se apto a cumprir ações de Força Aérea de Reconhecimento Especial, Ação Direta e Contraterrorismo, bem como terá os requisitos para ser capacitado em Guia Aéreo Avançado (GAA). Os Comandos de Força Aérea têm como ideal “viver como poucos e ir além dos demais”, em prol do cumprimento da missão atribuída ao Esquadrão. “Nossa lida, vossa vida”, comentou o Comandante do PARA-SAR, Tenente-Coronel de Infantaria Anderson de Oliveira Schiavo, Pastor 145.

O aluno Bruno Pinheiro Negromonte pretende se especializar cada vez mais na área de operações especiais. “Para mim, concluir o curso é ver portas abertas de oportunidades na minha carreira, como o ingresso no PARA-SAR, além de poder realizar outros cursos especializados nessa área”, destacou.

TREINAMENTO

NIVELAMENTO TÁTICO: nesta fase, realizada ainda em Pirassununga (SP), os militares possuem pouco tempo de descanso e passam por diversas avaliações, como técnicas aquáticas e defesa pessoal. Também são levados a conhecerem seus próprios limites em longas marchas a pé conjugadas com instruções de navegação terrestre. A rotina é estressante e realizada sob condições de relevante desgaste físico e mental.


CONSOLIDAÇÃO: realizada em Campo Grande (MS), o objetivo é consolidar os atributos adquiridos na primeira fase, estimulando o raciocínio estratégico do aluno em situações não convencionais, semelhantes ao que as Operações Especiais exigem. Durante essa fase são transmitidos conhecimentos na área de armamento, explosivos, tiro tático, planejamento de missões especiais, operações de inteligência e de apoio à informação.

TÉCNICA:realizada no Rio de Janeiro (RJ), é a fase em que os alunos aprendem métodos de infiltração no mar, de adaptação ao ambiente e de operação em relevo de montanha. Também são treinados em áreas edificadas, pelo Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE-RJ), e nas técnicas e táticas de contraterrorismo, com o Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais (Tonelero), da Marinha do Brasil.


PROCESSO SELETIVO

O processo seletivo do Curso de Comandos de Força Aérea (CCFA 2017) durou 3 dias e foi realizado na Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga (SP). Contando com a presença de 37 candidatos, incluiu testes de aptidão física e de conhecimentos práticos. O primeiro foi composto por flexão de braços na barra fixa, abdominal, flexão e extensão de braços, subida na corda vertical, corrida de 8 km, marcha a pé de 16 Km, natação, nado submersão e flutuação.

Já os testes de conhecimentos práticos avaliaram o desempenho dos candidatos em patrulhas, nós e amarrações, orientação, armamento, comunicações, primeiros socorros, explosivos e demolições. No final dessa fase de nivelamento, apenas 25 militares se tornaram aptos a prosseguir no curso.

FONTE: http://defesaeseguranca.com.br/infantaria-conheca-curso-prepara-militares-operacoes-especiais/?platform=hootsuite#prettyPhoto
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #951 em: Dezembro 11, 2017, 02:12:46 pm »








« Última modificação: Dezembro 11, 2017, 02:35:41 pm por Vitor Santos »
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #952 em: Dezembro 11, 2017, 02:36:56 pm »























 

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jpthiran

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #953 em: Dezembro 24, 2017, 12:00:37 pm »
Caro amigo Vitor Santos.

Como já deve saber a Boeing fez uma proposta para comprar a Embraer.
Que comentário é que faz a esta proposta?
Cumprimentos,

Jean-Pierre.
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #954 em: Dezembro 25, 2017, 09:35:28 pm »
Caro amigo Vitor Santos.

Como já deve saber a Boeing fez uma proposta para comprar a Embraer.
Que comentário é que faz a esta proposta?
Cumprimentos,

Jean-Pierre.

Responderei no tópico da EMBRAER.
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #955 em: Dezembro 25, 2017, 09:38:28 pm »
Esquadrão Puma (3º/8º GAV) realiza voo de Formatura com helicópteros H-36 Caracal

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A esquadrilha realizou uma navegação ao longo da restinga da Marambaia, finalizada com o Tiro Lateral no estande. Além do adestramento das tripulações no emprego armado, foi possível aferir o funcionamento do contador de tiro instalado no alvo.

Nessa oportunidade também foi empregada a criptografia dos rádios embarcados no helicóptero, agora inseridos no link BR 1, com a utilização de um preset específico fornecido pelo COMAE.

FONTE: http://www.planobrazil.com/esquadrao-puma-3o-8o-gav-realiza-voo-de-formatura-com-helicopteros-h-36-caracal/





 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #956 em: Dezembro 25, 2017, 09:45:32 pm »
Força Aérea Brasileira participa pela primeira vez de reunião dos usuários do caça Gripen, em Praga



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Durante evento ocorrido entre os dias 4 e 8 de dezembro, em Praga, na República Checa, o qual contou com a presença de representantes da Suécia, Hungria, Tailândia, África do Sul, República Checa e, a partir dessa edição, o Brasil - que foi representado por quatro militares da Força Aérea Brasileira (FAB), uma comitiva brasileira participou pela primeira vez, do Gripen Users Group, conferência do grupo de usuários do caça Gripen, e que em maio de 2018, terá o Brasil como anfitrião do encontro. O evento de periodicidade semestral, é composto por um grupo de Aquisição e Desenvolvimento e dois subgrupos - Operacional e Logístico.

A empresa sueca SAAB, fabricante do caça, também esteve presente e apresentou, em um seminário, as ações desenvolvidas em resposta às solicitações dos operadores, o atual estágio do pacote de desenvolvimento denominado MS-20 da aeronave Gripen C/D, aspectos relativos à segurança de voo e um briefing sobre o desenvolvimento da versão adquirida pelo Brasil, denominada Gripen NG. Segundo o Major-Brigadeiro Jefson Borges, que liderou a comitiva brasileira, a partir de agora, a FAB participará de todas as reuniões relativas ao novo caça, não somente as do grupo de usuários, mas também as de Treinamento de Liderança Tática.

Para ele, o encontro serviu para que o Brasil, como futuro usuário do Gripen, pudesse ouvir dos operadores - alguns que utilizam o caça há mais de 20 anos - sobre suas experiências, táticas, soluções logísticas, novos desenvolvimentos e problemas que precisam ser resolvidos. "O Brasil foi um dos principais focos dessa última reunião do Gripen Users Group. Os países operadores mostraram interesse em conhecer como a FAB irá receber e operar o Gripen NG e os nossos desafios, que deixa claro que eles percebem a dimensão do nosso País. Aqui, eles terão não só a oportunidade de conhecer a nossa Força Aérea, bem como as instalações da Embraer onde o Gripen será montado, em Gavião Peixoto, no Estado de São Paulo. Lá, também, poderão conhecer o KC-390, uma vez que todos os países presentes no evento, este ano, mostraram-se interessados em aprofundar os conhecimentos sobre o dueto Gripen NG e KC-390, que irá revolucionar a FAB", avalia o Oficial-General.

*Com Informações do CECOMSAER

FONTE: https://orbisdefense.blogspot.com.br/2017/12/forca-aerea-brasileira-participa-pela.html
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #957 em: Dezembro 28, 2017, 09:34:36 pm »
Esquadrão Orungan participa de exercício operacional em Portugal

Exercício Brasil-Portugal busca trocar experiências operacionais e logísticas


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A Força Aérea Brasileira realizou, entre os dias 7 e 16 de dezembro, um importante intercâmbio operacional com Portugal. Dezessete militares do Esquadrão Orungan (1º/7º Grupo de Aviação) e um representante do Comando de Preparo (COMPREP), participaram do II Exercício Brasil-Portugal (BRAPOR).

A atividade ocorreu na Base Aérea nº 11 (BA11), na cidade portuguesa de Beja, tendo como objetivo a troca de experiências operacionais, logísticas e o desenvolvimento técnico entre as duas Forças Aéreas. Participaram o Esquadrão Orungan, operador da aeronave P-3AM no Brasil, e a Esquadra 601, operadora da aeronave P-3C Cup+ em Portugal.

Para o Major Aviador Alexandre Tadeu Ferreira da Silva, o exercício foi importante para a assimilação da doutrina portuguesa de operação e para a avaliação das possibilidades de melhorias de emprego pela FAB. “A Esquadra 601 já opera com o P-3 há mais de duas décadas, consagrando Portugal como um país de notória participação em diversas operações como membro da OTAN.


“Esse intercâmbio operacional foi uma atividade importante para troca de informações e experiências, visando o manejo e a operação de torpedos e mísseis", afirmou o Sargento Thiago Santos das Neves, operador de equipamentos especiais da aeronave P-3AM.

Durante os dez dias do exercício, foram realizadas ações Antissubmarino, Patrulha Marítima, Busca e Salvamento, além do treinamento de procedimentos e técnicas de operação do torpedo Mk46 e míssil AGM- 84 Harpoon.

Fotos: Cap Falcão

FONTE: FAB
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #958 em: Dezembro 28, 2017, 09:50:10 pm »
Brazilian Air Force Infantry special units personnel patrol a street of the Rocinha favela in Rio de Janeiro, Brazil on September 26, 2017. Security officials said the giant Rocinha favela in Rio de Janeiro was back under control Saturday after hundreds of soldiers and police were sent to battle heavily armed drug traffickers. / AFP PHOTO / Mauro PIMENTEL
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #959 em: Janeiro 06, 2018, 03:03:16 pm »
Equipe de instrutores da FAB ganha prêmio nos Estados Unidos


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A equipe de instrutores formada por militares da Força Aérea Brasileira (FAB) ganhou todos os prêmios de melhor instrutor estrangeiro, do ano de 2017, do Programa Internacional de Intercâmbio de Instrutores da United States Air Force (USAF), promovido pela Academia Interamericana das Forças Aéreas (IAAFA), nos Estados Unidos, e ainda obteve o primeiro lugar no Curso de Instrutor do Comando Aéreo de Educação e Treinamento (Air Education and Training Command – AETC).

Foram premiados os seguintes militares: Major Aviador Allan Buch Sampaio, Suboficial Adalberto Bruzio e Suboficial Ed Willy S. Oliveira. Já o Tenente-Coronel Aviador Tony Gleydson ficou em primeiro lugar no Curso de Instrutor do AETC.

“Ser escolhido o instrutor internacional de um ciclo acadêmico na IAAFA é, sem dúvida, uma honra e nos enche de orgulho. Adicionalmente, representa o reconhecimento pela dedicação e o esforço dos indivíduos que se destacaram nas suas atribuições e contribuíram para a capacitação profissional de 832 alunos, representando 20 países no ano de 2017”, ressalta o Major Buch.

O trabalho da equipe brasileira consiste em ministrar aulas nos cursos de International Squadron Officer School (ISOS), Aircraft Maintenance Officers Course (AMOC), Advanced Maintenance Superintendent Course (AMSC) e Helicopters. O curso ISOS possui equivalência ao Curso de Aperfeiçoamento para Oficiais ministrado pela Universidade da Força Aérea (UNIFA). Já os Cursos AMOC e AMSC são destinados a oficiais e suboficiais que trabalham diretamente na gestão e liderança no processo de manutenção de aeronaves, e o Curso de Helicopters destina-se à formação de técnicos que trabalharão com asas rotativas.


Os cursos na IAAFA são realizados três vezes ao ano e, durante cada ciclo, o desempenho técnico dos instrutores é avaliado segundo os critérios do Comando Aéreo de Educação e Treinamento (Air Education and Training Command - AETC) da USAF. As premiações ocorrem de três em três meses, normalmente nos meses de maio, setembro e dezembro: dois instrutores, sendo um da USAF e um estrangeiro, são premiados por obter o melhor desempenho na avaliação como instrutor, nas categorias United States Air Force (USAF) e Instrutor Convidado de Nações Amigas (PNGI), respectivamente.

“Para nós, representantes da FAB na IAAFA, receber essa honraria nos três ciclos acadêmicos do ano de 2017, competindo com profissionais de alto nível de outros cinco países, reflete o nível de conhecimento profissional dos nossos instrutores e a dedicação ao cumprimento da missão adquiridos ao longo de anos de serviço à Força Aérea Brasileira, baseados nos valores intrínsecos da nossa instituição", destaca o Major Buch.

A IAAFA foi inaugurada no ano de 1943 e completará 75 anos em 2018. A organização tem por missão incrementar o interamericanismo entre 22 países da América Latina por meio da disseminação do conhecimento técnico e militar em 32 cursos. Para cumprir sua missão, conta com instrutores da USAF e instrutores convidados de diversos países da América Latina. Atualmente são 11 instrutores convidados, entre os quais quatro são brasileiros, todos da Força Aérea Brasileira.

FONTE: FAB
 

 

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