Actividade Operacional/Exercícios

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #675 em: Janeiro 12, 2021, 08:43:36 pm »
Desculpa Pescador mas tens de te decidir, os NPO servem ou nao como estão?
Abraços

Mesmo sem hangar, é possível colocar, na configuração actual (talvez com algumas ligeiras modificações) em cada lado da chaminé, uma RWS .50. Armas essas que, naquela posição, conseguiriam cobrir todos os ângulos mortos da Marlin.

Esta configuração, Marlin + 2 RWS .50, já era bastante melhor que a actual. Óbvio que uma configuração "ideal", seria uma arma mais poderosa no lugar da Marlin, um canhão de 57mm ou 76mm (a Oto Melara desenvolveu ou está a desenvolver uma versão deste canhão que não necessita de perfuração do deck), e posterior colocação da Marlin na posição mais elevada, imediatamente à frente da ponte. Óbvio que uma configuração destas, era super complexa, por isso nem vou por aí.

Existe já é o "Savraponte"
The 76/62 Sovraponte ("over deck") is a new compact lightweight mount for the 76/62 gun. The system is around 30-40% lighter than the standard Super Rapid and its installation requires no penetration of the deck below; the mount houses 76 ready-to-fire rounds and is available for sale both with or without the Strales system. The Sovraponte mount was installed for the first time on the Thaon di Revel-class patrol vessel of the Italian Navy, positioned above the roof of the helicopter hangar

É uma ideia boa esse 76   e mais atras o Marlin, ou em alternativa o Marlin na ré por cima do hangar fixo(melhor distribuído a poder de fogo) e logo atrás do 76mm uma .50  operada remotamente. Ou...o tal sistema Mistral, mesmo o  modelo lançador mais ligeiro(mas isso é um abuso  :D )
Não faltam soluções desde que exista vontade e, acima de tudo perspetiva realista dos assuntos., em vez de "filmes fofinhos" do Mundo das fantasias infantis.


É para isto que os nossos politicos e altas chefias querem que a nossa marinha exista, agora ter Navios armados ??? para quê ???

https://www.noticiasaominuto.com/pais/1663551/navio-hidrografico-portugues-chega-a-cabo-verde-com-doacoes

Abraços

Por isso os NPO como estão basta. A meia dúzia de milhões em Marlim e EO para os dois, já foram gastos muitas vezes em viagens de protocolo bilateral, onde bi é nós continuamos a pagar a pensão de divorcio, com dadivas, bolsas de cursos superiores em faculdades civis e academias policiais e militares. material médico doado, mesmo faltando cá, doentes tratados cá a borla, outras benesses de todo o tipo, onde se inclui valores pagos de prémios "artísticos e culturais" pelo Instituto Camões, Vistos cegos às carradas a malta com boas ligações, etc . E eles dão ...trabalho a empresários amigos, que fazem casarões baratos no Guincho, prendas, colocações para familiares e amigos em empresas a trabalhar nos palop.
Querem emprego para filho engenheiro ou algum assim, falem com o general mandante lá do sitio.

Por isso a politica subserviente que se nota aqui e ali, em certas cenas do dia a dia mediatizadas neste País.
Vai uma selfi.

Então temos o Zaire há mais de dois anos a gastar sei lá...muito, viagens de carregamento de material ofertado, patrulhamento no âmbito "bilateral".
Tudo despesa suportada pelo contribuinte, que esperaria decerto ter uma Marinha que não desse aquela vergonha de ter navios de 1800 toneladas com metralhadores que o Exército monta num jipe e uns binóculos. Ou os Tejo, outra figura linda. Fragatas cheias de ar e helicópteros tímidos por falta de Flir.

Haja si colocações que deem relevo às carreiras, substrato económico e bons contactos.

Para complexidade chega qualquer coisa onde se possa subir na carreira.
 
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dc

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #676 em: Janeiro 12, 2021, 08:56:33 pm »
Qualquer dia a Madeira e os Açores fazem o mesmo, pedem independência, mas continuamos a pagar a "pensão de alimentos".  :toto:
 

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HSMW

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #677 em: Janeiro 12, 2021, 09:33:22 pm »
Ora aí está!!
No entanto continua-se a discutir canhões e brinquedos.
Sempre focados no acessório o problema real continua a destruir as Forças Armadas.

O inimigo está cá dentro!
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"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 
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Pescador

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #678 em: Janeiro 12, 2021, 11:11:14 pm »
Desculpa Pescador mas tens de te decidir, os NPO servem ou nao como estão?
Abraços

Mesmo sem hangar, é possível colocar, na configuração actual (talvez com algumas ligeiras modificações) em cada lado da chaminé, uma RWS .50. Armas essas que, naquela posição, conseguiriam cobrir todos os ângulos mortos da Marlin.

Esta configuração, Marlin + 2 RWS .50, já era bastante melhor que a actual. Óbvio que uma configuração "ideal", seria uma arma mais poderosa no lugar da Marlin, um canhão de 57mm ou 76mm (a Oto Melara desenvolveu ou está a desenvolver uma versão deste canhão que não necessita de perfuração do deck), e posterior colocação da Marlin na posição mais elevada, imediatamente à frente da ponte. Óbvio que uma configuração destas, era super complexa, por isso nem vou por aí.

Existe já é o "Savraponte"
The 76/62 Sovraponte ("over deck") is a new compact lightweight mount for the 76/62 gun. The system is around 30-40% lighter than the standard Super Rapid and its installation requires no penetration of the deck below; the mount houses 76 ready-to-fire rounds and is available for sale both with or without the Strales system. The Sovraponte mount was installed for the first time on the Thaon di Revel-class patrol vessel of the Italian Navy, positioned above the roof of the helicopter hangar

É uma ideia boa esse 76   e mais atras o Marlin, ou em alternativa o Marlin na ré por cima do hangar fixo(melhor distribuído a poder de fogo) e logo atrás do 76mm uma .50  operada remotamente. Ou...o tal sistema Mistral, mesmo o  modelo lançador mais ligeiro(mas isso é um abuso  :D )
Não faltam soluções desde que exista vontade e, acima de tudo perspetiva realista dos assuntos., em vez de "filmes fofinhos" do Mundo das fantasias infantis.


É para isto que os nossos politicos e altas chefias querem que a nossa marinha exista, agora ter Navios armados ??? para quê ???

https://www.noticiasaominuto.com/pais/1663551/navio-hidrografico-portugues-chega-a-cabo-verde-com-doacoes

Abraços

Por isso os NPO como estão basta. A meia dúzia de milhões em Marlim e EO para os dois, já foram gastos muitas vezes em viagens de protocolo bilateral, onde bi é nós continuamos a pagar a pensão de divorcio, com dadivas, bolsas de cursos superiores em faculdades civis e academias policiais e militares. material médico doado, mesmo faltando cá, doentes tratados cá a borla, outras benesses de todo o tipo, onde se inclui valores pagos de prémios "artísticos e culturais" pelo Instituto Camões, Vistos cegos às carradas a malta com boas ligações, etc . E eles dão ...trabalho a empresários amigos, que fazem casarões baratos no Guincho, prendas, colocações para familiares e amigos em empresas a trabalhar nos palop.
Querem emprego para filho engenheiro ou algum assim, falem com o general mandante lá do sitio.

Por isso a politica subserviente que se nota aqui e ali, em certas cenas do dia a dia mediatizadas neste País.
Vai uma selfi.

Então temos o Zaire há mais de dois anos a gastar sei lá...muito, viagens de carregamento de material ofertado, patrulhamento no âmbito "bilateral".
Tudo despesa suportada pelo contribuinte, que esperaria decerto ter uma Marinha que não desse aquela vergonha de ter navios de 1800 toneladas com metralhadores que o Exército monta num jipe e uns binóculos. Ou os Tejo, outra figura linda. Fragatas cheias de ar e helicópteros tímidos por falta de Flir.

Haja si colocações que deem relevo às carreiras, substrato económico e bons contactos.

Para complexidade chega qualquer coisa onde se possa subir na carreira.

Percebo que eu possa ter dado uma ideia errada.
Assim tento esclarecer o que penso.
Como estão não acho estarem bem. Poucos acham.

Falta o essencial de auto proteção, seria o Marlim de 30 mm  e outras armas complementares, dentro das .50 operadas remotamente. O EO, Radar adequado e reabastecimento de helicópteros. Do que agora me ocorre.

Mas, se tivesse o tal hangar fixo que alguns falam e com sentido,  aproveitar e meter algo dentro de .50 ou melhor de 20mm remotas em cima do tal hangar e, as .50 nos bordos, podendo até ser manuais com miras melhores como é comum observar-se, as holosights.

Sei que falei Também agora das LGA 40mm, porque os USA também usam para defesa próxima e até dado a diversidade de munições que usa e alcance foi algo que me lembrei de falar. Um exercício de reflexão.

Mas tudo dentro de uma certa linha, que não foge muito daquilo que julgo ser mínimos, dado a dimensão e outras capacidades do Navio. Claro que na questão de sensores  o EO é obrigatório e um radar adequado. 
 
Então, se por acaso o caminho fosse o 76 mm, como alguns também falam, fazia sentido um  complemento de armas equilibrado a existência desse calibre. Ou então estaríamos perante uma peça de 76 e de duas .50, que não parece fazer muito sentido. Onde estava o intermédio?

Só neste contexto falei então dos Mistral logo atrás do 76 (também aqui já falado e efetivamente existem alguns Patrulhas Oceânicos com esse equipamento e, até como equipamento secundário de navios maiores) e claro da Marlin 30mm na ré, que falei agora neste contexto.
Ou seja, se fosse esse o caminho, (se), então ao aumentar o calibre na proa faz sentido, para mim, algo mais no resto. Até porque depois até outro radar teria de ter. Era um Navio algo diferente no conteúdo geral e com capacidades intermédias para certo tipo de intervenção que estes não tem nem de perto e para os quais as Fragatas seria demais .

Não pretendi defender um ou outro, apenas contextualizar dois modelos diferentes. 
A questão é, que outros navios a Marinha quer ter, ou vai ter.   

Ai, temo que, como disse ou ficará com uns 3 com real compromisso Nato, mais os submarinos e, o resto seja Patrulhas NPO Marlim e EO e UAV. 
Esperemos que não.

Resumindo, não acho descabido o 76 com mais alguns recursos a equilibrar. Ou então, seguir a linha "actual" DO NPO com o 30 mm, mas com .50 remotas, eventualmente um par de MG para não ser tudo automatizado,  o radar adequado e claro o obrigatório EO.

Tem de ser pensado isto dentro do global de meios a ter na Marinha, mas assim como está é que não pode continuar.
O que não devia continuar também era o desfalque de investimento em matérias nacionais em prol de figurinhas de saloio rico, mas já não quero voltar a falar nisso.


Espero ter-me redimido da confusão que provoquei.
Abraço


« Última modificação: Janeiro 12, 2021, 11:22:34 pm por Pescador »
 

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #679 em: Janeiro 13, 2021, 07:58:00 am »
Desculpa Pescador mas tens de te decidir, os NPO servem ou nao como estão?
Abraços

Mesmo sem hangar, é possível colocar, na configuração actual (talvez com algumas ligeiras modificações) em cada lado da chaminé, uma RWS .50. Armas essas que, naquela posição, conseguiriam cobrir todos os ângulos mortos da Marlin.

Esta configuração, Marlin + 2 RWS .50, já era bastante melhor que a actual. Óbvio que uma configuração "ideal", seria uma arma mais poderosa no lugar da Marlin, um canhão de 57mm ou 76mm (a Oto Melara desenvolveu ou está a desenvolver uma versão deste canhão que não necessita de perfuração do deck), e posterior colocação da Marlin na posição mais elevada, imediatamente à frente da ponte. Óbvio que uma configuração destas, era super complexa, por isso nem vou por aí.

Existe já é o "Savraponte"
The 76/62 Sovraponte ("over deck") is a new compact lightweight mount for the 76/62 gun. The system is around 30-40% lighter than the standard Super Rapid and its installation requires no penetration of the deck below; the mount houses 76 ready-to-fire rounds and is available for sale both with or without the Strales system. The Sovraponte mount was installed for the first time on the Thaon di Revel-class patrol vessel of the Italian Navy, positioned above the roof of the helicopter hangar

É uma ideia boa esse 76   e mais atras o Marlin, ou em alternativa o Marlin na ré por cima do hangar fixo(melhor distribuído a poder de fogo) e logo atrás do 76mm uma .50  operada remotamente. Ou...o tal sistema Mistral, mesmo o  modelo lançador mais ligeiro(mas isso é um abuso  :D )
Não faltam soluções desde que exista vontade e, acima de tudo perspetiva realista dos assuntos., em vez de "filmes fofinhos" do Mundo das fantasias infantis.


É para isto que os nossos politicos e altas chefias querem que a nossa marinha exista, agora ter Navios armados ??? para quê ???

https://www.noticiasaominuto.com/pais/1663551/navio-hidrografico-portugues-chega-a-cabo-verde-com-doacoes

Abraços

Por isso os NPO como estão basta. A meia dúzia de milhões em Marlim e EO para os dois, já foram gastos muitas vezes em viagens de protocolo bilateral, onde bi é nós continuamos a pagar a pensão de divorcio, com dadivas, bolsas de cursos superiores em faculdades civis e academias policiais e militares. material médico doado, mesmo faltando cá, doentes tratados cá a borla, outras benesses de todo o tipo, onde se inclui valores pagos de prémios "artísticos e culturais" pelo Instituto Camões, Vistos cegos às carradas a malta com boas ligações, etc . E eles dão ...trabalho a empresários amigos, que fazem casarões baratos no Guincho, prendas, colocações para familiares e amigos em empresas a trabalhar nos palop.
Querem emprego para filho engenheiro ou algum assim, falem com o general mandante lá do sitio.

Por isso a politica subserviente que se nota aqui e ali, em certas cenas do dia a dia mediatizadas neste País.
Vai uma selfi.

Então temos o Zaire há mais de dois anos a gastar sei lá...muito, viagens de carregamento de material ofertado, patrulhamento no âmbito "bilateral".
Tudo despesa suportada pelo contribuinte, que esperaria decerto ter uma Marinha que não desse aquela vergonha de ter navios de 1800 toneladas com metralhadores que o Exército monta num jipe e uns binóculos. Ou os Tejo, outra figura linda. Fragatas cheias de ar e helicópteros tímidos por falta de Flir.

Haja si colocações que deem relevo às carreiras, substrato económico e bons contactos.

Para complexidade chega qualquer coisa onde se possa subir na carreira.

Percebo que eu possa ter dado uma ideia errada.
Assim tento esclarecer o que penso.
Como estão não acho estarem bem. Poucos acham.

Falta o essencial de auto proteção, seria o Marlim de 30 mm  e outras armas complementares, dentro das .50 operadas remotamente. O EO, Radar adequado e reabastecimento de helicópteros. Do que agora me ocorre.

Mas, se tivesse o tal hangar fixo que alguns falam e com sentido,  aproveitar e meter algo dentro de .50 ou melhor de 20mm remotas em cima do tal hangar e, as .50 nos bordos, podendo até ser manuais com miras melhores como é comum observar-se, as holosights.

Sei que falei Também agora das LGA 40mm, porque os USA também usam para defesa próxima e até dado a diversidade de munições que usa e alcance foi algo que me lembrei de falar. Um exercício de reflexão.

Mas tudo dentro de uma certa linha, que não foge muito daquilo que julgo ser mínimos, dado a dimensão e outras capacidades do Navio. Claro que na questão de sensores  o EO é obrigatório e um radar adequado. 
 
Então, se por acaso o caminho fosse o 76 mm, como alguns também falam, fazia sentido um  complemento de armas equilibrado a existência desse calibre. Ou então estaríamos perante uma peça de 76 e de duas .50, que não parece fazer muito sentido. Onde estava o intermédio?

Só neste contexto falei então dos Mistral logo atrás do 76 (também aqui já falado e efetivamente existem alguns Patrulhas Oceânicos com esse equipamento e, até como equipamento secundário de navios maiores) e claro da Marlin 30mm na ré, que falei agora neste contexto.
Ou seja, se fosse esse o caminho, (se), então ao aumentar o calibre na proa faz sentido, para mim, algo mais no resto. Até porque depois até outro radar teria de ter. Era um Navio algo diferente no conteúdo geral e com capacidades intermédias para certo tipo de intervenção que estes não tem nem de perto e para os quais as Fragatas seria demais .

Não pretendi defender um ou outro, apenas contextualizar dois modelos diferentes. 
A questão é, que outros navios a Marinha quer ter, ou vai ter.   

Ai, temo que, como disse ou ficará com uns 3 com real compromisso Nato, mais os submarinos e, o resto seja Patrulhas NPO Marlim e EO e UAV. 
Esperemos que não.

Resumindo, não acho descabido o 76 com mais alguns recursos a equilibrar. Ou então, seguir a linha "actual" DO NPO com o 30 mm, mas com .50 remotas, eventualmente um par de MG para não ser tudo automatizado,  o radar adequado e claro o obrigatório EO.

Tem de ser pensado isto dentro do global de meios a ter na Marinha, mas assim como está é que não pode continuar.
O que não devia continuar também era o desfalque de investimento em matérias nacionais em prol de figurinhas de saloio rico, mas já não quero voltar a falar nisso.


Espero ter-me redimido da confusão que provoquei.
Abraço

Completamente esclarecido.

Abraços