Boa tarde!
Para que tal aconteça é preciso aprovação da AR, e só pode acontecer um ano após a morte, salvo erro.
Que devolvam as cinzas à sua amada Espanha. 
E porque não respeitar a vontade do falecido: uma campa simples, com uma laje por cima e que de vez em quando, quem o quisesse relembrar, lhe levasse uma rosa á campa.
Relembro tambem as sete obras de caridade corporal do Catolicismo (e eu nem sou praticante), são elas:
- Dar de comer a quem tem fome.
- Dar de beber a quem tem sede.
- Vestir os nús.
- Visitar e resgatar os cativos. (sempre supus claro, os injustamente cativos)
- Dar pousada aos peregrinos.
- Visitar os doentes.
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Sepultar os mortos. (e aqui sou da opinião que só muito, mas mesmo muito excepcionalmente alguem deveria ir para um panteão, todos os outros ricos pobres, anónimos, ilustres, religiosos ou ateus, muito democraticamente num cemitério, pois se todos nascem da mesma forma tambem morrem (mais ou menos) da mesma forma)
Quem disse isso foi o senhor Mário Soares, outro traidor.
Cheira-me que esse tambem se estará a fazer ao piso para o Panteão quando bater as botas, o lambão. Quer se recordado como o paizinho da Democracia.............
Cumprimentos