SDA - Sistema de Defesa Aérea

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tsahal

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« Responder #15 em: Agosto 30, 2009, 10:12:53 am »
É como eu ja lhe disse em MP Lightning.... vc não aprende! Dei isso do M777 como exemplo porque até indiquei ect ect ect. Não precisa de enervar-se e voltar a repetir-se. Opine com conhecimento e de forma segura, evitará inventar e consequentemente baralhar a malta que gosta de aprender. Aprender errado não serve para nada como deve imaginar.

Nelson, sei que foi adquirido e recebido mas foi posteriormente vendido. Pode ser que Portugal tenha apenas servido de escala para um pais X que n epoca estava sobre embargo de venda de armamento.
 

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tgcastilho

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Re: AA.
« Responder #16 em: Agosto 30, 2009, 11:06:51 am »
Citação de: "tsahal"
É como eu ja lhe disse em MP Lightning.... vc não aprende! Dei isso do M777 como exemplo porque até indiquei ect ect ect. Não precisa de enervar-se e voltar a repetir-se. Opine com conhecimento e de forma segura, evitará inventar e consequentemente baralhar a malta que gosta de aprender. Aprender errado não serve para nada como deve imaginar.

Nelson, sei que foi adquirido e recebido mas foi posteriormente vendido. Pode ser que Portugal tenha apenas servido de escala para um pais X que n epoca estava sobre embargo de venda de armamento.



E depois,os outros,é que inventam.
 

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tsahal

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« Responder #17 em: Agosto 30, 2009, 11:21:10 am »
inventar o q? Por acaso vi fotografias do Crotale numa unidade Portuguesa na decada de 80 e falaram me disso ha dois anos, se não fosse o caso não estaria aqui a afirmar isso, só n referi o destino final porque não tenho a confirmação disso mas basta pensar um pouco e encontrará.
 

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HCardoso

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« Responder #18 em: Agosto 30, 2009, 12:50:12 pm »
Boas Pessoal

Sistema Míssil AA Ligeiro Crotale m/1974
Inicio do processo para adquirir o sistema Crotale foi em 1973, pois existiam informações que indicavam que na Guiné o inimigo dispunha de meios aéreos, tendo sido fornecido a Portugal um sistema Crotale através da África do Sul.
Em Setembro de 1974 foi levantado em Alverca um pelotão com 2 unidades de tiro e uma unidade de aquisição e levado para CIAAC em Cascais.
Em meados 1975 o processo de aquisição foi interrompido e o material voltou para África do Sul.
Isto tudo com base na descrição feita pelo Livro “Armamento do Exercito Português Vol II – Armamento de Artilharia Antiaérea”
Cumprts
HCardoso
 

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tgcastilho

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Re: AA.
« Responder #19 em: Agosto 30, 2009, 01:16:13 pm »
Citação de: "tsahal"
inventar o q? Por acaso vi fotografias do Crotale numa unidade Portuguesa na decada de 80 e falaram me disso ha dois anos, se não fosse o caso não estaria aqui a afirmar isso, só n referi o destino final porque não tenho a confirmação disso mas basta pensar um pouco e encontrará.



Anos 80?

Oh meu amigo,como se costuma dizer "eles tanto foram,como vieram"

Os crotale passaram cá pouco tempo.
 

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tsahal

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« Responder #20 em: Agosto 30, 2009, 02:00:41 pm »
Vc diz que eu tava a inventar mas agora confirma! Muito obrigado.

Eu disse que vieram e foram, nunca disse que ficaram como sabe! O facto é que estiveram como vc confirmou, se estiveram 1 ou mais dias, não importa, o que interessa é que estiveram, é um facto adquirido!

Segundo o post do HF Cardoso foram para a Africa do Sul, eu tinha a ideia que tinham ido para esse pais.

Acredito que possa ter sido na decada de 70 e n de 80 como indicado por mim mas foi a data que tinha no momento do post, não fui confirmar os dados na documentação.

Alguem tem mais fotos deles no momento em que estiveram em Portugal assim como do Blowpipe? Acho que esteve tb o exocet integrado num camião mas apenas para uma demonstração.
 

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tgcastilho

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Re: AA.
« Responder #21 em: Agosto 30, 2009, 04:24:49 pm »
Citação de: "tsahal"
Vc diz que eu tava a inventar mas agora confirma! Muito obrigado.

Eu disse que vieram e foram, nunca disse que ficaram como sabe! O facto é que estiveram como vc confirmou, se estiveram 1 ou mais dias, não importa, o que interessa é que estiveram, é um facto adquirido!

Segundo o post do HF Cardoso foram para a Africa do Sul, eu tinha a ideia que tinham ido para esse pais.

Acredito que possa ter sido na decada de 70 e n de 80 como indicado por mim mas foi a data que tinha no momento do post, não fui confirmar os dados na documentação.

Alguem tem mais fotos deles no momento em que estiveram em Portugal assim como do Blowpipe? Acho que esteve tb o exocet integrado num camião mas apenas para uma demonstração.



Mas você disse o que?Você não disse,nada disso,veja lá com a mania,de corrigir,os outros ,e em pouco tempo já se enganou 2 vezes.


Você disse e passo a citar:
Nelson, sei que foi adquirido e recebido mas foi posteriormente vendido. Pode ser que Portugal tenha apenas servido de escala para um pais X que na epoca estava sobre embargo de venda de armamento.

Isto foi o que você disse.
 

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tsahal

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« Responder #22 em: Agosto 30, 2009, 05:31:42 pm »
Bem eu não vou alimentar mais o seu bla bla bla sem conteudo. Se vc sabe alguma coisa sobre esse tema e queira partilhar, faça favor. Está  provado que Portugal teve ca o Crotale, foi embora, correu mal!
 

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HCardoso

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« Responder #23 em: Agosto 30, 2009, 06:17:24 pm »
Boas Pessoal
Para que todos tenham conhecimento da historia "Crotale m/974

Retirado da seguinte publicação,  Boletim da Artilharia Antiaérea
N.º 3 – II Série – Outubro 2003 / Edição Especial

“Testemunho do
Coronel Art Henrique Maurício

Estávamos no ano de 1973, e eu tinha vindo de Lamego, onde
fui dar instrução a um curso de Comandos. Após este curso,
tinha-me oferecido para comandar uma Companhia de Comandos,
mas tinha que, primeiro ir tirar o curso e só depois poderia comandar.
Como não tinha ainda o curso, avançou um outro capitão,
e eu regressei à minha Unidade, que era o RAAF.
Entretanto surge uma notícia de que o Inimigo, na Guiné, já possuía
meios aéreos nomeadamente aviões a jacto, constituindo assim
uma ameaça aérea inexistente até então. Em consequência desta notícia,
face aos meios obsoletos existentes na altura resolveu-se arranjar
rapidamente uma solução que fizesse face a esta nova ameaça, e que
fosse tecnologicamente avançada.
Resolveu-se adquirir 3 Baterias, sendo uma destinada à defesa do
aeroporto de Bissau, na Guiné; outra para a zona da Diamangue em
Angola e finalmente uma para a defesa da barragem de Cabora-Bassa,
em Moçambique.
Dentro do contexto internacional e face à situação politica em que
o país, na altura se encontrava, em que era visto por outros países,
especialmente os EUA, como país colonialista e ocupante de outras
Nações, todas as "portas" se fechavam, quando se tratava de aquisições
de material com fins militares. A única excepção a este "cerco"
era de facto a África do Sul, que apoiou em vários aspectos o nosso
país, sendo nosso aliado na altura. Tendo isto em consideração e, devido
ao tempo de espera que normalmente decorre, entre o pedido e
o fornecimento efectivo, neste tipo de aquisições, (normalmente
dois anos), surgiu a hipótese de a França fornecer um Sistema Míssil
SHORAD através da África do Sul.
A aquisição deste material foi possível, porque, a África do Sul,
estava então, em pleno processo de compra do Míssil Crotale e face
à nossa urgência, estes prescindiam de uma Bateria, em proveito do
nosso país. Na verdade, apenas se veio a concretizar a vinda de um
Pelotão, constituído por duas unidades de tiro e uma de unidade de
aquisição (3 viaturas).
Em finais de 1973 fui contactado pelo então 2º Comandante do
RAAF, Major Corte Real, no sentido de tomar parte no projecto
Crotale. Juntou-se então um grupo de Trabalho constituído pelo TC
Art Aníbal Rocha, Cap Art o Rosado Luz, Cap Art Sousa Castro, Cap
Art Faria Barbosa, Cap SMAT Patrício Cordeiro e por nove Sargentos
tanto de Artilharia como de Serviço de Material.
Este grupo reuniu-se na EMEL afim de frequentar um curso de
pré-preparação para o curso de Crotale, a frequentar posteriormente
em França. Esta preparação incluiu aulas de Francês, com especial
incidência para os Sargentos que possuíam menor preparação
nesta língua.”

Cumprts
HCardoso
 

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HCardoso

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« Responder #24 em: Agosto 30, 2009, 06:23:46 pm »
Faltou esta parte

Retirado da seguinte publicação,  Boletim da Artilharia Antiaérea
N.º 3 – II Série – Outubro 2003 / Edição Especial

(continuação)

“Testemunho do
Coronel Art Henrique Maurício”

Em Maio de 1974 embarcámos
para França, a fim de frequentar o
curso de Crotale, com uma duração
média de 3 meses. Ficamos alojados
na cidade universitária de Paris. O
curso era constituído por duas partes,
sendo, a primeira, de carácter
mais teórico, e tendo decorrido nas
instalações da Firma Francesa Thompson
CSF. A segunda parte, de vertente
mais prática, decorreu em Orléans,
no Centro de Ensaios. Após
três meses, regressaram todos os
Oficias, excepto eu e os Sargentos
que ficámos mais um mês para
podermos participar em sessões de
Fogos Reais. Os Sargentos e o Capitão
do Serviço de Material permaneceram ainda
mais um mês para instrução de manutenção.
Em Setembro de 1974, fomos levantar o material
a Alverca, tendo sido transportado para as instalações
do CIAAC em Cascais. Após a sua chegada e posterior
vinda de uma equipa de técnicos franceses, da fábrica
para dar apoio à instalação e operação dos materiais,
procederam-se a alguns cursos para oficiais e sargentos,
realizando-se também diversos exercícios tácticos,
com a participação da Força Aérea, na região da
Ericeira e do Guincho. Desde logo, ficaram demonstradas
todas as capacidades do material, sendo este,
um verdadeiro "salto" tecnológico comparativamente
aos materiais que estavam em serviço na altura. O
Radar de Aquisição, complementado pelos radares de
seguimento, davam-lhe uma grande capacidade de
empenhamento sobre diversos alvos.
Com as alterações políticas verificadas, após o 25
de Abril de 1974 e todo o processo de descolonização,
nos países que eram anteriormente colónias portuguesas
em África, deixou então de fazer sentido, a
aquisição deste material, para o propósito que foi
inicialmente estabelecido. O processo de aquisição
foi interrompido e em meados de 1976, o material
existente foi vendido a um país estrangeiro.”

Cumprts
 

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tsahal

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« Responder #25 em: Agosto 30, 2009, 08:22:12 pm »
Obrigado HCardoso. A ver se agora o tgcastilho mete no cerebro que de facto Portugal teve o Crotale, momentaneamente mas teve é um facto.

Confirma-se a posterior entrega á Africa do Sul?
 

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tgcastilho

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Re: AA.
« Responder #26 em: Agosto 30, 2009, 08:50:37 pm »
Citação de: "tsahal"
Obrigado HCardoso. A ver se agora o tgcastilho mete no cerebro que de facto Portugal teve o Crotale, momentaneamente mas teve é um facto.

Confirma-se a posterior entrega á Africa do Sul?


Ouça lá,mas eu alguma vez disse,que Portugal nunca recebeu,o crotale?

Já vi,que você gosta muito de alterar os factos.
 

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Lightning

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Re: AA.
« Responder #27 em: Agosto 30, 2009, 08:58:20 pm »
Citação de: "tsahal"
É como eu ja lhe disse em MP Lightning.... vc não aprende! Dei isso do M777 como exemplo porque até indiquei ect ect ect. Não precisa de enervar-se e voltar a repetir-se. Opine com conhecimento e de forma segura, evitará inventar e consequentemente baralhar a malta que gosta de aprender. Aprender errado não serve para nada como deve imaginar.


Mas é claro que aprendo, posso é ser lento, ninguém é perfeito, aprendi consigo, que o M777 não cabe no C295 nem pode ser transportado em carga suspensa no EH101.
 

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tsahal

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« Responder #28 em: Agosto 30, 2009, 09:05:49 pm »
Vc não afirmou que eu estava a inventar?? Vc tem memoria curta, ou é da idade ou come queijo em demasiadas quantidades.

Bom, mas tem alguma coisa de novo para além do que foi dito por mim e pelo HCardoso? Pq até agora limitou-se a criticar e nós gostariamos de aprender.

A empresa é a Thomson CSF actualmente Thales.
 

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tsahal

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M777.
« Responder #29 em: Agosto 30, 2009, 09:08:25 pm »
fico contente que tenha aprendido alguma coisa Lightning e sempre que vc precisar não hesite em perguntar.

Eu apenas fiz o copy past da brochura da BAE onde refere isso de quem pode transportar ou helitransportar a peça. Sobre isso do C27J e C295 é uma questão de logica, basta ver o tamanho da peça e o das aeronaves para chegar à conclusão que não é possivel.
 

 

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