Notícias do Exército Brasileiro

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1005 em: Novembro 15, 2017, 09:30:48 pm »
7º RC Mec participa de Experimentação Doutrinária


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Santana do Livramento (RS) - No período de 4 a 10 de novembro, o 7º Regimento de Cavalaria Mecanizado (7º RC Mec) participou da Experimentação Doutrinária da 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada (15ª Bda Inf Mtz), sediada em Cascavel/PR. O exercício, denominado “Operação Iguaçu” foi realizado no Campo de Instrução Barão de São Borja (Saicã), no município de Rosário do Sul/RS.

A atividade ocorreu num quadro tático que simulava embates entre forças oponentes de valor Batalhão de Infantaria e Regimento de Cavalaria, representado pelo 7º RC Mec. O objetivo do exercício era colher parâmetros de planejamento e utilização para a 15ª Bda Inf Mtz, a qual está em fase de implantação no Exército Brasileiro. Da mesma forma, o exercício serviu para complementar os testes de utilização tática da Viatura Blindada de Transporte de Pessoal Guarani, a viatura mais moderna, recentemente adquirida pelo Exército, e que, num futuro breve, estará também compondo as guarnições do 7º RC Mec.

A operação foi coordenada pelo Comando da 15ª Bda Inf Mtz e contou com a participação de Organizações Militares diretamente subordinadas àquela Grande Unidade, tais como: 30º Batalhão de Infantaria Mecanizado (Apucarana/PR), 33º Batalhão de Infantaria Mecanizado (Cascavel/PR) 34º Batalhão de Infantaria Mecanizado (Foz do Iguaçu/PR), 26º Grupo de Artilharia de Campanha (Guarapuava/PR), 15º Batalhão Logístico (Cascavel/PR) e o 16º Esquadrão de Cavalaria Mecanizada (Francisco Beltrão/PR).

A Operação Iguaçu foi uma excelente oportunidade de adestramento para o Sétimo de Cavalaria, o qual, uma vez mais, honrou as tradições de uma história secular de profissionalismo e dedicação, por parte de todos os seus integrantes, ao Exército Brasileiro.






 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1006 em: Novembro 16, 2017, 11:26:54 am »
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1007 em: Novembro 16, 2017, 11:45:53 am »
Comando de Operações Especiais, Goiânia/GO. Foto: ST Edmilson - CComSEx
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1008 em: Novembro 16, 2017, 12:20:10 pm »
Manobra Escolar 2017


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Rio de Janeiro (RJ) – A Manobra Escolar é um exercício no terreno, organizado pelo Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx), que conta com a participação e integração das diversas escolas militares do Sistema de Ensino do Exército Brasileiro, além de várias Organizações Militares Operacionais da Força Terrestre.

O objetivo maior desta operação é permitir que os discentes dos diversos estabelecimentos de Ensino da Força possam consolidar seus ensinamentos, praticando, no desempenho de suas funções, competências adquiridas no decorrer de seus cursos.

O exercício tem características de um ambiente operacional contemporâneo, com o emprego de tropas no amplo espectro dos conflitos armados em áreas humanizadas, com ameaças fluídas e difusas.

Entre 23 de outubro e 1º de novembro, os alunos do Curso de Comando e Estado-Maior (CCEM), integrando o EM da Força Terrestre Componente (FTC) e o EM da Brigada Agulhas Negras (Bda AN), ainda nas instalações da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), iniciaram os trabalhos de planejamento (conceitual e detalhado). Após isso, no dia 07 de novembro, realizaram a exposição da concepção operativa da manobra e a ordem aos elementos subordinados no Teatro General Leônidas, localizado na Academia Militar das Agulhas Negras, para todo o efetivo participante da Manobra.

FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/escola-de-comando-e-estado-maior-do-exercito-manobra-escolar-2017

 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1009 em: Novembro 17, 2017, 07:49:21 pm »
Operação Treme Cerrado: 2 mil militares participam de exercício de combate


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O Comando Militar do Planalto (CMP) realizou, no período de 03 a 12 de novembro, a Operação Treme Cerrado, grande exercício militar de combate convencional, dentro de um contexto de defesa da Pátria, com as finalidades de aprimorar sua capacidade de mobilização militar, elevar o nível operacional de sua tropa, prosseguir com a capacitação de seus profissionais, entre outras.
A Treme Cerrado contou com a participação de, aproximadamente, 280 veículos e cerca de 2 mil militares oriundos do Comando de Operações Especiais, da 3ª Brigada de Infantaria Motorizada e das Organizações Militares diretamente subordinadas ao CMP e de seu Estado-Maior.

Esta atividade, prevista no Programa de Adestramento Anual, foi realizada integralmente na área de instrução do Campo de Instrução de Formosa (GO). Ao longo desta ação, foram realizados treinamentos operacionais, tais como marcha para o combate, ataque coordenado, reconhecimento e segurança, operações especiais e o tiro das armas coletivas.
 
Problemas Militares Simulados (PMS) foram propostos aos oficiais, subtenentes e sargentos em funções de comando, aos quais couberam realizar um estudo de situação e decidir pela linha de ação a tomar.

O desempenho da tropa foi analisado após término do exercício, na reunião de Análise Pós-Ação (APA), consolidando a aprendizagem.

Para a concentração estratégica das tropas no local de exercício, houve grande fluxo de veículos militares nas estradas que de Brasília chegam a Formosa, por ocasião do início da Operação, bem como no seu encerramento, quando as tropas retornaram às suas cidades de origem.

Foram realizadas coordenações com a Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil e Polícia Militar, o que permitiu que o fluxo do trânsito transcorresse da melhor forma possível, sem nenhuma alteração.

O Exercício

O Exercício desenvolveu-se em duas fases. Na primeira, nível Brigada, foi realizado o exercício de conclusão do Período de Adestramento Básico (PAB) da 3ª Brigada de Infantaria Motorizada.
 
Ato contínuo, foi realizado o exercício referente ao Período de Adestramento Avançado (PAA) do CMP, cumprindo os objetivos de adestramento previstos no Plano de Instrução Militar (PIM/2017). Foi realizado, ainda, no dia 11 de novembro, o Tiro das Armas Coletivas orgânicas daquela Brigada.

Infraestrutura

Para o alcance do máximo de realismo em todas as ações desenvolvidas, foi montado um Sistema de Comando e Controle similar àqueles usados em uma situação de combate.
 
Para o apoio da manobra, foram empregadas estruturas de cozinha de campanha, barracas, toldos, redes de camuflagem, cisternas de água, cisterna de combustível e geradores. A tropa bivacou durante toda a Operação. A manutenção da rede mínima de estradas foi garantida pelo emprego de tratores motoniveladores, bobcat, entre outros.

As comunicações durante a Operação foram garantidas pelo Sistema de Comunicação Militar por Satélite (SISCOMIS), pelo emprego de rádios APX 2000, XTL 1500 Motorola e repetidoras. Foi empregado , ainda, o Radar SABER M 60.









 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1010 em: Novembro 19, 2017, 04:16:52 am »
Brasil enviará mil soldados a missão na República Centro-Africana

ONU reconhece profissionalismo do Brasil em Missões de Paz


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O Brasil deverá enviar tropas para a missão de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) na República Centro-Africana, disse nesta quinta-feira em Washington o ministro da Defesa, Raul Jungmann.

Segundo ele, o contingente será formado por 1.000 soldados, que chegarão ao país antes de meados do próximo ano, caso a proposta seja aprovada pelo Congresso.

O objetivo do Brasil é ter o comando da missão, mas isso dependerá de uma decisão da ONU, afirmou. Jungmann discutiu o assunto com representantes da organização na quarta-feira em Vancouver, no Canadá.

O próximo passo será a formalização do convite e sua submissão aos parlamentares brasileiros. Jungmann ressaltou que o Brasil construiu uma boa imagem nessa área nos 13 anos em que esteve à frente da missão de paz da ONU no Haiti, durante os quais 36 mil soldados brasileiros passaram pelo país.

Em sua opinião, a influência e o “ranking” internacional de um país são determinados em parte por sua participação nesses esforços. “Nós temos responsabilidades globais com a estabilidade e a paz no mundo.” O ministro disse ainda que o Brasil foi convidado para indicar o militar que assumirá o comando da missão de paz na República Democrática do Congo.

ONU reconhece profissionalismo do Brasil em Missões de Paz¹
A última agenda do ministro da Defesa, Raul Jungmann, em Vancouver (Canadá), na quarta-feira (15), foi uma reunião com o subsecretário-geral das Nações Unidas (ONU) para Operações de Paz, Jean-Pierre Lacroix.

Jungmann explicou ao representante da ONU que a próxima missão de paz das tropas brasileiras deverá ser definida pela Presidência da República e pelo Congresso Nacional.

Lacroix reconheceu o sucesso do Brasil na Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (MINUSTAH) e disse que a organização precisa de países que tenham uma capacidade mais robusta para enfrentar os desafios da manutenção da paz. “Nós acreditamos que o Brasil tem potencial e experiência”, afirmou ele.

O subsecretário também disse que o nível de profissionalismo das tropas brasileiras é muito elevado e espera poder contar com este apoio para as próximas operações, já que para a ONU ficou bem claro que o Brasil fez a diferença nos 13 anos em que passou no Haiti. “Nós temos vários casos, em particular na República Centro Africana, em que precisamos de um grau de efetividade muito alto. Contamos muito com o apoio do Brasil”, conclui Lacroix.

O ministro da Defesa brasileiro participou da Reunião Ministerial de Defesa das Nações Unidas para a Manutenção da Paz, que ocorreu também no dia 15. O encontro reuniu cerca de 80 países, dos quais pelo menos 30 foram representados por ministros da Defesa. Durante o evento, foram discutidas estratégias que tornassem as operações de manutenção da paz mais ágeis, mais eficazes e mais focadas no campo.

Missões com participação do Brasil

Ao todo, o Brasil já participou de aproximadamente 50 missões das Nações Unidas, tendo enviado cerca de 50 mil militares ao exterior. Em outubro deste ano, o Brasil encerrou suas atividades na Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (MINUSTAH), que contou com a participação de tropas de outros 15 países, além do efetivo brasileiro de capacetes azuis da Marinha, do Exército e da Força Aérea.

Ao longo dos 13 anos em que os brasileiros estiveram no país caribenho, a população haitiana sofreu duas grandes catástrofes naturais. No dia 12 de janeiro de 2010, um terremoto causou a morte de mais de 200 mil pessoas. Em 4 de outubro de 2016, o furacão Matthew causou inundações e deixou milhares desabrigados. O apoio das tropas se mostrou imprescindível diante desses infortúnios.

Desde de 2011, o Brasil comanda a Força-Tarefa Marítima (FTM) da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL), onde nossa Marinha mantém um navio e uma aeronave para impedir a entrada de armas ilegais e contrabandos naquele país, além de contribuir para o treinamento da Marinha libanesa.

Atualmente, o Brasil mantém observadores militares e oficiais de estado maior em missões no Chipre, na República Centro-Africana, no Saara Ocidental, na República Democrática do Congo, na Guiné Bissau, no Sudão e no Sudão do Sul. O Brasil permanecerá com suas Forças Armadas em condições de enviar efetivos para atuarem no exterior, especificamente em Missões de Paz sob o comando das Nações Unidas e observando os dispositivos legais que embasam a participação nacional em atividades desta natureza.

Confira a íntegra do discurso do ministro na sessão plenária "Protegendo aqueles em risco", durante a Reunião Ministerial de Defesa das Nações Unidas para a Manutenção da Paz.

Por Adriana Fortes - Assessoria de Comunicação Ministério da Defesa
FONTE: http://www.defesanet.com.br/un/noticia/27705/Brasil-enviara-mil-soldados-a-missao-na-Republica-Centro-Africana/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1011 em: Novembro 23, 2017, 10:22:43 am »
ONU oficializa pedido de tropas ao Brasil: República Centro Africana


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Através do documento DPKO/OMA/….. , o Secretário das Nações Unidas oficializou pedido formal a Missão Permanente do Brasil nas Nações Unidas para a cessão de um contingente militar brasileiro que será mobilizado para tomar parte na Multidimensional Integrated Stabilization Mission in the Central African Republic (MINUSCA).

No documento, é estipulado que o Governo Brasileiro deverá se responsabilizar pelo envio de um efetivo mínimo de 750 militares (valor batalhão de infantaria), organizados em companhias equipadas com material, logística e armamentos modernos, tudo pré-aprovado mediante inspeções realizadas pelo pessoal da ONU.

Esse mesmo documento, quando se refere ao prazo para o envio das tropas brasileiras, usa a expressão “assim que for possível”, indicando a premente necessidade de mais Capacetes Azuis na República Centro Africana.

Como é usual para qualquer tropa atuando como Capacete Azul, os selecionados devem apresentar fichas de conduta sem qualquer tipo de processo na justiça, ou incorrer em crimes que atentem contra as leis humanitárias internacionais, entre outros requisitos legais.

Um intenso programa de treinamento desse pessoal deverá ser iniciado o quanto antes. Com relação ao material que a tropa brasileira receberá para operar na RCA, algumas aquisições pontuais deverão ocorrer em ritmo de urgência.

Brasil busca equipamentos

Como noticiado por T&D, os estudos sobre a RCA indicam a necessidade de veículos blindados sobre quatro rodas adquiridos de 2ª mão. As Forças Armadas brasileiras estão realizando uma série de consultas a nações amigas que possuam experiência em Missões de Paz da ONU com maior risco as tropas envolvidas, e assim verificar quais lacunas de material devem ser supridas.

Entre as conclusões desses estudos (comentadas nos bastidores), a falta de material adequado para operações em um cenário de imposição de paz é um tema recorrente. Segundo fontes em Brasília, o Exército Brasileiro vem buscando alternativas que permitam equipar rapidamente uma Força Expedicionária com material de 2ª mão fornecido por países amigos.

Entre as demandas estão a compra emergencial de veículos blindados leves sobre quatro rodas (fala-se em IVECO LMV/LINCE usados via Exército Italiano, ou Hummer/Humvee usados via Exército dos Estados Unidos), entregues prontos para emprego, kits de blindagem extra para os Guarani, estações de armamento remotamente controladas com capacidade diuturna/qualquer tempo, também para reforçar os 6×6, e um incremento na capacidade de comunicação por rádio destes veículos e da tropa, com rádios digitais de maior alcance e capacidade que os atualmente disponíveis.


Também fazem parte dos equipamentos tidos como indispensáveis para a tropa brasileira, segundo esses mesmos estudos, óculos de visão noturna, miras/designadores laser acoplados aos novos fuzis de assalto Imbel IA2 e uma capacidade logística/apoio ao combate ampliado.

Esse material teria de ser adquirido, entregue, disponibilizado e a tropa treinada no seu emprego antes do final do primeiro semestre de 2018, daí a necessidade de acelerar o processo de aquisição com a opção de material de 2ª mão disponível no mercado.


Interessante observar como fica a situação da Imbrafiltro e seu Gladiador II, da Avibras Aeroespacial e seu Guará 4WS, e da Iveco, com o seu LMV. No caso da última, a seleção do seu blindado pelo Exército Brasileiro, anunciada em 2016, não se concretizou ainda na assinatura de um contrato de produção.

Comenta-se que o fornecimento de 30 carros LMV/LINCE de segunda mão, para suprir a demanda existente, seria descontado da encomenda ainda não efetivada, quando esta for contratada. No entanto, a opção Hummer/Humvee significaria outra linha de suprimentos diferente numa mesma missão, caso os dois carros sejam adotados.

Por outro lado, o Exército Brasileiro não costuma recusar uma boa oferta de material militar demandado, quando isso ocorre via Foreign Military Sales (FMS), o que pode ser o caso dessa aquisição, caso ela se concretize.

Contra as intenções do Ministério da Defesa, dar as Forças Armadas experiência real em cenários cada vez mais exigentes, existem as considerações de ordem econômica (fala-se em um custo anual de US$ 100 milhões para a missão) e a politização do tema.

No último final de semana, o Jornal O Estado de São Paulo publicou artigo onde a proposta de envio das tropas recebeu duras críticas, incluindo setores do Itamaraty resistentes a ideia, e parlamentares que estão dispostos a politizar a questão já que 2018 é ano de eleições presidenciais no País.

Em abril último, especialistas do Sistema de Capacidades de Prontidão de Manutenção da Paz da ONU (UNPCRS) visitaram a capital amazonense para inspecionar o transporte turboélice C-105 Amazonas, avião capaz de realizar missões de transporte tático e logístico, incluindo lançamento de paraquedistas, evacuação médica e entrega de cargas variadas, como vacinas, alimentos e água potável.

Durante a visita a Base Aérea de Manaus, a Força Aérea Brasileira (FAB) enfatizou que o modelo é versátil, podendo ser utilizado em operações de busca e salvamento, missões em áreas de difícil acesso ou que não possuem pista de pouso convencional.

Oficiais do UNPCRS foram acompanhados por representantes do Ministério da Defesa, do Centro Conjunto de Operações de Paz no Brasil (CCOPAB), do Comando de Preparo(COMPREP) e do Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER).

Além do C-105 Amazonas, o Estado brasileiro colocou à disposição da ONU dois helicópteros H-60L Black Hawk e dois turboélices de ataque leve Embraer A-29 Super Tucano.



Processo demorado

Atualmente, o Brasil é um voluntário de nível 1 no sistema do UNPCRS. Esta primeira etapa começa quando um Estado-membro decide se candidatar à participação em missões de paz, oferecendo seus meios aéreos. (tal como o País fez com relação a República Centro Africana):

Com a vistoria presencial dos especialistas da ONU, o governo espera ser elevado ao nível 3 — quando os pré-requisitos para a utilização das aeronaves já foram verificados e tem início o planejamento das operações. A última etapa prevê que efetivos e aviões fiquem de prontidão para emprego em no máximo 90 dias.

O processo tem inúmeras etapas, e a previsão é de que as aeronaves brasileiras, caso sejam aprovadas, possam ser empregadas no segundo semestre de 2018.

Exatamente a mesma metodologia se aplica aos veículos blindados e demais equipamentos aqui descritos. A compra de material já qualificado (de 2ª mão) teria o efeito de acelerar o processo de inspeções. Como esses veículos não são aprovados se não atenderem a todos os requisitos colocados pela ONU, está garantida a qualidade mínima de proteção e mobilidade necessárias.
FONTE: http://tecnodefesa.com.br/onu-oficializa-pedido-de-tropas-ao-brasil-republica-centro-africana/
« Última modificação: Novembro 23, 2017, 10:24:21 am por Vitor Santos »
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1012 em: Novembro 23, 2017, 12:35:10 pm »
Olhem lá quem está em Tancos (Regimento de Paraquedistas).



Fonte: Serrano Rosa
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 
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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1013 em: Novembro 24, 2017, 02:24:58 am »
Olhem lá quem está em Tancos (Regimento de Paraquedistas).



Fonte: Serrano Rosa

Esses militares brasileiros de gorro amarelo são do Batalhão de Dobragem, Manutenção de Paraquedas e Suprimento pelo Ar (DoMPSA). Os militares daquela unidade são especialistas em dobragem de todos os tipos de pára-quedas. Além disso, executam a manutenção de materiais aeroterrestres e realizam o lançamento de suprimentos de aeronaves militares.


 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1014 em: Novembro 26, 2017, 12:59:22 am »
Operação Agulhas Negras 2017

Apronto Operacional na Aviação do Exército































 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1015 em: Novembro 26, 2017, 01:05:15 am »




 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1016 em: Novembro 28, 2017, 12:30:50 pm »
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1017 em: Novembro 28, 2017, 08:03:46 pm »
E nem uma referência à possível participação conjunta com o Exército português que já vai no 2º contingente na RCA...  :N-icon-Axe:
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1018 em: Novembro 29, 2017, 12:17:14 pm »
E nem uma referência à possível participação conjunta com o Exército português que já vai no 2º contingente na RCA...  :N-icon-Axe:

Normal... Por acaso os meios de comunicação de Portugal deram destaque a ida do Brasil à RCA? (Pelo menos eu não vi)

E a atuação do Brasil no Haiti, a mídia portuguesa dedicou pelo menos um parágrafo ao fim daquela missão comandada pelo Brasil? (Também não achei).
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #1019 em: Novembro 30, 2017, 07:56:38 pm »
E nem uma referência à possível participação conjunta com o Exército português que já vai no 2º contingente na RCA...  :N-icon-Axe:

Normal... Por acaso os meios de comunicação de Portugal deram destaque a ida do Brasil à RCA? (Pelo menos eu não vi)
Nem tem que dar pois o Brasil ainda não enviou coisa nenhuma! Só quase no final da missão do primeiro contingente é que foi feita uma reportagem no local.
http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=12470.0

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E a atuação do Brasil no Haiti, a mídia portuguesa dedicou pelo menos um parágrafo ao fim daquela missão comandada pelo Brasil? (Também não achei).

Mas aqui não se trata de mídia. Apenas um youtuber ( e que demora uma eternidade a desenvolver qualquer assunto!!!) que "analisa" a o estado geral da história, economia e conflitos da RCA e que o Brasil irá enviar uma força militar para esse país.
Mas que passa ao lado de um dos fatores que fazem toda a diferença numa missão da ONU...

As forças com que vamos trabalhar!
Pois é totalmente diferente trabalhar com exércitos africanos ou com um Exército NATO. 
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