Notícias do Exército Brasileiro

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #960 em: Setembro 08, 2017, 02:59:17 pm »
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #961 em: Setembro 08, 2017, 04:15:54 pm »




FONTE: Agência Brasília
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #962 em: Setembro 09, 2017, 02:53:14 am »
 

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mafets

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #963 em: Setembro 12, 2017, 09:19:21 am »
Mais Leopard 1? ???  ??? http://www.forte.jor.br/2017/08/31/exercito-vai-inspecionar-tanques-leopard-1a5-na-italia-e-suica/
Citar
Designação para viagem de serviço ao exterior. O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 4º da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, alterada pela Lei Complementar nº 136, de 25 de agosto de 2010, combinado com o art. 1º do Decreto nº 8.798, de 4 de julho de 2016, e considerando o disposto no art. 20, inciso VI, alínea “i”, da Estrutura Regimental do Comando do Exército, aprovada pelo Decreto nº 5.751, de 12 de abril de 2006, e o que prescreve a Portaria nº 545-MD, de 7 de março de 2014, resolve DESIGNAR os militares a seguir nomeados, todos da D Mat, para realizar inspeção dos blindados VBC CC Leopard 1A5 (Atv PVANA Inopinada X17/760), na cidade de Villese, na República Italiana, e nas cidades de Tune e Zurique, na Confederação Suíça, no período de 1º a 10 de setembro de 2017, incluindo os deslocamentos:

Cel QEM R/1 ARTHUR ROZENDO DE CAMPOS LEITE, Prestador de Tarefa por Tempo Certo;
Ten Cel QMB MARCO AURÉLIO DUARTE SILVA;
Ten Cel Cav MARCOS ANTONIO SILVANO DOS SANTOS;
e 1º Sgt MB/Mnt Armt NILSON ROBERTO DA SILVA.


saudações

"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #964 em: Setembro 12, 2017, 05:30:51 pm »
Mais Leopard 1? ???  ??? http://www.forte.jor.br/2017/08/31/exercito-vai-inspecionar-tanques-leopard-1a5-na-italia-e-suica/
Citar
Designação para viagem de serviço ao exterior. O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 4º da Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, alterada pela Lei Complementar nº 136, de 25 de agosto de 2010, combinado com o art. 1º do Decreto nº 8.798, de 4 de julho de 2016, e considerando o disposto no art. 20, inciso VI, alínea “i”, da Estrutura Regimental do Comando do Exército, aprovada pelo Decreto nº 5.751, de 12 de abril de 2006, e o que prescreve a Portaria nº 545-MD, de 7 de março de 2014, resolve DESIGNAR os militares a seguir nomeados, todos da D Mat, para realizar inspeção dos blindados VBC CC Leopard 1A5 (Atv PVANA Inopinada X17/760), na cidade de Villese, na República Italiana, e nas cidades de Tune e Zurique, na Confederação Suíça, no período de 1º a 10 de setembro de 2017, incluindo os deslocamentos:

Cel QEM R/1 ARTHUR ROZENDO DE CAMPOS LEITE, Prestador de Tarefa por Tempo Certo;
Ten Cel QMB MARCO AURÉLIO DUARTE SILVA;
Ten Cel Cav MARCOS ANTONIO SILVANO DOS SANTOS;
e 1º Sgt MB/Mnt Armt NILSON ROBERTO DA SILVA.


saudações

Sim. O EB vai analisar Leopard 1A5 procedentes da Itália, comprados pela empresa suíça RUAG, provavelmente para substituir os 40 Leopard 1A1 do EB.
 

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mafets

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #965 em: Setembro 13, 2017, 11:40:45 am »
Não se justificava darem o salto para o Leopard 2 (mesmo menos, para ficarem ao nível de Chilenos e Venezuelanos) ? É que para "105 mm" já têm o M60.


Citar
http://www.forte.jor.br/2015/10/02/tanque-m60-em-roraima/

Cumprimentos
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Re: Exército Brasileiro
« Responder #966 em: Setembro 13, 2017, 03:07:16 pm »
Não se justificava darem o salto para o Leopard 2 (mesmo menos, para ficarem ao nível de Chilenos e Venezuelanos) ? É que para "105 mm" já têm o M60.


Citar
http://www.forte.jor.br/2015/10/02/tanque-m60-em-roraima/

Cumprimentos

Justificável é, porém acho que o EB, neste momento, me parece interessado em substituir os Leopard 1A1 por 1A5 para padronizar a frota.

Acho que essa matéria deve esclarecer melhor:

Citar
Leopard 1A5 italianos para o Exército Brasileiro?

Um MBT Leopard 1A5 do Exército Italiano completamente configurado para missões no exterior. Estes carros encontram-se estocados na atualidade.

O encontro da comunidade de nações operadoras do carro de combate KMW Leopard 2 (LeoBen CDWG 2017), acontece pela primeira vez este ano no Chile, reunindo mais 11 países usuários: Alemanha, Áustria, Canadá, Dinamarca, Espanha, Finlândia, Noruega, Polônia, Portugal, Singapura e Suécia.

O Brasil, ausente da conferência devido ao fato de o Exército Brasileiro (EB) operar uma versão mais antiga do MBT, o KMW Leopard 1A5 (ex Exército Alemão), dá sinais de que voltará a investir em exemplares usados (2ª mão) desse carro de combate introduzido no mercado em 1965.

Após a renovação, por mais 10 anos, do contrato de mantenimento da frota de 230 carros de combate Leopard 1A5 BR e 36 blindados antiaéreos Gepard 1A2 com a KMW do Brasil (avaliado em 80 milhões de euros), rumores em Brasília dão conta do interesse do EB em avaliar (para posterior compra) um lote com 120 MBTs Leopard 1 A5 desativados e estocados pelo Exército Italiano após a introdução do MBT Aríete, de projeto nacional.

Nenhum documento oficial recente da Força Terrestre brasileira confirma os rumores do envio de uma comitiva de oficiais e praças a cidade de Vilesse, nordeste italiano, sede do Grupo Goriziane, empresa privada que presta, através da sua divisão de defesa, serviços de recondicionamento/retrofit/modernização a carros de combate e outros materiais blindados retirados do serviço ativo e disponibilizados posteriormente para venda.

A quantidade de blindados Leopard 1A5 estocada, se confirmada (120), permitiria ao EB aposentar definitivamente os exemplares restantes de uma compra de 130 Leopard 1Be ex Exército da Bélgica, entregues a partir de 1997 juntamente com um lote de 91 MBTs M60 A3 TTS excedentes dos estoques do Exército dos Estados Unidos (US Army). Somente 48 exemplares do Leopard 1Be encontram-se operacionais, segundo os últimos informes publicados.

O Leopard 1A5 na Itália

A linha de batalha do Exército Italiano em 1995 estava equipada com meios obsoletos frente aos MBTs mais modernos fornecidos aos adversários potenciais.

Dezenas de MBT KMW Leopard 1A5 do Exército Italiano vistos durante encontro de unidades operadoras do modelo, em 2002. (imagens Leopard 1A5 Itália: Attíllio Camonese via Ferreamole)

Em particular, a obsolescência dos MBTs norte-americanos M60A1 e o sério atraso na aquisição do novo carro de combate de projeto nacional, o Aríete, resultaram em divisões blindadas ainda equipadas com o antigo KMW Leopard 1A2, um modelo que nunca havia sido submetido a uma verdadeiro programa de atualização naquela força em quase trinta anos de serviço.

Em particular, esses blindados italianos desconheciam qualquer sistema de propulsão automatizado, não possuíam sistemas passivos de visão noturna e não estavam equipados com proteção adicional para a fraca blindagem original, resultado de um compromisso onde o Leopard 1A2 era rápido o suficiente para basear sua própria capacidade de sobrevivência em movimento e não em resistência passiva de uma couraça.

A torre alemã no padrão 1A5 incorpora um periscópio estabilizado TRP-5A para o atirador, visível nas fotos acima e abaixo. A caixa retangular é o sensor passivo de visão termal (em detalhe)


Descartada a ideia de um programa de modernização usando tecnologia nacional desenvolvida para o Aríete, ocorreu a compra emergencial de 120 torres do modelo Leopard 1 A5 retiradas de exemplares descarregados do Exército Alemão, e instaladas em chassis italianos em melhor estado de conservação (submetidos a uma revisão geral e retrofit completo).

Esta medida foi implementada em clima de urgência, permitindo assim a participação de blindados Leopard 1A5 “modernizados” nas primeiras missões internacionais a que a Itália participou no final dos anos de 1990. Essa decisão selou o destino final dos Leopard 1A2 restantes, retirados do serviço definitivamente em abril de 2003.

Os “novos” Leopard 1A5 colocados em serviço foram assim distribuídos, 54 exemplares no 131° Regimento da Brigada Mecanizada “Garibaldi”; 54 exemplares no 133° Regimento da Brigada Mecanizada “Pinerolo”, 8 exemplares na Escola de Cavalaria e Tropas Blindadas de Lecce; 4 exemplares na Escola de Transporte e Materiais de Roma (total de 120 carros).

Vista frontal (acima) e posterior (abaixo) de um MBT Leopard 1A5 do Exército Italiano.


Os Leopard 1A5 italianos foram equipados com torres alemãs unidas a chassis submetidos a algumas modificações no trem de rolamento para melhorar sua eficiência. Estas consistiram na adoção de um kit projetado pela KMW para os Leopard da Austrália, Canadá e Noruega com novos amortecedores hidráulicos de extremidade, substituindo as molas anteriormente usadas, e uma nova roda tensora de menor diâmetro, equipada com um novo dispositivo de tensão.

A torre do Leopard 1A5 está configurada internamente com um telêmetro laser; periscópio HZF (equipado com câmara térmica) acoplado ao canhão; periscópio do atirador/gunner elevado ao padrão TRP-5A; sistema de controle Krupp Atlas Electronik EMES 18; novo equipamento de rádio VHF; proteção contra emissões laser aplicadas a todos os optrônicos do carro; sistema de levantamento do canhão melhorado e predisposição ao sistema de giro estabilização hidráulica da arma principal; sistema de alinhamento da arma principal Muzzle Reference System (MRS).

O computador de tiro está programado para fornecer dados de sete tipos diferentes de munição e permite o cálculo de dados balísticos até o alcance de 4.000 metros. A entrada de dados é automática em relação ao tipo de munição carregada, distância de telemetria do alvo e guarnição do chassis, enquanto manualmente devem ser inseridos (por meio de teclado e tela) a velocidade do vento e temperatura do ar. O computador também é capaz de determinar o ângulo de avanço do tiro para alvos se movendo a velocidade constante.

Se adquiridos pelo Exército Brasileiro, os MBT KMW leopard 1A5 italianos seriam bastante semelhantes aos empregados no Brasil, o que facilitaria a linha logística e de suprimentos da frota. (acima e abaixo)


O RALM (receptor de alarme laser) também foi instalado para detectar emissões laser inimigas e determinar o tipo de ameaça associada, com apresentação gráfica nas telas dos tripulantes. Os Leopard 1A5 enviados ao exterior também receberam rádios SINCGARS (SINgleChannel Ground and Airborne Radio System) com capacidade de envio/recepção de mensagens criptografadas.

A adoção de arcos de torres adicionais (cerca de 900 kg) e outras modificações aumentaram o peso total da blindagem para 2.000 kg, reduzindo a capacidade de munição transportada na torre dos Leopard 1A5 italianos em cinco tiros.


FONTE:  http://tecnodefesa.com.br/leopard-1a5-italianos-para-o-exercito-brasileiro/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #967 em: Setembro 19, 2017, 02:58:42 pm »
Infelizmente não.
Disse em brincadeira se não vinham também uns F-104 Starfigther juntamente com os Leopard 1A5.  ;D
Sendo este um modelo já ultrapassado a nível de blindagem e poder de fogo, qual o nível de ameaça real para a força blindada brasileira?
E se é viável a utilização de carros de combate mais pesados no território brasileiro?

Muito bem...

Havia dito anteriormente que, de fato, sua afirmativa em relação à obsolescência do Leopard 1A5 do EB, no que se refere à blindagem e à peça de 105 mm, frente a outros Carros de Combate (CC) modernos (posso listar: Challenger 2, M1 Abrams, Merkava Mk-4, T-80U, T-90, T-14 Armata, AMX-56 Leclerc, Type-99, Ariete C1/Mk II, Type-10, Leopard 2A7)  em operação em exércitos e forças terrestres ao redor do mundo, é correta.

Mas, primeiramente, é preciso entender que, aparentemente, não há uma 'ameaça' séria ao Leo1A5 do EB no teatro sul-americano, em especial nas cavalarias dos exércitos de países que fazem fronteira com o Brasil.

Entre o Brasil e os Leopard 2A4 (o CC de maior poder de fogo na região) do Chile, há uma Cordilheira dos Andes.

Os T-72 do Exército Venezuelano, a primeira vista, não constituem ameaça porque a zona fronteiriça entre Brasil e Venezuela é dominada pela densa floresta amazônica, isto é, terreno e vegetação inviável ao emprego massivo de CCs. Mesmo assim é preciso ressaltar que o EB mantém próxima à fronteira um esquadrão (12º Esquadrão de Cavalaria Mecanizado - 12º Esqd C Mec) dotado de blindados de reconhecimento Engesa EE-9 Cascavel 6x6, com peças de 90mm.
 
Mais: recentemente foi realizado um exercício de mobilização de CC M60 à região fronteiriça com a Venezuela. Nossos M60-A3 TTS (peças de 105mm) podem ser inferiores aos T-72 (peça de 125mm e blindagem reativa) venezuelanos, mas eles são oponentes poderosos. Os paquidérmicos M60-A3 TTS contam com sistema computadorizado de controlo de tiro, telémetro a laser, sistema NBC e um sistema térmico de visão que permite o combate noturno chamado Tank Thermal Sight. Além disso, os M60-A3 TTS são operacionais e seguem uma doutrina de emprego consolidada.


O único CC em serviço em Exércitos da região que se apresenta como rival aos CC à disposição da Cavalaria Brasileira é o TAM (peça de 105mm raiado) argentino, especialmente sua versão modernizada por especialistas israelenses, o 2C. Dito isto, e em face dos TAM argentinos concentrados próximos a fronteira do Brasil, o EB também concentra seus Leopard 1A5 na fronteira Sul do Brasil por ser uma região onde a vegetação e terreno (planícies com extensos campos abertos) são favoráveis ao emprego massivo de CC e demais meios mecanizados.


O TAM 2C tem uma capacidade de poder de fogo similar a do Leopard 1A5 brasileiro. Porém ele conta com algumas vantagens, tais como: Inclusão de uma APU, acionamento elétrico para torre e canhão, possibilidade de disparo em movimento a média velocidade e sistema dinâmicos especiais. Além disso, o TAM 2C tem a possibilidade de disparar pelo tubo o míssil LAHAT (LAser Homing ATtack)  desenvolvido pela IAI, com capacidade de tiro indireto e certa capacidade contra helicópteros.


Portanto, para o EB, por enquanto, tanto os Leopard 1A5 quanto M60-A3 TTS, ainda 'conseguem' cumprir a missão.

Obviamente, gostaria de ver pelo menos uma centena de Leopard 2 (de preferência a versão A7) no inventário do EB, pelo menos como precaução. E não há restrições para o emprego em território brasileiro de CCs pesados. Presumo que a não efetivação de compra de CCs pesados, tal como o Leopard 2 (peso próximo a 60 tons), por exemplo, se dá pela restrição orçamentária, pela doutrina ainda muito baseada no 1A5-BR e por falta de uma ameaça séria aparente.

As restrições orçamentárias são as maiores inimigas do EB. Aquisição de CCs pesados e novos, por agora, se mostra praticamente impossível.

Aguardemos e torcemos por boa notícias na inspeção de blindados por oficiais do EB na Suíça.
Vítor, a mim faz-me sentido os Leo2 exactamente pela componente Argentina. Não que os "Muchachos" sem aviação se metessem em qualquer coisa, mas porque seriam uma clara vantagem sobre os TAM modernizados. Ainda assim parece-me que os Leo1 levam vantagem porque tem uma melhor blindagem original que os TAM e porque pelo preço da modernização (2,5 a 3 milhões USD) versus a conhecida penúria argentina, devem ficar pela meia duzia.  ;D

Na zona da Amazónia, faz-me sentido uma versão 6x6 ou 8x8, mas uma peça de 90mm parece-me pouco. O ideal seria pegar no saudoso SUCURI ou pelo menos ver se seria possível adaptar torre e peça de 105 mm ao Cascavel modernizado (Ideal), ou pelo menos ao Guarani.


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Re: Exército Brasileiro
« Responder #968 em: Setembro 19, 2017, 05:52:09 pm »
Citar
Vítor, a mim faz-me sentido os Leo2 exactamente pela componente Argentina. Não que os "Muchachos" sem aviação se metessem em qualquer coisa, mas porque seriam uma clara vantagem sobre os TAM modernizados. Ainda assim parece-me que os Leo1 levam vantagem porque tem uma melhor blindagem original que os TAM e porque pelo preço da modernização (2,5 a 3 milhões USD) versus a conhecida penúria argentina, devem ficar pela meia duzia.  ;D

Com certeza seria excelente a aquisição de Leopard 2. Porém, a princípio, a visita de militares brasileiros à Suíça para avaliar uma frota de Leo1A5 (ex- Exército Italiano, atualmente propriedade da empresa helvética RUAG) teria como objetivo sua possível aquisição para a substituição dos Leo1A1 ainda operativos no EB. Desta forma, caso efetuada a compra destes meios, o EB padronizaria sua frota de carros de combate (CC) com cerca de 300 Leo1A5.

De fato, levando em consideração a escassez de recursos que abate o Exército Argentino, não creio que a modernização do TAM para o padrão 2C abranja toda a frota. Portanto, nesta perspectiva, os Leo1A5 do EB continuam a formar fileiras couraçadas intransponível à cavalaria argentina. Na realidade, os esquadrões da FAB dotados de Super Tucano e AMX-M, baseados no Estado do Rio Grande do Sul (fronteira com a Argentina) já neutralizariam os TAMs argentinos antes mesmo destes entrarem em choque com os nossos Leo1A5.


Além disso há os dispositivos anti-tanque (mísseis portáteis) à disposição do inventário do E.B, operados por infantes a pé ou por comandos mobilizados em viaturas leves: ERYX (135mm), MILAN e o míssil de fabricação brasileira MSS-1.2 (130mm).   




Citar
Na zona da Amazónia, faz-me sentido uma versão 6x6 ou 8x8, mas uma peça de 90mm parece-me pouco. O ideal seria pegar no saudoso SUCURI ou pelo menos ver se seria possível adaptar torre e peça de 105 mm ao Cascavel modernizado (Ideal), ou pelo menos ao Guarani.

Tens razão. Uma peça de 90 mm é insuficiente para um blindado sobre rodas combater em ambiente amazônico. Contudo, não acredito que o EB venha ressuscitar o projeto do SUCURI da extinta Engesa e tampouco inicie um projeto de dotação de um canhão de 105 mm à torre do EE-9 Cascavel. Tenho a impressão que o EB, mesmo no longo prazo, vá concentrar recursos e esforços na finalização e obtenção da versão 8x8 do Guarani (reconhecimento) equipado com uma torre armada de uma peça de 105mm. Pelo menos é o que prevê inicialmente o Projeto Estratégico Guarani.

 
 
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Re: Exército Brasileiro
« Responder #969 em: Setembro 21, 2017, 09:44:59 pm »
Exércitos Brasileiro e Paraguaio prosseguem nas atividades da Operação Paraná


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Força Combinada realiza Marcha para o Combate e Ataque à Localidade. No dia 19 de setembro, em prosseguimento à Operação Paraná, exercício combinado inédito entre os Exércitos do Brasil e do Paraguai, após a emissão de ordens e a ocupação da Zona de Reunião, a Força Combinada Paraná, constituída por tropas dos dois países, iniciou a execução de Operações Ofensivas, sendo promovidas uma Marcha para o Combate, seguida de um Ataque à Localidade de Diamante do Sul (PR).

Durante a Marcha para o Combate, a Força Combinada deparou-se com inúmeras situações, que exigiram planejamento detalhado por parte do Estado-Maior Combinado. Essa preparação culminou com o emprego de frações, desde o nível Grupo de Combate
até o nível Companhia de Fuzileiros Mecanizada, composta por pelotões brasileiros e paraguaios, demonstrando plena integração e sinergia.

No Ataque à Localidade, a Força Combinada Paraná teve a oportunidade de planejar e executar um ataque seletivo em ambiente edificado, contando com excepcional proteção blindada e poder de fogo proporcionados pela moderna Viatura Blindada de Transporte de Pessoal Média de Rodas (VBTP-MR) Guarani.

FONTE: https://orbisdefense.blogspot.com.br/2017/09/exercitos-brasileiro-e-paraguaio.html
















« Última modificação: Setembro 22, 2017, 02:39:41 pm por Vitor Santos »
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #970 em: Setembro 21, 2017, 09:49:43 pm »
Abertura do Exercício Série Felino - 2017



Citar
Ocorreu no dia 18 de setembro no Pátio Marechal Mascarenhas de Morais, a formatura de abertura do Exercício Felino 2017. A solenidade contou com a presença do Maj Brigadeiro Hudson Costa Potiguara, Subchefe de Operações do Estado Maior Conjunto das Forças Armas; do Maj Brigadeiro Ricardo Cesar Mangrich, Chefe do Estado Maior Conjunto do Comando de Operações Aeroespaciais; do Gen Div José Eduardo Pereira, 1º Subchefe do Comando de Operações Terrestres; do Gen Bda Ricardo Augusto Ferreira Costa Neves, Comandante da AMAN e do Gen Bda Carlos Andre Alcântara Leite, Comandante da 4ª Brigada de Infantaria Leve (Mth).

Participaram da formatura, as delegações de Angola, Cabo Verde, Guiné Equatorial, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Brasil, países participantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Os Exercícios da Série Felino são planejados para um ciclo de adestramento de dois anos. No primeiro ano é realizado no formato Exercício na Carta e no segundo com Forças no Terreno, em sistema de rodízio entre os países da CPLP.

Esses Exercícios têm como objetivo a preparação de uma Força Tarefa Conjunta Combinada (FTCC) no âmbito da CPLP, para atingir, manter e aperfeiçoar a capacidade de intervenção em missões de paz e de ajuda humanitária.

Este ano o exercício desenvolvido, está sendo no Brasil, utilizando instalações e áreas do campo de instrução da Academia Militar das Agulhas Negras em Resende - RJ. Após a formatura de abertura, o Gen Costa Neves, Comandante da AMAN, realizou uma palestra para os militares participantes do Exercício Felino, onde apresentou um pouco da história da Academia e as características da formação do oficial de carreira da linha de ensino militar bélica, destacando os desafios de formar os futuros lideres aptos a atuarem em um ambiente operacional contemporâneo. Apresentou também as modernas práticas de ensino adotadas pela Academia, como as metodologias ativas de aprendizagem.

Ao final da sua apresentação o Comandante da AMAN ressaltou que, apesar da utilização de modernos meios de ensino e de instrução, o mais importante na formação do futuro oficial são os valores e as tradições cultuadas, que bem são explicitadas pelo Código de Honra do Cadete do Exército Brasileiro – “Ser Cadete é cultuar a verdade, a lealdade, a probidade e a responsabilidade”.

Tropas chegam a Resende para participar do Exercício

No segundo dia de atividades, comboios da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira chegaram a Resende e já se instalaram na AMAN. Dentre outras missões, esses militares vão compor o Estado-Maior Real, o Batalhão de Infantaria de Força de Paz e o Figurativo Inimigo que atuará no terreno na fase de execução, logo após os ajustes finais da etapa de planejamento.

No atual momento, a Força-Tarefa Conjunta e Combinada empenha-se na elaboração da Ordem de Operações, da Direção do Exercício e da Lista de Incidentes que serão inseridos no cenário fictício. A partir do dia 25 de setembro, a Força no Terreno cumprirá as missões designadas pela FTCC, devendo resolver os problemas simulados apresentados. Tais simulações poderão conter figuração de oponentes e presença de árbitros e proporcionarão o aperfeiçoamento da interoperabilidade das Forças Armadas desses nove países participantes.

Funcionamento do Exercício Felino

Cada Exercício funciona num ciclo que dura dois anos, utilizando o mesmo cenário fictício que simula situações-problema. O primeiro ciclo é realizado no formato “Carta”, no qual se planeja e executa uma operação por meio de rede de computadores, como um “Jogo de Guerra”. Essa fase foi realizada no ano passado, em Cabo Verde. O segundo exercício é realizado no ano seguinte, no terreno e com a ação de tropas. Essa é a modalidade realizada, em 2017, no Brasil.

Os treinamentos da Série Felino iniciaram-se no ano 2000 e são uma oportunidade de promoção da cooperação, amizade e união entre as nações. A cada biênio são elencados países diferente para sediar o evento.

FONTE: http://www.aman.eb.mil.br/noticias/comando-da-aman/abertura-do-exercicio-serie-felino-2017



 

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« Responder #971 em: Setembro 22, 2017, 03:58:35 pm »








 

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« Responder #972 em: Setembro 26, 2017, 01:42:02 pm »
Ataque Coordenado Mecanizado encerra Operação Paraná


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No dia 22 de setembro, coroando a Operação Paraná 2017, foi realizada uma demonstração de Ataque Coordenado de uma Companhia de Fuzileiros Mecanizada, equipada com os Veículos Blindados de Transporte de Pessoal Médio Sobre Rodas 6×6 Guarani, fabricados no Brasil pela Iveco Veículos de Defesa.

A Subunidade, integrante da Força Combinada Paraná, estava composta por Pelotões do Brasil e Paraguai, demonstrando plena integração e sinergia entre os Exércitos.

O evento foi prestigiado pelo Comandante Militar do Sul, general-de-exército Edson Leal Pujol; pelo Comandante de Operações Terrestres, general-de-exército Paulo Humberto César de Oliveira; pelo Comandante da 5ª Divisão de Exército, general-de-divisão Lourival Carvalho Silva; pelo 2º Subchefe do Comando de Operações Terrestres, general-de-divisão Altair José Polsin; pelo 1º Subchefe do Comando de Operações Terrestres, general-de-divisão José Eduardo Pereira; pelo Comandante do I Corpo de Exército do Paraguai, general-de-divisão Gustavo Adolfo Meaurio Benitez; pelo Chefe do Centro de Controle de Operações do Comando Militar do Sul, general-de-brigada Carlos José Russo Assumpção Penteado; pelo Comandante da 5ª Região Militar, general-de-brigada Aléssio Oliveira da Silva; pelo Comandante da 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada, general-de-brigada Marcos de Sá Affonso da Costa; e pelo Comandante da 3ª Divisão de Infantaria do Paraguai, general-de-brigada César Augusto Moreno Landaira; além de oficiais observadores do Exército do Uruguai e oficiais alunos da Escola de Comando e Estado-Maior e Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais do Exército do Paraguai.

FONTE: http://tecnodefesa.com.br/ataque-coordenado-mecanizado-encerra-operacao-parana/

Fonte: 15ª Bda Inf Mec / 5ª DE





 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #973 em: Setembro 26, 2017, 01:49:27 pm »
EXÉRCITO PARTICIPA DE EXERCÍCIO PARA CERTIFICAÇÃO DE AERONAVE DESENVOLVIDA PELA EMBRAER E PRODUZIDA NO PAÍS


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Campo Grande (MS) – Militares da Brigada de Infantaria Pára-quedista, com sede no Rio de Janeiro (RJ), participaram, entre os dias 11 e 23 de setembro, de etapa de testes de um dos protótipos do KC 390, nova aeronave multimissão que está sendo desenvolvida pela Embraer. É o maior avião militar já produzido no Brasil. A ideia é que a nova aeronave possa substituir, com o tempo, o avião C-130, o “Hércules”, com recursos mais modernos e maior capacidade de carga e velocidade.

O Comandante da Brigada de Infantaria Pára-quedista, General de Brigada Kleber Nunes de Vasconcellos, acompanhou os testes. “Para nós é fundamental essa participação, tendo em vista que essa aeronave vai trazer uma nova dimensão para a aviação de transporte do Brasil e certamente nós seremos beneficiados por isso, porque uma das vantagens da nossa tropa é o deslocamento estratégico. É fundamental o apoio da Força Aérea Brasileira com uma aeronave de grande porte”, salientou.

O diretor do projeto do KC 390 na Embraer, Paulo Gastão Silva, explicou que a empresa está realizando uma série de ensaios e de testes necessários para a certificação do modelo, que conta com dois protótipos. A Força Aérea Brasileira (FAB) deve receber o primeiro avião de linha em junho de 2018. “A participação da tropa paraquedista é essencial, tanto para o desenvolvimento, como para o ajuste fino do projeto e a certificação, já que o lançamento de paraquedistas é uma das principais funções do KC 390”, afirmou.

Já o Coronel da Força Aérea Samir Mustafá, gerente do projeto do KC 390 na Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), destacou que a aeronave trará um incremento na capacidade de fazer operações humanitárias, de transporte aéreo-logístico e de abastecimento em voo. “Esse incremento também se traduz na capacidade de a indústria brasileira desenvolver uma aeronave tecnologicamente avançada, com o potencial de recursos humanos brasileiros sendo utilizados e o incremento da nossa base industrial”, reforçou.

O exercício em Campo Grande empregou, além dos paraquedistas do Exército, militares da FAB, da Marinha e a equipe de profissionais da Embraer. Em 2016, foram promovidos testes semelhantes em Campo Grande, nos quais os participantes, inclusive a tropa paraquedista, puderam fazer sugestões para o modelo. Os dois protótipos do KC 390 devem acumular, ainda, 2.400 horas de voo e a campanha de certificação estará completa no final de 2018.

FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/id/8326180









 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #974 em: Outubro 03, 2017, 01:40:46 pm »
Cadetes do 3º ano do Curso de Infantaria da AMAN realizam Estágio de Combate em Ambiente Urbano


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Os exaustivos ensaios não diminuem a ansiedade que envolve a infiltração aeromóvel. O peso e o desconforto do equipamento e das proteções individuais, o barulho do motor, o mecânico de voo e a corda  de "Fast Rope" por onde deslizaremos até o solo, tudo faz a tensão aumentar. De repente, as cordas são expulsas para fora do helicóptero por ambos os lados, e o mecânico de voo aponta na nossa direção, chegou a nossa vez e parece que nosso coração vai sair pela boca. Quase que por instinto, abandonamos a aeronave, tocamos o solo, pesados, buscamos por um abrigo.

Pouco tempo depois, “o silêncio, e você dá de cara com a realidade”: a adrenalina mais forte ainda está por vir. O contato com o inimigo é iminente, seu pelotão está longe e tem a missão de conquistar a localidade. Há pessoas inocentes por lá. Elas não quiseram abandonar suas casas. A partir daí, progredir em área edificada, sustentando o fuzil no pronto três, pulando muros, selecionando os alvos, incitando rendições, correndo em perseguição, subindo escadas, tomando todas as posições de tiro possíveis, controlando a força, diminuindo a respiração ofegante.  Os desafios que este tipo peculiar de combate exige são imensos.

Na semana de 11 a 15 de setembro, os cadetes da Companhia Treme-Terra puderam atestar tudo isso, ao realizarem o Estágio de Combate em Ambiente Urbano. As instruções proporcionaram um excelente ambiente de aprendizado, que aproximou os infantes da realidade complexa do combate em áreas humanizadas. É necessário ser verdadeiramente vocacionado, para lançar-se na direção do perigo, dominar as emoções, ignorar a exaustão, na busca do objetivo de cumprir a missão, respeitando as regras de engajamento. Assim os discípulos de Sampaio da Academia Militar das Agulhas Negras se preparam para, em breve, estar à frente das ações decisivas no amplo espectro dos conflitos.

FONTEhttps://orbisdefense.blogspot.com.br/2017/10/cadetes-do-3-ano-do-curso-de-infantaria.html





 

 

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