F-35 JSF

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olisipo

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Re: F-35 JSF
« Responder #465 em: Setembro 07, 2015, 07:33:33 pm »


The first F-35 built outside the United States has flown today from Camery Airbase, Italy

http://theaviationist.com/2015/09/07/fi ... st-flight/
 

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Lusitano89

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Re: F-35 JSF
« Responder #466 em: Setembro 07, 2015, 10:28:33 pm »
 

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mafets

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Re: F-35 JSF
« Responder #467 em: Setembro 08, 2015, 03:47:50 pm »
https://www.aereo.jor.br/2015/09/07/f-35-realiza-primeiro-teste-com-misseis-jsow/
Citar
A Lockheed Martin divulgou que o F-35C de testes CF-01, conduziu um voo com a arma AGM-154 JSOW (Joint Standoff Missiles) nas baias internas. O voo foi realizado no dia 27 de agosto, perto da NAS Patuxent River em Maryland.

A AGM-154 é uma arma de precisão ar-superfície de 454 kg (1.000 libras) que pode transportar vários tipos de carga. Com alcance de 12 a 63 milhas náuticas, a JSOW permite que o F-35 permaneça fora dos envelopes de engajamento das defesas inimigas enquanto engaja e destrói os alvos.

DIVULGAÇÃO: Lockheed Martin


Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

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mafets

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Re: F-35 JSF
« Responder #468 em: Setembro 20, 2015, 11:19:04 am »
http://www.aereo.jor.br/2015/09/17/gilmore-questiona-validade-dos-testes-operacionais-do-f-35/~
Citar
DIRETOR DO ESCRITÓRIO DE AVALIAÇÕES E TESTES OPERACIONAIS DO PENTÁGONO COLOQUE EM CHEQUE OS TESTES CONDUZIDOS A BORDO DO USS WASP EM MAIO PASSADO
O Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA (USMC) realizou uma série de testes operacionais com sua versão do F-35 Joint Strike Fighter a bordo de um navio de assalto anfíbio na primavera passada. Após os testes os militares informaram que a aeronave se saiu tão bem na função que o serviço declararia o F-35B pronto para combate.

Mas não foi exatamente isso o que o principal funcionário do Pentágono para testes de armas escreveu num relatório em julho. “Não foi um teste operacional … em qualquer sentido formal ou informal do termo” Os testes “não demonstraram, e não poderiam demonstrar” que a capacidade de combate da aeronave avaliada está pronta para ações operacionais do mundo real, dada a forma como o evento foi estruturado”.

Para que o teste, que aconteceu no final de maio a bordo do USS Wasp, fosse válido ele teria que estar sob “condições muito mais representativas de operações do mundo real do que aquelas usadas”, escreveu Michael J. Gilmore, diretor do escritório de avaliações e testes operacionais do Pentágono, em um memorando.

Entre os problemas citados por Gilmore estão a falta no teste de outros tipos de aeronaves e equipamentos de apoio  que dividem o espaço do convés de voo. Ele também observou que “sistemas-chave da missão de combate não foram instalados na aeronave ou não foram liberados para uso.”

Durante os testes, os F-35 “não foram liberados para transportar ou empregar qualquer material bélico”, continuou Gilmore. Ele ainda completou informando que os militares embarcados “receberam assistência significativa do pessoal contratado”, sendo que estes funcionários civis não fazem parte das operações de combate.

Em adição aos problemas do teste propriamente dito o escritório de Gilmore descobriu que os aviões utilizados nos ensaios tiveram os seus próprios problemas.

“A disponibilidade dos aviões foi tão baixa que era difícil para os fuzileiros navais manter mais do que dois ou três dos seis jatos em condições de voo”, escreveu ele.

Outra seção do relatório mostra que o “número de horas de voo voadas por cada aeronave variou muito, sendo que alguns aviões ficaram indisponíveis por até cinco dias seguidos e outras aeronaves raramente exigiam grandes trabalhos de manutenção.”

Gilmore sugeriu a realização, por parte do USMC,  de novos testes com “um conjunto de objetivos mais agressivo.”

O relatório parece que não surtiu muito efeito, pois uma semana após a sua publicação o Corpo de Fuzileiros Navais declarou a IOC (initial operational capability) do F-35B e as aeronaves prontas para desdobramento global.

FONTE: The Washington Post (tradução e edição do Poder Aéreo a partir do original me inglês)

http://www.aereo.jor.br/2015/09/18/carlisle-f-35-nao-e-para-dogfight-o-f-22-sim/
Citar
O caça norte-americano F-35 Lightning II vai se sobressair na interdição aérea, mas não foi criado para envolver-se em combates aéreos no alcance visual (WVR), declarou o brigadeiro Hawk Carlisle, comandante do Air Combat Command.

Os comentários do oficial general foram feitos durante a conferência anual da “Air Force Association” e veio em resposta a uma série de notícias que criticaram a incapacidade do F-35 em vencer combates aéreos contra aeronaves atuais de quarta geração.

“Eu sei que houve muito murmurinho na imprensa sobre o F-16 contra o F-35”, disse Carlisle fazendo referência a um documento interno da Lockheed Martin que vazou no início deste ano. O memorando, escrito por um piloto de testes, informava que o F-35 parecia estar em grande desvantagem quando em combate do tipo ‘dogfight’ contra um F-16.

“O avião não foi projetado para isso”, disse Carlisle. “Ele foi projetado para uma incrível capacidade multimissão com o seu conjunto de sensores e a integração [consciência situacional] que fornece ao piloto, o sua capacidade de guerra eletrônica, coisas que tornam este o avião que ele é”.

Desconsiderando o combate à curta distância, o brigadeiro acredita que o F-35 será capaz de derrubar qualquer outra coisa no céu.

“Deixando de lado o dogfight, ele vai fazer tudo muito bem”, disse ele. “As suas capacidades para detectar adversários quando eles nem sequer saberiam da sua existência, sua capacidade de armas … ele vai ser um grande avião”.

Combates visuais serão travados por caças F-22, disse Carlisle que lamentou a decisão de parar a produção da aeronave.

“Não temos F-22 suficientes”, disse ele. “Se você olhar para a forma como estamos usando ele nos combates atuais, se você olhar para o que faríamos em combates futuros, não temos F-22 suficientes. Mas temos o que temos, e eles estão fazendo um trabalho incrível, e o que os pilotos que voam essas coisas estão fazendo é fenomenal”.

“Você vai precisar dos Raptors para derrubar caças muito manobráveis e assim permitir que o resto da força – que incluirá o F-35 – penetre no espaço aéreo negado “, disse ele. “Você ainda vai ter que fazer isso, e nós vamos fazê-lo com os 180 ou mais F-22 que temos … mas vai ser uma combinação de caças F-22 e F-35.”

FONTE: Air Force Times (tradução e edição do Poder Aéreo a partir do original em inglês)


Saudações
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olisipo

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Re: F-35 JSF
« Responder #469 em: Setembro 23, 2015, 11:07:19 am »


First F-35 for Norway rolled out of Fort Worth

http://www.janes.com/article/54707/firs ... fort-worth

 
Citar
The first of 52 Lockheed-Martin F-35A Lightning II Joint Strike Fighter  (JSF) aircraft for Norway was rolled out during a ceremony at the company's Fort Worth production facility in Texas on 22 September.

The roll-out of aircraft AM-1, which was built as part of the low-rate initial production  (LRIP) 7 production lot, marks the first step in a process that will see the Royal Norwegian Air Force  ((RNoAF) replace its 55 Lockheed-Martin F-16AM/BM fleet with 52 F-35As by the end of 2024.

Once ground and flight trials have been completed, AM-1 will be retained in the United States for pilot training as part of the international fleet at Luke Air Force Base (AFB) in Arizona before being delivered to Norway in 2017 (the first three Norwegian aircraft will be based in the US in the first instance). The country's second aircraft -AM-2- is in production also and is set to be rolled out shortly. (...)
 

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Re: F-35 JSF
« Responder #470 em: Setembro 23, 2015, 10:52:38 pm »
 

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Re: F-35 JSF
« Responder #471 em: Setembro 24, 2015, 03:42:06 pm »
 

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Re: F-35 JSF
« Responder #472 em: Outubro 01, 2015, 01:08:35 pm »
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Airbus A330 MRTT australiano reabastece en vuelo a varios F 35A de EUA

http://www.aerotendencias.com/aviacion- ... a-de-eeuu/

Un avión cisterna Airbus A330 MRTT de la Real Fuerza Aérea Australiana ha repostado con éxito un F 35A Joint Strike Fighter de la Fuerza Aérea de Estados Unidos.

Durante una salida de cuatro horas de la Base Aérea Edwards, el petrolero, conocido en el servicio RAAF como el KC-30A, realizó 59 contactos, entre ellos cinco "contactos húmedos", es decir, con repostaje de combustible, durante los cuales se suministró un total de 19.600 kg de carburante.

Todo el repostaje se realizó utilizando la pértiga que lleva el avión en la parte trasera del fuselaje.

El A330 MRTT, probado en combate, es el único avión cisterna y, opcionalmente, de transporte que está certificado (...)
 

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olisipo

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Re: F-35 JSF
« Responder #473 em: Outubro 03, 2015, 05:07:45 pm »
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F-35 Conducts First External Weapons Release

http://www.defensenews.com/story/defens ... e/73223472

For the first time, an F-35 released an external weapon from its wings during a Sept. 23 test.

The Navy F-35 carrier variant released four 500-pound GBU-12 laser guided inert bombs from its wings during consecutive test runs over the Atlantic Test Range, according to an Oct. 2 statement from the joint program office. All four weapons separations were successful.

 The test flight demonstrated the F-35's future capability to release multiple weapons on a single pass, according to the statement.
 

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Re: F-35 JSF
« Responder #474 em: Outubro 03, 2015, 06:57:16 pm »
 

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Re: F-35 JSF
« Responder #475 em: Outubro 06, 2015, 07:50:37 pm »
 

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Re: F-35 JSF
« Responder #476 em: Outubro 09, 2015, 11:52:15 pm »
 

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mafets

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Re: F-35 JSF
« Responder #477 em: Outubro 15, 2015, 11:24:56 am »
http://www.aereo.jor.br/2015/10/14/f-35-peso-do-capacete-aumenta-riscos-na-ejecao/
Citar
A mais recente notícia sobre o programa do caça F-35 diz respeito aos riscos que podem ocorrer durante a ejeção de pilotos de baixa massa corporal em voos a baixa velocidade (ver matéria publicada aqui no Poder Aéreo no início do mês).

O Escritório Conjunto do Programa (JPO) colocou a culpa no fabricante do assento ejetável (modelo US16E), a Martin Baker. Mas informações trazidas à tona nas últimas semanas indicam que o peso e o volume do capacete complicam o problema. Ainda não está claro se a culpa repousa inequivocamente no capacete ou o assento, ou uma associação entre ambos.

O JPO busca melhorar o capacete, que já está na sua terceira versão em função de problemas técnicos, incluindo a redução do peso do mesmo. A Rockwell Collins está agora construindo um capacete leve da geração III informou David Nieuwsma, vice-presidente de estratégia e desenvolvimento de negócios para sistemas de governo da empresa, à Defense News na terça-feira.

Durante os recentes testes realizados com o capacete geração III, descobriu-se um aumento do risco de lesão em ejeções com baixa velocidade de pilotos mais leves, informou um porta-voz do Pentágono. O problema, potencialmente fatal, não havia ocorrido durante testes anteriores com os capacetes mais leves do tipo Geração II, de acordo com a fonte.

Testes ocorridos em julho e agosto falharam. No primeiro foi empregado um manequim de 103 libras (cerca de 47 quilos) e no segundo um de 136 libras (cerca de 62 quilos). Ambos foram executados a uma velocidade de 160 nós. Os testes foram conduzidos utilizando-se o capacete geração III.

 




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Re: F-35 JSF
« Responder #478 em: Outubro 17, 2015, 12:25:59 am »
 

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Re: F-35 JSF
« Responder #479 em: Outubro 22, 2015, 11:43:26 pm »
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