LPD recente a venda! SALDO

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« Responder #75 em: Abril 02, 2008, 11:48:08 pm »
Deixem-se de chaços senão o amigo Luis Filipe salta-lhe a tampa outra vez  :roll:
Atentamente
 

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luis filipe silva

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« Responder #76 em: Abril 03, 2008, 02:14:33 am »
Submarinista escreveu:
Citar
Deixem-se de chaços senão o amigo Luis Filipe salta-lhe a tampa outra vez

O navio francês não sendo um chaço própriamente dito, não nos serve para nada. Os americanos serviam, mas são chaços velhos, a vapor, e com uma guarnição enorme.
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Luis Filipe Silva
 

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« Responder #77 em: Abril 03, 2008, 10:40:27 pm »
Amigo luis não foi minha intenção querer "pica-lo" com mais esta dos chaços  :lol:
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luis filipe silva

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« Responder #78 em: Abril 04, 2008, 12:46:13 am »
Caro Submarinista. Também não me "pico" por tão pouco. :roll:
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Luis Filipe Silva
 

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« Responder #79 em: Abril 04, 2008, 10:39:08 pm »
eheheheheh  :roll:
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zocuni

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« Responder #80 em: Abril 26, 2008, 10:26:19 pm »
Tudo bem,

pois entendo que esse Bougainville,serviria para quebrar o galho até termos o novo se é que vamos ter,mais mesmo que o novo viesse poderia servir de transporte logistico nos Açores,para apoio a grandes calamidades,mais ainda transporte 200/300 fuzileiros sinceramente não estou vendo no momento a Marinha portuguesa projetar algo mais que isso de uma só vez.Por essa razão penso que não custaria nada verificar quanto isso custa,senão for muito caro,seria uma boa compra de oportunidade.
Longe de ser o ideal mas o possivel pelo menos para até 2015/2018.
Quanto ao AOR,prefiro o Etna italiano ao invés desse francês.

Abraços,
zocuni
 

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luis filipe silva

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« Responder #81 em: Abril 27, 2008, 12:42:03 am »
Zocuni escreveu:
Citar
mais ainda transporte 200/300 fuzileiros sinceramente não estou vendo no momento a Marinha portuguesa projetar algo mais que isso

 E iam sentados em cadeiras? É que o Bougainville só tem capacidade para cerca de cinquenta fuzileiros. Ele não foi construido com a finalidade de ser um navio de assalto. Além de que comprar só porque está à venda, não é boa politica e esbanja os fracos recursos da Marinha, que serão melhor aproveitados num navio a sério, que creio será construido após a entrega de todos os NPO e NPC, devido as novas regras do Eurostat.
Só espero que não seja pago com o dinheiro da venda dos nossos futuros submarinos.
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Luis Filipe Silva
 

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zocuni

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« Responder #82 em: Abril 27, 2008, 02:33:48 am »
Citação de: "luis filipe silva"
E iam sentados em cadeiras? É que o Bougainville só tem capacidade para cerca de cinquenta fuzileiros. Ele não foi construido com a finalidade de ser um navio de assalto.


Bem é melhor ir sentado que a pé ou a nado,seria uma vantagem comparativa.Não sei se ele hoje em dia devido a ter sido convertido para vigilância eletrónica só levar 50 fuzileiros.Originalmente ele pode não ser de assalto realamente mas de apoio logistico,não creio que uma embarcação de quase 5.000 toneladas não transporte 200/300 fuzileiros com relativa facilidade,ou seja uma companhia.
Também afirmei não ser o ideal mas como não temos nada,sei lá penso que acrescentaria algo.
Como também nunca tivemos LSD/LPD ou algo do género poderia servir para treinar tripulações para o que há-de vir não se sabe quando.
Veja-se os exemplos dos helicopteros,de última geração novos e sem operacionalidade por falta de peças.
Já se sabe que somos muito exigentes em Marinha,queremos tudo novo e em primeira mão e depois acabamos não tendo nada,nem novo nem velho.



Abraços,
http://www.hazegray.org/worldnav/europe/france.htm
zocuni
 

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luis filipe silva

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« Responder #83 em: Abril 27, 2008, 05:57:24 am »
Citar
Bem é melhor ir sentado que a pé ou a nado,seria uma vantagem comparativa
Claro que eu estava a brincar. Não se fazem dois, três, cinco dias de mar sentado numa cadeira de praia, porque ele também não leva outras, a não ser de esplanada. Não se levam tropas ao monte só porque alguém em terra gostava de comprar o Bougainville. Haviam de estar frescos para combater.

Citar
Originalmente ele pode não ser de assalto realamente mas de apoio logistico,não creio que uma embarcação de quase 5.000 toneladas não transporte 200/300 fuzileiros com relativa facilidade,ou seja uma companhia
Existem petroleiros de 300.000 toneladas, e nem por isso foram feitos para levar tropa.

Citar
Como também nunca tivemos LSD/LPD ou algo do género poderia servir para treinar tripulações para o que há-de vir não se sabe quando.
Para treinar tripulações, não precisamos de investir um dinheirão. Usam-se os navios existentes. Para treinar desembarques usa -se a LDG e os LPDs dos aliados, até termos um verdadeiro navio de assalto.

Citar
Veja-se os exemplos dos helicopteros,de última geração novos e sem operacionalidade por falta de peças
Maus contractos por parte de ministros mal aconselhados. Claro que a seguir serão os submarinos, que também não têm contracto de manutenção

Citar
Já se sabe que somos muito exigentes em Marinha,queremos tudo novo e em primeira mão e depois acabamos não tendo nada,nem novo nem velho.

Nos últimos setenta anos, só aconteceu com os NPO da classe Viana do Castelo. De resto nunca tivemos problemas de maior com navios novos.
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saudações:
Luis Filipe Silva
 

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zocuni

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« Responder #84 em: Abril 27, 2008, 01:05:19 pm »
Tudo bem,Luis Filipe Silva

Por acaso saberia me informar qual o preço pedido pela França nesse Bougainville,que diz ser um dinheirão e quanto ficará a construção do novo quando decidirem o que pretendem.É que me parece que com a compra dos submarinos,por sinal uma prioridade penso que ficamos algo descapitalizados e comprometidas novas aquisições.
Estou vendo a questão do ponto de vista económico.Até agora temos ido bem nesse LPM,mas tudo é muito caro e de repente não podemos ter tudo.
Isto também se aplica a outras aquisições de oportunidade,se existir uma melhor que esta porque não compartilhar.
Ter um chaço ou um calhambeque certamente é melhor que o carro dos outros.
Isto é um debate a nível de Marinha,jamais pessoal. :D

Abraços,
zocuni
 

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luis filipe silva

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« Responder #85 em: Abril 27, 2008, 02:41:12 pm »
Zocuni escreveu:
Citar
Isto é um debate a nível de Marinha,jamais pessoal.

Caro Zocuni. Claro que estamos só a debater a utilidade ou não da aquisição deste navio em si. Não é nada pessoal, e eu só procuro sustentar a minha opinião. Gostava por exemplo de saber a opinião do Papatango e do SSK a este propósito. :G-beer2:

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Por acaso saberia me informar qual o preço pedido pela França nesse Bougainville,que diz ser um dinheirão e quanto ficará a construção do novo quando decidirem o que pretendem
Não sei qual o preço pedido pela França, nem sequer se o navio está à venda, mas seja qual fôr o preço é caro, devido à inutilidade do navio para a Marinha Portuguesa. E seria mais um navio e tripulação a ser mantidos encostados ao cais sem ter serviço atribuido.

Citar
É que me parece que com a compra dos submarinos,por sinal uma prioridade penso que ficamos algo descapitalizados e comprometidas novas aquisições.

Pelo que tenho lido, os submarinos só são prioridade para a Marinha. O Governo tem demonstrado um enorme desinteresse na sua aquisição.
Não ficamos descapitalizados porque são pagos ao longo de 25/30 anos.
O problema é que têm que ser metidos nas contas do Governo no ano da entrega, e isso vai aumentar o défice do Estado.
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saudações:
Luis Filipe Silva
 

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zocuni

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« Responder #86 em: Abril 27, 2008, 03:08:36 pm »
Citação de: "luis filipe silva"
Gostava por exemplo de saber a opinião do Papatango e do SSK a este propósito. :G-beer2:


Perfeito,nada melhor que a pluralidade no debate.Será muito enriquecedor.

Abraços,
zocuni
 

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zocuni

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« Responder #87 em: Abril 29, 2008, 03:10:03 am »
Só complemento.Temos em primeira análise,que forças queremos projetar,uma,duas ou três companhias de fuzileiros,por inerência,queremos projetar,200/400 ou 600 fuzileiros,mais em que teatros de operações,de mádia ou intensa hostilidade.Acredito que pensem em cenários hostis.Que preço pagaremos por isso e se estamos dispostos a bancar,com todas as consequências disso.
De uma coisa tenho certeza,em treinamento humano,em cenários de alta intensidade nossos fuzileiros navais,nada devem a ninguém agora teremos como país de eles que são nossa bandeira externa de propaganda de modernização,têm de ter os meios necessários para não fazer feio em cenário algum,para isso é melhor ficar em casa.Nossas tropas  especiais todas elas inclusas(paras,fuzileiros,comandos,rangers,dae,sogas,percussores,etc,)são do melhor,não brinquemos com o que nos resta,por favor.


Abraços,
zocuni
 

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papatango

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« Responder #88 em: Abril 29, 2008, 02:51:21 pm »
Pessoalmente, e conforme já disse anteriormente, acho que sempre que possível os meios devem ser adequados para as marinhas e não o contrários.

Um futuro Navpol, com capacidade para 600 militares pode parecer muito grande para as capacidades portuguesas, mas temos que ter em consideração a possibilidade de virem a ter lugar operações militares em que   navios portugueses possam transportar não apenas tropas portuguesas mas também tropas de outro países.

Isso permitirá a Portugal aumentar a importância das suas contribuições em operações internacionais, quer da NATO quer da UE.

Logo, um navio de dimensões generosas, mas que teria capacidade para colocar no terreno e apoiar tropas, é extremamente limitado porque só poderia ser utilizado por um pequeno grupo de militares e não serviria de nada em caso de necessidade em operações internacionais.

A utilização de um navio por parte de uma marinha é algo de muito complicado.

Costumo dar o exemplo comercial.

A marinha é como um conglomerado de pequenas e médias empresas, em que cada navio é uma empresa.
Uma classe de navios do mesmo tipo, é como se fosse uma empresa maior com várias filiais (caso das fragatas Vasco da Gama).

Um novo navio, é uma nova empresa, com toda a logistica necessária, novos técnicos que precisam formação para operar novos equipamentos, novos investimentos na adaptação das instalações.

Este investimento tem que ser rentabilizado, e isto só se consegue se a empresa durar bastantes anos e a sua existência se justificar.

De nada adianta criar a empresa «Bougainville» durante alguns anos, junto com toda a sua estrutura de suporte e apoio, quando existem planos para criar a empresa NAVPOL, que terá um ciclo de vida muito maior, além de ser muito mais util.

Quanto aos navios com caldeiras a vapor, não vou nem falar :mrgreen:
Quantos navios temos que utilizem caldeiras a vapor?
Quantos técnicos temos que estejam habilitados a operar e manter um navio destes?
Devemos gastar dinheiro em formação de pessoal para aprender a utilizar tecnologias de há 30 anos ?

Seria um puro desperdicio de recursos, para um país que não os tem para esbanjar.

O nosso caminho só pode ser um:
O de ter numeros relativamente reduzidos de armas e pessoal, mas com um elevado grau de preparação.

Cumprimentos
 

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LM

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« Responder #89 em: Abril 29, 2008, 05:12:39 pm »
Bom post papatango - a lembrar uma realidade muitas vezes esquecida que não basta "comprar" o equipamento, é necessário prever a estrutura de apoio, etc.

O artigo da Baluarte sobre os novos LeoIIA6 que vamos receber e tudo o que essa decisão envolve também nos alerta para que não basta "comprar", é necessário muito mais que isso.
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 

 

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