Iraque: "Convoys" devem aguentar posição e lutar

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Marauder

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Iraque: "Convoys" devem aguentar posição e lutar
« em: Abril 12, 2006, 01:59:23 pm »
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Convoys to Stand and Fight When Attacked
Stars and Stripes | By Seth Robson | March 31, 2006
GRAFENWÖHR, Germany — In a change to Army tactics, U.S. soldiers will stand and fight instead of shooting and pressing on when their convoys are attacked on Iraqi roads, according to Harvey Perritt, spokesman for the Army’s Training and Doctrine Command at Fort Monroe, Va.

“In the first two years of Iraq, convoys (under attack) just fired and kept rolling,” said Maj. Roger Gaines, the battalion’s operations officer said Thursday. “That gave bad guys the perception that Americans run away. Now, convoys will stop and engage the enemy.”

The change is part of Army Chief of Staff Gen. Peter Schoomaker’s underlying philosophy of a more rigorous response to attacks, Perritt said in a telephone interview Thursday.

The training is mandatory for all soldiers, regardless of their military occupational specialty.

Members of the 1st Armored Division’s 141st Signal Battalion tried out the new policy while practicing live-fire convoys this week at the Grafenwöhr Training Area.

“We are training to take the fight to the enemy,” said Gaines, a 45-year-old Portland, Ore., native. “If you stop and fight, you can at least neutralize them or take it to the point that they disengage.”

On Thursday, 35 soldiers from the battalion’s Company C convoyed across a range, responding to simulated roadside bomb and several small-arms attacks. Each time the convoy was attacked, soldiers leapt out of their Humvees and took cover before unleashing a hail of rifle and machine-gun fire on pop-up targets.

Company C’s 3rd Platoon leader, 2nd Lt. Joshua Mendoza, 26, of Chandler, Ariz., said shooting on the run did not send insurgents the right message.

“They have been seeing how convoys are being attacked and driving off,” he said. “The enemy has felt like they might be winning. Now we are going to take them out.”

The change in tactics is necessary because insurgents are getting smarter, said Sgt. 1st Class Charles Ahlborn, 36, of San Diego.

“They know our reactions to certain things. Two years ago, they would never try and stop us,” he said. “But now IEDs (improvised explosive devices) are becoming more prevalent on the battlefield, and they are doing anything they can to try and stop the convoys.

“So what we are trying to do is plan for any type of contingency or scenario that insurgents might throw at us. The objective is not to chase them down. Just protect yourself and neutralize the threat that is immediate to your convoy.”

Sgt. Joel Arbour, a Company C soldier, served in northern Iraq from 2004 to 2005 with 2nd Squadron, 14th Cavalry Regiment.

The 28-year-old Santa Fe, Texas, native said he’s been attacked by small arms, rocket-propelled grenades, roadside bombs, car bombs and suicide bombers during convoys in Iraq. Back then, units would put down suppressing fire and keep moving.

But times have changed, he said.

“The insurgents have learned that we blow on through. They know you are going to run past, so they will ambush [soldiers] down the road with a frontal ambush,” he added. “This training gets us ready for multiple attacks.”


de:
http://www.military.com/features/0,15240,92896,00.html

Realmente...se tem a bandeira americana ao contrário nos uniformes por causa de dar a impressão que "eles vão sempre para a frente para a luta", esta mudança tática peca por tardia..
« Última modificação: Abril 12, 2006, 02:28:03 pm por Marauder »
 

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Azraael

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« Responder #1 em: Abril 12, 2006, 02:10:08 pm »
ou seja... passam de "moving targets" a "sitting ducks"... os tipos dos IED vao adorar isto!
 

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Marauder

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« Responder #2 em: Abril 12, 2006, 02:25:09 pm »
Citação de: "Azraael"
ou seja... passam de "moving targets" a "sitting ducks"... os tipos dos IED vao adorar isto!


Sim, mas passam de uma situação em que somente um lado sofre casualidades, e normalmente foge à batalha quando estas não ocorrem, para uma situação em que lutam com os rebeldes. Claro que se realmente aplicarem esta tática, no início provavelmente haverá algumas pequenas vitórias dos rebeldes ao conjugar os ataques de metralhadora para fazer para o convoy, com IEDs que possam tar no local, com ataques de morteiro previamente calculados.

Desde que haja sempre forças americanas disponiveis a juntar a esses combates...transportadas por helicópteros, e também helicópteros de ataque, bem como colunas blindadas de Reacção rápida, penso que esta tática pode resultar e causar diminuição dos ataques a comboios. É claro que os ataques com IEDs continuarão..
 

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papatango

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« Responder #3 em: Abril 12, 2006, 02:43:06 pm »
Casualidades ? :mrgreen:

= = =

Esta postura táctiva faz sentido.
Se repararem no tópico sobre a introdução dos tanques ligeiros M5 em Angola, pode-se verificar que a doutrina implica escoltar as colunas, e em caso de ataque, empenhar-se activamente contra o IN.

Se os atacantes de beira de estrada souberem que logo que começam o ataque passam a ser alvo de ataque directo dos americanos, será que atacam da mesma distância ?

Na prática os "insurgentes" iraquianos não passam de bandos de terroristas estrangeiros, que só atacam se tiverem possibilidade de fugir.

Uma alteração de doutrina pode produzir resultados inprevisíveis.

Cumprimentos.
 

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Azraael

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« Responder #4 em: Abril 12, 2006, 03:03:08 pm »
Citação de: "papatango"
Se os atacantes de beira de estrada souberem que logo que começam o ataque passam a ser alvo de ataque directo dos americanos, será que atacam da mesma distância ?


Estava a pensar em algo semelhante ao que o Marauder sugeriu. Poes meia duzia de tipos (suicidas?) a mandar uns tiros ao comboio para o fazer parar em determinado local, e detonas uma serie de explosivos, ou lancas uma barragem de morteiros, stinger, etc.. preparada com antecedencia. Pelo "preco" de um punhado de insurgentes (e respectivas virgens!) danificas seriamente ou destrois um comboio.
Imagina as vantagens tacticas de saberes que podes parar o inimigo onde quiseres!
 

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Marauder

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« Responder #5 em: Abril 12, 2006, 04:27:08 pm »
Ups...casualidades...pois...realmente que tradução de tanga que fiz do inglês casualities....queria dizer "baixas" mas felizmente deu para entender.

  Sim, as ideias que eu referi, pelo menos as dos morteiros foram usadas pelos alemães nos campos da Normandia, e realmente lixaram e bem o avanço dos americanos por lá.

 Mas eu acredito que com o imenso arsenal e tecnologia dos EUA eles são capazes de ultrapassar estes pequenos detalhes...

  ...Por alguma coisa a Normandia foi tiro ao alvo (para os aviões de ataque ao solo, caças, etc) aos tanques alemães..
 

 

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