Galp: Notícias

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Re: Galp: Notícias
« Responder #135 em: Junho 07, 2023, 10:26:45 am »
Associação Zero: Galp de Sines é o maior poluidor do país

Nas contas da associação ambientalista, os 10 maiores poluidores aumentaram 18% as emissões de gases com efeito de estufa (GEE) em 2022.



A refinaria da Galp em Sines é o maior poluidor do país, com 2,67 milhões de toneladas de dióxido de carbono emitidas em 2022, segundo uma lista dos 10 maiores poluidores de Portugal divulgada esta quarta-feira pela associação Zero.

Nas contas da associação ambientalista, os 10 maiores poluidores aumentaram 18% as emissões de gases com efeito de estufa (GEE) em 2022.

No balanço da evolução de 2021 para 2022, a associação destaca "o aumento significativo das emissões de algumas centrais térmicas a gás natural fóssil para produção de eletricidade e das associadas ao transporte aéreo (associadas à TAP), a par de um aumento na refinação de combustíveis fósseis".

A refinaria de Sines da Petrogal é, pelo segundo ano consecutivo, a instalação mais poluente, tendo aumentado as emissões em 16%, com as suas 2,7 milhões de toneladas a representarem 5% do total de emissões oficiais de Portugal em 2021.

A associação afirma que as emissões de Sines refletem em parte a absorção pela refinaria da produção de Matosinhos, que fechou. Mas acrescenta a Zero que há "um peso muito significativo" dos combustíveis fósseis na economia e nas emissões poluentes, dando como exemplo a Galp.

"A Galp continua a ser uma empresa virada para a exploração e produção de combustíveis fósseis, com mais do dobro do seu investimento a eles dedicado por comparação com investimento em renováveis", alerta a associação. E justifica: "De acordo com o relatório integrado de gestão de 2022, [a empresa investe em combustíveis fósseis] 66% (...), por comparação com 32% para o segmento renováveis e novos negócios".

No comunicado salienta-se também que o setor da refinação, produção de eletricidade a partir da queima de gás natural fóssil, o cimento, o transporte aéreo e a produção de olefinas (hidrocarbonetos) completam o "top 10" dos maiores poluidores do país.

Da lista elaborada pela Zero fazem parte, além da refinaria de Sines, a Elecgás — Central de ciclo combinado do Pego, com mais 48% de emissões do que em 2021, e em terceiro lugar a Turbogás - Central de ciclo combinado do Outeiro, que não aumentou as emissões.

Depois surge a EDP — Central termoelétrica do Ribatejo, com mais 51% de emissões, a Cimpor — Centro de produção de Alhandra, com mais 28% de emissões, e em sexto lugar surge a TAP, que aumentou as emissões em 91% em relação a 2021.

Nos lugares seguintes estão duas cimenteiras, a Cimpor de Souselas e a Secil do Outão, ambas com uma redução de emissões (especialmente a Secil), a EDP — Central Termoelétrica de Lares, com um aumento de 13% de emissões, e em 10.º lugar a Repsol — Polímeros, que reduziu as emissões em 22%.

Ao todo, as 10 empresas mais poluentes do país emitiram em 2022 mais de 12 milhões de toneladas de dióxido de carbono (12.0971.176), quando em 2021 tinham emitido 10,2 milhões, o que representa um aumento de 18%.

"Estes números implicarão muito provavelmente um aumento no total de emissões do país relativas ao ano de 2022 e que ainda estão em fase de inventário", diz a Zero. Comparando com 2021, sai da lista a Tejo Energia — Central termoelétrica do Pego e entra, com uma subida de cinco lugares, a TAP.

Para elaborar a lista, a associação ambientalista usou dados disponibilizados pelo registo de emissões associado ao Comércio Europeu de Licenças de Emissão (CELE).

O CELE integra as principais unidades de setores fortemente emissores de emissões de carbono, nomeadamente centrais térmicas, refinação, cimento, pasta de papel, vidro, entre outras, nota a Zero, explicando que em Portugal há 145 empresas que declararam emissões em 2022 no âmbito do CELE.

A associação diz ainda que, no caso das centrais térmicas utilizando combustíveis fósseis, todas as licenças de emissão têm de ser adquiridas (compradas em leilão), enquanto noutros setores uma grande parte das licenças é oferecida gratuitamente e a restante tem de ser adquirida.

Nos últimos meses, o custo da tonelada de dióxido de carbono tem estado acima dos 80 euros no mercado europeu. O dióxido de carbono é o principal gás com efeito de estufa que causa alterações climáticas.

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/associacao-zero-galp-de-sines-e-o-maior-poluidor-do-pais

Querem ver que o fundamentalismo ambiental ainda vai obrigar a única refinaria da Galp que resta, a encerrar?
Bastava os ambientalistas olharem para o próprio relatório deles e verificarem que as emissões das centrais a gás aumentaram....... querem dizer que as energias renováveis não são suficientes para produzirem energia para o país!
Mas parece-me que o governo também sofre do mesmo problema visual que impede de ver o óbvio, as energias renováveis não são 100% fiáveis e nem são suficientes para garantir o fornecimento energético do país!

O país depender só de energia eléctrica proveniente das energias: solar, eólica e hídrica, não é suficiente!

Que conclusão é que chegam com este estudo? Já acabaram com as centrais a carvão e agora querem encerrar as centrais a gás?
A falta de visão pode levar a estes becos. Quando olhamos só para o ambiente e esquecemos tudo o resto!
« Última modificação: Junho 07, 2023, 11:07:33 am por Viajante »
 

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Re: Galp: Notícias
« Responder #136 em: Junho 07, 2023, 11:15:28 am »
Que conclusão é que chegam com este estudo? Já acabaram com as centrais a carvão e agora querem encerrar as centrais a gás?
É preciso acabar com tudo. Encerrar o país completamente... Entretanto na China, na Índia, no Brasil, na Nigéria, na Rússia...

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 
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Re: Galp: Notícias
« Responder #137 em: Junho 08, 2023, 10:44:03 am »
Em análise: lista de maiores poluidores


 

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Viajante

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Re: Galp: Notícias
« Responder #138 em: Julho 19, 2023, 01:28:26 pm »
Decisão de fechar refinaria de Matosinhos foi "unilateral" e "intempestiva", diz Governo

No Parlamento, o ministro do Ambiente, Duarte Cordeiro, garantiu que a desição da petrolífera "não teve a concordância do Governo".



O ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro, voltou esta quarta-feira a demarcar mais uma vez o Governo da decisão "unilateral" e "desacompanhada" da petrolífera portuguesa Galp em encerrar a refinaria de Matosinhos, anunciada há quase três anos, no final de dezembro de 2020.

"O Governo tem dito insistentemente e repete: a decisão de encerramento foi unilateral, desacompanhada e com consequências económicas e sociais, deixando o Governo surpreendido em relação ao momento em que foi feita e como foi feita. Não teve a concordância do Governo, que mostrou preocupações imediatas. E desde então temos trabalhado com o município, com a região e com os trabalhadores", disse Duarte Cordeiro numa audição na Comissão de Ambiente e Energia da Assembleia da República.

O ministro frisou ainda que, caso o Governo tivesse sido envolvido na decisão tomada pela petrolífera "teria sido completamente diferente" e "poderia ter sido feito um processo de transição muito mais equilibrado, com mais salvaguardas para os trabalhadores".

Por seu lado, e na mesma audição, a secretária de Estado da Energia, Ana Fontoura Gouveia, frisou que "a forma como o Governo entende a Transição Justa é muito diferente do que aconteceu em Matosinhos". "Esta decisão intempestiva é um exemplo de como não deve ocorrer a transição e temos outros exemplos mais virtuosos desse processo em Portugal", como por exemplo as centrais a carvão do Pego e de Sines, disse a governante que detém a pasta da Energia.

Depois da reunião que teve em junho com a Comissão de Trabalhadores da refinaria de Matosinhos, Ana Fontoura Gouveia anunciou para este mês um novo encontro que juntará à mesma mesa trabalhadores da Galp, secretaria de Estado do Trabalho, o ministério da Coesão Territorial e a área da Energia. 

Sobre as acusações dos deputados, de que os apoios da UE tardam em chegar ao terreno, a governante admitiu que "o Fundo de Transição Justa teve dificuldades de concretização mas neste momento estamos já numa fase muito avançada e a finalizar os avisos". A secretária de Estado da Energia sublinhou que "quatro em cada 10 antigos trabalhadores da refinaria de Matosinhos precisam de uma resposta porque o subsídio de desemprego irá acabar".

Citando dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), o ministro avançou que a decisão da Galp resultou em 172 despedimentos diretos, dos quais 69 voltaram a ser empregados: 38 reintegrados na Galp e 27 movidos para outras funções ou para trabalho a tempo parcial. Além disso, 34 foram para a reforma, 55 estão a receber subsídio de desemprego e 14 estão em formação profissional.

Descontaminação dos solos será 100% paga pela Galp

Duarte Cordeiro deixou ainda bem claro que "não será dado nenhum apoio à empresa para pagamento de indemnizações ou para tratamento de solos contaminados na reconversão das instalações" da refinaria de Matosinhos". "Quando dizemos que não temos qualquer tipo de complacência, é porque vamos ser rigorosos na transformação destes terrenos, distinguindo bem os objetivos estratégicos do municípoio, da CCDR dos objetivos da Galp", referiu.

O secretário de Estado do Ambiente, Hugo Pires, lembrou que a reconversão dos terrenos da refinaria é a "maior operação de regeneração urbana da Europa", garantindo que "o processo de desmantelamento e descontaminação dos solos será exigente" e 100% pago pela Galp, sem financiamento público.

Na próxima semana "será dado o pontapé de saída" deste processo com a primeira reunião do comité estratégico para o futuro de Matosinhos, que juntará o município, a Galp (que partilhará as suas ideias para a zona), o ministério do Ambiente, da Economia, da Coesão territorial, da Ciência, Tecnologia, Ensino Superior, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e Agência Portuguesa do Ambiente.

Já quanto aos apoios a projetos da Galp no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e das Agendas Mobilizadoras, o ministro sublinhou que são legais e que "não é dado tratamento distinto a ninguém". 

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/decisao-de-fechar-refinaria-de-matosinhos-foi-unilateral-e-intempestiva-diz-governo#loadComments

Esta é mais uma notícia que me faz confusão..... então o Estado não é accionista da Galp?

https://www.galp.com/corp/pt/investidores/informacao-ao-acionista/estrutura-acionista

O Governo foi apanhado de surpresa com o encerramento da refinaria? Como é possível se tem lá 1 administrador?

https://sicnoticias.pt/economia/2022-05-04-galp-estado-nao-pode-dizer-que-nao-sabe-o-que-se-passa-nos-combustiveis-entao-o-que-esta-la-a-fazer-o-administrador-

Afinal de que vale ser accionista, se quando interessa diz que não sabe de nada do que se passa nas empresas onde é accionista!?!?!?
 

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« Responder #139 em: Agosto 08, 2023, 12:42:05 pm »
Combustíveis mais caros esta semana


 

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Re: Galp: Notícias
« Responder #140 em: Outubro 09, 2023, 07:00:03 pm »
Abu Dhabi mostrou interesse em comprar negócio da Galp em Moçambique


 

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Re: Galp: Notícias
« Responder #141 em: Abril 24, 2024, 05:15:05 pm »
GALP DESCOBRE DEZ MIL MILHÕES DE BARRIS DE PETRÓLEO NA NAMÍBIA


 

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Re: Galp: Notícias
« Responder #142 em: Maio 02, 2024, 03:06:49 pm »
Climáximo vandaliza sede da Galp


 

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Re: Galp: Notícias
« Responder #143 em: Agosto 30, 2024, 10:40:07 am »
A GALP vai subir preço da eletricidade em 9% a partir de 1 de Outubro


 

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Re: Galp: Notícias
« Responder #144 em: Outubro 29, 2024, 04:42:32 pm »
Climáximo cola cartazes de protesto na sede da Galp


 

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Re: Galp: Notícias
« Responder #145 em: Novembro 25, 2024, 04:47:03 pm »
Galp quer modificar Postes de Iluminação Pública servindo de carregadores de Veiculos Elétricos


 

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Re: Galp: Notícias
« Responder #146 em: Março 07, 2025, 03:07:28 pm »
Galp vai aumentar os preços da Eletricidade e do Gás Natural a partir de 1 de Abril



 

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Re: Galp: Notícias
« Responder #147 em: Hoje às 11:39:37 am »
Comissão de trabalhadores da Galp critica ministra e deixa alerta para negócio com Moeve

Trabalhadores consideram que a Galp "vai ser menor" com o negócio que está a ser estudado com a Moeve falando numa perda de influência sobre o que resta do aparelho refinador em Portugal.



 A Comissão Central de Trabalhadores (CCT) da Petrogal criticou esta segunda-feira as declarações da ministra do Ambiente e da Energia sobre o negócio entre Galp e Moeve, rejeitando que a petrolífera portuguesa vá ganhar dimensão com o negócio.

"Não, senhora ministra. A Galp não vai ser muito maior do que é hoje, ao contrário, vai ser menor", afirmaram os representantes dos trabalhadores em comunicado, sobre as declarações da ministra Maria da Graça Carvalho.

No entender da CCT, a ministra "até inventou que com uma posição a rondar os 20% na empresa a ser criada (...) a Galp passará a ter duas refinarias em Espanha. Esta posição é inaceitável e expõe a cumplicidade da ministra mas, sobretudo, o grau de deturpação da realidade a que está disposta a assumir para justificar mais um negócio desastroso para o país".

Na semana passada, Maria da Graça Carvalho encarou com otimismo as negociações entre as duas empresas para a fusão dos negócios de refinação e combustíveis na Península Ibérica.

Em causa está o acordo não vinculativo assinado entre a Galp e os acionistas da Moeve (ex-Cepsa) - a Mubadala Investment Company, fundo soberano dos Emirados Árabes Unidos, e o fundo norte-americano The Carlyle Group - para avançar com discussões sobre a junção dos respetivos portefólios de 'downstream' (refinação, petroquímica e venda de combustíveis) na Península Ibérica.

 O plano em estudo prevê a criação de duas novas plataformas empresariais: uma dedicada ao retalho de combustíveis e mobilidade (RetailCo), que reunirá as redes de postos de abastecimento e será co-controlada pela Galp e pela Moeve, e uma plataforma industrial (IndustrialCo), focada em refinação, petroquímica, 'trading' e combustíveis de baixo carbono (como biocombustíveis e hidrogénio).

Nesta plataforma industrial, a Galp terá uma participação minoritária, superior a 20%, enquanto a maioria do capital ficará nas mãos dos acionistas da Moeve. Entre os ativos potencialmente integrados encontra-se a refinaria de Sines, considerada estratégica para o abastecimento energético nacional.

A governante rejeitou que a operação represente uma perda estratégica para Portugal, defendendo que a Galp ganhará influência sobre um conjunto mais alargado de ativos de refinação na Península Ibérica.

"A minha posição, agora estou a falar por mim, é que vejo isto por outro prisma. Quando dizem que perdemos o controlo de uma refinaria, eu digo que nós ganhámos o controlo de outras duas, porque em Espanha há duas", afirmou, numa referência às refinarias da Moeve em San Roque, em Cádiz, e em Palos de la Frontera, em Huelva.

 "Portanto, vão ser três refinarias em que a Galp passa a ter uma influência", acrescentou.

Para a CCT, a ministra "seguiu o exemplo do primeiro-ministro no discurso de ano novo", numa perspetiva motivacional: "Aquela coisa do copo meio cheio ou meio vazio".

Para os representantes dos trabalhadores, a situação é de um copo meio vazio, com "a perda de influência sobre o que resta do aparelho refinador que ainda garante a soberania nacional" e "a incapacidade de Portugal conseguir produzir a totalidade dos combustíveis sólidos e gasosos de que necessita".

A CCT criticou o executivo por não revelar se há e quais são as condições impostas à Galp para assegurar a soberania energética ou a manutenção de trabalhadores.

"A administração deve fazê-lo desde já, assumir perante a opinião pública e os trabalhadores que não vai despedir ninguém, não vai haver despedimentos coletivos e que vai assegurar o futuro da refinaria de Sines a bem do interesse nacional", defendeu a CCT.

 A ministra frisou que o processo ainda está numa fase inicial e que as empresas dispõem de um ano para negociar os termos finais do acordo e submetê-lo às autoridades da concorrência - um período em que acredita que o Governo terá tempo para exigir garantias.

A ministra mostrou-se confiante de que a operação vá ultrapassar o crivo das autoridades da concorrência, ainda que reconheça a exigência do processo.

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/comissao-de-trabalhadores-da-galp-critica-ministra-e-deixa-alerta-para-negocio-com-moeve

Conclusão, a Galp vai perder o controlo da única refinaria que resta no país!
É uma notícia importante e relevante!