Galp: Notícias

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Chicken_Bone

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« Responder #75 em: Setembro 19, 2008, 08:57:24 pm »
n sabia onde por:

http://diario.iol.pt/economia/portugal- ... -4058.html

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A crise nos preços dos combustíveis está a criar problemas nos postos próximos da fronteira, onde muitas empresas do sector estão a encerrar e a despedir trabalhadores por falta de facturação.

De acordo com a agência «Lusa», na Guarda, a empresa proprietária da área de serviço da BP na auto-estrada A-25, Alto de Leomil, Almeida, anunciou o despedimento de «um mínimo de 38 e um máximo de 55» dos actuais 59 trabalhadores, disse fonte sindical.

Segundo José Ambrósio, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Metalúrgicas e Metalomecânicas dos Distritos de Aveiro, Viseu, Guarda e Coimbra, os primeiros trabalhadores «começaram ontem (quinta-feira) a receber as cartas de despedimento».

Para este responsável, evitar a saída das pessoas «irá ser difícil devido à situação dos postos fronteiriços, porque a gasolina em Espanha é muito mais barata do que em Portugal».

A administração da empresa proprietária da área de serviço do Alto de Leomil, na carta enviada aos trabalhadores justifica a decisão pelo facto de ser registado «um nível de vendas demasiado baixo para a sua actual estrutura de custos».

No documento a que a agência «Lusa» teve acesso, refere-se que a unidade «foi concebida para um volume de vendas de cerca de 50 milhões de litros de combustível por ano» mas «em consequência da política fiscal do Governo, nos últimos três anos na área dos combustíveis, essas expectativas iniciais têm-se vindo a frustrar».

Crise não surpreendeu

Rosa Torrado, delegada sindical na área de serviço da A25 disse que a situação de crise vivida na empresa não surpreendeu os trabalhadores.

«Todo o País sabe como está a situação junto das fronteiras, onde não há vendas. Isto está morto», afirmou, recordando que a «casa» já foi considerada «a maior da Península Ibérica» nesta área.

A crise no sector também atinge a cidade da Guarda, onde duas empresas estão a proceder a despedimentos.

Filipe Gomes, gerente de dois postos, disse à «Lusa» que a empresa enfrenta «uma quebra de 30% nas vendas em relação ao ano anterior», tendo já despedido um funcionário.

Outro empresário da zona, gerente de um posto da cidade, explicou que a redução foi superior a 50%.

«Encargos são altos»

Segundo João Marques, «os encargos são altos» pelo que já foi entregue uma carta de despedimento a um funcionário que deixará o serviço a 15 de Outubro, passando o posto de combustíveis a laborar com seis.

Mais a norte, em Valença do Minho, a abertura do posto de combustível do segundo maior «outlet» de Espanha, que abriu recentemente em Tui, significou mais um «duro golpe» para as gasolineiras instaladas em Valença, cujo negócio vai «de mal a pior».

«Se até aqui já era um corridinho de carros portugueses para abastecer em Tui, agora a coisa piorou ainda mais. Nas bombas de Valença, só abastece quem está mesmo à rasca de tempo ou tem o depósito na reserva das reservas», disse o funcionário de um posto de combustíveis daquele concelho português.

Segundo Domingos Tristão, a afluência de portugueses a Espanha é tal que algumas vezes são os espanhóis que ali vão abastecer, porque «não estão para esperar nas filas e filas» que se registam nos postos da Galiza, em boa parte devido à «invasão» dos automobilistas portugueses.

«Mas na maior parte das vezes, não faço mais nada do que ver os carros passar», confessa, saudoso dos tempos, não muito longínquos, em que ali trabalhavam mais duas pessoas, «e sem terem mãos a medir».
"Ask DNA"
 

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Chicken_Bone

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« Responder #76 em: Novembro 15, 2008, 09:26:19 am »
Investimento total de 281 milhões de euros
Reconversão da refinaria de Matosinhos avança hoje com a presença do primeiro-ministro

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O inicio das actividades de reconversão e modernização da refinaria de Matosinhos da Galp Energia, num investimento total de 281 milhões de euros, é assinalado hoje numa cerimónia que contará com as presenças do primeiro-ministro e do ministro da Economia.

A reconversão da refinaria de Matosinhos foi considerada pelo Governo como o primeiro projecto PIN + (Projecto de Interesse Nacional), o que implicou a suspensão parcial do Plano de Ordenamento da Orla Costeira entre Caminha e Espinho e uma grande celeridade na sua aprovação.

O investimento previsto, segundo a Galp Energia, é de 281 milhões de euros e o projecto consiste na construção de uma nova unidade de destilação de vácuo e ainda de uma unidade de viscorredução destinada ao craqueamento térmico suave.

O programa de investimentos para a modernização e desenvolvimento sustentável da Refinaria de Leça da Palmeira inclui ainda a instalação de aerogeradores, na frente poente, e de uma central de cogeração com uma potência de 82 megawatts (MW).

A Refinaria de Leça da Palmeira, inaugurada em 1969, ocupa uma área com cerca de 200 hectares e, segundo dados da Galp Energia, produz anualmente 3,7 milhões de toneladas de combustíveis, 440 mil toneladas de aromáticos e solventes, 150 mil toneladas de óleos de base e 150 mil toneladas de betumes.

A produção anual da refinaria inclui ainda 10 mil toneladas de parafinas, 10 mil toneladas de enxofre e 1500 toneladas de massas lubrificantes.


http://economia.publico.clix.pt/noticia ... idCanal=57
"Ask DNA"
 

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Daniel

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« Responder #77 em: Dezembro 27, 2008, 04:13:45 am »
Galp descobre mais petróleo no Brasil

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A Galp e a Petrobras, companhia controlada pelo Estado brasileiro, descobriram um novo poço de petróleo ‘onshore’ na bacia de Espírito Santo, no Brasil, anunciaram as duas empresas no site da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Diario Económico Online

A Galp Energia e a petrolífera brasileira Petrobras informam no documento, citado pela Bloomberg, que a descoberta foi feita a 1.045 metros de profundidade no bloco ES-T-8, na bacia de Espírito Santo, no Brasil, cuja concessão é detida em partes iguais pelas duas empresas.

Não foi ainda revelado, no entanto, se o petróleo descoberto no bloco operado pela Petrobras, é ou não
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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macholuso

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« Responder #78 em: Dezembro 27, 2008, 12:48:21 pm »
Citação de: "Daniel"
Galp descobre mais petróleo no Brasil

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A Galp e a Petrobras, companhia controlada pelo Estado brasileiro, descobriram um novo poço de petróleo ‘onshore’ na bacia de Espírito Santo, no Brasil, anunciaram as duas empresas no site da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Diario Económico Online

A Galp Energia e a petrolífera brasileira Petrobras informam no documento, citado pela Bloomberg, que a descoberta foi feita a 1.045 metros de profundidade no bloco ES-T-8, na bacia de Espírito Santo, no Brasil, cuja concessão é detida em partes iguais pelas duas empresas.

Não foi ainda revelado, no entanto, se o petróleo descoberto no bloco operado pela Petrobras, é ou não


A descoberta de petroleo no Brasil pela Galp não devia pelo menos em teoria,transformar-nos num país próspero num futuro próximo?
I did not have..repeat.. did not have sexual relations with that woman
Bill Clinton
 

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André

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« Responder #79 em: Dezembro 27, 2008, 02:12:38 pm »
Citação de: "Daniel"
Galp descobre mais petróleo no Brasil

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A Galp e a Petrobras, companhia controlada pelo Estado brasileiro, descobriram um novo poço de petróleo ‘onshore’ na bacia de Espírito Santo, no Brasil, anunciaram as duas empresas no site da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Diario Económico Online

A Galp Energia e a petrolífera brasileira Petrobras informam no documento, citado pela Bloomberg, que a descoberta foi feita a 1.045 metros de profundidade no bloco ES-T-8, na bacia de Espírito Santo, no Brasil, cuja concessão é detida em partes iguais pelas duas empresas.

Não foi ainda revelado, no entanto, se o petróleo descoberto no bloco operado pela Petrobras, é ou não


Mais detalhes ...

 :arrow:  A Galp Energia e a Petrobras descobriram petróleo num poço onshore (em terra) na Bacia do Espírito Santo, sudeste do Brasil, refere hoje a agência noticiosa Bloomberg.

Segundo a Bloomberg, que cita um comunicado na página da Agência Nacional de Petróleo (ANP) brasileira na Internet, o petróleo foi descoberto a 1.045 metros de profundidade no bloco ES-T-88, do qual cada uma das empresas (Petrobras e Galp Energia) detém 50 por cento.

Nenhuma das empresas especificou se é ou não comercialmente viável extrair o petróleo descoberto neste poço, que é operado pela Petrobras, segundo a Bloomberg.

A Bolsa de São Paulo (Bovespa) estava hoje a subir 1,7 por cento, para os 37.082,65, o nível mais alto desta semana, puxada pela Petrobras.

A Petrobras estava a ganhar 68 centavos do real (para 22,68 reais) na sequência do aumento de dois por cento nos preços do petróleo e da notícia da descoberta do novo poço com petróleo no bloco ES-T-88.

Na semana passada, as empresas portuguesas Galp Energia e Partex venceram um leilão para exploração de dez blocos petrolíferos em terra, todos em parceria com a Petrobras.

As duas empresas venceram blocos nas bacias Potiguar, na região Nordeste, e Amazónica, no Norte do Brasil, num total de ofertas de 34,99 milhões de reais (10,3 milhões de euros).

A Partex Oil and Gas venceu dois blocos (POT-T-556 e POT-T-601), na bacia Potiguar, com participação de 50 por cento em cada um deles, sendo o restante detido pela Petrobras.

Já a Galp Energia venceu cinco blocos na bacia Potiguar (POT-T-563, POT-T-564, POT-T-608, POT-T-699 e POT-T-743), com participações de 50 por cento em cada um.

Os outros três blocos vencidos pela Petrogal na bacia Amazónica ( AM-T -62 AM-T-84 e AM-T-85) foram com participações de 40 por cento em cada um.

Lusa

 

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« Responder #80 em: Dezembro 28, 2008, 12:39:43 pm »
Citação de: "macholuso"
Citação de: "Daniel"
Galp descobre mais petróleo no Brasil

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A Galp e a Petrobras, companhia controlada pelo Estado brasileiro, descobriram um novo poço de petróleo ‘onshore’ na bacia de Espírito Santo, no Brasil, anunciaram as duas empresas no site da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Diario Económico Online

A Galp Energia e a petrolífera brasileira Petrobras informam no documento, citado pela Bloomberg, que a descoberta foi feita a 1.045 metros de profundidade no bloco ES-T-8, na bacia de Espírito Santo, no Brasil, cuja concessão é detida em partes iguais pelas duas empresas.

Não foi ainda revelado, no entanto, se o petróleo descoberto no bloco operado pela Petrobras, é ou não

A descoberta de petroleo no Brasil pela Galp não devia pelo menos em teoria,transformar-nos num país próspero num futuro próximo?


quando acabar de rir logo respondo..... :lol:


ps-pelo menos os gestores da galp ficarão mais prósperos isso é certinho :mrgreen:
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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André

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« Responder #81 em: Janeiro 16, 2009, 06:17:38 pm »
Guiné Equatorial: Há "vontade política" para entrada da Galp na exploração de gás

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Guiné Equatorial afirmou hoje em Lisboa que existe "vontade política" para a entrada da Galp Energia na exploração de gás no país africano, mas a assinatura de um "acordo concreto" ainda está pendente.

"Há vontade política de que [a Galp] possa operar na Guiné Equatorial, estamos a trabalhar activamente a nossa empresa Sonagas e creio que proximamente têm uma reunião com todos os sócios do consórcio de gás, na Alemanha, para concretizar as datas da possível assinatura de acordo concreto", afirmou Pastor Micha Ondo Bile, após um encontro com o homólogo português, Luís Amado.

O Jornal de Negócios noticiou na quinta-feira que a petrolífera portuguesa está associada à alemã E.ON, à espanhola Union Fenosa e à petrolífera estatal Sonagas na criação e organização de uma empresa de fornecimento de gás que irá ser a dona do Consórcio 3G - Gathering System in the Gulf Of Guinea.

Durante a visita de Ondo Bile a Lisboa, será assinado um acordo de protecção recíproca de investimentos entre Portugal e o país africano, que "cobre todos os sectores", segundo o ministro africano.

"É preciso que a cooperação não se limite aos dois governos, que se alargue às empresas, porque as empresas são uma parte da nossa população, estão em contacto com a nossa população, o que significa que a nossa cooperação se realiza entre os povos. As empresas portuguesas já podem operar na Guiné Equatorial", afirmou Ondo Bile.

"Os nossos governos devem escutar muito atentamente os nossos homens de negócios, porque eles vêem de maneira muito mais objectiva a situação dos nossos países, trabalham estreitamente com a população", adiantou.

A Guiné Equatorial é actualmente país observador da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), mas há muito que pretende ser membro de pleno direito.

O ministro salientou o "potencial importante" que o país, produtor petrolífero, tem para investimentos no sector energético, mas também nas minas, agricultura, turismo, pescas, madeira e na produção de cacau, "o melhor do mundo".

"Há um potencial enorme para que as empresas portuguesas estejam na Guiné Equatorial", afirmou.

O ministro africano salientou que algumas empresas acompanharam o ministro dos Negócios Estrangeiros português aquando da recente visita a Malabo, e que "muitas delas já estão a operar" no país.

Em paralelo ao acordo de protecção de investimentos será assinado um acordo geral de cooperação e outro para apoio à promoção do ensino do português no país.

Esta tarde, Ondo Bile participa ainda num seminário, organizado pelo AICEP, com empresas que já operam na Guiné-Equatorial.

Lusa

 

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Daniel

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« Responder #82 em: Fevereiro 02, 2009, 12:16:10 pm »
Galp descobre mais petróleo
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A Galp e a brasileira Petrobras descobriram a existência de petróleo e gás natural na bacia de Potiguar, no Brasil.

A descoberta foi efectuada num poço no bloco terrestre POT-T-354 na bacia de Potiguar, anunciou hoje a Agência Nacional do Petróleo do Brasil.

O bloco é detido em partes iguais pela Galp e pela Petrobras.

Às 10h09, a Galp perdia 1,91% para 8,18 euros na Euronext Lisbon, com 245.316 acções negociadas.

A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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« Responder #83 em: Março 11, 2009, 04:21:22 pm »
11 Março 2009 - 09h00
Cozido à portuguesa

A Galp chupa-chupa

Na passada quarta-feira, 4 de Março, a orgulhosa Galp anunciou os seus resultados de 2008. Ninguém se incomodou com o facto de a companhia petrolífera ter declarado um lucro de 478 milhões de euros, dos quais 105 milhões vieram direitinhos da lentidão de ajustamento à descida dos preços do petróleo internacional.


Ou seja, a Galp passou vários meses a demorar intencionalmente a descida dos preços da gasolina e do gasóleo ao público, ganhando com isso a módica quantia de... respire bem fundo, 105 milhões!


A administração e os accionistas da Galp sentiram certamente grande alegria pelo facto de a empresa ter tido um ano histórico de aumento de lucros. Em momento algum lhes passou pela cabeça que estavam a cometer um grave erro, faltando ao respeito aos seus conterrâneos! Claro que não: para eles era apenas uma forma esperta de ganhar mais dinheiro à custa do mexilhão. De cada vez que iam às bombas atestar, os portugueses pagavam sempre mais do que deviam. O preço do petróleo a descer a pique e nas bombas aquela teimosa resistência à descida, aquela sacanice tão típica de grande empresa que se está nas tintas para nós.

É por estas e por outras que eu, não sendo de esquerda, percebo perfeitamente a raiva que a esquerda destila contra as grandes empresas. O exemplo que a Galp deu ao País foi o de uma empresa insensível e predadora, que só se interessa em "maximizar o lucro", ou seja, encher os bolsos dos accionistas, e nem por um instante se incomoda com o facto de poder estar a cometer ilegalidades. E a responsabilidade social, para a Galp, não existe? Nas escolas de gestão mais avançadas, onde certamente estudaram muitos dos administradores da Galp e das empresas suas accionistas, ensina-se uma coisa chamada responsabilidade social, que no fundo é preocuparmo-nos com o mundo à nossa volta e não olhar para os consumidores apenas como malta a quem vamos chupar o dinheirinho o mais possível. Infelizmente, foi isso que fez a Galp. Chupou, chupou, chupou até mais não poder.

Infelizmente também, em Portugal não há no PSD ninguém capaz de tornar estas situações numa arma de arremesso política contra o Governo. Sobre o assunto, o PSD disse nada. Não vou aqui especular porquê, mas apenas dizer que o silêncio do PSD foi a medida da sua confrangedora incapacidade. Quem perde uma oportunidade política de ouro como esta para enfurecer a população contra o Governo e com isso se afirmar como alternativa não merece ganhar eleições.

Domingos Amaral, Director da ‘GQ

CM
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
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André

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« Responder #84 em: Março 22, 2009, 02:11:13 am »
Galp Energia vai vender electricidade

A Galp Energia está a preparar a entrada no mercado liberalizado de electricidade para clientes industriais, revelou ao SOL fonte oficial da empresa liderada por Ferreira de Oliveira.

A empresa presidida por Ferreira de Oliveira participou, em Janeiro, no primeiro leilão de capacidade virtual de produção de energia realizado em Portugal e assegurou condições para colocar a oferta no mercado já em Abril.

«Face à actual conjuntura, com a queda dos preços de energia» , e considerando o valor de referência (70 euros por megawatt/hora) para as tarifas eléctricas fixadas pelo regulador do sector (ERSE), «o mercado oferece uma margem de comercialização competitiva», pelo que a empresa está já «a apresentar propostas concretas a clientes», disse a fonte.

Com a nova área de negócio, os planos da companhia vão passar por uma oferta integrada de gás natural, electricidade e combustíveis, um conceito inédito de triple play de serviços energéticos.

SOL

 

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André

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« Responder #85 em: Abril 06, 2009, 07:18:12 pm »
Gás Natural: Galp entra com 5% em novo consórcio na Guiné Equatorial


A Galp Energia vai deter cinco por cento do consórcio para a constituição de um entreposto de gás natural na Guiné Equatorial, projecto conjunto com a Eon Ruhrgas, a Unión Fenosa e a Sonagas, disse hoje à Lusa fonte oficial da empresa portuguesa.

A alemã Eon vai deter 25 por cento do consórcio (chamado "3G"), a Union Fenosa e Galp Energia cinco por cento cada uma e a Sonagas, a empresa estatal de gás natural da Guiné Equatorial, 50 por cento.

O governo da Guiné Equatorial deterá os restantes 15 por cento, com opção de venda.

A Guiné Equatorial quer transformar-se num centro de recolha de gás extraído localmente e nos vizinhos Camarões e Nigéria para aumentar as suas exportações de Gás Natural Liquefeito (GNL).

Em Janeiro, a E.ON, a principal empresa de gás europeia, assinou um memorando de entendimento em que se comprometia a projectar, desenvolver e construir uma estrutura de exportação de Gás Natural Liquefeito na Guiné Equatorial, a juntar à que já existe.

O projecto faz parte de uma estratégia mais ampla da EON para diversificar as suas fontes de gás.

Em Fevereiro, uma fonte próxima do projecto disse à Lusa que prosseguiam negociações sobre alguns dos principais pontos do projecto, nomeadamente a participação accionista de cada um dos sócios, que terá implicação directa sobre o montante a investir na exploração.

A petrolífera portuguesa, a E.ON, a Union Fenosa e a Sonagas partem assim em parceria para a criação e organização da empresa gasífera que irá deter o consórcio 3G - Gathering System in the Gulf Of Guinea.

Os governos europeus consideram a África Ocidental uma via para reduzir a sua dependência face à Rússia, que fornece um quarto do gás consumido na União Europeia.

Lusa

 

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André

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« Responder #86 em: Abril 30, 2009, 11:03:00 am »
Galp começa a explorar uma das maiores reservas de petróleo do mundo


A Galp, juntamente com os seus parceiros Petrobras e BG Group, vai amanhã dar o primeiro passo para iniciar a exploração daquela que é considerada uma das maiores reservas de petróleo e gás natural no mundo, o Campo de Tupi, no Brasil.

A cerimónia, que se realiza no Rio de Janeiro e terá a participação do Presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, será o ponto de partida para iniciar a extracção de petróleo, cujas reservas estão estimadas em oito mil milhões de barris.

A Galp, detentora de 10% num consórcio liderado pela brasileira Petrobras, fará o teste de longa duração, que tem como objectivo oferecer um maior conhecimento sobre o comportamento da reserva para que seja determinado o número de poços.

Cada poço, segundo estimativas da Petrobras, custa cerca de 45 milhões de euros (60 milhões de dólares) cada um com o objectivo de produzir 1,8 milhões de barris de petróleo por dia em 2020.

A empresa portuguesa já investiu no Brasil cerca de 127 milhões de euros em 23 projectos, dos quais 17 "offshore" (no mar) e seis "onshore" (em terra).

A Galp também tem em estudo opções de financiamento para um plano de investimento até 2013 no montante de 1,9 mil milhões de euros para a exploração e produção, dos quais metade serão investidos na exploração de petróleo no Brasil.

Quando a exploração do Tupi estiver em velocidade cruzeiro, prevista para 2020, a Galp estima obter uma produção diária de 150 mil barris, representando metade das necessidades do consumo em Portugal. Actualmente, a produção da Galp situa-se nos 15 mil barris por dia.

O presidente-executivo da Galp não descartou, em declarações a 5 de Março, que o financiamento ao plano de investimento fosse feito através de um aumento de capital ou de um cisão de uma das subsidiárias da empresa, por exemplo, a de exploração e produção, sem perda de controlo accionista.

Manuel Ferreira de Oliveira disse, na altura, que a solução poderia "passar por uma combinação de várias opções e também pelo desfasamento de alguns investimentos, atrasando uns e adiantando outros ou pela venda de activos".

Para que o campo petrolífero do Tupi, localizado na Baía de Santos, venha a ser explorado em velocidade cruzeiro, a brasileira Petrobras tem destinados 22,5 mil milhões de euros (30 mil milhões de dólares).

Em declarações à comunicação social brasileira, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou que a empresa irá comprar 28 novas sondas a partir do mês de Maio e oito navios-plataforma, conhecidos como FPSO, num investimento total de 602 milhões de euros (800 milhões de dólares) e que serão utilizados a partir de 2013 na Bacia de Santos.

DN

 

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André

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« Responder #87 em: Maio 02, 2009, 01:49:22 pm »
Reservas da Galp dão para abastecer Portugal por 21 anos


O presidente executivo da Galp Energia afirmou sexta-feira no Rio de Janeiro que o início da exploração das gigantescas reservas de petróleo ao largo da Bacia de Santos significa mais um passo para que Portugal consiga alcançar a auto-suficiência.

Manuel Ferreira de Oliveira afirmou, em conferência de imprensa, que as actuais reservas de petróleo e gás da Galp, avaliadas em 2,1 milhões de barris, «significam que, se fosse possível utilizá-las todas simultaneamente» a empresa seria capaz de «abastecer todo o mercado nacional durante 21 anos».

«Queremos crescer com os pés na terra, mas com a ambição firme de atingirmos a auto-sustentabilidade em termos de petróleo e gás», acrescentou.

O presidente da Galp, que se deslocou ao Brasil para participar na cerimónia de início de exploração do campo Tupi, onde a empresa portuguesa detém uma participação de 10 por cento num consórcio liderado pela brasileira Petrobras, juntamente com o BG Groupe, disse que os recursos da companhia petrolífera portuguesa «já são suficiente para atingir o objectivo estratégico de produção de 150 mil barris por dia».

Ferreira de Oliveira reforçou a sua convicção de que a actual administração da Galp «está claramente a construir uma empresa de petróleos de média dimensão» após a sua aposta no Brasil.

«Em dois anos, ocorreram oito grandes descobertas de petróleo no Brasil e a Galp está em cinco», disse.

As mais significativas são o Tupi, Iara e Júpiter, que, no conjunto dos três blocos, têm reservas estimadas entre 12 a 15 milhões de barris.

Ao todo, a empresa portuguesa participa em cerca de 50 consórcios no Brasil entre explorações "onshore" (em terra) e "offshore" (no mar).

Os analistas da empresa consideram que os activos da Galp deverão valer entre 5 mil a 6 mil milhões de euros, sendo que o Brasil tem uma fatia que ultrapassa os 70 por cento.

Com o início da produção de petróleo no Tupi, denominado "teste de longa duração", a Galp irá investir 263 milhões de euros (350 milhões de dólares) num poço que se estima que esteja a produzir em força no final de 2010, ao ritmo de 100 mil barris diários.

A exploração petrolífera da Bacia de Santos, considerada como uma das maiores reservas do mundo, é para Ferreira de Oliveira «o maior projecto industrial do mundo da próxima década», destacando que «há uma empresa portuguesa [a Galp] que está no coração deste projecto».

Estima-se que na Bacia de Santos sejam investidos entre 200 a 300 mil milhões de dólares nos próximos 10 a 15 anos.

Lusa

 

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« Responder #88 em: Maio 06, 2009, 10:26:54 pm »
Galp é candidata à exploração de petróleo no Uruguai


A Galp está na corrida à exploração de petróleo na região "offshore" do Uruguai, avança a "Energy Current".

"A Galp encontra-se em exercício permanente de identificação de oportunidades de crescimento e de criação de valor nas áreas em que actua", disse ao Económico fonte oficial da petrolífera quando questionada sobre esta notícia.

Para além da empresa portuguesa, também a venezuelana PDVSA, a Petrobras e a Repsol YPF passaram à fase de qualificação.

A Administracion Nacional de Combustibles, Alcohol y Portland (ANCAP) vai agora analisar as empresas no que diz respeito a assuntos técnicos, legais e financeiros, adianta a mesma fonte.

As companhias que se qualificarem serão convidadas a participarem nos leilões para os blocos em licitação, localizados nas bacias de Punta del Este, Pelotas e Oriental del Plata.

A decisão da ANCAP vai ser anunciada no próximo dia 15 de Maio e os leilões terão lugar entre 14 de Junho e 1 de Julho.

Diário Económico

 

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André

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« Responder #89 em: Junho 19, 2009, 07:33:01 pm »
Galp quer atingir 5% do gás no sector industrial espanhol


A Galp quer atingir uma quota de mercado de cinco por cento nas vendas de gás natural aos clientes do sector industrial espanhol, esperando chegar nos próximos anos a volumes anuais de 1.000 milhões de metros cúbicos de gás.

Em declarações à Lusa em Madrid, onde participou como convidado na reunião anual da associação espanhola de gás (Sedigas), o presidente da Galp, Ferreira de Oliveira, disse que esse é um objectivo "bem ao alcance" da empresa.

"O objectivo que temos de venda [em Espanha] é chegar aos 1.000 milhões de metros cúbicos por ano nos próximos anos, o que nos permite atingir uma quota de cinco por cento nos sector industrial espanhol. É um objectivo que está bem ao nosso alcance", sublinhou.

O presidente da petrolífera portuguesa escusou-se no entanto a precisar em quantos anos espera atingir esse objectivo.

A Galp, recordou o presidente, "está em Espanha na distribuição de gás desde o início do ano passado" e espera fechar este com quase o dobro - 200 milhões de metros cúbicos por ano - das vendas de 2008 (114 milhões em Dezembro de 2008).

No mercado ibérico a empresa portuguesa é o terceiro operador, com 10 por cento de quota de mercado.

"O crescimento em Espanha é grande mas parte de bases muito pequenas", disse Ferreira de Oliveira acrescentando a entrada neste sector de negócio no país vizinho "é um experiência positiva".

"Somos competitivos e temos conquistado um número razoável de clientes", acrescentou.

Questionado sobre se a Galp baseia a sua perspectiva de crescimento com a eventual compra de activos que a espanhola Gás Natural terá de vender por razões de concorrência - entre os quais 600 mil postos de venda - Ferreira de Oliveira disse que a empresa "estuda sempre todas as possibilidades de crescimento".

"O crescimento que sempre preferimos é o crescimento orgânico, é o mais saudável e o mais consistente com a estratégia da Galp, Mas a empresa estuda sempre, em todas as circunstâncias, todas as oportunidades com que se possa confrontar", acrescentou.

Lusa