U209PN

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Upham

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« Responder #90 em: Junho 19, 2007, 01:54:00 pm »
Boa tarde!

Penso já ter lido no Fórum (não me lembro em que tópico), que segundo o Tratado do Atlântico Norte, os países membros da Organização que possuam capacidade de efectuar minagem, deverão também ter capacidade de desminagem.

Poderão esclarecer-me sff?

Cumprimentos!
"Nos confins da Ibéria, vive um povo que não se governa, nem se deixa governar."

Frase atribuida a Caio Julio César.
 

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SSK

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« Responder #91 em: Junho 19, 2007, 02:04:25 pm »
Se assim o for estamos na "falca" à largos anos :?
É que os Submarinos da Classe Albacora sempre tiveram e têm ainda essa capacidade.
Mais não sei...
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
1º Ten Fontes Pereira de Melo
 

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luis filipe silva

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« Responder #92 em: Junho 19, 2007, 02:20:23 pm »
Upham escreveu:
Citar
Penso já ter lido no Fórum (não me lembro em que tópico), que segundo o Tratado do Atlântico Norte, os países membros da Organização que possuam capacidade de efectuar minagem, deverão também ter capacidade de desminagem.


O que eu consegui encontrar acerca disso.

P.S. Acho que nos anos 80 e 90 do Século XX os líbios e iranianos não ligaram muito às regras respeitantes a minas flutuantes.


Mines
80. Mines may only be used for legitimate military purposes including the denial of sea areas to the enemy.

81. Without prejudice to the rules set out in paragraph 82, the parties to the conflict shall not lay mines unless effective neutralization occurs when they have become detached or control over them is otherwise lost.

82. It is forbidden to use free-floating mines unless:

(a) they are directed against a military objective; and
(b) they become harmless within an hour after loss of control over them.

83. The laying of armed mines or the arming of pre-laid mines must be notified unless the mines can only detonate against vessels which are military objectives.

84. Belligerents shall record the locations where they have laid mines.

85. Mining operations in the internal waters, territorial sea or archipelagic waters of a belligerent State should provide, when the mining is first executed, for free exit of shipping of neutral States.

86. Mining of neutral waters by a belligerent is prohibited.

87. Mining shall not have the practical effect of preventing passage between neutral waters and international waters.

88 The minelaying States shall pay due regard to the legitimate uses of the high seas by, inter alia, providing safe alternative routes for shipping of neutral States.

89 Transit passage through international straits and passage through waters subject to the right of archipelagic sea lanes passage shall not be impeded unless safe and convenient alternative routes are provided.

90. After the cessation of active hostilities, parties to the conflict shall do their utmost to remove or render harmless the mines they have laid, each party removing its own mines. With regard to mines laid in the territorial seas of the enemy, each party shall notify their position and shall proceed with the least possible delay to remove the mines in its territorial sea or otherwise render the territorial sea safe for navigation.

91. In addition to their obligations under paragraph 90, parties to the conflict shall endeavour to reach agreement, both among themselves and, where appropriate, with other States and with international organizations, on the provision of information and technical and material assistance, including in appropriate circumstances joint operations, necessary to remove minefields or otherwise render them harmless.

92. Neutral States do not commit an act inconsistent with the laws of neutrality by clearing mines laid in violation of international law.
-----------------------------
saudações:
Luis Filipe Silva
 

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Upham

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« Responder #93 em: Junho 20, 2007, 02:37:45 pm »
Boa tarde!

Obrigado luis filipe silva, é uma informação interessante. É retirada de que tratado?

Cumprimentos!
"Nos confins da Ibéria, vive um povo que não se governa, nem se deixa governar."

Frase atribuida a Caio Julio César.
 

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luis filipe silva

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« Responder #94 em: Junho 20, 2007, 09:14:56 pm »
Caro upham

O tratado é este (que não é bem um tratado):
San Remo Manual on International Law Applicable to Armed Conflicts at Sea.
-----------------------------
saudações:
Luis Filipe Silva
 

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SSK

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« Responder #95 em: Julho 02, 2007, 03:26:45 pm »
Noticias fresquinhas das contrapartidas...

Citar
Contrato dos submarinos a 40%,helicópteros a 5%
O presidente da Comissão Permanente de Contrapartidas (CPC) afirma que o contrato de contrapartidas para empresas portuguesas pela compra dos submarinos está cumprido a 40%, mas considera "grave" que o dos helicópteros só tenha 5% de cumprimento.
De acordo com o presidente da CPC, pela aquisição de equipamento militar por parte do Estado português, estão em curso sete contratos de contrapartidas - um dos quais já concluído, relativo à aquisição da primeira esquadrilha de F-16, da responsabilidade da Lockheed Martin, no valor de cerca de 94,7 milhões de dólares.
Também segundo o mesmo responsável, os contratos relativos à aquisição de torpedos para a esquadra de submarinos (de 46,4 milhões de euros) e de veículos blindados com rodas à Steyer (de 516 milhões de euros) "entraram em vigor apenas no início deste ano, porque guardaram visto do Tribunal de Contas".
"Tanto o contrato relativo aos torpedos, como aos veículos blindados com rodas, como só agora entraram em vigor, têm ainda oito anos para serem cumpridos", salienta.
Rui Neves refere que também são recentes os contratos de contrapartidas pela aquisição dos C-295 (assinado em Fevereiro e que aguarda visto do Tribunal de Contas) e para o "up-grade" de duas esquadrilhas de F-16 da Lockheed Martin.
O presidente da CPC sublinha que o maior contrato de contrapartidas, no valor de 1,2 mil milhões de euros, envolve a aquisição de submarinos à HDW, mas adianta que o seu cumprimento, ao fim de ano e meio, "atingiu já os 40%".
"Esses 40% tem muito ver com um conjunto de encomendas colocadas nos estaleiros de Viana do Castelo, que se assumiu como um dos eixos desse concurso", aponta este responsável,que tomou posse do seu cargo em Maio de 2005.
"Independentemente das expectativas de algumas empresas, temos ainda seis anos e meio pela frente" para cumprir o contrato de contrapartidas" com a HDW, refere Rui Neves, adiantando, no entanto, que alguns dos projectos constantes neste programa de contrapartidas "terão de ser redefinidos".
De acordo com a explicação do presidente da CPC, alguns destes projectos de contrapartidas - e que poderão ser reajustados - começaram a ser definidos em 1997, "e em sete anos, até 2004, houve muita coisa que mudou".
Interrogado sobre a possibilidade de os futuros submarinos da Marinha portuguesa ficarem dependentes de uma empresa grega ao nível da manutenção das baterias - uma queixa do presidente da Autosil, Pedro Sena da Silva -, o presidente da CPC desvaloriza este ponto.
"Defendo que deve haver indústrias nacionais viáveis ligadas à Defesa, o que significa têm de trabalhar para o mercado internacional.
Da mesma forma, tenho de aceitar também que Portugal envie alguns dos seus equipamentos para manutenção no exterior", sustenta.
Rui Neves diz mesmo que "Portugal não se pode dar ao luxo de ter uma falsa independência nacional em torno de manutenção de equipamentos".
"Não presumo que as guerras do futuro sejam com a Grécia ou com qualquer outro país" aliado de Portugal na NATO, acrescentou o presidente da CPC.
Já em relação à aquisição de helicópteros EH 101 ao consórcio ítalo-britânico Agusta/Westland, o presidente da CPC reconhece que "é um contrato que tem corrido mal", tendo um grau de cumprimento de cinco por cento num prazo de quatro anos e meio.
"Finalmente, estão a ser criadas as condições para renegociar este contrato, em circunstâncias que defendam o Estado Português, disse Rui Neves. Embora sem especificar em que moldes irá ocorrer a renegociação do contrato.
Sobre os processos de contrapartidas, o anterior presidente da CPC, o ex-dirigente do CDS-PP Pedro Brandão Rodrigues (nomeado para o cargo pelo ex-ministro da Defesa Paulo Portas) recusou-se a prestar declarações à agência Lusa.
No entanto, um membro da sua anterior equipa responsabilizou o segundo Governo socialista de António Guterres (e o então ministro da Defesa Rui Pena) pelas dificuldades criadas na execução das contrapartidas com o consórcio Agusta/Westland.
"No tempo em que Rui Pena foi ministro da Defesa, em 2001, foi cometido um erro, porque se adjudicaram os helicópteros sem se garantirem as contrapartidas, contrato este que apenas fechámos em 2005 e com grande dificuldade", refere um elemento da anterior CPC.
Este ex-responsável da CPC considera "naturais" as queixas de algumas empresas em relação à equipa de Pedro Brandão Rodrigues, "porque há sempre quem pretenda beneficiar de contrapartidas sem ter condições para isso".
"Todos os contratos de contrapartidas negociados pela equipa a que pertenci [entre 2002 e 2005] foram negociados com garantias de 25 por cento do valor total desses mesmos contratos. Só o contrato dos submarinos, por atingir um valor de 1,2 mil milhões de euros, tem uma garantia de 10 por cento", sustenta este responsável da CPC dos tempos dos executivos PSD/CDS-PP.
"No momento em que deixei a CPC não havia nenhuma queixa em relação ao contrato dos submarinos e em todos os contratos o Estado Português ficou bem defendido", advogou ainda.

Agência LUSA
2006-06-30 06:15:06
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
1º Ten Fontes Pereira de Melo
 

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« Responder #96 em: Julho 09, 2007, 11:01:14 pm »
Já devem ter visto esta reportagem, fala da despedida do delfim e depois a entrevista ao Sr Comandante Gouveia e Melo.

http://www.youtube.com/watch?v=BCSujMZ4c38
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
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« Responder #97 em: Julho 11, 2007, 08:55:53 pm »
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                                 CIRCE
Type
   Integrated anti-torpedo countermeasures system.

Description
   HDW in Germany and WASS of Italy have jointly developed the CIRCE rapid reaction multi-effector soft kill torpedo countermeasures system. Circe is designed to counter modern lightweight and wire and non wire-guided acoustic homing heavyweight torpedoes.

   The system operates using stationary jammers and mobile decoys. The decoys are able to produce echoes for any type of torpedo acoustic transmission, by means a wide band signal processing and separate acoustic receiver and transmitter.

   The countermeasures system consists of:
1. Countermeasures launching system, mounted externally on the
    pressure hull of the submarine.
2. Control Computer, fitted with a Man Machine Interface, and connected
    with the torpedo detection system of the submarine, which controls the
    launch of the countermeasures.

   The jammer features a highly efficient transducer, covering the whole torpedo bandwidth, with a switching power amplifier and high-energy density thermal battery. The jammer generates a very high amount of energy spread over the entire reception band of the acoustic head of the torpedo. By emitting a high intensity broadband noise, the jammer masks the target echo as well as target radiated noise, preventing target acquisition by the torpedo.

   The mobile decoys must draw the torpedo away from its real target. To achieve the deception effect, the mobile decoy uses a sophisticated transponder to simulate a real target, generating in real time acoustic echoes to any multifrequency coded pulse emitted by the torpedo. The echo structure is equal to the one of a real target (acoustic length, highlights). During its underwater run the mobile decoy radiates noise, in order to be representative of a moving target. The noise radiation happens independently from the transponder function. Decoys feature, over a wide band, a constant target strength, and are compatible with the jammers presence, also a short distance from these. A high-energy density thermal propulsion battery powers the mobile decoy. The underwater trajectory of the mobile decoys is presetted immediately before the launch. The vector of the mobile target emulator are derived from the A200 mini-torpedo developed by Whitehead Alenia Sistemi Subacquei, within the frame of the Low-Cost Anti-submarine Weapon (LCAW).

   The modular design and commonality with existing devices combined
with simple functional architecture enables the effectors to be easily interfaced with the majority of existing platforms.

   The countermeasures are deployed from a dedicated launching system, one for each side of the submarine, comprising a multibarrelled module fitted externally to the pressure hull. The number of barrels per module
and the number of modules can be tailored to meet customer requirements.

   The system is controlled from a Control Computer in the operations room. The panel of the Control Computer displays the status of the launchers and countermeasures. The system operates automatically via a link with the torpedo alert system. The submarineís sonar provides threat detection and alarm signals which are continuously fed to the CIRCE system which remains in constant stand by ready to respond to any alert. The manual control of the system is possible too.







Antes que alguem critique, eu sei que a ultima imagem é de um 212 e que a configuração dos lançadores não vai ser esta.

FONTE http://www.whiteheadaleniasistemisubacquei.com/products.html?cat=2,4
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zocuni

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Muito bom.
« Responder #98 em: Julho 11, 2007, 09:10:32 pm »
Tudo bem,

Excelente artigo,SSK.

Abraços,
zocuni
 

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SSK

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« Responder #99 em: Julho 11, 2007, 11:44:43 pm »
Citar
BLACK-SHARK


Type
   Heavyweight torpedo.

Description
   The BLACK-SHARK Heavy Weight Torpedo is a multipurpose weapon designed to be launched by submarines or surface vessels. It is meant to counter the threat posed by any type of surface or underwater target for the next 20th years. The BLACK-SHARK is a new generation of powerful, long-range, wire guided and self- homing heavyweight torpedoes (21-inch diameter).

Main Characteristics
Dual purpose antisubmarine/antiship torpedo
Adaptability to a large variety of discharge systems: push-out/swim-out launch
Optimised for deep and shallow water operation
Fully digital signal and data processing
Detection capability on low TS, zero doppler targets
Sophisticated ACCM capability
Acoustic head shape designed to reduce flow-noise
Very low radiated noise
Electrical propulsion system with very high energy content primary battery
High speed with stepless speed electronic control
Possibility to simultaneously manage several targets
Length of 6300 mm, allowing integration with any submarine tube
Fibre optic wire guidance communication link
Possibility to integrate it with all modern Torpedo Fire Control Systems, assured by compatibility with STANAG 4405
Simple to interface with ship sensors and computing units
Actual tactical situation permanently available for threat assessment and target selection
Audio channel available

Advanced Acoustic Homing  
The Acoustic Head of Black-Shark, named ASTRA (Advanced Sonar Transmitting and Receiving Architecture), is a state of the art active and passive acoustic head for modern torpedoes which represents the latest effort made by Whitehead Alenia Sistemi Subacquei.
   It is possible to use ASTRA as an additional, remote sensor to the submarine combat suite.
   The main signal and data processing is based on the following criteria:
Spatial filtering
Frequency filtering
Constant False Alarm Rate (CFAR) processing
Echo elongation analysis
Echo angular extension analysis
Echo spatial coherence analysis
DEMON analysis
Medium and high frequency operation in passive mode
Multi-frequency capability

Electrical Propulsion System  
It consists of a new design Al-AgO battery with a very high-energy content, contra-rotating motor and skewed direct-drive propellers, assuring a minimum radiated noise and wakeless run, minimizing the torpedo detectability.

Sensors

Availability of wake sensor for detection and classification
Target tracking
Optimized wake homing capability

Powerful Explosive Charge
Lethal for surface vessels and submarines, activated by both acoustic influence and impact fuses
Safety and reliability verified in any operational phase
Warhead proven against real targets
Insensitive Munition Explosive (STANAG 4439)

Submarine System
Launch performed at any operational depth of the submarine
Presence of the launching submarine is not disclosed (start-up at low speed, cavitation free)
Continuous monitoring of torpedo status in submarine tubes
Availability of compact Torpedo Board Interface (TBI) solutions for integration on existing platforms


"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
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SSK

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« Responder #100 em: Julho 14, 2007, 12:09:26 am »
"Ele é invisível, livre de movimentos, de construção simples e barato. poderoso elemento de defesa, perigosíssimo para o adversário e seguro para quem dele se servir"
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Cabeça de Martelo

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« Responder #101 em: Julho 14, 2007, 01:51:16 am »
Os nossos submarinistas fazem este tipo de treino em Portugal ou no estrangeiro? Temos alguma torre de mergulho como esta no alfeite?
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Nuno Calhau

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« Responder #102 em: Julho 14, 2007, 11:48:45 pm »
Os nossos meninos vêm equipados com esta panoplia de armas?

Tenho a sensação de ter lido algures que os torpedos eram de origem Italiana.
E tendo sido o Portas a subornar, perdão negociar...

Um Abraço.
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #103 em: Julho 14, 2007, 11:57:49 pm »
Citação de: "Nuno Calhau"
Os nossos meninos vêm equipados com esta panoplia de armas?

Tenho a sensação de ter lido algures que os torpedos eram de origem Italiana.
E tendo sido o Portas a subornar, perdão negociar...

Um Abraço.


Nuno tens provas? Então não levantes falsos testemunhos porque só se deve acusar alguém quando se tem provas e se dá a cara!

O nosso caro colega SSK tem posto estes artigos não é porque ele acha esses armamentos engraçados, mas porque foram eles os escolhidos pela Armada.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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lurker

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« Responder #104 em: Julho 15, 2007, 12:35:01 am »
Citação de: "Nuno Calhau"
Os nossos meninos vaem equipados com esta panoplia de armas?

Tenho a sensação de ter lido algures que os torpedos eram de origem Italiana.

Apesar do nome anglófono, o Black Shark é de origem italiana.
 

 

Futuros torpedos para o U209PN comprados!

Iniciado por Luso

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Última mensagem Março 28, 2005, 02:54:36 pm
por C. E. Borges