Votação

Culpa dos distúrbios:

Ministro Sarkozy
0 (0%)
Mentalidade Juvenil
2 (7.4%)
Imigração no passado/presente
5 (18.5%)
Multiculturalismo catastrófico
12 (44.4%)
Política francesa no geral
2 (7.4%)
Repressão policial ao longo dos anos
0 (0%)
Sociedade francesa no geral (discriminação, etc)
3 (11.1%)
Outras
3 (11.1%)

Votos totais: 27

Votação encerrada: Novembro 11, 2005, 05:59:35 pm

Distúrbios em França... de quem é a culpa afinal?

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mamifero

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(sem assunto)
« Responder #30 em: Novembro 17, 2005, 01:18:50 pm »
"A violência nas periferias é endémica e quem mais sofre são os que lá vivem"

Na verdade, madrugadas como a do passado domingo para segunda-feira (6 para 7 de Novembro), em que se incendiaram 1048 automóveis ainda é recorde. Mas queimar carros é um desporto antigo e costumeiro destes jovens: soube-se que desde o início do ano, já arderam mais de 28 mil carros, numa media de 100 por dia! "

"essa queima regular, quase uma tradição , relativiza muito as causas imediatas com que os desordeiros justificaram a ira destes dias que o ministro do interior ., Nicolas Sarkozy, tenha chamado o celebre palavrão "recaille" (canalha, ralé) a miúdos que lhe atiravam pedras foi mero pretexto. Assinale-se que esse ministro depois disso sumariamente julgado como racista - é ele propor filho de imigrante (húngaro) e um defensor do voto dos imigrantes nas eleições autárquicas. "

O retrato do desordeiro destes dias já é possível de fazer pelos detidos
É este:

--jovens de segunda geração
--no caso dos árabes de terceira
--nacionalidade francesa
--filhos de pais desempregados
--muitas vezes com pai ausente
--em metade dos casos menores de idade

"Em algumas cités a taxa de desemprego ronda os 20%"

"Os incêndios de empresas que dão postos de trabalho, incêndios de escolhas, de ginásios, de creches afinal são comuns nas rebeliões"

"Eles dizem: queimar carros é a única maneira que temos de expressão, nos os jovens dos bairros não temos outra "
 
“Retirado da revista “domingo” do correio da manhã  
 

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mamifero

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« Responder #31 em: Novembro 17, 2005, 01:20:59 pm »
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 O retorno da violência política disfarçada de revolta social  ( Pacheco Pereira )


Se se pensa que está consolidada nas democracias a condenação da violência como instrumento político, pensa-se mal. Desde que os movimentos radicais da extrema-esquerda e extrema-direita, que defendiam a violência “revolucionária”, perderam influência e se desintegraram nos anos 80, com o fim do surto terrorista que das Brigadas Vermelhas italianas, às FP portuguesas, atravessou toda a Europa, que parecia haver um consenso político de intransigência quanto ao uso da violência nos sistemas democráticos. O caso da ETA e do IRA eram excepções que confirmavam a regra de que em democracia a violência estava de todo excluída.

Mas desenganemo-nos. Bastou surgir uma nova violência, com novos actores e novas causas, ocupando, mesmo que ilusoriamente, o local e a memória dessa violência radical do passado, para se verificar que importantes sectores políticos da nossa sociedade democrática mostram uma enorme complacência com a sua utilização como instrumento político. Nos sectores tradicionalmente da “esquerda”, e numa “direita” complexada e temerosa, volta de novo a haver um caldo cultural para que a violência política surja como aceitável, como “justificada”.

O mecanismo fundamental de aceitação da violência nos nossos dias é uma espécie de sociologia de pacotilha, mais herdeira do marxismo do que parece, que explica a “revolta dos jovens” (bem-aventurado eufemismo) pelas condições sociais da sua vida. É uma “explicação” que tem muito de voluntarismo político e pouco de ciência, embora, como também acontecia com o marxismo no passado, pretenda fornecer uma inevitabilidade causal. Antes, os proletários deveriam fazer a revolução violenta porque eram explorados e a sua “mais-valia” apropriada pelos capitalistas, agora os jovens revoltam-se porque não têm “esperança no futuro” e são marginalizados.

Em ambos os casos há sempre uma explicação social útil, que ilude o adquirido político do pensamento democrático, dissolvendo-o nas mesmas perigosas ideias sobre a “justificação” da violência pela causalidade social.
De novo, aqui se está num terreno de dupla ilusão: nem a “revolta” é tão “social” como parece, e inclui dimensões criminais, de vandalismo juvenil, de “mentalidade”, que não são redutíveis à economia, como são deliberadamente minimizadas as motivações de ordem cultural, religiosa e civilizacional, bastante mais importantes do que parecem.

É evidente que há factores “sociais” que explicam o que se passa, mas não é por aqui que se vai longe. Há desemprego, guetização, marginalidade, exclusão e racismo, mas há também outras causas de que se evita falar, tão “sociais” como as anteriores, como seja o efeito em populações deprimidas da intensa subsidiação do providencialismo do Estado, gerando expectativas artificiais e um direito permanente de reivindicação, cada vez mais incomportável numa Europa em declínio, da recusa do trabalho por uma “vida de rua” sem controlo, nem “patrão”, de discriminações sexuais de origem cultural e religiosa que têm a ver com a ideia patrimonial da mulher muçulmana pelos homens da sua família. O urbanismo dos HLM é culpabilizado, mas cada uma das cités que agora se inflama — e pouco sabemos, porque ninguém nos quer dizer, se é significativo o número de “jovens” envolvido — é um verdadeiro paraíso comparado com os bidonvilles onde os emigrantes portugueses viveram.

Que a explicação “social” circulante é um passe-partout simplista, torna-se evidente quanto ela se centra na condenação da acção policial, na recusa da criminalização dos actos de destruição e violência, na ênfase na culpabilização do Estado, do Governo e dos políticos, na sucessão até ao infinito das desculpas para o que acontece, como se fosse inevitável que acontecesse. Abra-se um jornal, ouça-se uma rádio ou uma televisão, assista-se a um debate e é desculpa sobre desculpa, tudo isto culminando com a conclusão que os “jovens” têm razão em “revoltar-se”. Ora isto tem mais a ver com a política do que com a sociologia. É por isso que nenhuma desta mecânica explicativa se usaria se os tumultos tivessem origem em grupos racistas da extrema-direita, ou de grupos neonazis. Aí, o que se ouviria de imediato era o apelo à repressão, a criminalização ideológica, a exigência de acções punitivas drásticas. Ora, tanto quanto eu saiba, a proliferação de grupos neonazis, na Alemanha de leste, por exemplo, também traduz a mesma “falta de esperança” de uma juventude que tem elevadas taxas de desemprego. Só que aí ninguém avança ou aceita explicações “sociais”, e ai de quem inimizasse qualquer violência desses “jovens” que nunca teriam direito a este tratamento tão simpático, mesmo quando também são jovens…

Outra variante da desculpa “social” para a violência é o factor identitário, a crise da segunda geração entre dois mundos culturais muito diferentes. Só que também muito voto para Le Pen e muito da violência racista alemã traduz igualmente a crise de identidade dos nacionais, quase sempre mais velhos e encurralados, face a um mundo que lhes parece estrangeiro, agressivo e hostil.

O que está em jogo não é o pastiche sociológico carregado de culpa que nos querem vender, num daqueles sobressaltos de unanimismo explicativo, a que estamos a assistir cada vez mais desde a guerra do Iraque, feito de pouco pluralismo, simplismos brutais e ideologia dominante do politicamente correcto.

O que está em jogo é o primado do Estado de direito — contam-se pelos dedos de uma mão as pessoas que tiveram a coragem de falar das leis — e, com ele, as nossas liberdades e direitos adquiridos. Sim, são as nossas liberdades e a nossa democracia que ardem nos arredores das cidades francesas, não é Sarkozy, que, se fosse demitido, seria o melhor atestado da fragilidade do Estado francês e a receita para muitos mais tumultos em que ninguém teria mão. A oposição socialista em França e a cizânia dentro da maioria andam aqui a brincar com o fogo.

A minha geração namorou o suficiente com a violência política para a conhecer bem. Tinha as melhores das razões para esse namoro, havia um Estado ditatorial que conduzia uma guerra iníqua. Mas, como muitas vezes acontece, há uma mistura entre as melhores das razões e as piores das ideias, e há que reconhecer que o impulso terrorista que levou aos crimes das Brigadas Vermelhas também existia por cá. Se o 25 de Abril não se tivesse dado em 1974, vários grupos da extrema-esquerda portuguesa teriam caminhado para o terrorismo político que se prolongaria mesmo em democracia. Felizmente, a alegria e a força da liberdade reconquistada varreu tudo e todos e essa mesma geração tornou-se um pilar da democracia portuguesa, a que trouxe outras experiências de vida e luta.

Por isso, podemos perceber bem o que se está a passar na Europa. Os “jovens” são de facto os filhos dos imigrantes, cuja demografia salva e condena a Europa ao mesmo tempo, salva-a da extinção demográfica e condena-a a ser uma Europa em cujo espelho a antiga Europa grecolatina e judaico-cristã, a única que há, não se reconhece. Este dilema não está apenas a fazer arder os carros, está também a incendiar a democracia política com ideias que lhe são alheias e hostis.

Este dilema só pode ser superado com intransigência na defesa da lei e do direito e na proclamação, sem dúvidas, de que não é legítima em qualquer circunstância, insisto, em qualquer circunstância, o uso da violência para obter objectivos políticos quando se vive em liberdade.

Este é um adquirido de muitos anos de luta, que custou muito sacrifício e muito sangue, mas é das coisas em que a Europa deve ter orgulho e não culpa. O modo como se está a ser complacente com os tumultos franceses mostra que onde devíamos ter orgulho passamos a ter vergonha, e passamos a ter culpa. Estamos velhos e com medo, este é o estado da Europa.

in Publico, 10 Novembro 2005
 

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mamifero

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(sem assunto)
« Responder #32 em: Novembro 17, 2005, 01:23:34 pm »
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 "Já que no Fórum do programa Curto Circuito, da Sick Radical, se falou no Fórum Nacional, a propósito do tema "Racismo", aqui vai a minha contribuição para o tema com a letra de diversas «músicas», do tipo que é habitualmente promovida pelo programa, carregadas de ódio e racismo. Curiosamente os seus autores nunca foram acusados de «crimes contra a Humanidade» nem os seus discos proibidos em nenhum país europeu... "


"Kill the white people; we gonna make them hurt; kill the white people; but buy my record first; ha, ha, ha";
"Kill d'White People"; --Apache, Apache Ain't Shit, 1993, Tommy Boy Music, Time Warner, USA.

"Niggas in the church say: kill whitey all night long. . . . the white man is the devil. . . . the CRIPS and Bloods are soldiers I'm recruiting with no dispute; drive-by shooting on this white genetic mutant. . . . let's go and kill some rednecks. . . . Menace Clan ain't afraid. . . . I got the .380; the homies think I'm crazy because I shot a white baby; I said; I said; I said: kill whitey all night long. . . . a nigga dumping on your white ass; fuck this rap shit, nigga, I'm gonna blast. . . . I beat a white boy to the motherfucking ground";
"Kill Whitey"; --Menace Clan, Da Hood, 1995, Rap-A-Lot Records, Noo Trybe Records, subsidiaries of what was called Thorn EMI and now is called The EMI Group, United Kingdom.

"These devils make me sick; I love to fill them full of holes; kill them all in the daytime, broad motherfucking daylight; 12 o'clock, grab the Glock; why wait for night";
--"Sweatin Bullets"; Brand Nubian, Everything Is Everything, 1994, Elektra Entertainment, Warner Communications, Time Warner, USA.

"A fight, a fight, a nigger and a white, if the nigger don't win then we all jump in. . . . smoking all [of] America's white boys";
--"A Fight"; Apache, Apache Ain't Shit, 1993, Tommy Boy Music, Time Warner, USA.

"I kill a devil right now. . . . I say kill whitey all nightey long. . . .I stabbed a fucking Jew with a steeple. . . . I would kill a cracker for nothing, just for the fuck of it. . . . Menace Clan kill a cracker; jack 'em even quicker. . . . catch that devil slipping; blow his fucking brains out";
"Fuck a Record Deal"; -- Menace Clan, Da Hood, 1995, Rap-A-Lot Records, Noo Trybe Records, subsidiaries of Thorn EMI; called The EMI Group since 1997, United Kingdom.

"Now I'm black but black people trip 'cause white people like me;
white people like me I but don't like them. . . . I don't hate whites, I just gotta death wish for motherfuckers that ain't right";
--"Race War"; Ice-T, Home Invasion, 1993, Priority Records, Thorn EMI; now called The EMI Group, United Kingdom.

"To all my Universal Soldier's: stay at attention while I strategize an invasion; the mission be assassination, snipers hitting Caucasians with semi-automatic shots heard around the world; my plot is to control the globe and hold the world hostage. . . . see, I got a war plan more deadlier than Hitler. . . . lyrical specialist, underworld terrorist. . . . keep the unity thick like mud. . . . I pulling out gats , launching deadly attacks";
--"Blood for Blood"; Killarmy, Silent Weapons for Quiet Wars, 1997, Wu-Tang Records, Priority Records, The EMI Group, United Kingdom.

"This will all be over in '99, so, niggas, give devils the crime; gonna be more devils dying";
--"No Surrender"; Bone Thugs-N-Harmony, Creepin on ah Come Up, 1994, Ruthless Records, Epic Records, Sony Music Entertainment, Sony, Japan.

"Won't be satisfied until the devils-I see them all dead. . . . my brother is sending me more guns from down South. . . . pale face. . . . it's all about brothers rising up, wising up, sizing up our situation. . . . you be fucking with my turf when you be fucking with my race; now face your maker and take your last breath; the time is half-past death. . . . it's the armageddon. . . . go into the garage; find that old camouflage. . . . cracker-shooting nightly";
--"What the Fuck"; Brand Nubian, Everything Is Everything, 1994, Elektra Entertainment, Warner Communications, Time Warner, USA.

".44 ways to get paid. . . . I'm through with talking to these devils; now I'm ready to blast";
--"44 Wayz-featuring Mystic"; Paris, Unleashed, 1998, Unleashed
Records, Whirling Records.

"Like my niggas from South Central Los Angeles they found that they couldn't handle us; Bloods, CRIPS, on the same squad, with the Essays up, and nigga, it's time to rob and mob and break the white man off something lovely";
--"The Day the Niggaz Took Over"; Dr Dre, The Chronic, 1993, Interscope Records, under Time Warner in 1993.

"Bust a Glock; devils get shot. . . . when God give the word me herd like the buffalo through the neighborhood; watch me blast. . . . I'm killing more crackers than Bosnia-Herzegovina, each and everyday. . . . don't bust until you see the whites of his eyes, the whites of his skin. . . . Louis Farrakhan . . . Bloods and CRIPS, and little old me, and we all getting ready for the enemy";
-- "Enemy"; Ice Cube, Lethal Injection, 1993, Priority Records, Thorn EMI; now called The EMI Group, United Kingdom.

"Devil, to gangbanging there's a positive side and the positive side is this-sooner than later the brothers will come to Islam, and they will be the soldiers for the war; what war, you ask; Armageddon; ha, ha, ha, ha, ha";
--"Armageddon"; -- RBX, The RBX Files, 1995, Premeditated Records, Warner Brother Records, Time Warner, USA.

"Subtract the devils that get smoked. . . . we're people, black people; steal your mind back, don't die in their wilderness. . . . let's point our heaters the other way";
--"Dial 7"; Digable Planets, Blowout Comb, 1994, Pendulum Records, Thorn EMI; now called The EMI Group, United Kingdom.

"Get them devil-made guns and leave them demons bleeding; give them back whips, and just feed them bullets";
--"Wicked Ways"; Sunz of Man, One Million Strong: The Album, 1995,
Mergela Records, Solar/Hines Co., Prolific Records.

"It's time to send the devil to the essence. . . this is a must because there ain't no reform or trust; you got a Glock and you see a devil, bust... . they'll be calling us the trigger men, the nappy-knotty red-beard devil-assassin; Lord make a law; at midnight I'll be bashing. . . . field niggas [are] locked in until 2005";
--"Field Nigguhz in a Huddle"; Professor Griff, Blood of the Prophet; 1998, Lethal Records, Mercury Records, PolyGram, Phillips' Electronics NV, Netherlands. PolyGram merged with Universal Music Group in 1998, the parent being The Seagram Company of Canada, owned by Edgar Bronfman.

"He preys on old white ladies [who] drive the Mercedes with the windows cracked. . . . you should've heard the bitch screaming. . . . sticking guns in crackers' mouths. . . . the cops can't stop it. . . . remember 4-29-92, come on; Florence and Normandy coming to a corner near you, cracker; we've been through your area, mass hysteria; led by your motherfucking Menace Clan";
--"Mad Nigga"; Menace Clan, Da Hood, 1995, Rap-A-Lot Records, Noo Trybe Records, Time Warner, USA.

"The black man is god. . . . buy a Tec [and] let loose in the Vatican. . . I love the black faces; so put your Bible in the attic";
--"Ain't No Mystery"; Brand Nubian, In God We Trust, 1992, Elektra Entertainment, Warner Communications, Time Warner, USA.

"Rhymes is rugged like burnt buildings in Harlem; the Ol Dirty Bastard. . . . I'm also militant. . . . snatching devils up by the hair, then cut his head off";
--"Cuttin Headz"; Ol Dirty Bastard, Return of the 36 Chambers: the Dirty Version; 1995, Elektra Entertainment, Time Warner, USA.

"Listen to this black visionary, bringing war like a revolutionary. . . . go on a killing spree, putting devils out their misery; hearing screams, sounds of agony; my hostility takes over me. . . . camouflaged ninjas avenging";
--"Under Seige"; Killarmy, Silent Weapons for Quiet Wars, 1997, Wu-Tang Records, Priority Records, The EMI Group, United Kingdom.

"Swing by on the pale guy. . . . break him in the neck. . . . the guerrilla with the poison tip. . . . shaking pinky up on a dull-ass ice-pick . . . this is Lench Mob. . . . devil, what you want to do; when you see the boot, knew your head is hoohoo ";
--"King of the Jungle"; Da Lench Mob, Planet of da Apes, 1994, Priority Records, Thorn EMI; now called The EMI Group, United Kingdom.

"Dropping verses, casting curses, throwing these hexes on the devils. . . . respect to Farrakhan, but I'm the jungle-don, the new guerrilla, top-ranked honky killer. . . . what do blacks do; they just keep on blowing devils away. . . . evil fucking cracker. . . . I'm tightening up the laces to my steel-toed boots, so I can walk, stomp; we stomp this devil down in the park";
--"Planet of da Apes"; Da Lench Mob, Planet of da Apes, 1994, Priority Records, Thorn EMI; now called The EMI Group, United Kingdom.

"We're having thoughts of overthrowing the government. . . . the brothers and sisters threw their fists in the air. . . . it's open season on crackers, you know; the morgue will be full of Caucasian John Doe's. . . . I make the Riot shit look like a fairy tale. . . . oh my god, Allah, have mercy; I'm killing them devils because they're not worthy to walk the earth with the original black man; they must be forgetting; it's time for Armageddon, and I won't rest until they're all dead";
--"Goin Bananas"; Da Lench Mob, Planet of da Apes, 1994, Priority Records, Thorn EMI; now called The EMI Group, United Kingdom.

"The crackers ain't shit; chase them out of the jungle; now raise up off the planet. . . . we get the 12 gauge; shot to the chest. . . . we hitting devils up. . . . Da Lench Mob, environmental terrorist. . . . I gripped the Glock and had to knock his head from his shoulders. . . . I got the .30[6] on the rooftop; pop; pop; so many devils die. . . . make sure I kill them. . . lynch a thousand a week if it's necessary";
--"Environmental Terrorist"; Da Lench Mob, Planet of da Apes, 1994, Priority Records, Thorn EMI; now called The EMI Group, United Kingdom.

"Like an armed struggle. . . . I come with the New Wu Order. . . . waging war on the devils' community. . . . whipped cardinals and one Pope";
--"Universal Soldiers"; Killarmy, Silent Weapons for Quiet Wars, 1997, Wu-Tang Records, Priority Records, The EMI Group, United Kingdom.

"Swinging out of the trees, is the blood-spilling, devil-killing, nappy-headed g.'s. . . . blacks and Mexicans must take a stand. . . . I'm down with Chico, and not with the man";
--"Set the Shit Straight"; Da Lench Mob, Planet of da Apes, 1994, Priority Records, Thorn EMI; now called The EMI Group, United Kingdom.

"Fuck them laws, because the Mob is coming raw; nigga, is you down because it's the Final Call. . . . grab your gat; know the three will start busting; I'm trying to take them down. . . . the war of wars with no fucking scores. . . . April 29 was a chance to realize . . . the g.'s are out to kill. . . . we got crackers to kill; sending them back in on a ship to Europe. . . . they deserve it. . . . a nation-wide riot across America. . . . this is the Final Call on black man and black woman, rich and poor; rise up";
--"Final Call"; Da Lench Mob, Planet of da Apes, 1994, Priority
Records, Thorn EMI; now called The EMI Group, United Kingdom.

"I come with the wicked style. . . . I got everybody jumping to the
voodoo. . . . I got a gat and I'm looking out the window like Malcolm. . . . April 29 was power to the people, and we just might see a sequel";
--"Wicked"; Ice Cube, The Predator, 1992, Priority Records, Thorn EMI; now called The EMI Group, United Kingdom.

"Deal with the devil with my motherfucking steel. . . . white man is something I tried to study, but I got my hands bloody, yeah. . . . I met Farrakhan and had dinner";
--"When Will They Shoot"; Ice Cube, The Predator, 1992, Priority Records, Thorn EMI; now called The EMI Group, United Kingdom.

"Actual fact you need to be black. . . . everyday I fight a devil. . . . I grab a shovel to bury a devil. . . . the battle with the beast, Mr. 666. . . . my mind rolled to a 7th level; grab my bazooka and nuke a devil. . . . with black, I build; for black, I kill";
--"Fightin the Devil"; RBX, The RBX Files, 1995, Premeditated Records, Warner Brother Records, Time Warner, USA.

"I pledge allegiance to only the black. . . . black, you had best prepare for the coming of war. . . . look at you devil; now you're sweating; I'm telling you: you can't run from the hand of Armageddon. . . . he eats his pig-steak rare so he can taste the blood";
--"No Time"; RBX, The RBX Files, 1995, Premeditated Records, Warner Brother Records, Time Warner, USA.

"Killing devils [and] scatter they ashes over the sea of Mediterranean . . . . open your eyes to the revolution. . . . unite with the black coalition";
--"Wake Up"; Killarmy, Silent Weapons for Quiet Wars, 1997, Wu-Tang Records, Priority Records, The EMI Group, United Kingdom.

"My own kind blind, brain-trained on the devil-level. . . . chasing down loot, Dole or Newt, who do you shoot. . . . rough stuff to the babies, spread like rabies";
--"Niggativity . . . Do I Dare Disturb the Universe"; Chuck D, Autobiography of MistaChuck, 1996, Mercury Records, PolyGram, Phillips' Electronics NV, Netherlands. PolyGram merged within Universal Music Group in 1998, the parent being The Seagram Company, Canada.

"Buck the devil; boom. . . . shoot you with my .22; I got plenty of crew; I take out white boys. . . . we got big toys with the one-mile scope, taking whitey's throat";
--"Buck tha Devil"; Da Lench Mob, Guerrillas in tha Mist, 1992, Eastwest Records America, Elektra, Atlantic, Time Warner, USA.

"Little devils don't go to heaven. . . . the AK forty . . . hold a fifty clip, and I'll shoot until it's empty. . . . I'm killing only seven million civilians. . . . one dead devil";
--"Freedom Got an AK"; Da Lench Mob, Guerrillas in tha Mist, 1992, Eastwest Records America, Elektra, Atlantic, Time Warner, USA.

"Grab your deep-ass crews. . . . we gotta make them ends, even if it means Jack and friends. . . . now you're doomed, hollow-points to the dome; once again it's on. . . . out comes my .22. . . . I'm the cut-throat; now I got to cut you . . . '94 is the season for lynching; from out of the dark is the South Central g., ready-hand steady on a bloody machete. . . . a devil is on my shoulder; should I kill it; hell yah. . . . I slice Jack. . . . took an axe, and gave that bitch, Jill, forty wacks. . . . with my hip hop . . . it don't stop, until heads roll off the cutting block";
--"Cut Throats"; Da Lench Mob, Planet of da Apes, 1994, Priority Records, Thorn EMI; now called The EMI
 
http://www.forum-nacional.net/viewtopic.php?t=2046

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mamifero

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« Responder #33 em: Novembro 17, 2005, 02:13:41 pm »
Pacheco Pereira é do PNR ?

SERÁ QUE É PRECISO TER COR PARTIDÁRIA , PARA ME PREOCUPAR COM O FUTURO DA NAÇÃO ??

OU SERÁ EGOISTA E POLITICAMENTE INCORRECTO , FALAR DE NAÇÃO , NESTE MUNDO GLOBALIZADO E MULTICULTURALISTA ?
 

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Luso

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« Responder #34 em: Novembro 17, 2005, 03:26:52 pm »
Tenho que concordar com observações aqui feitas. É com indignação que assisto (sou forçado) à música rap do 50 cent (e outros) no canal de música pop francesa. Porque nos impingem essa subcultura "gangsta" negra?
Ou punk?
Ou trash, death metal?
Ou ruído do género?

Porque é que a garotada gosta disso?
Porque é que gosta de andar com os calções a cair?
Porque é que os garotos do sexo masculino se preocupam cada vez mais com a imagem e estão cada vez a ficar mais femininos e pouco civilizados?
Temo pelo futuro.
Estes paizinhos modernos que o são por moda...
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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NBSVieiraPT

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« Responder #35 em: Novembro 17, 2005, 04:13:45 pm »
Luso nem todos :twisted: ) e não me visto como os outros cordeirinhos fica tudo a olhar para mim e a comentar.
Já me habituei a mudar de rua quando um grupo de ciganos se cruza comigo "para evitar confusões", eu tenho familia e prometi a mim mesmo que não ia fazer asneiras.

Mas toda a gente sabe que eu nesta vida de m**** que tenho e toda a gente sabe ou tenta ignorar só amo duas coisas no mundo: A minha Pátria (PORTUGAL) e a minha Família.

Eu por experiência própria digo... mesmo se fugirmos desse rebanho... somos aceites...e respeitados. Eu sou, agora aqueles que constroiem mascaras sobre a sua identidade so para se "integrarem", já não sei  :evil: [/color]
 

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papatango

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« Responder #36 em: Novembro 17, 2005, 08:30:11 pm »
Só um pequeno reparo à citação que nos oferece as letras dos rap's e musicas afins, onde se preconiza a degola dos brancos.

Notei que, são todos extractos de letras em inglês.
Analisando um pouco mais, verifico que se trata de obras editadas ou nos Estados Unidos ou então no Reino Unido.

Ou seja, estas musicas prendem-se como é óbvio, com a realidade anglo-saxonica, especialmente americana, porque até as musicas editadas no Reino Unido, fazem apelo a mensagens típicas do sub-mundo norte-americano, especialmente as da nova inglaterra e dos estados no nordeste (Michigham, Ohio etc.)

Ora, dei muitas voltas, e fiquei com a impressão de que os anglosaxonicos manifestam-se, esbracejam e ameaçam, mas são os arrabaldes das cidades francesas que cumprem as ameaças.

Numa análise pelos textos que nos mostraram, não encontrei em nenhum, apelos a que se "queimassem os carros Yoo."

Ou seja, desculpem-me lá, mas esta menção a textos de musica anglo-saxonica, não me parece ter nada a ver com a realidade francesa.

Como é que as musicas apresentadas, nos podem ajudar a determinar quem é que tem a culpa?

Isto tudo parece um imbróglio em que não se sabe o que é que começou, se foi o ovo ou a galinha.

O Pacheco Pereira, mostrou-nos uma análise sobre a interpretação dada pela comunicação social, mas também pouco adiantou sobre as origens do problema.

Citar
Europa Aos Europeus! Portugal Aos Portugueses! estimule se a politica de natalidade dos cidadãos nacionais e não a de imigração , aborto , drogas , e homosexualidade!
É uma afirmação muito interessante, mas não explica o que fazer perante a necessidade de emigrantes, faz afirmações vazias sobre temas complicados que afectam a sociedade, e parece querer proíbir a homossexualidade, que é uma proíbição muito engraçada, mas que eu não entendo em que medida é que pode salvar a socidedade de alguma coisa.

Houve no passado pessoas, que também começaram a protestar contra grupos sociais, e depois de terem confinado esses grupos sociais a guetos, ficaram sem saber o que fazer com as pessoas que tinha removido da sociedade.

Houve pessoas que encontraram uma solução para o problema.

Essa solução chamou-se "câmara de gás".

A seguir os defensores destas coisas vão propor o quê?

Que utilizemos os fornos de co-inineração da Sécil, para co-incinerar os imigrantes?

Um bocadinho mais de juizo, não fazia mal nenhum.

Cumprimentos
 

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NBSVieiraPT

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« Responder #37 em: Novembro 17, 2005, 08:45:41 pm »
Bem Papatango também não exageremos :shock:

;)
 

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mamifero

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« Responder #38 em: Novembro 17, 2005, 09:29:06 pm »
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Ou...Racismo contra brancos e o Bloco de Merda

Este é um dos "artistas" de hiphop que a Sick Radical tanto teima em apoiar e divulgar passando o seu "video-clip" com claras alusões a droga, vandalismo das nossas ruas, mistura racial e com apelos ao ódio aos verdadeiro portugueses, os causacianos. Até um pitt-bull têm..já diz o outro: "Quem tem medo, compra um cão".

Para o comprovar podem sempre ver o referido video-clip na Sick Radical intitulado "Rhyme shit que abala" produzido por uns tais de "RED EYES GANG", ou seja, o Gang dos Olhos Vermelhos (vermelhos da ganza que estes negroides tanto gostam de fumar, claro).

No entanto para comprovar algumas das coisas que acima referi, deixo-vos uma entrevista conduzida por um militante da Ruptura/FER, um dos movimentos que compõem o Bloco de Merda ao negroide-animalis Chullage:

"Nuno Santos, aliás, Chullage nasceu há 25 anos em Portugal, país "racista e hipócrita", segundo as suas palavras. Fomos descobrir de onde vem e quem é este mestre do hip-hop. Para onde vai não sabemos, mas a sua coragem e força deixam adivinhar que está só no início
Entrevista de Raquel Varela

Sente-se um africano e é pelos Africanos que luta desde a adolescência. As suas posições políticas são categóricas: a ONU não tem voto na matéria e está ao serviço da América; os imigrantes têm o direito de vir para a Europa buscar aquilo que o Ocidente lhes tem vindo a roubar; se o Ocidente tem mais riqueza é porque andam a roubá-la ao resto dos países; paternalismo é racismo.

Rapresálias foi o seu primeiro e, até agora, único disco. Editou-o porque um amigo, emigrante português em França, "um país podre também", investiu todo o dinheiro no disco para o conseguir editar. Ultrapassaram-se as expectativas, e o disco está a ser um sucess0.

Este filho de pais cabo-verdianos (Ilha de S. Antão) começou a ouvir música pela mão do pai, também ele músico. Com 15 anos escreve as primeiras letras, desde sempre espelho do seu pensamento sobre a sociedade. As canções de Rapresálias são disso exemplo: "Sina de um Gajo, Foda-se",” À-Pala de Quem Não Come”, "A Igualdade é uma Ilusão", “Lutar Pela Nossa Vida”, “O Nosso Movimento”.

"Atingir a igualdade não é uma ilusão", diz ele, mas "esta igualdade que existe é uma ilusão". Para Chullage, os "homens só serão iguais quando puderem ser diferentes", e é por isso que quando lhe chamam preto responde: "Sim, sou preto, assumo toda a minha pretidão." Não pactua com aquilo que chama "a chantagem da integração", isto é, "querem que um preto se vista, se comporte e fale como um branco". Mordaz e directo nas palavras, Chullage acha "que chegou a hora de os negros deixarem de ser fodidos".

Para tal propõe que os negros se organizem e comecem a lutar pelo seu "power". Em vez de trabalharem para a riqueza dos outros, devem, sim, trabalhar para a sua, gerar postos de trabalho dentro da sua comunidade, procurar uma educação própria. Quando insisto em propor-lhe soluções mais "marxistas", responde-me, sem rodeios, que eu tenho uma luta - a luta de classes -, e que ele tem duas - a luta dos pobres contra os ricos e a luta contra o racismo.

Sente-se bem em qualquer bairro "dito problemático", e muito melhor no seu, a Arrentela, no Seixal. Acha que não há gangs em Portugal porque não se vêem "grupos de gajos organizados a praticar crimes". "Um grupo de cinco gajos que roubam juntos não é um gang". Os problemas da segunda geração de imigrantes seriam, sobretudo, causados pela desigualdade social: "Tu não tens aquilo que os outros têm e queres ter. Não digam que um gajo de 12 anos que foi roubar uns ténis é mau ou de um gang!"

Quando o questionamos sobre a insegurança não hesita em afirmar que são os media que criam o mal-estar e atribuem a insegurança à comunidade africana. "Os tugas estão sentados nos sofás deles na boa, se lhes perguntares se já foram assaltado dizem que não, mas se lhes perguntares se se sentem inseguros dizem que sim. Depois isto justifica mais polícias na rua". Polícia de que não gosta: "Vão ao meu bairro ofender-nos, chamam-nos pretos do caralho e eu acho que isso não é atitude para quem está ali a manter a ordem pública". Por isso, numa das suas canções escreveu que "a polícia é criminosa e quem julga também é réu".

"Busco a minha própria ideologia"
Durante toda a entrevista, Chullage fez questão de afirmar que "tem que procurar a sua própria ideologia", não se identificando directamente com os partidos marxistas, embora tenha votado na esquerda porque "partidos como o Bloco de Esquerda, ao menos, trazem à luz do dia os nossos problemas, e isso é muito importante". Lastima, porém, que não "haja nenhum partido onde os africanos tenham representatividade".
 

"hip hop tuga" no seu melhor , indiscutivelmente uma óptima doutrina para a negritude que invade as terras lusas  :?

...

em relação ás causas do Problema em França , Pacheco Pereira deixa subjacente , ou seja foram as politicas esquerdistas , cegas e obstinadas!

e  que hoje em dia verificamos , andam em ciclo inverso , completamente contrárias , com tudo a que sempre apelaram ...   ou seja "o peixe morre pela boca" ...

p.s.: as letras são todas anglo-saxónicas , porque francês eu não domino , e por esse motivo não me posso pronunciar ... mas de igual modo ,pode aplicar essas letras ao Katrina !
 

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mamifero

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« Responder #39 em: Novembro 17, 2005, 09:37:57 pm »
Neo Nazis March in Ohio, Blacks prove them right :
 
http://www.cnn.com/2005/US/10/15/nazi.march/index.html
 
video:
 
Video
 

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mamifero

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« Responder #40 em: Novembro 17, 2005, 09:42:58 pm »
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French TV boss admits censoring riot coverage

Claire Cozens in Amsterdam
Thursday November 10, 2005


One of France's leading TV news executives has admitted censoring his coverage of the riots in the country for fear of encouraging support for far-right politicians.
Jean-Claude Dassier, the director general of the rolling news service LCI, said the prominence given to the rioters on international news networks had been "excessive" and could even be fanning the flames of the violence.

Mr Dassier said his own channel, which is owned by the private broadcaster TF1, recently decided not to show footage of burning cars.

"Politics in France is heading to the right and I don't want rightwing politicians back in second, or even first place because we showed burning cars on television," Mr Dassier told an audience of broadcasters at the News Xchange conference in Amsterdam today.

"Having satellites trained on towns across France 24 hours a day showing the violence would have been wrong and totally disproportionate ... Journalism is not simply a matter of switching on the cameras and letting them roll. You have to think about what you're broadcasting," he said.

Mr Dassier denied he was guilty of "complicity" with the French authorities, which this week invoked an extraordinary state-of-emergency law passed during the country's war with Algeria 50 years ago.

But he admitted his decision was partly motivated by a desire to avoid encouraging the resurgence of extreme rightwing views in France.

French broadcasters have faced criticism for their lack of coverage of the country's worst civil unrest in decades. Public television station France 3 has stopped broadcasting the numbers of torched cars while other TV stations are considering following suit.

"Do we send teams of journalists because cars are burning, or are the cars burning because we sent teams of journalists?" asked Patrick Lecocq, editor-in-chief of France 2.

Rival news organisations today questioned the French broadcasters' decision to temper coverage of the riots.


http://media.guardian.co.uk/site/story/ ... 38,00.html


"Realizou-se em França uma manifestação contra a permanencia do estado de emergencia em algumas cidades de França. O que equivale a dizer que são 'apoiantes' dos actos de violencia que foram noticia nos ultimos dias.

Esta manifestação contou com um numero de pessoas em muito superior á efectuada pela FN para se insurgir contra as cenas de violencia gratuita que se verificaram em França ,sobretudo em Paris. "
 

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pedro

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« Responder #41 em: Novembro 17, 2005, 10:03:46 pm »
realmente isso em franca nao esta nada bem mas o problema e que ja estao a chegar a Holanda,e eu vivo aqui mas nao vivo eu rotterdao mas sim na haia bem realmente  rotterdao nao esta muito longe :amazing:
sera que a embaixada de portugal me ajuda. :lol:
 

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papatango

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« Responder #42 em: Novembro 17, 2005, 10:12:50 pm »
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Realizou-se em França uma manifestação contra a permanencia do estado de emergencia em algumas cidades de França. O que equivale a dizer que são 'apoiantes' dos actos de violencia que foram noticia nos ultimos dias.
Talvez nos queira elucidar sobre porque é que estar contra o estado de emergência implica ser apoiante dos actos de violência.

Citação de: "NBRVieiraPT"
Bem Papatango também não exageremos

Você acha que a maioria das pessoas que estavam nas manifestações contra os judeus na Alemanha nos anos 30, estavam a pensar em rouba-los, manda-los para Auschwitz, despi-los, e mete-los numa sala dizendo que lhes íam matar os piolhos?

A maior parte dos alemães que atirava pedras aos judeus, nunca pensou em faze-lo.
No entanto, todos sabemos qual foi o resultado.
« Última modificação: Novembro 17, 2005, 10:18:02 pm por papatango »
 

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komet

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« Responder #43 em: Novembro 17, 2005, 10:13:55 pm »
As pessoas só querem que as suas vidas voltem ao normal... também não entendo a associação...
"History is always written by who wins the war..."
 

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fgomes

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« Responder #44 em: Novembro 17, 2005, 11:27:24 pm »
Acho que estamos a desviar-nos da discussão. Tem sido muito referido o factor étnico ou racial, mas parece-me que o problema é antes de tudo civilizacional. Embora o islamismo não tenha sido muito evocado pelos "jovens", é um factor que reforça a exclusão e dificulta a sua integração nas sociedades ocidentais. Há também uma enorme mudança no tipo de imigração que a França passou a receber, enquanto os portugueses, espanhóis, italianos e outros europeus tinham como objectivo principal ganhar a sua vida, muita da imigração oriunda do terceiro mundo tem hoje como objectivo viver à sombra do estado social.
De qualquer modo é muito difícil integrar comunidades que não desejam  ser integradas e que além disso têm um enorme desprezo pela sociedade que os acolhe.
 

 

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