Votação

Culpa dos distúrbios:

Ministro Sarkozy
0 (0%)
Mentalidade Juvenil
2 (7.4%)
Imigração no passado/presente
5 (18.5%)
Multiculturalismo catastrófico
12 (44.4%)
Política francesa no geral
2 (7.4%)
Repressão policial ao longo dos anos
0 (0%)
Sociedade francesa no geral (discriminação, etc)
3 (11.1%)
Outras
3 (11.1%)

Votos totais: 27

Votação encerrada: Novembro 11, 2005, 05:59:35 pm

Distúrbios em França... de quem é a culpa afinal?

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alfsapt

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« Responder #15 em: Novembro 15, 2005, 11:16:40 am »
Pela primeira vez, ao contrário do que alguma vez imaginaria possível, escolheria nesta votação o Louçã! :shock:
"Se serviste a patria e ela te foi ingrata, tu fizestes o que devias, ela o que costuma."
Padre Antonio Vieira
 

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NotePad

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« Responder #16 em: Novembro 15, 2005, 02:31:32 pm »
LOUCKÊ?! KANTAS?!

 :G-Kill:  :N-icon-Axe:  :snip:  :Combate:  :moca:  :moca:
 

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J.Ricardo

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« Responder #17 em: Novembro 16, 2005, 10:55:23 am »
Citação de: "komet"
Bem mais de metade dos prisioneiros nos EUA são negros, isto quer dizer alguma coisa não? Se os EUA são tão bons integradores quanto isso, já era tempo dos negros vingarem penso eu... a única maneira que têm vingado, aqui e nos EUA, é pelo massivo aumento da população. E depois basta olhar para o estado das coisas no seu continente de origem...


No entanto, as estatísticas mostram que no estado de São Paulo (maior em população e mais rico) a maior parte da população carcerária é formada por brancos. Quer dizer que os negros do Brasil são melhores que os deles? Ou os brancos deles são melhor que os nossos? Não, simplismente é resultado do ambiente que em que vivem. Culpar a cor da pele de alguém por desvios comportamentais é de uma ignorância sem tamanho.
 

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Cabeça de Martelo

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Brasil
« Responder #18 em: Novembro 16, 2005, 12:47:32 pm »
Citação de: "J.Ricardo"
Citação de: "komet"
Bem mais de metade dos prisioneiros nos EUA são negros, isto quer dizer alguma coisa não? Se os EUA são tão bons integradores quanto isso, já era tempo dos negros vingarem penso eu... a única maneira que têm vingado, aqui e nos EUA, é pelo massivo aumento da população. E depois basta olhar para o estado das coisas no seu continente de origem...

No entanto, as estatísticas mostram que no estado de São Paulo (maior em população e mais rico) a maior parte da população carcerária é formada por brancos. Quer dizer que os negros do Brasil são melhores que os deles? Ou os brancos deles são melhor que os nossos? Não, simplismente é resultado do ambiente que em que vivem. Culpar a cor da pele de alguém por desvios comportamentais é de uma ignorância sem tamanho.

X2
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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komet

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« Responder #19 em: Novembro 16, 2005, 06:18:03 pm »
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Culpar a cor da pele de alguém por desvios comportamentais é de uma ignorância sem tamanho.


Não sou eu quem os culpo, são eles a eles mesmos, sempre foi assim. Mania da perseguição, viver com o sentimento de que ninguém nos quer por perto, viver com o sentimento de que as condições de vida nunca irão melhorar. Se um negro não arranja emprego diz que é por racismo do empregador, isto aplica-se a quase tudo. Cá em Portugal negar que a maioria da criminalididade juvenil é cometida por negros é mandar areia para os olhos. Pode culpar o ambiente em que vivem, da mesma maneira que eu digo que muitos jovens brancos que seguem pelo mesmo caminho crescem no meio desses bairros maioritariamente negros... e agora?
É inegável que a pobreza está quase sempre associada ao crime, mas certas pseudo-culturas urbanas incentivam a alguns tipos de comportamento anti-estadistas e até anti-sociedade, que não deviam ser tolerados como são.
"History is always written by who wins the war..."
 

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Pantera

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« Responder #20 em: Novembro 16, 2005, 08:18:37 pm »
Citação de: "komet"
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Culpar a cor da pele de alguém por desvios comportamentais é de uma ignorância sem tamanho.

Não sou eu quem os culpo, são eles a eles mesmos, sempre foi assim. Mania da perseguição, viver com o sentimento de que ninguém nos quer por perto, viver com o sentimento de que as condições de vida nunca irão melhorar. Se um negro não arranja emprego diz que é por racismo do empregador, isto aplica-se a quase tudo. Cá em Portugal negar que a maioria da criminalididade juvenil é cometida por negros é mandar areia para os olhos. Pode culpar o ambiente em que vivem, da mesma maneira que eu digo que muitos jovens brancos que seguem pelo mesmo caminho crescem no meio desses bairros maioritariamente negros... e agora?
É inegável que a pobreza está quase sempre associada ao crime, mas certas pseudo-culturas urbanas incentivam a alguns tipos de comportamento anti-estadistas e até anti-sociedade, que não deviam ser tolerados como são.


Grande discurso,parabens.Apoio totalmente.

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papatango

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« Responder #21 em: Novembro 17, 2005, 01:15:23 am »
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os negros do Brasil são melhores que os deles? Ou os brancos deles são melhor que os nossos?
Pergunta interessantíssima e que resume toda esta questão.

Todo este problema não parece de facto, do meu ponto de vista estar relacionado com a cor das pessoas

Citação de: "Komet"
Cá em Portugal negar que a maioria da criminalididade juvenil é cometida por negros é mandar areia para os olhos

Você tem algum dado sobre isso?
É que pelo que eu sei, a maior quantidade de crimes continua a ser praticada por brancos.

O que acontece, é que a percentagem de pessoas de cor, na população prisional, é muito maior que a percentagem de população negra do país.

Mas isso é uma coisa completamente diferente.

O que é "mandar" areia para os olhos, é esconder ou negar  que há nos grupos de pessoas de cor, um maior numero de pessoas com problemas criminais.

E de facto, parece ser um problema de incapacidade da sociedade em aceitar essas pessoas.

Deveriamos reflectir sobre quais as razões dessa incapacidade.

Se será um problema de racismo, de rejeição de qualquer realidade diferente, se preconceito contra as pessoas por elas serem africanas, ou outra coisa qualquer.

Ou seja: Dizemos que o problema é a integração.
O que eu pergunto é até que ponto essa "integração" é aceite pelo resto da sociedade e se não é aceite, porque é que não é aceite?

Teremos que concluir que ao fim e ao cabo, na prática a Europa é de facto muito mais racista que os Estados Unidos, e que tem apenas "ocultado" com as suas politicas esclarecidas e ditadas desde Bruxelas essa realidade?

= = =

Este problema é especialmente interessante em Portugal.
Seremos nós mais ou menos racistas que os outros?
E se somos, porque somos?
Não deveriamos ser dos povos menos racistas da Europa?

Perguntas, perguntas, perguntas  :D
 

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mamifero

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« Responder #22 em: Novembro 17, 2005, 01:55:18 am »
E que tal mandar o barco ao fundo??? Pedir aos esquerdistas que construam uma ponte entre Gibraltar e África, e desse modo, por osmose, tornar ambos os continentes uma bosta! Praticamente é só o que falta!

 Quem defende tanto os pretos que fosse viver com eles para a selva, e deixassem de uma vez por todas o continente europeu entregue ás suas gentes autóctones.

Europa Aos Europeus! Portugal Aos Portugueses! estimule se a politica de natalidade dos cidadãos nacionais e não a de imigração , aborto , drogas , e homosexualidade!
 

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komet

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« Responder #23 em: Novembro 17, 2005, 02:02:49 am »
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Ou seja: Dizemos que o problema é a integração.
O que eu pergunto é até que ponto essa "integração" é aceite pelo resto da sociedade e se não é aceite, porque é que não é aceite?

Penso que a questão é se essas pessoas querem de facto ser integradas, talvez seja mais uma questão cultural que outra coisa.

Citar
Você tem algum dado sobre isso?

Não tenho, provavelmente nem existem tais registos, existe essa preocupação de não se saber, de si, já será suspeito. Esses números seriam utilizados para alimentar o que chamam de "racismo". Creio que na juventude urbana mais pobre se criou uma cultura de "ou és dos nossos ou és inimigo", e o que se vê, por exemplo, são jovens brancos comportarem-se como negros, e agirem em conjunto com estes em actividades menos lícitas. Por isso não tem razão de me chamar racista, já que sinceramente me faz mais impressão ver esses brancos (os chamados bollycaos) em acção que os próprios negros.

Citar
Teremos que concluir que ao fim e ao cabo, na prática a Europa é de facto muito mais racista que os Estados Unidos, e que tem apenas "ocultado" com as suas politicas esclarecidas e ditadas desde Bruxelas essa realidade?

Não dúvido, aliás, nos últimos tempos as próprias "minorias" têm contribuido bastante para isso, portanto não estão isentos de culpas. Não estarão os desordeiros a ser racistas em primeira instância, para os que os acolheram? Não será essa atitude mais grave e condenável do que alguém honesto sentir-se desconfortável ao pé dessas comunidades? Somos todos humanos, pense nisso.



Citar
Seremos nós mais ou menos racistas que os outros?
E se somos, porque somos?
Não deveriamos ser dos povos menos racistas da Europa?

Não somos menos nem mais, muitos provavelmente respondem "não", porque é bonito e é correcto, mas na verdade se ao fundo de uma rua vêm um grupo de 5 ou 6 jovens negros são capazes de ir por outro lado para não ter que passar por eles... eu faria o mesmo. Ou muito menos essas pessoas teriam coragem de ir viver para perto de uma comunidade cigana... tem muito que se lhe diga...

Talvez por Portugal ter um passado de colonizador, hoje em dia receie por uma espécie de vingança dos colonizados, mas  agora não temos quem "nos" defenda... são outros tempos.
"History is always written by who wins the war..."
 

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PereiraMarques

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« Responder #24 em: Novembro 17, 2005, 02:41:32 am »
Citação de: "mamifero"
Europa Aos Europeus! Portugal Aos Portugueses! estimule se a politica de natalidade dos cidadãos nacionais e não a de imigração , aborto , drogas , e homosexualidade!


Olha um maluquinho do PNR!!!!  :lol: ...Veja lá que se esqueceu de referir os ciganos, os judeus, as lésbicas, os deficientes...os espanhóis ("por supuesto")...

B. Pereira Marques
 

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komet

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« Responder #25 em: Novembro 17, 2005, 02:51:16 am »
Fique sabendo que não respondo a provocações :)  espero que isto continue  :wink: já basta de tabus...
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PereiraMarques

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« Responder #26 em: Novembro 17, 2005, 02:57:27 am »
Citação de: "komet"
Fique sabendo que não respondo a provocações :)  espero que isto continue  :wink: já basta de tabus...


Caro Komet, se se está a referir a mim, o meu último comentário não era dirigido a si, mas sim ao novo colega que dá pelo nome de "mamifero".

Cumprimentos
B. Pereira Marques
 

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alfsapt

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« Responder #27 em: Novembro 17, 2005, 12:54:57 pm »
Citação de: "PereiraMarques"
Citação de: "mamifero"
Europa Aos Europeus! Portugal Aos Portugueses! estimule se a politica de natalidade dos cidadãos nacionais e não a de imigração , aborto , drogas , e homosexualidade!

Olha um maluquinho do PNR!!!!  :lol: ...Veja lá que se esqueceu de referir os ciganos, os judeus, as lésbicas, os deficientes...os espanhóis ("por supuesto")...

B. Pereira Marques


Não estou a perceber uma coisa:

Os Pretos, os ciganos, os judeus, as lésbicas, os deficientes e os espanhóis não são todos mamíferos?

(quanto aos Espanhois tenho mesmo sérias dúvidas, já as Espanholas...).
"Se serviste a patria e ela te foi ingrata, tu fizestes o que devias, ela o que costuma."
Padre Antonio Vieira
 

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mamifero

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« Responder #28 em: Novembro 17, 2005, 01:15:53 pm »
Opinião publicada por Pacheco Pereira no Blogue Abrupto:

"A ESPANTOSA COMPLACÊNCIA

Basta haver um ar de revolta social contra o “sistema”, um ar de “multiculturalismo” revolucionário dos “deserdados da terra” contra os ricos (os que têm carro, os pequenos lojistas, os stands de automóveis, os pequenos comércios), para a velha complacência face à violência vir ao de cima. Fossem neo-nazis os autores dos tumultos e a pátria e a civilização ficavam em perigo, mas como são jovens muçulmanos da banlieue, já podem partir tudo. Não são vândalos, são “jovens" reagindo à “violência policial”, são “vítimas” do desemprego e do racismo dos franceses, justificados na sua "revolta", e têm que ser tratados com luvas verbais e delicadeza politicamente correcta. Os maus são as forças da ordem, os governantes, os polícias, os bombeiros e todos os que mostram uma curiosidade indevida pelos seus bairros de território libertado.
No fundo, não é novidade nenhuma. Há muitos anos que é assim, que estas questões são tratadas com imensa vénia, não vão os “jovens” zangarem-se e vingarem-se. A culpa é nossa, não é?"


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LENDO / VENDO BLOGUES, JORNAIS, TELEVISÃO E OUTROS MEDIA 2

De novo, o noticiário das 13 horas da RTP1 transformou-se numa versão "noticiosa" de um panfleto do Bloco de esquerda, a propósito dos incidentes de Paris. De novo, é pena que o texto das notícias não esteja disponível em linha, para que todos possam julgar. Já não basta o modo como se tratou o Katrina, nunca rectificando as informações falsas que foram dadas, coisa que todos pediram (e bem) para ser feito com o "arrastão", mas que ninguém exige quanto ao Katrina. Agora é uma "interpretação" do que acontece em Paris inteiramente conducente à justificação da violência. Preto no branco, uma justificação da violência, que nada tem a ver com notícias ou com jornalismo, mas com um digest de pseudo-sociologia politizada e grosseira. Por que razão é que eu tenho como contribuinte que pagar os exercícios de propaganda política de um grupo de senhores jornalistas que são maus profissionais e que nos querem apascentar?

Os que estão sempre a pedir exemplos concretos e que depois nunca os querem discutir, têm aqui um exemplo mais que preciso - noticiário das 13 horas da RTP1. Coloquem-no no papel para lermos com distanciação e vejam lá se o que resulta é jornalismo ou é opinião política disfarçada de notícias.

JPP in http://abrupto.blogspot.com/
 

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mamifero

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« Responder #29 em: Novembro 17, 2005, 01:18:17 pm »
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Pacheco Pereira comenta palavras do Alto Comissário (ACIME)

Tenham medo, tenham muito medo da série de ideias ultra-politicamente correctas do pomposamente chamado Alto Comissário para a Imigração e Minorias Étnicas (eu a pensar que num mundo "multicultural" não havia "minorias étnicas"), expostas no estilo da Raposinha do Aquilino, "com muita treta", no Programa "Diga lá Excelência" e reproduzidas no Público de hoje. Aqui vai uma pobre amostra do discurso cheio de certezas do Alto-Comissário:

Só nós:

"A Europa está a viver um tempo triste em que se está a fechar numa concha, erguendo muros e barreiras à sua volta. A opinião pública espanhola era das poucas que se mantinham abertas, agora restamos praticamente só nós, os portugueses."
Onde estão "talheres" coloquem coisas como o estado de direito, a democracia, valores civilizacionais como a igualdade das mulheres e dos homens, repúdio da violência "cultural" (excisão do clitoris, etc.):

"Quando eu convido alguém para almoçar comigo não é normal que eu exija que todos comam com talheres?

Não é obrigatório. Eu acho possível sentar à mesma mesa pessoas com registos culturais, históricos e religiosos completamente diferentes.

Com pratos diferentes, instrumentos diferentes?

Exactamente. Em contexto global, é isso mesmo que temos que fazer. O grande perigo que corremos é querer que toda a humanidade se sente à nossa mesa comendo com os nossos talheres e com a nossa culinária."
Preconceitos:

"Vamos então a um caso concreto. Defende escolas só para algumas comunidades imigrantes, com currículos especiais?

Não, a interculturalidade não é isso. Isso são versões suaves de multiculturalismo, versões de segregação, de separação de diferentes comunidades.

Mas parece que a escola portuguesa não interessa muito aos filhos dos imigrantes...

É um preconceito.

O insucesso escolar nestas comunidades é um preconceito?

Mas o insucesso escolar não tem que ver com o interesse na escola portuguesa. Temos todos a ganhar com a aceitação da diversidade. De ver a realidade a partir do ponto de vista do outro."
As certezas enfatuadas e o tom dogmático eram tão evidentes que até os jornalistas habitualmente calmos estavam irritados.
 
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LENDO / VENDO BLOGUES, JORNAIS, TELEVISÃO E OUTROS MEDIA (14 de Novembro)


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