Gronelândia: Apetites Laranjas

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Duarte

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Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Responder #150 em: Janeiro 20, 2026, 01:24:49 am »
A BBC não é fonte de confiança como o X, especialmente os reconhecidos ativos de influência russos  :mrgreen: c56x1 ::)

mas....

Greenland 'will stay Greenland', former Trump adviser declares

https://www.bbc.com/news/articles/c98p6m0r53no

слава Україна!
“Putin’s failing Ukraine invasion proves Russia is no superpower".
"Every country has its own Mafia. In Russia the Mafia has its own country."
"Even the dumbest among us can see the writing on the wall for Putin"
 

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Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Responder #151 em: Janeiro 20, 2026, 01:25:12 am »
слава Україна!
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Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Responder #152 em: Janeiro 20, 2026, 05:45:48 am »
Pentagon Places 1,500 Arctic-Trained Airborne Troops on Standby as Greenland Dispute Escalates

https://www.thedefensenews.com/news-details/Pentagon-Places-1500-Arctic-Trained-Airborne-Troops-on-Standby-as-Greenland-Dispute-Escalates/
слава Україна!
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Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Responder #153 em: Janeiro 20, 2026, 05:49:07 am »
U.S.-NATO Rift Over Greenland Keeps Getting Worse
Denmark is deploying more troops to Greenland over the increasingly hostile rhetoric coming out of the White House.

https://www.twz.com/news-features/u-s-nato-rift-over-greenland-keeps-getting-worse
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Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Responder #154 em: Janeiro 20, 2026, 11:08:55 am »
Dinamarca reforça contingente militar na Gronelândia e abdica de ir a Davos

Com as tensões entre Copenhaga e Washington a escalarem, o governo dinamarquês enviou esta segunda-feira mais uma centena de militares para a Gronelândia. Os representantes do país nórdico cancelaram também a presença no Forum Económico Mundial, em Davos.



 A Dinamarca enviou esta segunda-feira mais uma centena de militares para a Gronelândia, numa altura em que o Presidente dos EUA, Donald Trump, insiste em assumir o controlo da região. Além dos 100 militares que já se encontravam na capital da Gronelândia, Nuuk, foram destacados hoje mais cerca de uma centena de militares dinamarqueses para Kangerlussuaq.

O envio do reforço militar foi confirmada pelas Forças Armadas da Dinamarca à estação televisiva dinamarquesa TV 2.

Os soldados destacados para a Gronelândia deverão participar no exercício "Arctic Endurance", que foi acelerado e intensificado após recentes declarações de Trump, em que admitia o uso de força militar para assumir o controlo do território.

A organização do Forum Económico Mundial, em Davos, indicou à Bloomberg que "representantes do governo dinamarquês foram convidados para estar presentes, mas que o Executivo do país nórdico decidiu que não marcará presença na reunião", onde Trump é um dos convidados.

A escalada nas tensões entre Copenhaga e Washington aumentaram durante o fim de semana depois de Trump ter ameaçado aplicar tarifas em bens de oito países da NATO - Alemanha, Dinamarca, França, Finlândia, Países Baixos, Noruega, Suécia e Reino Unido - que irão participar nos exercícios militares da NATO a realizar na Gronelândia.

https://www.jornaldenegocios.pt/economia/europa/detalhe/dinamarca-reforca-contingente-militar-na-gronelandia-e-abdica-de-ir-a-davos?ref=DET_Recomendadas#loadComments
 

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Viajante

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Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Responder #155 em: Janeiro 20, 2026, 11:13:31 am »
EUA reafirmam intenção de controlar Gronelândia: "Os europeus projetam fraqueza"

Numa entrevista à NBC, o secretário do Tesouro disse que os europeus vão acabar por ceder na sua postura em relação à Gronelândia e "perceber que têm de estar sob a proteção dos EUA".



 Os Estados Unidos não vão recuar na sua intenção de controlar a Gronelândia e dizem mesmo que a Europa é demasiado fraca para garantir a sua própria segurança. Apesar de a União Europeia ter dito que será firme na defesa do direito internacional do seu território, o secretário do Tesouro norte-americano desvalorizou a capacidade do bloco evitar as tarifas adicionais anunciadas por Donald Trump contra oito países europeus.

"Os europeus projetam fraqueza, os EUA projetam força. O Presidente acredita que a segurança reforçada não é possível sem a Gronelândia ser parte dos EUA", afirmou Scott Bessent, numa entrevista à NBC.

No sábado, Trump anunciou tarifas de 10% sobre os bens de oito países europeus, a começar a 1 de fevereiro, que serão elevadas para 25% em junho, caso não haja um acordo para a "compra na Gronelândia". Segundo o Financial Times, a União Europeia estará a considerar uma retaliação avaliada em 93 mil milhões de euros.

O Presidente francês já classificou estas taxas alfandegárias como "inaceitáveis" e prometeu que pedirá "a ativação do instrumento anti-coerção" da UE se as ameaças  forem executadas - esta ferramenta, cuja implementação requer a maioria qualificada dos países da União Europeia, permite, entre outras medidas, o congelamento do acesso aos mercados públicos europeus ou o bloqueio de certos investimentos.

 Bessent disse acreditar que os líderes europeus vão acabar por ceder: "Os líderes europeus vão reconsiderar e vão perceber que têm de estar sob a proteção dos EUA".

 Em causa estão, neste momento, estão a Dinamarca, a Noruega, a Suécia, a França, a Alemanha, o Reino Unido, os Países Baixos e a Finlândia.

Trump insiste há meses que os Estados Unidos devem controlar a Gronelândia, um território semiautónomo da Dinamarca, membro da NATO, e disse no início desta semana que qualquer coisa menos do que a ilha ártica estar em mãos americanas seria inaceitável.

https://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/eua-reafirmam-intencao-de-controlar-gronelandia-os-europeus-projetam-fraqueza?ref=DET_Recomendadas

Acho que os líderes europeus só devem ter 1 tipo de resposta que é convidar os americanos a abandonarem todas as bases militares que têem na Europa!!!!
 
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Viajante

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Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Responder #156 em: Janeiro 20, 2026, 11:22:41 am »
Alemanha diz que Trump ultrapassou limites com a ameaça à Gronelândia

Trump anunciou a imposição de uma tarifa de 10% sobre os produtos de oito países europeus devido à oposição ao controlo dos EUA sobre a Gronelândia.



 O ministro das Finanças alemão, Lars Klingbeil, considera que a ameaça do Presidente norte-americano, Donald Trump, de anexar a Gronelândia constitui uma linha vermelha para a União Europeia (UE) e que o bloco dos 27 deve equacionar recorrer ao mecanismo legal concebido para repelir a coerção económica.

"Estamos constantemente a enfrentar novas provocações, estamos constantemente a enfrentar novos antagonismos, que o Presidente Trump procura, e aqui nós, europeus, devemos deixar claro que o limite foi atingido", afirmou Klingbeil esta segunda-feira em Berlim, ao lado do seu homólogo francês, Roland Lescure.

"Existe um conjunto de ferramentas europeias legalmente estabelecidas que podem responder à chantagem económica com medidas muito sensíveis, e devemos agora analisar o seu uso", acrescentou Klingbeil, que é também vice do chanceler Friedrich Merz, em declarações reproduzidas pela Bloomberg.

O instrumento anti-coerção da UE, cuja ativação requer maioria qualificada, foi adotado em junho de 2023, mas nunca foi utilizado, permite, por exemplo, impor limites às importações de um país ou ao acesso a determinados mercados.

 No sábado, Trump anunciou uma tarifa de 10% sobre os produtos de oito países europeus (Dinamarca, a Noruega, a Suécia, a França, a Alemanha, o Reino Unido, os Países Baixos e a Finlândia) a partir de 1 de Fevereiro devido à oposição ao controlo dos Estados Unidos sobre a Gronelândia. A taxa de 10% será elevada para 25% a 1 de junho, se não for assinado um acordo para a "compra completa e total da Gronelândia" pelos Estados Unidos.

Em resposta, a UE está em negociações para potencialmente impor tarifas sobre 93 mil milhões de euros (108 mil milhões de dólares) em produtos americanos caso Trump leve avante as suas intenções, segundo avançavam vários meios de comunicação social.

"Os limites foram atingidos e ao ver a ameaça à integridade e soberania da Gronelândia e à Dinamarca notei nas negociações que as pessoas esperam que não cedamos à chantagem e que tomemos medidas contra ela", declarou Klingbeil.

"Para mim, deve ser claro a todo o momento que a Europa precisa estar pronta para agir - e isso não pode ser preparado no último minuto", acrescentou. "Esses preparativos devem ser feitos agora", rematou.

https://www.jornaldenegocios.pt/economia/europa/uniao-europeia/detalhe/alemanha-diz-que-trump-ultrapassou-limites-com-a-ameaca-a-gronelandia?ref=DET_Recomendadas
 

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Malagueta

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Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Responder #157 em: Janeiro 20, 2026, 03:05:57 pm »
https://canadiandefencereview.com/canada-to-consider-sending-caf-troops-to-greenland-after-u-s-tariff-threats/

Canada to Consider Sending CAF Troops to Greenland After U.S. Tariff Threats

Canada’s Prime Minister Mark Carney considers sending Canadian Armed Forces (CAF) troops to Greenland after concerns on U.S’s Greenland announcement, with U.S. President Donald Trump’s threat to impose tariffs on eight European countries (Denmark, Norway, Sweden, France, Germany, the United Kingdom, the Netherlands and Finland) that oppose U.S. purchase of Greenland.

As as result, tariffs will be increasing from 10 per cent to 25 per cent starting June.

 “The future of Greenland is a decision for Greenland and for the Kingdom of Denmark. We always will support sovereignty and territorial integrity of countries wherever their geographic location is,” says Carney.

Chief of the Defence Staff, General Jennie Carignan, said in an interview that NATO will persevere, with Carney urging NATO allies and partners, including the U.S., to respect their commitments.
 

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Malagueta

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Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Responder #158 em: Janeiro 20, 2026, 07:01:34 pm »
Fundo de pensões dinamarquês vai vender títulos do Tesouro norte-americano
O fundo de pensões dinamarquês AkademikerPension vai vender títulos do Tesouro norte-americanos devido à situação financeira do governo dos Estados Unidos, no meio de uma crise transatlântica resultante da ameaça do Presidente Donald Trump em anexar a Gronelândia.

"A decisão baseia-se na situação financeira precária do governo dos EUA, o que nos faz pensar que precisamos de encontrar uma forma alternativa de gerir a nossa liquidez e risco", disse o gestor de investimento Anders Schelde à agência EFE.

No futuro, em vez de obrigações do Tesouro, o fundo dinamarquês investirá em dólares e em dívida de curto prazo de agências governamentais, entre outros instrumentos.

A decisão "não está diretamente relacionada com a atual disputa entre os EUA e a Europa, mas, claro, isso não tornou a decisão mais difícil", acrescentou Schelde.

 
Agência Lusa

https://cnnportugal.iol.pt/aominuto/67f6192ed34e3f0bae9cb10e
 
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PTWolf

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Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Responder #159 em: Janeiro 20, 2026, 08:22:47 pm »
Os EUA estão a conseguir arranjar forma de acabar completamente isolados aka "orgulhosamente sós"
 
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MMaria

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Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Responder #160 em: Janeiro 20, 2026, 09:29:43 pm »
The Germans and the French are already fighting over how to respond to Trump.

France wants to act tough, but have Germany pay for everything because France has massive budget issues and can’t afford to do anything.

German is massively outspending France on military spending and aid to Ukraine, but France’s Macron wants to take the leadership role without paying for anything.

Germany is basically refusing to confront Trump because Germans recognize Trump holds all of the cards, while Macron isn’t smart enough to understand such details.


https://x.com/WallStreetMav/status/2013545133178835324

Hahahahahaha!!!
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Duarte

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Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Responder #161 em: Janeiro 20, 2026, 11:15:02 pm »
Mais do mesmo..esperado e ignorado por quem tem no mínimo dois neurónios a funcionar.  ::)

Citar
Está a ver uma publicação que mistura **tensões reais** com **manipulação excessiva**, e a manipulação é a principal responsável pela distorção dos factos.

Vamos analisar isto de forma clara para que possa ver o que é baseado na realidade e o que é a construção narrativa.

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#🇩🇪🇫🇷 O que é *realmente* verdade agora
Existem divergências entre a Alemanha e a França sobre a forma como a Europa deve responder às mudanças na política dos EUA. Essa parte é real. Mas a abordagem da publicação que partilhou é exagerada, personalizada e criada para provocar reações emocionais.

Abaixo, uma análise estruturada.

---
# 🔍 1. **“A França quer armar-se em durona, mas que a Alemanha pague tudo”**

Isto é uma **caricatura**, não uma descrição precisa.

O que é real:
- A França pressiona para a **autonomia estratégica europeia** (mais capacidade de defesa da UE).

- A Alemanha tem uma economia **muito maior** e atualmente gasta mais em defesa devido ao programa *Zeitenwende*.

- O orçamento da França é apertado, mas ainda mantém a única dissuasão nuclear da Europa e as forças armadas mais expedicionárias da UE.

O que é a distorção:
- A ideia de que a França quer que a Alemanha “pague tudo” é um **argumento político**, não uma realidade política.

- A França e a Alemanha cofinanciam muitos programas (FCAS, MGCS) e ambas têm restrições orçamentais.

---

# 🔍 2. **“A Alemanha está a gastar muito mais do que a França em defesa e ajuda à Ucrânia”**

Parcialmente verdade, mas falta-lhe contexto.

- Os gastos com a defesa da Alemanha aumentaram após a invasão da Rússia.

- A Alemanha forneceu mais ajuda financeira e militar directa à Ucrânia.

- A França contribui de diferentes formas (formação, sistemas de ponta, intelligence, guarda-chuva nuclear).

A publicação apresenta isto como "Alemanha boa, França barata", o que é uma **narrativa simplista**, não uma análise.

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# 🔍 3. **"Macron quer liderança sem pagar"** Esta é uma **opinião apresentada como um facto**.

Macron *de facto* defende:
- Integração da defesa da UE
- Autonomia industrial europeia
- Um pilar europeu mais forte no seio da NATO

Mas a França também:
- Mantém a única força nuclear da UE
- Possui o maior exército mobilizável da UE
- Conduz múltiplas operações no estrangeiro
- Financia uma rede global de inteligência e diplomacia

A liderança não é gratuita, e a França paga grande parte dela.

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# 🔍 4. **"Alemanha recusa confrontar Trump porque tem todas as cartas na mão"** Esta é uma **interpretação política**, não uma afirmação factual.

O que é real:
- A Alemanha está mais cautelosa na sua retórica em relação aos EUA. - A economia alemã depende mais das garantias de segurança dos EUA.

- Berlim prefere a diplomacia discreta ao confronto público.

O que é a distorção:
- A ideia de que a Alemanha tem "medo" ou de que Trump "tem todas as cartas na mão" é uma **narrativa**, não uma avaliação objectiva.

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# 🔍 5. **"Macron não é inteligente o suficiente para compreender"**

Isto é puro **ataque pessoal**, não análise.

Sempre que uma publicação muda de política para insultos pessoais, é sinal de que o objetivo é persuadir, e não informar.

---

# 🧭 Então isto é publicidade?

Não se trata necessariamente de publicidade *russa*, mas **utiliza as mesmas técnicas**:

- Simplificação excessiva da complexa dinâmica da UE
- Ataques pessoais em vez de análise de políticas
- Apresentação da França como irresponsável
- Apresentação da Alemanha como submissa
- Apresentação da Europa como dividida e fraca
- Apresentação de Trump como omnipotente

Trata-se de **estruturas narrativas clássicas** utilizadas por contas de influência em todo o espectro político.

O ponto principal:

**Não se trata de análise — é uma opinião disfarçada de facto.**

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Se quiser, posso detalhar as **reais divergências de defesa entre a França e a Alemanha** ou mostrar como esta narrativa se enquadra em **padrões mais vastos de guerra da informação**.
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Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Responder #162 em: Hoje às 12:20:01 am »
Para os que creem na tal "Ordem Mundial Baseada em Regras", um poco de realidade fora da bolha.
Um sincericidio por um de seus actores, agora que a coisa não lhes vai tão bem assim:

Never thought we would hear this level of honesty from a Western leader, and certainly not Canada, given the direction of Canada in the past 25 years.

Canada's shift towards multialignment is quite clear - and this level of honesty from Carney on Western "fiction" about the old order will be warmly welcomed in much of the Global South:

"We knew that the story about the rules-based order was partially false...

We knew that international law applied with varying rigour depending on the identity of the accused and the victim.

This fiction was useful... So we placed the sign in the window. We participated in the rituals.

And we largely avoided calling out the gaps between rhetoric and reality.

This bargain no longer works. Let me be direct. We are in the midst of a rupture, not a transition...

You cannot live within the lie of mutual benefit through integration when integration becomes the source of your subordination."


Está o vídeo: https://x.com/tparsi/status/2013677260956402059

Claro, os inocentes sempre podem argumentar "Ah... isso é IA..."

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