Mísseis de Cruzeiro para a Espanha:Implicações para Portugal

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Luso

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« Responder #75 em: Janeiro 19, 2005, 08:31:13 pm »
Citação de: "João Ricardo"
Mas creio que meus amigos portugueses vão concordar comigo, que eles não consideram a Espanha como uma nação hostil, muito pelo contrário. Acredito que é mais fácil o Brasil abrir as comportas de Itaipu e inundar a Argentina  :twisted: do que Portugal entrar em guerra com a Espanha!


O tanas!
- Vamos a eles!
"Por las chicas guapas e por los caramelos!"
E por quase tudo o resto!
(menos alumínios termolacados)
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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emarques

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« Responder #76 em: Janeiro 19, 2005, 10:17:46 pm »
Citação de: "Luso"
E por quase tudo o resto!
(menos alumínios termolacados)


Está-me a querer parecer que o Luso é da escola Raúl Lino... :) Que mal têm os alumínios?
Ai que eco que há aqui!
Que eco é?
É o eco que há cá.
Há cá eco, é?!
Há cá eco, há.
 

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Luso

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« Responder #77 em: Janeiro 19, 2005, 11:11:24 pm »
E-marques, se existem mariquices em arquitectura é nessa mania dos arquitectos geralmente da escola dita "do Porto" utilizarem FERRO na caixilharia (isso e as mentes "revolucionárias" que não colocam sancas e ród-pés por casa da "pureza e estética".
- Bananas! Dão mau nome aos arquitectos!
Então o Siza - essa fraude de renome mundial - é o grande responsável (é um PÉSSIMO construtor mas as revistas fazem dele um semi-deus).
Eu utilizo alumínio termolacado ou qualquer outro que seja melhor (há agora um sintéticos com isolamento térmico (não são os de PVC -que até não são nada maus).
Mas já utilizei alúminio (e vidro espanhol à experiência) e a coisa não aprova. Não arrisco mais.
Em muita coisa o material português é francamente superior.
Nestas coisas, o que é nacional geralmente tende para a excelência e o espanhol para o marketing e para o preço mais competitivo...
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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emarques

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« Responder #78 em: Janeiro 19, 2005, 11:34:16 pm »
Ah, bom, por alguma razão pareceu-me que o Luso tinha qualquer coisa contra os alumínios em geral. Se é só contra os espanhóis por causa da falta de qualidade, já percebo. :mrgreen: E alguém que põe extintores brancos em paredes brancas por causa da estética precisava mas era de um par de estalos. Ou certo arquitecto que, quando lhe disseram que um estádio era descomfortável por ser frio, respondeu que a arte era mais importante que o comforto...

Mas que se note que eu sou leigo, hã?
Ai que eco que há aqui!
Que eco é?
É o eco que há cá.
Há cá eco, é?!
Há cá eco, há.
 

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Luso

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« Responder #79 em: Janeiro 20, 2005, 12:11:11 am »
emarques, a arte moderna nas suas mais variadas vertentes é das coisas mais sobrevalorizadas que existem, e sobretudo cheira mal, porque tresanda de pretenciosismo ao arrogar-se de qualidades que não têm. E eu como arquitecto (mais na linha do antigo Pedreiro) tenho que combater contra o preconceito - e muito justificado - que o arqutecto é um ser caprichoso e pouco racional.
Mas o patego diz que o feio é belo, porque é uma conveniência social. E é assim que estes farsantes levam a sua à vante (já agora lembrei-me do Gehry e dos seus milhões pagos por nada feito. E a nossa Ordem nem pia. Porque faz parte do sistema.
Não hesite em criticar a "arte" quando é obrigado a consumi-la - ou a pagá-la!
E o objectivo da arte é dar prazer. Se não dá, siga! Agora só porque existem vozes mais sonantes que querem valorizar a mercadoria para disso tirar dividendos e nos dizem o que é "belo" e nós temos que ir na cantiga, ah isso não!
- Ao Diabo com a originalidade e creatividade de outros se teremos que sofrer por elas!

Já agora, o roda-pé serve para proteger a parede dos impactos e sujidades dos... pés e do contacto com o mobiliário. Também faz o remate da junção da parede com o revestimento do pavimento.

E assim se passa dos Tomaóques Castelhanos para a importância do roda-pé na arquitectura moderna!

- Você assistiu tudo isto em directo (ou diferido) aqui no seu fantástico Forumdefesa.com!
"Servir bem e bem servir!"
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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JNSA

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« Responder #80 em: Janeiro 20, 2005, 10:53:42 am »
Citação de: "Luso"
E eu como arquitecto (mais na linha do antigo Pedreiro)

-Livre?... :mrgreen:
 

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Luso

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« Responder #81 em: Janeiro 20, 2005, 05:17:44 pm »
Este Pedreiro é demasiado livre para alinhar em máfias encobertas por filosofias e histórias especulativas...
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Thander

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« Responder #82 em: Janeiro 21, 2005, 04:52:10 pm »
Citação de: "João Ricardo"
Caro amigo Thander, eu como brasileiro também estranhei bastante no início essa "hostilidade" dos portugueses frente ao espanhóis (pois também corre sangue espanhol nas minhas veias) mas depois percebi que é pura especulação, ou seja, exercício da imaginação, como Portugal não tem inimigos (graças a Deus por isso) escolheram a Espanha (por fatos históricos) como tal.

Mas creio que meus amigos portugueses vão concordar comigo, que eles não consideram a Espanha como uma nação hostil, muito pelo contrário. Acredito que é mais fácil o Brasil abrir as comportas de Itaipu e inundar a Argentina  :twisted: do que Portugal entrar em guerra com a Espanha!


Pues muchas gracias por la aclaración.

La verdad esque me sorprendió mucho encontrarme algo así, puesto que siempre consideré las relaciones entre los dos paises de excepcionales

Saludos desde España
 

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ferrol

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Es lo que deben ser.
« Responder #83 em: Janeiro 24, 2005, 10:04:22 am »
Hola a todos:
Amigo thander, las relaciones de España con Portugal son como tienen que ser, ya que como bien indica Dinivan en le articulo que coloca en la sección de economía, España y Portugal están tan fuertemente relacionadas entre sí que es imposible pensar en otra cosa que no sea una buena vecindad.

Tenemos todo por ganar con nuestra unión, que ojalá sea algún día también política en el marco de la UE, y no sólo de grandes empresas especuladoras con el dinero de ambos países.

Así que, lo mejor que podemos hacer en este foro es fomentar esa unión, respetando las diferencias y reforzando e incrementando los puntos comunes.

Y como dice nuestro amigo Joao, cualquier cosa que no sea esto es un juego de palabras y fuegos artificiales, con los que pasamos el rato en el foro, pero que no pasan de ahí.

Salud.
Tu régere Imperio fluctus, Hispane memento
"Acuérdate España que tú registe el Imperio de los mares”
 

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papatango

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« Responder #84 em: Janeiro 24, 2005, 06:13:20 pm »
Citação de: "Ferrol"
Tenemos todo por ganar con nuestra unión, que ojalá sea algún día también política en el marco de la UE, y no sólo de grandes empresas especuladoras con el dinero de ambos países.

Lagarto, lagarto, lagarto.

Todas as tentativas hegemonicas de construir Europas grandiosas, falharam de forma catastrófica.

Falharam, porque nenhum país pode ser construido sobre falsidades. A Europa de hoje, é a Europa possível. E a Europa que se prefigura no horizonte, não é nada mais nada menos que uma tentativa de franceses e alemães de destruirem os paises europeus, a sua independência e o seu direito de escolha.

A Constrituição Europeia, será o primeiro paço, na teia que a aranha franco-alemã, está a tecer.

Eles estão a fazer as coisas de maneira a que, um país que não queira "aprofundar" a Europa deles, seja posto à margem.

Em última instância, quando essa constituição for votada, será o próprio direito dos Estados Membros a decidir o seu futuro, que estará em causa.

Hoje, muitos dos nossos políticos, já fazem "Gala" em dizer que quase dois terços das nossas leis são votadas por Bruxelas, e que Portugal e os portugueses nada têm a ver com isso.

Com a cambada de degenerados que poluem a politica portuguesa, lá virá o dia em que digam:
"Nós estamos apenas aqui a administrar. As ordens de facto quem as dá é Bruxelas"

Acredito que o fim da Europa, virá quando se tentar criar um exército unico. Já houve uma união Europeia, a que Portugal aderiu em 1580. A saída de Portugal, deu-se no momento em que a politica unificadora dessa União Europeia do século XVII, obrigava os Portugueses a contribuir para as lutas de um governo central que se preocupava com tudo menos com o povo. A unificação implicava a destruição e esmagamento das características próprias a cada um dos povos constituintes.

Espero que a História me desminta. Mas a verdade é que temos tanta História para estudar que, os ciclos históricos são fáceis de identificar.

Para mim nunca haverá Europa.

A União Europeia atentará ievitavelmente contra os Estados e acima de tudo contra as nações.

As nações são a razão de ser da Europa. Dessas nações surgiu a expansão Europeia e o dominio das culturas europeias no mundo. A diversidade gerou um mundo complexo de equilibrios, mas também de desenvolvimento provocado pela competição entre os paises europeus. Por outro lado a unificação - qualquer unificação - normalmente gera decadência.

É uma lei da natureza. E não se podem contrariar as leis da natureza.

Cumprimentos
 

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fgomes

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« Responder #85 em: Janeiro 24, 2005, 09:00:17 pm »
Citar
"Nós estamos apenas aqui a administrar. As ordens de facto quem as dá é Bruxelas"


Isto já é a triste realidade da Política Agrícola Comum !
 

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nestor

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« Responder #86 em: Janeiro 25, 2005, 05:37:39 am »
Pero creo que la cuestión es si Portugal está mejor dentro o fuera de la UE.

Cuando muchos paises del este europeo están llamando a la puerta porque fuera hace mucho frio, aun hay quien dice que dentro no se está bien.

Curioso.

Las politicas agricolas de la UE pueden ser acertadas o no, pero hay que tener en cuenta otros temas como los fondos de cohesión de los que Portugal, y tambien España, se han beneficiado en estos ultimos años.

Sin duda hay cosas que habria que cambiar en la UE, pero desde dentro y bien harian los paises "pequeños" en unirse (en sentido figurado claro) para hacer frente al eje franco-aleman y en defensa de sus intereses.

Saludos.
 

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ferrol

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reflexión
« Responder #87 em: Janeiro 25, 2005, 11:02:21 am »
Citação de: "papatango"
Todas as tentativas hegemonicas de construir Europas grandiosas, falharam de forma catastrófica.
Ben, Roma triunfou durante 500 anos, España durante 200, nós estamos no principio dun novo trunfo da unión, pero esta vez, en vez de ternos que nos regular polo que diga un César ou un Felipe, regularémonos por nós mesmos, o cal garante que ninguén vai estar a disgusto...

Citação de: "papatango"
E a Europa que se prefigura no horizonte, não é nada mais nada menos que uma tentativa de franceses e alemães de destruirem os paises europeus, a sua independência e o seu direito de escolha.
Por iso, porque se adiviña inevitable a Unión, e porque non queremos unha hexemonía franco-alemana na UE, é polo que nós, países medios e pequenos debemos acelerar esa Unión entre nós, para que o noso peso medre na UE e os franco-alemáns non fagan o que lles pete.

No novo tratado da Unión, cada decisión importante debe tomarse cun acordo de polo menos o 65% dos votos, é dicir, existe unha minoría de bloqueo do 35%. Así, se ben Francia e Alemaña teñen máis votos, a unión dos pequenos pode deter calquera decisión. España con Italia ou Polonia máis 2-3 países pequenos pode bloquear calquera decisión da UE.

Por eso é fundamental a nosa unión, a Ibérica, para que Portugal poida decidir na UE tanto como España, Polonia ou Italia. Pero debemos andar rápido, os prazos para a Unión acúrtanse e non podemos perde-lo tempo falando do século XVI cando o XXI estanos a come-lo aire.


Citação de: "papatango"
Acredito que o fim da Europa, virá quando se tentar criar um exército unico.
Iso é irrelevante. A defensa ocupa menos do 2% do gasto medio na UE e os países xa non se preocupan destes temas, agora xa están os americanos para iso... incluso na nosa propia casa da ex-Iugoslavia.
¿Que é senón o Eurocorpo, a SIAF, as manobras conxuntas, senón o principio do fin dos exércitos nacionais e a creación dun grande exército común? É a CECCA da defensa, sen dúbida.
O principal é o deseño económico que teñen pensado Francia-Alemaña para a nova Europa: un Norte industrial, un sur vacacional para os traballadores do Norte...

Citação de: "papatango"
Para mim nunca haverá Europa.
Europa haina desde que os gregos a pintaban nos mapas das súas colonias mediterráneas, e foise consustanciando cunha mesma relixión, uns mesmos reis pelexando contra outros reis por séculos e cun intercambio comercial milenario...
O seu nome foi distinto, Roma, Sacro-Imperio, España, República Revolucionaria francesa...

Citação de: "papatango"
A União Europeia atentará ievitavelmente contra os Estados e acima de tudo contra as nações.
Os estados son entidades que deben ser superadas. Son conceptos decimonónicos de poder, ese poder xa non está nos Estados, está nas transnacionais e en Bruxelas, logo os Estados, carentes hoxe da súa razón de ser, a acumulación de poder, xa non teñen senso na Europa moderna.
As nacións, como conxunto de persoas con historia e costumes comúns, son máis antigas que os estados e non poden ser destruidas máis que polo esuqecemento da propia persoa do sentimento de pertenza a esa nación.
O exemplo xudeu, onde nin a ausencia de territorio lles fixo perder esa idea de nación durante milenios, paréceme esclarecedor.


Citação de: "papatango"
Por outro lado a unificação - qualquer unificação - normalmente gera decadência.

Cando os árabes entraron en Iberia foi debido á loita de 2 reis visigodos. Durante 3 séculos, foron perdendo terreo deica que se uniron en torno primeiro a 3 reinos e logo 2 e poderon loitar contra eles.

Na idade media, os árabes chegaron ás porta de Viena, pero todos nos unimos e os fixemos retroceder.

Despois Napoleon ou Hitler tentaron forzar unha Unión. A xuntanza dos enimigos fixo que Europa non caera de novo no monopolio de poder.

A unión é útil se temos obxectivos comúns. Iberia debe ter obxectivos comúns e poñelos claros, coa voz da nosa unión, alí onde faga falla. Hoxe en Bruxelas, mañán seguramente en Pekín...

Un máis un deben dar dous, o noso futuro como nacións ibéricas vai no resultado desa suma.

Saúdos...
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manuel liste

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« Responder #88 em: Janeiro 25, 2005, 11:16:08 am »
Citação de: "papatango"
Lagarto, lagarto, lagarto.

Todas as tentativas hegemonicas de construir Europas grandiosas, falharam de forma catastrófica.

Falharam, porque nenhum país pode ser construido sobre falsidades. A Europa de hoje, é a Europa possível. E a Europa que se prefigura no horizonte, não é nada mais nada menos que uma tentativa de franceses e alemães de destruirem os paises europeus, a sua independência e o seu direito de escolha.

A Constrituição Europeia, será o primeiro paço, na teia que a aranha franco-alemã, está a tecer.

Eles estão a fazer as coisas de maneira a que, um país que não queira "aprofundar" a Europa deles, seja posto à margem.

Em última instância, quando essa constituição for votada, será o próprio direito dos Estados Membros a decidir o seu futuro, que estará em causa.

Hoje, muitos dos nossos políticos, já fazem "Gala" em dizer que quase dois terços das nossas leis são votadas por Bruxelas, e que Portugal e os portugueses nada têm a ver com isso.

Com a cambada de degenerados que poluem a politica portuguesa, lá virá o dia em que digam:
"Nós estamos apenas aqui a administrar. As ordens de facto quem as dá é Bruxelas"

Acredito que o fim da Europa, virá quando se tentar criar um exército unico. Já houve uma união Europeia, a que Portugal aderiu em 1580. A saída de Portugal, deu-se no momento em que a politica unificadora dessa União Europeia do século XVII, obrigava os Portugueses a contribuir para as lutas de um governo central que se preocupava com tudo menos com o povo. A unificação implicava a destruição e esmagamento das características próprias a cada um dos povos constituintes.

Espero que a História me desminta. Mas a verdade é que temos tanta História para estudar que, os ciclos históricos são fáceis de identificar.

Para mim nunca haverá Europa.

A União Europeia atentará ievitavelmente contra os Estados e acima de tudo contra as nações.

As nações são a razão de ser da Europa. Dessas nações surgiu a expansão Europeia e o dominio das culturas europeias no mundo. A diversidade gerou um mundo complexo de equilibrios, mas também de desenvolvimento provocado pela competição entre os paises europeus. Por outro lado a unificação - qualquer unificação - normalmente gera decadência.

É uma lei da natureza. E não se podem contrariar as leis da natureza.

Cumprimentos


Por vez primera estoy bastante de acuerdo con lo que escribe. La Europa de las naciones nada tiene de malo para que merezca ser suplantada por un organismo supranacional que en este momento tiene un gigantesco déficit democrático. Ni yo ni muchísima gente como yo nos sentimos identificados con una Europa unitaria y monolítica, lo cual no quiere decir que no me guste la idea de una colaboración estrecha entre los ciudadanos y los paises de Europa. También pienso que el europeísmo debería servir para que los conflictos entre los paises europeos fuesen cosa del pasado, y para facilitar el libre intercambio de ideas y de bienes. Pero no debería servir para transformarnos a los europeos en lo que no somos: habitantes de un super-estado en donde manden unas pocas voluntades e intereses lejanos.

No puede ser que la Constitución que sirva para regir a Europa sea redactada por una Convención mandada por Giscard-D´estaing, y nos digan que la votemos sin leerla siquiera. No es democrático, ni justo, ni siquiera serio.

Cumprimentos
 

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manuel liste

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« Responder #89 em: Janeiro 25, 2005, 11:29:57 am »
Ferrol: para tí el futuro de Europa será lindo y color de rosa si desaparecen los estados. Pero eso no es más que una hipótesis, y la vida no son hipótesis, son certezas. Una Europa monolítica será otro estado más entre otros muchos, así que no puedes decir que los estados son "conceptos decimonónicos", porque no es cierto, sencillamente.

Lo que quizá puedes decir es que LOS ESTADOS EUROPEOS son un concepto superado, algo con lo que no estoy nada de acuerdo.
 

 

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