Preparar as FA para um conflito no curto prazo

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Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Responder #616 em: Dezembro 08, 2025, 10:33:24 pm »
Vejam a entrevista do AF, no DN (António Filipe).
 

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LM

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Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Responder #617 em: Dezembro 08, 2025, 10:38:57 pm »
Está a defender o "patrão", é normal que não queira as potenciais vitimas deste armadas... esse não me admira nada; tenho mais receio das "esquerdas bem pensantes" - e das "direitas populistas", que nunca se sabe a direção do vento - e da iliteracia dos meus concidadãos. 
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Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Responder #618 em: Dezembro 08, 2025, 11:10:56 pm »
Vejam a entrevista do AF, no DN (António Filipe).

Mas o PCP ainda conta para alguma coisa?
 

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Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Responder #619 em: Dezembro 08, 2025, 11:30:28 pm »
Vejam a entrevista do AF, no DN (António Filipe).

Partido Comunista Português, à 104 anos a conspirar contra Portugal!!!!!!

Interessante ouvir que nem uma vez ousa criticar a rússia e claramente defende ideias parecidas ao Trump!!!! Admirável!!!!!!
 
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Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Responder #620 em: Dezembro 08, 2025, 11:33:12 pm »
Há claramente velhos do Restelo que acham que nenhum país pode opor-se a uma potência nuclear!

O que a rússia ou os EUA pretenderem, temos de ceder sem colocar em causa sequer!!!!!
Estranho conceito de patriotismo e independência!!!!!!
 
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Duarte

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Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Responder #621 em: Dezembro 08, 2025, 11:42:10 pm »
Não me parece que o UK e os países do pacífico entrem nessa...

O UK é para esquecer, está demasiado dependente dos EUA para o seu programa nuclear e não sei se alguma vez mais se vai levantar.
Estou neste momento a ouvir um debate sobre a reunificação da Irlanda e é bem provável que aconteça num futuro muito próximo, se acontecer, a independência da Escócia pode vir a seguir, principalmente se o brexit não tiver resultados muito positivos em breve (o que é, na realidade, quase uma impossibilidade teórica).
A Inglaterra sozinha dificilmente será uma potência nuclear significativa.

Eu acho que o centro da estratégia nuclear europeia podia centra-se na França, com potências como Alemanha, Itália e Polónia financiando e podendo utilizar o arsenal e os restantes países financiando de forma mais modesta e beneficiando também indirectamente. Acho que não é preciso inventar a roda.

Com o Brexit, não me admirava nada que na Irlanda do Norte não houvesse uma vontade de voltar `a UE... Na Escócia a maioria votou contra. O Brexit se calhar será não só o fim do Reino Unido, como da monarquia também. Um tiro nos dois pés...    :snip: ::)
Espero que o bom senso reina no Reino Unido.

As superpotências devem estar a festejar.  ::)


« Última modificação: Dezembro 09, 2025, 01:01:53 am por Duarte »
слава Україна!
“Putin’s failing Ukraine invasion proves Russia is no superpower".
"Every country has its own Mafia. In Russia the Mafia has its own country."
1917 - The Russian Empire collapsed. 1991 - The Soviet Union collapsed.  The collapse of the Russian Federation is next
 

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Duarte

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Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Responder #622 em: Dezembro 09, 2025, 03:41:32 am »
Portugal Sends More Troops East—and Expats May Foot the Bill

https://theportugalpost.com/posts/portugal-sends-more-troops-eastand-expats-may-foot-the-bill
слава Україна!
“Putin’s failing Ukraine invasion proves Russia is no superpower".
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1917 - The Russian Empire collapsed. 1991 - The Soviet Union collapsed.  The collapse of the Russian Federation is next
 

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dc

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Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Responder #623 em: Dezembro 09, 2025, 01:47:05 pm »
Cada vez mais concordo com a ideia de se trabalhar e montar numa estrategia/parceria/pacto estilo NATO 2.0 sem os Estados Unidos.
Exemplo: PAises Europeus que já compõem a Nato actual + Canadá + Reino Unido + Japão + Coreia do Sul +  Austrália + Nova Zelandia.

A Europa necessita tambem (para ontem) de desenvolver armas nucleares para própria proteção

Não é preciso criar uma NATO 2.0, é preciso expandir a NATO para lá do Atlântico Norte (e alterar o nome da Aliança), de formar a englobar membros de outras regiões do globo.

É claro que isto traz desafios, em que os países terão que estar minimamente preparados para apoiar militarmente (directamente ou por exemplo no apoio logístico), mas também funciona nos 2 sentidos.

Numa primeira fase Austrália, Japão, Coreia do Sul e Nova Zelândia, e numa segunda fase adicionar mais países que estejam interessados e que possam precisar de garantias de segurança (ex. Timor Leste).

Com uma expansão da NATO, a percentagem do poder militar dos EUA na dita  reduz-se, e o valor desta aliança militar aumenta até para os EUA, por não se limitar à Europa.
 
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Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Responder #624 em: Dezembro 10, 2025, 11:02:02 pm »
Cada vez mais concordo com a ideia de se trabalhar e montar numa estrategia/parceria/pacto estilo NATO 2.0 sem os Estados Unidos.
Exemplo: PAises Europeus que já compõem a Nato actual + Canadá + Reino Unido + Japão + Coreia do Sul +  Austrália + Nova Zelandia.

A Europa necessita tambem (para ontem) de desenvolver armas nucleares para própria proteção

Não é preciso criar uma NATO 2.0, é preciso expandir a NATO para lá do Atlântico Norte (e alterar o nome da Aliança), de formar a englobar membros de outras regiões do globo.

É claro que isto traz desafios, em que os países terão que estar minimamente preparados para apoiar militarmente (directamente ou por exemplo no apoio logístico), mas também funciona nos 2 sentidos.

Numa primeira fase Austrália, Japão, Coreia do Sul e Nova Zelândia, e numa segunda fase adicionar mais países que estejam interessados e que possam precisar de garantias de segurança (ex. Timor Leste).

Com uma expansão da NATO, a percentagem do poder militar dos EUA na dita  reduz-se, e o valor desta aliança militar aumenta até para os EUA, por não se limitar à Europa.

Vai no mesmo sentido do que afirmei  ;)
 

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Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Responder #625 em: Dezembro 10, 2025, 11:19:14 pm »
Cada vez mais concordo com a ideia de se trabalhar e montar numa estrategia/parceria/pacto estilo NATO 2.0 sem os Estados Unidos.
Exemplo: PAises Europeus que já compõem a Nato actual + Canadá + Reino Unido + Japão + Coreia do Sul +  Austrália + Nova Zelandia.

A Europa necessita tambem (para ontem) de desenvolver armas nucleares para própria proteção

Não é preciso criar uma NATO 2.0, é preciso expandir a NATO para lá do Atlântico Norte (e alterar o nome da Aliança), de formar a englobar membros de outras regiões do globo.

É claro que isto traz desafios, em que os países terão que estar minimamente preparados para apoiar militarmente (directamente ou por exemplo no apoio logístico), mas também funciona nos 2 sentidos.

Numa primeira fase Austrália, Japão, Coreia do Sul e Nova Zelândia, e numa segunda fase adicionar mais países que estejam interessados e que possam precisar de garantias de segurança (ex. Timor Leste).

Com uma expansão da NATO, a percentagem do poder militar dos EUA na dita  reduz-se, e o valor desta aliança militar aumenta até para os EUA, por não se limitar à Europa.
Timor parece querer manter se neutral comprando ao ocidente e china...
Verdade mas sem os estados unidos ou com estes a fazer de corpo presente muitos desses países não vão se juntar sabem que europa não têm meios para ir fazer a guerra no oriente contra uma china.
Devíamos concentrar no nosso entorno e nos países alinhados com ocidente lembro de Marrocos, Tunisia, cabo verde...
 

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dc

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Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Responder #626 em: Dezembro 12, 2025, 04:05:15 pm »
Os franceses têm territórios ultramarinos no Pacífico. Políticamente somos bastante alinhados com Japão e Austrália, por exemplo. É difícil, numa economia global, olhar para a Defesa apenas numa perspectiva regional.

Com o aumento do investimento na Defesa na Europa, as capacidades militares dos actuais membros da NATO poderão começar a transbordar, ao ponto em que nem a Rússia representaria uma ameaça militar credível (tirando as armas nucleares), sobrando poderio militar que permitia oferecer melhores condições de segurança para lá da Europa. África é importante, mas também mitigar as vantagens que a China tem na sua região.

Também em termos da indústria seria importante. Se nesta aliança global uniformizares os calibres, passas a ter clientes e capacidade de produção em todo o lado.
 

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Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Responder #627 em: Dezembro 12, 2025, 04:22:43 pm »
Onde essa imaginação já vai  ::)

Até parece que de repente vamos todos dar as mãos e dançar o kumbayá  :mrgreen:
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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dc

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Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Responder #628 em: Dezembro 12, 2025, 05:31:05 pm »
Epá da maneira que a China e Rússia, e todo aquele Eixo, quer aumentar a sua influência no mundo, no Ocidente precisamos de oferecer uma alternativa.

Desde soft power, passando por alianças de Defesa, e criando relações económicas mais fortes.

A própria falta de mão de obra no Ocidente podia ser resolvida com estes países mais pequenos. Deslocalizar da China para Filipinas e Timor Lestes da vida, faz todo o sentido. Para isso é preciso haver condições de segurança e estabilidade política nestes países.
 

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Ghidra

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Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Responder #629 em: Dezembro 12, 2025, 06:22:37 pm »
Onde essa imaginação já vai  ::)

Até parece que de repente vamos todos dar as mãos e dançar o kumbayá  :mrgreen:
Não digo todos mas ias cair rapidamente na realidade como caíram os trumpistas quando a china ameaçou fazer um embargo de minerais aos EUA... Se não tens aliados com recursos vais ficar de joelhos no futuro...
 
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