Não sei se isto já foi respondido, mas porque é que a pintura do segundo contrato para 3 helis é diferente do contrato dos primeiros 6 helis?
E os restantes helis do primeiro contrato (agora UH-60L) vêm com a pintura laranja nas portas ou não?
Tens de indagar a FAP sobre o porquê dessa discrepância. O "29807" voa sem day-glo aplicado, o "29808" não o traz também, portanto seguindo essa lógica diria que todos os 9 Lima não deverão envergar o referido day-glo. Porém, isso é somente o meu "achómetro" a falar.
Isso dá azo a um sem número de interpretações possíveis, desde logo que os UH-60L - mais potentes e bem equipados - possam ser usados num leque mais vasto de missões do que apenas ataque direto aos FF e/ou transporte de bombeiros, MEDEVAC e SAR, até porque pelo menos estas 2 células Lima possuem provisões para sistema de contramedidas e aviso (patente nas várias antenas e dispensadores), que até poderão estar desativados, mas encontram-se instalados externamente ao longo da fuselagem dos helis da versão L.
Parece-me que, pese embora os aparelhos tenham sido adquiridos ao abrigo do PRR, futuramente poderão servir para muito mais do que missões de carácter meramente civil. E, diga-se de passagem, ter os Black Hawk reservados apenas para missões de apoio às populações, seria desaproveitar uma plataforma que é conhecida por ser um exemplo de extrema polivalência. Se calhar, o Estado Português está a fazer uma interpretação mais lata das regras do Plano de Recuperação e Resiliência.