Se... o F-35 sair da equação, fica tudo baralhado novamente.
Porque teremos de redefinir qual o caça principal e qual o complementar.
Isto partindo de um princípio de que serão sempre 2 modelos diferentes.
Nesse caso, o GRIPEN ganharia força como segundo caça, se equipado com um novo motor.
Não acredito num binómio EF + RAFALE.
Por outro lado, o RAFALE tem o problema de ser "demasiado francês"... associado à possibilidade da França ficar isolada num G6.
Aparentemente, o EF (usados), que seria o escolhido como segundo caça, manterá essa vantagem, faltando definir depois se o caça principal será outro EF (4 ou 5) ou um segundo modelo.
Sinceramente, a decisão deverá recair sobre o melhor parceiro para um futuro G6, algo que ainda poderá demorar algum tempo a definir dada a instabilidade dos projetos.
Também considero que, cada vez mais, deveremos valorizar as capacidades de luta A/A em detrimento de outras, e esse será mais um ponto desfavorável ao RAFALE.