A Armada Portuguesa em 2020

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Re: A Armada Portuguesa em 2020
« Responder #30 em: Março 02, 2020, 01:42:08 am »
Devia por-se um asterisco nas BD visto que até ao final de 2020 não está nenhuma ao serviço.
E só voltam as duas em 2023.
(E só duas das Meko por falar nisso)
 :-P

E os Lynx!
 

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Re: A Armada Portuguesa em 2020
« Responder #31 em: Março 02, 2020, 07:29:37 am »
A pergunta que se impõe:

E quantos zebros????

Cuanza riscado:


Mandem para o EMA e MDN.
para eles comentarem, "ena ainda têm tantos!" ?
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 
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Re: A Armada Portuguesa em 2020
« Responder #32 em: Março 02, 2020, 09:38:40 am »
Pelo que me apercebi, as Centauro também vão começar a ser retiradas ainda este ano por falta de manutenção.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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tenente

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Re: A Armada Portuguesa em 2020
« Responder #33 em: Março 02, 2020, 09:46:07 am »
Pelo que me apercebi, as Centauro também vão começar a ser retiradas ainda este ano por falta de manutenção.

O Zero Naval é uma realidade estamos quase a alcançar o momento por qual tantos políticos anseiam. O passo seguinte é pagar a outra Nação para que patrulhem a nossa enorme extensao oceanica, tao bem defendido pelas palavras dos nossos Politicozecos da treta e Almirantes coniventes, porque acções em prol dos meios da Armada, isso é  que não. 

Abraços
« Última modificação: Março 02, 2020, 09:49:34 am por tenente »
 
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Re: A Armada Portuguesa em 2020
« Responder #34 em: Março 02, 2020, 10:15:32 am »
A entrega da ZEE e da "plantaforma continental" aos nossos amigos estrangeiros...

Já nem disfarçam.
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Re: A Armada Portuguesa em 2020
« Responder #35 em: Março 02, 2020, 10:56:48 am »
o Fim do Berrio é grave.

Espero que nao se lembram de fazer o NavPol, senao era o fim da Armada !
Para manter o NPL encostavam as Fragatas.

Desde o inicio que eu defendia a nossa Armada com
2 SSK
3 Fragatas
1 AOR
4/6 NPO VdC
4/6 LFC Tejo
10/12 PB

O pessoal aqui no forum andou me a gozar quando eu era contra a vinda das 2 Fragatas e do NPL,
Agora podem ver o resultado.

 :N-icon-Axe:
 

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Re: A Armada Portuguesa em 2020
« Responder #36 em: Março 02, 2020, 11:25:31 am »
o Fim do Berrio é grave.

Espero que nao se lembram de fazer o NavPol, senao era o fim da Armada !
Para manter o NPL encostavam as Fragatas.

Desde o inicio que eu defendia a nossa Armada com
2 SSK
3 Fragatas
1 AOR
4/6 NPO VdC
4/6 LFC Tejo
10/12 PB

O pessoal aqui no forum andou me a gozar quando eu era contra a vinda das 2 Fragatas e do NPL,
Agora podem ver o resultado.

 :N-icon-Axe:

Miguel, não é uma questão de gozo mas sim de vermos o problema de falta de meios por um prisma racional e não emotivo !!!
Tú defendes termos apenas cinco Navios de combate, desculpa que te diga mas deves estar a brincar, a Marinha devia ser o Ramo das FFAA mais bem equipado, para se conseguir fiscalizar a nossa extensão marítima e cumprirmos os nossos compromissos militares, com os nossos aliados e não só eficazmente, participando com meios Navais actuais e em numero suficiente !!
Se actualmente com sete são escassos, já estamos abaixo dos mínimos, quanto mais com apenas cinco !!!!
Nos períodos das manutenções/Upgrades de uma fragata se estivesse outra INOP,  ficavas com o quê uma fragata e um SSK ???
se agora com cinco fragatas é o que é para termos Unidades disponíveis para os compromissos NATO e não só, quanto mais com apenas três fragatas.

No Mínimo a Marinha deveria ter três ou mesmo quatro SSK e seis fragatas!!
Com nove/dez navios de combate já conseguíamos ter em qq altura dois submarinos e três fragatas sempre disponiveis, o que nunca seria atingível com o numero de navios de combate que tú defendes como suficientes para a Armada.

Abraços
« Última modificação: Março 02, 2020, 11:33:38 am por tenente »
 
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Re: A Armada Portuguesa em 2020
« Responder #37 em: Março 02, 2020, 11:34:53 am »
Depois da confirmação do abate do Bérrio agora é a vez da João Roby.

https://www.dn.pt/edicao-do-dia/29-fev-2020/mais-um-navio-da-marinha-em-fim-de-vida-corveta-joao-roby-vai-ser-abatida-11870151.html?target=conteudo_fechado

Fica aqui o artigo na íntegra caso haja alguém que não o tenha conseguido ler na totalidade. E como adiantou o Nélson, parece que a curto/médio-prazo há mais navios de outras classes que poderão estar prestes a ser abatidos.

Citar
Mais um navio da Marinha em fim de vida. Corveta João Roby vai ser abatida
Depois do reabastecedor Bérrio, agora é a corveta João Roby na lista de navios a abater. O Estado-Maior da Armada diz que "é urgente" a construção dos novos patrulhas oceânicos

29 FEV 2020
Nº55101

Este ano é a segunda vez que o Estado-Maior da Armada confirma o abate de um navio. No final de janeiro, foi o grande navio reabastecedor Bérrio , agora é uma das duas únicas corvetas, ainda em missões de segurança e busca e salvamento, a ter os dias contados. Trata-se da NRP João Roby, ao serviço da Marinha desde 1975. O porta-voz oficial do chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA) adiantou ao DN que em relação a esta corveta se "prevê o início do processo de abate a curto prazo". A outra corveta ainda a navegar, a NRP António Enes, ao serviço desde 1971, está também "no limite do ciclo de vida", de acordo com a mesma fonte. A "esperança" de vida dos navios, acrescenta, "está nos 30/35 anos e estas corvetas já se aproximam dos 50".

Esta situação vem dar razão aos alertas dos generais, ex-chefes de Estado-Maior dos Ramos - descritos numa carta enviada ao Presidente da República - sobre a situação de "pré-falência" das Forças Armadas e declínio das capacidades operacionais. Apesar de os responsáveis dos Ramos não terem querido facultar ao DN dados que pudessem corroborar a preocupação dos generais na reserva, a situação da Marinha é ilustrativa. Inicialmente a Marinha tinha dez corvetas e atualmente são apenas estas duas."À medida que eram abatidas, as corvetas deviam ter sido substituídas pelos navios-patrulha oceânicos (NPO), mas acabou por não ser ao mesmo ritmo. A reposição não tem sido cumprida", diz este porta-voz. Neste momento apenas existem quatro NPO e não foi ainda assinado o contrato com os Estaleiros de Viana do Castelo para se avançar com novos navios. Em junho do ano passado, o ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, anunciou que iria "começar a trabalhar nos contratos e na adjudicação" de seis NPO, uma vez que já tinha sido publicada a Lei de Programação Militar (LPM).

Este tipo de navio - batizado com o nome do 1º tenente da Marinha João Borges de Faria Machado Pinto Roby, que morreu ao serviço do país em África - é usado em missões de segurança marítima e salvaguarda da vida humana no mar - patrulha e vigilância no espaço marítimo sob jurisdição nacional, ZEE (Capacidade Oceânica), missões de Busca e Salvamento (SAR - Search and Rescue), proteção e fiscalização da pesca e dos seus recursos, execução de ações de socorro e assistência em situações de calamidade ou acidente, participação em exercícios nacionais e internacionais, conjuntos e combinados e missões e exercícios de combate à poluição. No ano passado, a João Roby esteve em alto mar com a Polícia Judiciária, numa operação em que foram apreendidas 2,5 toneladas de cocaína (avaliadas em 125 milhões de euros), da qual resultaram 11 detidos apanhados num rebocador do Panamá, em águas internacionais.


Prazos de manutenção em derrapagem

"Torna-se urgente a construção dos novos navios-patrulha oceânicos, previstos na LPM e cuja missão é a busca e o salvamento, assim como a vigilância e a patrulha nas águas sob soberania, jurisdição e responsabilidade nacional", sublinha esta fonte oficial do gabinete do CEMA, almirante Mendes Calado. De acordo com a Marinha, além das duas corvetas, "adicionalmente, alguns navios de menor dimensão, como lanchas de fiscalização rápidas e lanchas hidrográficas costeiras, também se aproximam do fim do ciclo de vida". Os sucessivos atrasos nos prazos para a manutenção dos meios ainda operacionais é motivo de grande apreensão."A manutenção dos navios da Marinha constitui uma das nossas preocupações centrais, procurando inverter a tendência dos últimos 15 anos de acumulação de défice de manutenção dos meios navais. Tem sido desenvolvida uma linha de ação que garanta que os novos meios cumprem na íntegra os ciclos de manutenção previstos", diz o porta-voz do ramo.

Relativamente às corvetas, por exemplo, "os atrasos de manutenção variam entre um a três anos". A Marinha explica que "em virtude de se encontrarem no limite do seu ciclo de vida, não se considera economicamente viável continuar o ciclo de manutenção completo, optando por intervenções de média duração que permitam o cumprimento do planeamento operacional aprovado". Quanto às lanchas de fiscalização costeira e hidrográfica, a situação é ainda mais grave: "Face ao défice de manutenção acumulado, que varia entre dois e nove anos, têm sido efetuadas avaliações de condição periódicas, de forma a manter a sua operacionalidade através de pequenas e médias intervenções, dentro dos recursos financeiros disponíveis."


Ainda à espera do Polivalente Logístico

Segundo a mesma fonte oficial, o reabastecedor Bérrio, "já entrou em processo de abate", não tendo ainda sido encontrada solução a curto prazo para a sua substituição. A LPM só prevê a aquisição de um novo navio reabastecedor em 2027. Sem este navio, fundamental para a sustentação e apoio logístico das forças navais portuguesas, a Marinha ficou com a sua capacidade de projeção drasticamente limitada, pois não será possível apoiar navios a longas distâncias no mar - por exemplo, em casos de emergência civil, como o que aconteceu em outubro na ilha das Flores. Presentemente, há apenas quatro navios fora de Portugal. Além de duas fragatas em reparação na Holanda, o veleiro Sagres está a fazer a circum-navegação nas comemorações dos 500 anos da viagem de Fernão de Magalhães e o navio-patrulha Zaire, envolvido num programa de cooperação com a guarda costeira de São Tomé e Príncipe, a reforçar a segurança marítima na região.

De acordo com os dados oficiais do Estado-Maior da Armada, estão neste momento ao serviço um total de 34 embarcações: descontando já o Bérrio e a João Roby, há 10 lanchas de fiscalização rápida, nove das quais, a entrar em fim de vida; 2 lanchas hidrográficas, também a atingir limite de idade operacional; 5 fragatas; 4 veleiros; 4 patrulhas oceânicos; 3 patrulhas costeiro da classe Tejo cacine (mais um em reativação); 1 patrulha costeiro classe Cacine (eram 10); 2 submarinos; 2 navios hidro-oceanográficos; 1 corveta (já foram 10) a atingir final de vida. Outra decisão que também tarda é como será feita a aquisição daquele que será o porta-aviões da Armada - o Navio Polivalente Logístico (NPO). Na Lei de Programação Militar está prevista a sua compra a partir de 2024, mas tendo em conta a redução drástica do investimento (passou de 310 milhões para 150) ainda não está decidida a estratégia de compra. Em maio de 2019, João Gomes Cravinho afirmou que este navio "será adquirido a partir de 2022" e que havia tempo para ponderar se será melhor comprá-lo "em segunda mão" ou "construí-lo, de preferência, aqui em Portugal". Segundo o porta-voz oficial da Marinha, este navio "é autossuficiente" e pode navegar para águas internacionais sem necessidade de um reabastecedor.

O DN questionou nesta semana o Ministério da Defesa sobre o navio polivalente logístico e o atraso na substituição das corvetas para busca e salvamento. "Quanto à aquisição do navio polivalente logístico, a mesma está contemplada na Lei de Programação Militar em vigor. A dotação prevista é de 150 milhões de euros e esta verba encontra-se englobada na rubrica das capacidades conjuntas, no anexo da referida lei", respondeu o gabinete do ministro Gomes Cravinho. Não respondeu em relação às outras questões.


Melo Gomes: "Não há coerência política"

O ex-CEMA, almirante Melo Gomes, que já tinha classificado de "catastrófico" a perda do único reabastecedor, reforça agora o seu alerta face ao desfalque de meios da Marinha. "É a morte, tantas vezes anunciada, da Marinha e do próprio país conforme sempre o conhecemos", dramatiza Melo Gomes, que foi um dos subscritores da missiva enviada a Marcelo Rebelo de Sousa, Chefe Supremo das Forças Armadas. Este oficial, que chegou a comandar a João Roby, não esconde a sua "tristeza". "Num momento em que Portugal está a discutir da ONU o alargamento da sua plataforma continental muito para além das atuais 200 milhas, ao mesmo tempo não se atua a tempo para ter os meios necessários para exercer a soberania sobre esse novo espaço marítimo. Não há qualquer coerência política. Alarga-se a plataforma continental e deixa-se morrer os navios", assevera. Na mesma intervenção de maio do ano passado, o ministro João Cravinho mostrou que também tinha essa preocupação. "Nós temos responsabilidades tremendas em termos de vigilância do nosso espaço marítimo, vamos ter um alargamento da plataforma continental que resultará numa plataforma continental 44 vezes o tamanho de Portugal, e isto significa que precisamos de ter meios navais adequados", afirmou.


Carta a Belém. Ramos em silêncio

Nem Exército, nem Força Aérea nem a Marinha mostram factos que confirmem ou neguem a denúncia de "pré-falência" das Forças Armadas (FFAA) descrita numa carta que um grupo de generais, ex-chefes de Estado-Maior dos três ramos, enviou ao Presidente da República."Processo de desconstrução e pré-falência", "dificuldades inéditas", "mínimos" de efetivo "nunca verificados", "situação em geral grave, mas no caso do Exército é de emergência institucional", "dificuldades de sustentação e manutenção" - são alguns dos factos elencados. Questionados nesta semana pelo DN sobre essa situação e solicitados dados sobre a evolução do efetivo na última década, bem como o estado das capacidades operacionais, a resposta foi unânime: "não vamos facultar esses elementos", respondeu a porta-voz do Exército; "não conseguiremos disponibilizar a informação que solicita", disse o porta-voz da Força Aérea; "não conte com contributos da Marinha", assinalou o porta-voz deste Ramo. No caso do Estado-Maior da Armada, a informação cedida ao DN sobre a corveta João Roby e o estado geral dos navios, foi enviada antes de ser noticiada a carta dos generais.

Recorde-se que Marcelo Rebelo de Sousa, Comandante Supremo das Forças Armadas, respondeu aos generais, também numa carta onde lamentou que a "prioridade política" de valorização das Forças Armadas tivesse deixado "de existir há décadas" e se tenha "enraizado na sociedade portuguesa". "Perante este panorama, o que importa é não renunciar, não desistir", sublinhou.

https://www.dn.pt/edicao-do-dia/29-fev-2020/mais-um-navio-da-marinha-em-fim-de-vida-corveta-joao-roby-vai-ser-abatida-11870151.html?target=conteudo_fechado
« Última modificação: Março 02, 2020, 11:49:56 am por Charlie Jaguar »
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

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Re: A Armada Portuguesa em 2020
« Responder #38 em: Março 02, 2020, 11:40:35 am »
Pelo que me apercebi, as Centauro também vão começar a ser retiradas ainda este ano por falta de manutenção.

Também? Qualquer dia a "Marinha" tem +/- 20 navios e já é bom... ::)

Aqui está a razão mais que óbvia, falta de verba, do porquê :
A) dos upgrades falaciosos das BD e dos Lynx;
B) da não aquisição dos Pandur para os Fuzos;
C) da não substituição da G3;
D) da falta de armamento/sensores dos Tejo e dos VdC;
E) do Upgrade para Inglês ver das VdG;
F) da não construção de mais NPO's;
G) da perda do NRP Bérrio por puro desleixo
, enfim são exemplos atrás de exemplos que revelam a incompetência não só de políticos mas e também das altas chefias da Marinha que apadrinham estas decisões, e navegam para o Zero Naval !!

Abraços
« Última modificação: Março 02, 2020, 11:46:47 am por tenente »
 
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Re: A Armada Portuguesa em 2020
« Responder #39 em: Março 02, 2020, 12:28:23 pm »
Eu já começo a não ter esperança em "mínimos aceitáveis", porque esses começam a parecer impossíveis - se vir 2 + 2 fragatas já penso "de mal o menos"; 2 fragatas decentes ("novas M ou "Belharra" ou FREMM / DZP usadas...) + 2 fragatas "ligeiras" (as nossas Bartolomeu Dias sem mastro oco ou Type 31 ou...). LPD é acabar com o pouco que resta, é arranjar 1 AOR "polivalente", manter os 2 submarinos, arranjar 2 NPO "tipo River II" para as missões de segurança marítima em África (e não só, se tiver ALTESSE -C + Vigile).       
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Re: A Armada Portuguesa em 2020
« Responder #40 em: Março 02, 2020, 01:13:48 pm »
Depois da confirmação do abate do Bérrio agora é a vez da João Roby.

https://www.dn.pt/edicao-do-dia/29-fev-2020/mais-um-navio-da-marinha-em-fim-de-vida-corveta-joao-roby-vai-ser-abatida-11870151.html?target=conteudo_fechado

Fica aqui o artigo na íntegra caso haja alguém que não o tenha conseguido ler na totalidade. E como adiantou o Nélson, parece que a curto/médio-prazo há mais navios de outras classes que poderão estar prestes a ser abatidos.

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Mais um navio da Marinha em fim de vida. Corveta João Roby vai ser abatida
Depois do reabastecedor Bérrio, agora é a corveta João Roby na lista de navios a abater. O Estado-Maior da Armada diz que "é urgente" a construção dos novos patrulhas oceânicos

29 FEV 2020
Nº55101

Este ano é a segunda vez que o Estado-Maior da Armada confirma o abate de um navio. No final de janeiro, foi o grande navio reabastecedor Bérrio , agora é uma das duas únicas corvetas, ainda em missões de segurança e busca e salvamento, a ter os dias contados. Trata-se da NRP João Roby, ao serviço da Marinha desde 1975. O porta-voz oficial do chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA) adiantou ao DN que em relação a esta corveta se "prevê o início do processo de abate a curto prazo". A outra corveta ainda a navegar, a NRP António Enes, ao serviço desde 1971, está também "no limite do ciclo de vida", de acordo com a mesma fonte. A "esperança" de vida dos navios, acrescenta, "está nos 30/35 anos e estas corvetas já se aproximam dos 50".

Esta situação vem dar razão aos alertas dos generais, ex-chefes de Estado-Maior dos Ramos - descritos numa carta enviada ao Presidente da República - sobre a situação de "pré-falência" das Forças Armadas e declínio das capacidades operacionais. Apesar de os responsáveis dos Ramos não terem querido facultar ao DN dados que pudessem corroborar a preocupação dos generais na reserva, a situação da Marinha é ilustrativa. Inicialmente a Marinha tinha dez corvetas e atualmente são apenas estas duas."À medida que eram abatidas, as corvetas deviam ter sido substituídas pelos navios-patrulha oceânicos (NPO), mas acabou por não ser ao mesmo ritmo. A reposição não tem sido cumprida", diz este porta-voz. Neste momento apenas existem quatro NPO e não foi ainda assinado o contrato com os Estaleiros de Viana do Castelo para se avançar com novos navios. Em junho do ano passado, o ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, anunciou que iria "começar a trabalhar nos contratos e na adjudicação" de seis NPO, uma vez que já tinha sido publicada a Lei de Programação Militar (LPM).

Este tipo de navio - batizado com o nome do 1º tenente da Marinha João Borges de Faria Machado Pinto Roby, que morreu ao serviço do país em África - é usado em missões de segurança marítima e salvaguarda da vida humana no mar - patrulha e vigilância no espaço marítimo sob jurisdição nacional, ZEE (Capacidade Oceânica), missões de Busca e Salvamento (SAR - Search and Rescue), proteção e fiscalização da pesca e dos seus recursos, execução de ações de socorro e assistência em situações de calamidade ou acidente, participação em exercícios nacionais e internacionais, conjuntos e combinados e missões e exercícios de combate à poluição. No ano passado, a João Roby esteve em alto mar com a Polícia Judiciária, numa operação em que foram apreendidas 2,5 toneladas de cocaína (avaliadas em 125 milhões de euros), da qual resultaram 11 detidos apanhados num rebocador do Panamá, em águas internacionais.


Prazos de manutenção em derrapagem

"Torna-se urgente a construção dos novos navios-patrulha oceânicos, previstos na LPM e cuja missão é a busca e o salvamento, assim como a vigilância e a patrulha nas águas sob soberania, jurisdição e responsabilidade nacional", sublinha esta fonte oficial do gabinete do CEMA, almirante Mendes Calado. De acordo com a Marinha, além das duas corvetas, "adicionalmente, alguns navios de menor dimensão, como lanchas de fiscalização rápidas e lanchas hidrográficas costeiras, também se aproximam do fim do ciclo de vida". Os sucessivos atrasos nos prazos para a manutenção dos meios ainda operacionais é motivo de grande apreensão."A manutenção dos navios da Marinha constitui uma das nossas preocupações centrais, procurando inverter a tendência dos últimos 15 anos de acumulação de défice de manutenção dos meios navais. Tem sido desenvolvida uma linha de ação que garanta que os novos meios cumprem na íntegra os ciclos de manutenção previstos", diz o porta-voz do ramo.

Relativamente às corvetas, por exemplo, "os atrasos de manutenção variam entre um a três anos". A Marinha explica que "em virtude de se encontrarem no limite do seu ciclo de vida, não se considera economicamente viável continuar o ciclo de manutenção completo, optando por intervenções de média duração que permitam o cumprimento do planeamento operacional aprovado". Quanto às lanchas de fiscalização costeira e hidrográfica, a situação é ainda mais grave: "Face ao défice de manutenção acumulado, que varia entre dois e nove anos, têm sido efetuadas avaliações de condição periódicas, de forma a manter a sua operacionalidade através de pequenas e médias intervenções, dentro dos recursos financeiros disponíveis."


Ainda à espera do Polivalente Logístico

Segundo a mesma fonte oficial, o reabastecedor Bérrio, "já entrou em processo de abate", não tendo ainda sido encontrada solução a curto prazo para a sua substituição. A LPM só prevê a aquisição de um novo navio reabastecedor em 2027. Sem este navio, fundamental para a sustentação e apoio logístico das forças navais portuguesas, a Marinha ficou com a sua capacidade de projeção drasticamente limitada, pois não será possível apoiar navios a longas distâncias no mar - por exemplo, em casos de emergência civil, como o que aconteceu em outubro na ilha das Flores. Presentemente, há apenas quatro navios fora de Portugal. Além de duas fragatas em reparação na Holanda, o veleiro Sagres está a fazer a circum-navegação nas comemorações dos 500 anos da viagem de Fernão de Magalhães e o navio-patrulha Zaire, envolvido num programa de cooperação com a guarda costeira de São Tomé e Príncipe, a reforçar a segurança marítima na região.

De acordo com os dados oficiais do Estado-Maior da Armada, estão neste momento ao serviço um total de 34 embarcações: descontando já o Bérrio e a João Roby, há 10 lanchas de fiscalização rápida, nove das quais, a entrar em fim de vida; 2 lanchas hidrográficas, também a atingir limite de idade operacional; 5 fragatas; 4 veleiros; 4 patrulhas oceânicos; 3 patrulhas costeiro da classe Tejo cacine (mais um em reativação); 1 patrulha costeiro classe Cacine (eram 10); 2 submarinos; 2 navios hidro-oceanográficos; 1 corveta (já foram 10) a atingir final de vida. Outra decisão que também tarda é como será feita a aquisição daquele que será o porta-aviões da Armada - o Navio Polivalente Logístico (NPO). Na Lei de Programação Militar está prevista a sua compra a partir de 2024, mas tendo em conta a redução drástica do investimento (passou de 310 milhões para 150) ainda não está decidida a estratégia de compra. Em maio de 2019, João Gomes Cravinho afirmou que este navio "será adquirido a partir de 2022" e que havia tempo para ponderar se será melhor comprá-lo "em segunda mão" ou "construí-lo, de preferência, aqui em Portugal". Segundo o porta-voz oficial da Marinha, este navio "é autossuficiente" e pode navegar para águas internacionais sem necessidade de um reabastecedor.

O DN questionou nesta semana o Ministério da Defesa sobre o navio polivalente logístico e o atraso na substituição das corvetas para busca e salvamento. "Quanto à aquisição do navio polivalente logístico, a mesma está contemplada na Lei de Programação Militar em vigor. A dotação prevista é de 150 milhões de euros e esta verba encontra-se englobada na rubrica das capacidades conjuntas, no anexo da referida lei", respondeu o gabinete do ministro Gomes Cravinho. Não respondeu em relação às outras questões.


Melo Gomes: "Não há coerência política"

O ex-CEMA, almirante Melo Gomes, que já tinha classificado de "catastrófico" a perda do único reabastecedor, reforça agora o seu alerta face ao desfalque de meios da Marinha. "É a morte, tantas vezes anunciada, da Marinha e do próprio país conforme sempre o conhecemos", dramatiza Melo Gomes, que foi um dos subscritores da missiva enviada a Marcelo Rebelo de Sousa, Chefe Supremo das Forças Armadas. Este oficial, que chegou a comandar a João Roby, não esconde a sua "tristeza". "Num momento em que Portugal está a discutir da ONU o alargamento da sua plataforma continental muito para além das atuais 200 milhas, ao mesmo tempo não se atua a tempo para ter os meios necessários para exercer a soberania sobre esse novo espaço marítimo. Não há qualquer coerência política. Alarga-se a plataforma continental e deixa-se morrer os navios", assevera. Na mesma intervenção de maio do ano passado, o ministro João Cravinho mostrou que também tinha essa preocupação. "Nós temos responsabilidades tremendas em termos de vigilância do nosso espaço marítimo, vamos ter um alargamento da plataforma continental que resultará numa plataforma continental 44 vezes o tamanho de Portugal, e isto significa que precisamos de ter meios navais adequados", afirmou.


Carta a Belém. Ramos em silêncio

Nem Exército, nem Força Aérea nem a Marinha mostram factos que confirmem ou neguem a denúncia de "pré-falência" das Forças Armadas (FFAA) descrita numa carta que um grupo de generais, ex-chefes de Estado-Maior dos três ramos, enviou ao Presidente da República."Processo de desconstrução e pré-falência", "dificuldades inéditas", "mínimos" de efetivo "nunca verificados", "situação em geral grave, mas no caso do Exército é de emergência institucional", "dificuldades de sustentação e manutenção" - são alguns dos factos elencados. Questionados nesta semana pelo DN sobre essa situação e solicitados dados sobre a evolução do efetivo na última década, bem como o estado das capacidades operacionais, a resposta foi unânime: "não vamos facultar esses elementos", respondeu a porta-voz do Exército; "não conseguiremos disponibilizar a informação que solicita", disse o porta-voz da Força Aérea; "não conte com contributos da Marinha", assinalou o porta-voz deste Ramo. No caso do Estado-Maior da Armada, a informação cedida ao DN sobre a corveta João Roby e o estado geral dos navios, foi enviada antes de ser noticiada a carta dos generais.

Recorde-se que Marcelo Rebelo de Sousa, Comandante Supremo das Forças Armadas, respondeu aos generais, também numa carta onde lamentou que a "prioridade política" de valorização das Forças Armadas tivesse deixado "de existir há décadas" e se tenha "enraizado na sociedade portuguesa". "Perante este panorama, o que importa é não renunciar, não desistir", sublinhou.

https://www.dn.pt/edicao-do-dia/29-fev-2020/mais-um-navio-da-marinha-em-fim-de-vida-corveta-joao-roby-vai-ser-abatida-11870151.html?target=conteudo_fechado

Obrigado por partilhares Charlie,

Para que todos possam ler a VERGONHA!!!!
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 
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Re: A Armada Portuguesa em 2020
« Responder #41 em: Março 02, 2020, 01:23:11 pm »
Manutenção adiada nove anos? Mas estes filhos da puta só podem estar a gozar!
Everyone you will ever meet knows something that you don't.
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Charlie Jaguar

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Re: A Armada Portuguesa em 2020
« Responder #42 em: Março 02, 2020, 02:07:07 pm »
Manutenção adiada nove anos? Mas estes filhos da puta só podem estar a gozar!

As contas batem certo: 9 anos faz-nos remontar a 2011, ou seja, desde o chumbo do PEC IV do Sócrates e consequente queda do Governo, à vitória nas legislativas de Junho desse ano do PSD e coligação com o CDS-PP, seguida da brutal austeridade de Passos-Gaspar-Portas/FMI, a "geringonça" do Costa e o Governo das contas certas do Centeno. Fechou-se a torneira em 2011 e nunca mais foi aberta.

Agora começam-se a colher os frutos do que se plantou com resultados óbvios (enfraquecimento, envelhecimento, exiguidade de meios e pessoal, perda de 10 mil efectivos, etc, etc), e daqui a 10 anos quando for necessário dar o pontapé de saída a vários programas importantes como vamos estar nessa altura e como iremos fazer?
« Última modificação: Março 02, 2020, 02:07:41 pm por Charlie Jaguar »
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

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               (Por Caminhos Árduos, Até Às Estrelas)
 
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Re: A Armada Portuguesa em 2020
« Responder #43 em: Março 02, 2020, 02:19:20 pm »
o Fim do Berrio é grave.

Espero que nao se lembram de fazer o NavPol, senao era o fim da Armada !
Para manter o NPL encostavam as Fragatas.

Desde o inicio que eu defendia a nossa Armada com
2 SSK
3 Fragatas
1 AOR
4/6 NPO VdC
4/6 LFC Tejo
10/12 PB

O pessoal aqui no forum andou me a gozar quando eu era contra a vinda das 2 Fragatas e do NPL,
Agora podem ver o resultado.

 :N-icon-Axe:

Sim Miguel, o problema da Armada é a malta do forum defesa e as tuas convicções. Já agora vês algum investimento digno de esse nome na MGP que justifique o abate de navios atrás de navios, ou sabes de alguma fragata ou LPD comprado às escondidas?



Três Fragatas? Só se forem Fremm, porque as VDG vão ficar na mesma praticamente e as BD é o upgrade de "mastro oco", pelo que servira para o que?



Já agora, 6 Tejo (nem 4 ou 5 quanto mais adquirir mais um), 1 AOR (qual AOR, é que o Berrio só se for rebocado) e 6 NPO? Isso tudo é para patrulhar até as Berlengas porque a ZEE é bem mais extensa...

 

Dez a doze PB? Traz o pai Natal... ::) Desde quanto, exceptuando o MLU às BD e a mudança de motores dos Lynx está previsto um investimento para a Marinha (nem uma lancha de desembarque quanto mais, a não ser que conte os zebros. E os fuzos é G3 e "jeep descapotável") ?  Mas podemos continuar a fazer de conta que o problema da MGP são os investimentos "milionários" e não o desinvestimento") ???




Saudações
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 
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Stalker79

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Re: A Armada Portuguesa em 2020
« Responder #44 em: Março 02, 2020, 02:41:28 pm »
Eu muito sinceramente custa-me a perceber porque é que não se faz a substituição da G3 na Marinha por ajuste directo á FN visto que ganharam o concurso principal, e ainda puseram mais umas unidades em cima.
Custaria assim tanto equipar a marinha/fuzos que fosse um gasto do outro mundo!?
 :-\
 

 

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