Coronavirus

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Re: Coronavirus
« Responder #1695 em: Dezembro 20, 2020, 09:56:15 am »
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Re: Coronavirus
« Responder #1696 em: Dezembro 20, 2020, 07:35:07 pm »
Nova variante do SARS-CoV-2 em Inglaterra dispara alarmes europeus


 

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Re: Coronavirus
« Responder #1697 em: Dezembro 21, 2020, 08:07:02 am »
Supostamente a nova variante já é conhecida há 3 semanas

"“If the new variant was going to have a big impact on disease severity, we would have seen that by now,” said Ewan Birney, deputy director general of the European Molecular Biology Laboratory and joint director of its European Bioinformatics Institute in Cambridge.
“Hospital cases as a proportion of numbers of infections would have either rocketed or dropped dramatically. Neither has happened, so we can conclude that the impact on numbers of severe cases is likely to be modest: slightly more or slightly fewer.”
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Re: Coronavirus
« Responder #1698 em: Dezembro 21, 2020, 11:08:03 am »
Supostamente a nova variante já é conhecida há 3 semanas

"“If the new variant was going to have a big impact on disease severity, we would have seen that by now,” said Ewan Birney, deputy director general of the European Molecular Biology Laboratory and joint director of its European Bioinformatics Institute in Cambridge.
“Hospital cases as a proportion of numbers of infections would have either rocketed or dropped dramatically. Neither has happened, so we can conclude that the impact on numbers of severe cases is likely to be modest: slightly more or slightly fewer.”
A variante é conhecida há mais tempo (desde Setembro). A questão é que em certas zonas do Reino Unido é já a principal estirpe e representa quase 2/3 das novas infecções.
Como digo há bastante tempo, qualquer nova infecção aumenta a probabilidade de aparecer uma nova estirpe do vírus, aumentado também a probabilidade dum aumento da mortalidade. Por isso é digo que os génios que apregoam "imunidade de grupo" deixando os vírus à solta, não têm a mínima noção de virologia.
 

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Re: Coronavirus
« Responder #1699 em: Dezembro 21, 2020, 01:32:06 pm »
Dezenas de passageiros ingleses, que chegaram esta manhã ao Aeroporto da Madeira num voo da British Airways, estão retidos dentro do avião por ordem do SEF.

Segundo o JM apurou, os passageiros deverão regressar a Inglaterra durante o dia de hoje.

O caso é muito delicado, atendendo à importância da British Airways para o turismo nacional.

A intervenção do SEF- Serviço de Estrangeiros e Fronteiras surge após a decisão do Estado português ao impor restrições nas ligações com o Reino Unido a partir das zero horas da última madrugada.

O JM vai continuar a acompanhar este caso.
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Re: Coronavirus
« Responder #1700 em: Dezembro 21, 2020, 02:32:26 pm »
Supostamente a nova variante já é conhecida há 3 semanas

"“If the new variant was going to have a big impact on disease severity, we would have seen that by now,” said Ewan Birney, deputy director general of the European Molecular Biology Laboratory and joint director of its European Bioinformatics Institute in Cambridge.
“Hospital cases as a proportion of numbers of infections would have either rocketed or dropped dramatically. Neither has happened, so we can conclude that the impact on numbers of severe cases is likely to be modest: slightly more or slightly fewer.”
A variante é conhecida há mais tempo (desde Setembro). A questão é que em certas zonas do Reino Unido é já a principal estirpe e representa quase 2/3 das novas infecções.
Como digo há bastante tempo, qualquer nova infecção aumenta a probabilidade de aparecer uma nova estirpe do vírus, aumentado também a probabilidade dum aumento da mortalidade. Por isso é digo que os génios que apregoam "imunidade de grupo" deixando os vírus à solta, não têm a mínima noção de virologia.

Mais uma notícia para encher chouriços, outra vez as probabilidades etc etc, então e na China não existe uma nova variente do vírus? é só na UK? O vírus esta a fazer o seu caminho normal, assim como o vírus da gripe sofre várias varientes, mas neste caso, toca a ligar o Alarme, colocando assim medo e o pânico nas pessoas, mesmo sem ainda saber quais o resultados dessa nova variente, o importante é que pode ser mais facilmente transmissível tipo 70%, mais uma vez vão brincar com o crl.
« Última modificação: Dezembro 21, 2020, 03:01:45 pm por Daniel »
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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Re: Coronavirus
« Responder #1701 em: Dezembro 21, 2020, 02:58:45 pm »
Nova estirpe de coronavírus deixa Europa em alerta. Seis questões essenciais sobre a nova variante
https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/nova-estirpe-de-coronavirus-deixa-europa-em-alerta-seis-questoes-essenciais-sobre-a-nova-variante?ref=HP_OutrasNoticias1
Citar
As autoridades britânicas alertaram a Organização Mundial da Saúde sobre a descoberta de uma nova variante do SARS-CoV-2, que é mais facilmente transmissível.

Os 27 países da União Europeia (UE) reúnem-se esta segunda-feira, ao mais alto nível político, para coordenar respostas à nova variante do SARS-CoV-2 descoberta no Reino Unido, numa reunião de emergência convocada pela presidência alemã do Conselho.Da reunião deverá resultar uma abordagem coordenada à nova variante do coronavírus que provoca a covid-19, numa altura em que os Estados-membros equacionam medidas como a suspensão de viagens com o Reino Unido ou a introdução da obrigatoriedade de realização de testes para quem chega do país.

Alguns países já anunciaram medidas, entre os quais Portugal, que decretou, a partir desta segunda-feira, restrições à entrada de passageiros de voos provenientes do Reino Unido, permitindo apenas a entrada de cidadãos nacionais ou legalmente residentes no país.

Porque é que esta estirpe se dissemina mais depressa?
A comunidade científica acredita que a nova estirpe de coronavírus é mais contagiosa do que as outras por causa de uma mutação na proteína 'spike', que ajuda o vírus a prender-se às células humanas. Cientistas britânicos acreditam que pode disseminar-se com uma velocidade 70% superior do que a estirpe normal. Esta situação pode significar um aumento taxa de infeção 'R', que atualmente tem uma média mundial de 1 (o que significa que a maioria das pessoas infetadas só contamina uma pessoa de volta). Caso a estirpe se veja a disseminar em grande escala, pode potenciar que este número aumenta cerca de 0,9.

Esta estirpe agrava os sintomas?
Investigações recentes parecem apontar que não. Esta não é a primeira vez que o vírus da Covid-19 sofreu mutações desde o ano de 2019, altura em que surgiu em Wuhan, na China. No entanto, se a velocidade de transmissão for maior, vão acabar por ficar mais pessoas infetadas, logo, a possibilidade de a taxa de mortalidade aumentar cresce na mesma escala. No entanto, não existem evidências de que cause uma taxa maior de infeções e de mortes, sendo que os sintomas parecem ser os mesmos - tosse seca, febre e falta de paladar e olfato.

A nova estirpe compromete a eficácia da vacina?
Essa é a questão que todo o Mundo anseia por ver respondida. O Secretário de Estado de Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, afirmou que é "altamente improvável" que esta nova estirpe não responda a uma vacina. No entanto, as autoridades de saúde mundiais garantem manter a vigilância ativa nos próximos tempos.

Onde é que teve origem e onde é que predomina?
Esta estirpe foi identificada pela primeira vez em meados de outubro, através de uma amostra recolhida em Kent, no Reino Unido. No entanto, é possível que já circulasse antes em pessoas não testadas. O alerta foi dado quando o número de infeções em Kent disparou no início de dezembro, apesar das restrições nacionais que o país atravessava.

Ao que se sabe, a maioria dos casos de infeção por esta nova estirpe estão predominantemente na zona sul de Inglaterra e em algumas regiões de Londres. Ainda assim, acredita-se que já se tenha espalhado para outros locais do país, e quiçá, países da Europa, como a Escócia.

A Organização Mundial de Saúde também identificou a nova variante na Dinamarca, Holanda e Austrália.

Esta estirpe pode ser travada?
Distanciamento físico, utilização de máscaras faciais e lavagem frequente das mãos são algumas das medidas que podem ajudar a controlar a disseminação desta nova variante, de acordo com a OMS. Ou seja, manter as mesmas regras que já existem, uma vez que o vírus se trasmite da mesma forma. O encerramento de fronteiras pode ajudar a concentrar o número de casos num espaço mais restrito.

O que se segue?
Uma equipa de cientistas da Saúde Pública de Londres estão a estudar o impacto da estirpe em doentes hospitalizados, para perceber se estes estão a produzir a mesma resposta imunitária que a vacina reproduz. As primeiras investigações podem demorar até duas semanas para ser concluídas.

Bem  isto esta a ir longe de mais, distanciamento físico para travar esta essa nova variente lol, nos anos normais de gripe sim, porque neste ano não existe, nunca tal coisa foi pedida, no entanto morriam aos milhares com gripe. Afinal parece que esta nova variante não agrava os sintomas, parece também que seja altamente improvável que não responda a uma vacina claro.
Vai continuar a passar o mesmo, um doente oncológico em fase terminal com teste COVID-19 recentes e negativo, com sintomatologia sobreponível a infeção repiratória, decorrente da sua doença base. O mais engraçado é que apesar de no último teste já feito no Hospital também dar negativo, diz o Hospital que, não sendo possível excluir infeção por COVID-19 lol e face a estes PRESSUPOSTOS e, apesar de ser um doente com testes recentes negativos, o doente mesmo depois de ter falecido deve ser tratado como COVID-19 positivo pois apresentava sintomatologia compatível.
Moral da história, mesmo que os resultados dos testes sejam negativo, mas como apresenta sintomatologia compatível, não falece por cancro, mas por COVID-19.  :bang:
« Última modificação: Dezembro 21, 2020, 03:05:12 pm por Daniel »
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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Re: Coronavirus
« Responder #1702 em: Dezembro 21, 2020, 04:23:43 pm »
Nova estirpe de coronavírus deixa Europa em alerta. Seis questões essenciais sobre a nova variante
https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/nova-estirpe-de-coronavirus-deixa-europa-em-alerta-seis-questoes-essenciais-sobre-a-nova-variante?ref=HP_OutrasNoticias1
Citar
As autoridades britânicas alertaram a Organização Mundial da Saúde sobre a descoberta de uma nova variante do SARS-CoV-2, que é mais facilmente transmissível.

Os 27 países da União Europeia (UE) reúnem-se esta segunda-feira, ao mais alto nível político, para coordenar respostas à nova variante do SARS-CoV-2 descoberta no Reino Unido, numa reunião de emergência convocada pela presidência alemã do Conselho.Da reunião deverá resultar uma abordagem coordenada à nova variante do coronavírus que provoca a covid-19, numa altura em que os Estados-membros equacionam medidas como a suspensão de viagens com o Reino Unido ou a introdução da obrigatoriedade de realização de testes para quem chega do país.

Alguns países já anunciaram medidas, entre os quais Portugal, que decretou, a partir desta segunda-feira, restrições à entrada de passageiros de voos provenientes do Reino Unido, permitindo apenas a entrada de cidadãos nacionais ou legalmente residentes no país.

Porque é que esta estirpe se dissemina mais depressa?
A comunidade científica acredita que a nova estirpe de coronavírus é mais contagiosa do que as outras por causa de uma mutação na proteína 'spike', que ajuda o vírus a prender-se às células humanas. Cientistas britânicos acreditam que pode disseminar-se com uma velocidade 70% superior do que a estirpe normal. Esta situação pode significar um aumento taxa de infeção 'R', que atualmente tem uma média mundial de 1 (o que significa que a maioria das pessoas infetadas só contamina uma pessoa de volta). Caso a estirpe se veja a disseminar em grande escala, pode potenciar que este número aumenta cerca de 0,9.

Esta estirpe agrava os sintomas?
Investigações recentes parecem apontar que não. Esta não é a primeira vez que o vírus da Covid-19 sofreu mutações desde o ano de 2019, altura em que surgiu em Wuhan, na China. No entanto, se a velocidade de transmissão for maior, vão acabar por ficar mais pessoas infetadas, logo, a possibilidade de a taxa de mortalidade aumentar cresce na mesma escala. No entanto, não existem evidências de que cause uma taxa maior de infeções e de mortes, sendo que os sintomas parecem ser os mesmos - tosse seca, febre e falta de paladar e olfato.

A nova estirpe compromete a eficácia da vacina?
Essa é a questão que todo o Mundo anseia por ver respondida. O Secretário de Estado de Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, afirmou que é "altamente improvável" que esta nova estirpe não responda a uma vacina. No entanto, as autoridades de saúde mundiais garantem manter a vigilância ativa nos próximos tempos.

Onde é que teve origem e onde é que predomina?
Esta estirpe foi identificada pela primeira vez em meados de outubro, através de uma amostra recolhida em Kent, no Reino Unido. No entanto, é possível que já circulasse antes em pessoas não testadas. O alerta foi dado quando o número de infeções em Kent disparou no início de dezembro, apesar das restrições nacionais que o país atravessava.

Ao que se sabe, a maioria dos casos de infeção por esta nova estirpe estão predominantemente na zona sul de Inglaterra e em algumas regiões de Londres. Ainda assim, acredita-se que já se tenha espalhado para outros locais do país, e quiçá, países da Europa, como a Escócia.

A Organização Mundial de Saúde também identificou a nova variante na Dinamarca, Holanda e Austrália.

Esta estirpe pode ser travada?
Distanciamento físico, utilização de máscaras faciais e lavagem frequente das mãos são algumas das medidas que podem ajudar a controlar a disseminação desta nova variante, de acordo com a OMS. Ou seja, manter as mesmas regras que já existem, uma vez que o vírus se trasmite da mesma forma. O encerramento de fronteiras pode ajudar a concentrar o número de casos num espaço mais restrito.

O que se segue?
Uma equipa de cientistas da Saúde Pública de Londres estão a estudar o impacto da estirpe em doentes hospitalizados, para perceber se estes estão a produzir a mesma resposta imunitária que a vacina reproduz. As primeiras investigações podem demorar até duas semanas para ser concluídas.

Bem  isto esta a ir longe de mais, distanciamento físico para travar esta essa nova variente lol, nos anos normais de gripe sim, porque neste ano não existe, nunca tal coisa foi pedida, no entanto morriam aos milhares com gripe. Afinal parece que esta nova variante não agrava os sintomas, parece também que seja altamente improvável que não responda a uma vacina claro.
Vai continuar a passar o mesmo, um doente oncológico em fase terminal com teste COVID-19 recentes e negativo, com sintomatologia sobreponível a infeção repiratória, decorrente da sua doença base. O mais engraçado é que apesar de no último teste já feito no Hospital também dar negativo, diz o Hospital que, não sendo possível excluir infeção por COVID-19 lol e face a estes PRESSUPOSTOS e, apesar de ser um doente com testes recentes negativos, o doente mesmo depois de ter falecido deve ser tratado como COVID-19 positivo pois apresentava sintomatologia compatível.
Moral da história, mesmo que os resultados dos testes sejam negativo, mas como apresenta sintomatologia compatível, não falece por cancro, mas por COVID-19.  :bang:
Podes dar-me um exemplo concreto do que acabaste de escrever? É que não é assim que funcionam as regras de atribuição de óbito em Portugal.
 

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Re: Coronavirus
« Responder #1703 em: Dezembro 22, 2020, 09:40:31 am »
https://mobile.twitter.com/EmbaixadorN/status/1341138842557050884

Nojento... as regras são só para a ralé

E mais de 60% vai voltar a votar nisto em janeiro
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Re: Coronavirus
« Responder #1704 em: Dezembro 22, 2020, 10:30:52 am »
Bem  isto esta a ir longe de mais, distanciamento físico para travar esta essa nova variente lol, nos anos normais de gripe sim, porque neste ano não existe, nunca tal coisa foi pedida, no entanto morriam aos milhares com gripe. Afinal parece que esta nova variante não agrava os sintomas, parece também que seja altamente improvável que não responda a uma vacina claro.

Isso não é claro, as vacinas atuais podem ser mais ou menos eficazes para esta nova variante, mas é provavel que continuem a resultar.

Citar
Vai continuar a passar o mesmo, um doente oncológico em fase terminal com teste COVID-19 recentes e negativo, com sintomatologia sobreponível a infeção repiratória, decorrente da sua doença base. O mais engraçado é que apesar de no último teste já feito no Hospital também dar negativo, diz o Hospital que, não sendo possível excluir infeção por COVID-19 lol e face a estes PRESSUPOSTOS e, apesar de ser um doente com testes recentes negativos, o doente mesmo depois de ter falecido deve ser tratado como COVID-19 positivo pois apresentava sintomatologia compatível.
Moral da história, mesmo que os resultados dos testes sejam negativo, mas como apresenta sintomatologia compatível, não falece por cancro, mas por COVID-19.  :bang:

Talvez na Suíça, em Portugal não é assim que funciona.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Coronavirus
« Responder #1705 em: Dezembro 22, 2020, 10:44:35 am »
Não foi isso que a graça Freitas disse

Inclusive existe o vídeo, qualquer doente terminal que teste positivo , a morte é declarada por covid

Já cansa essa defesa fanática do governo
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Re: Coronavirus
« Responder #1706 em: Dezembro 22, 2020, 11:57:19 am »
Nova estirpe de coronavírus deixa Europa em alerta. Seis questões essenciais sobre a nova variante
https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/nova-estirpe-de-coronavirus-deixa-europa-em-alerta-seis-questoes-essenciais-sobre-a-nova-variante?ref=HP_OutrasNoticias1
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As autoridades britânicas alertaram a Organização Mundial da Saúde sobre a descoberta de uma nova variante do SARS-CoV-2, que é mais facilmente transmissível.

Os 27 países da União Europeia (UE) reúnem-se esta segunda-feira, ao mais alto nível político, para coordenar respostas à nova variante do SARS-CoV-2 descoberta no Reino Unido, numa reunião de emergência convocada pela presidência alemã do Conselho.Da reunião deverá resultar uma abordagem coordenada à nova variante do coronavírus que provoca a covid-19, numa altura em que os Estados-membros equacionam medidas como a suspensão de viagens com o Reino Unido ou a introdução da obrigatoriedade de realização de testes para quem chega do país.

Alguns países já anunciaram medidas, entre os quais Portugal, que decretou, a partir desta segunda-feira, restrições à entrada de passageiros de voos provenientes do Reino Unido, permitindo apenas a entrada de cidadãos nacionais ou legalmente residentes no país.

Porque é que esta estirpe se dissemina mais depressa?
A comunidade científica acredita que a nova estirpe de coronavírus é mais contagiosa do que as outras por causa de uma mutação na proteína 'spike', que ajuda o vírus a prender-se às células humanas. Cientistas britânicos acreditam que pode disseminar-se com uma velocidade 70% superior do que a estirpe normal. Esta situação pode significar um aumento taxa de infeção 'R', que atualmente tem uma média mundial de 1 (o que significa que a maioria das pessoas infetadas só contamina uma pessoa de volta). Caso a estirpe se veja a disseminar em grande escala, pode potenciar que este número aumenta cerca de 0,9.

Esta estirpe agrava os sintomas?
Investigações recentes parecem apontar que não. Esta não é a primeira vez que o vírus da Covid-19 sofreu mutações desde o ano de 2019, altura em que surgiu em Wuhan, na China. No entanto, se a velocidade de transmissão for maior, vão acabar por ficar mais pessoas infetadas, logo, a possibilidade de a taxa de mortalidade aumentar cresce na mesma escala. No entanto, não existem evidências de que cause uma taxa maior de infeções e de mortes, sendo que os sintomas parecem ser os mesmos - tosse seca, febre e falta de paladar e olfato.

A nova estirpe compromete a eficácia da vacina?
Essa é a questão que todo o Mundo anseia por ver respondida. O Secretário de Estado de Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, afirmou que é "altamente improvável" que esta nova estirpe não responda a uma vacina. No entanto, as autoridades de saúde mundiais garantem manter a vigilância ativa nos próximos tempos.

Onde é que teve origem e onde é que predomina?
Esta estirpe foi identificada pela primeira vez em meados de outubro, através de uma amostra recolhida em Kent, no Reino Unido. No entanto, é possível que já circulasse antes em pessoas não testadas. O alerta foi dado quando o número de infeções em Kent disparou no início de dezembro, apesar das restrições nacionais que o país atravessava.

Ao que se sabe, a maioria dos casos de infeção por esta nova estirpe estão predominantemente na zona sul de Inglaterra e em algumas regiões de Londres. Ainda assim, acredita-se que já se tenha espalhado para outros locais do país, e quiçá, países da Europa, como a Escócia.

A Organização Mundial de Saúde também identificou a nova variante na Dinamarca, Holanda e Austrália.

Esta estirpe pode ser travada?
Distanciamento físico, utilização de máscaras faciais e lavagem frequente das mãos são algumas das medidas que podem ajudar a controlar a disseminação desta nova variante, de acordo com a OMS. Ou seja, manter as mesmas regras que já existem, uma vez que o vírus se trasmite da mesma forma. O encerramento de fronteiras pode ajudar a concentrar o número de casos num espaço mais restrito.

O que se segue?
Uma equipa de cientistas da Saúde Pública de Londres estão a estudar o impacto da estirpe em doentes hospitalizados, para perceber se estes estão a produzir a mesma resposta imunitária que a vacina reproduz. As primeiras investigações podem demorar até duas semanas para ser concluídas.

Bem  isto esta a ir longe de mais, distanciamento físico para travar esta essa nova variente lol, nos anos normais de gripe sim, porque neste ano não existe, nunca tal coisa foi pedida, no entanto morriam aos milhares com gripe. Afinal parece que esta nova variante não agrava os sintomas, parece também que seja altamente improvável que não responda a uma vacina claro.
Vai continuar a passar o mesmo, um doente oncológico em fase terminal com teste COVID-19 recentes e negativo, com sintomatologia sobreponível a infeção repiratória, decorrente da sua doença base. O mais engraçado é que apesar de no último teste já feito no Hospital também dar negativo, diz o Hospital que, não sendo possível excluir infeção por COVID-19 lol e face a estes PRESSUPOSTOS e, apesar de ser um doente com testes recentes negativos, o doente mesmo depois de ter falecido deve ser tratado como COVID-19 positivo pois apresentava sintomatologia compatível.
Moral da história, mesmo que os resultados dos testes sejam negativo, mas como apresenta sintomatologia compatível, não falece por cancro, mas por COVID-19.  :bang:
Podes dar-me um exemplo concreto do que acabaste de escrever? É que não é assim que funcionam as regras de atribuição de óbito em Portugal.

O exemplo concreto que tenho é que isso aconteceu no Hospital de Santarém, e foi notícia no programa Sexta às Nove.
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Re: Coronavirus
« Responder #1707 em: Dezembro 22, 2020, 12:09:57 pm »
Covid-19: BioNTech capaz de nova vacina em 6 semanas em caso de mutação do vírus
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/covid-19-biontech-capaz-de-nova-vacina-em-6-semanas-em-caso-de-mutacao-do-virus
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A empresa BioNTech, responsável com a Pfizer pela primeira vacina autorizada contra a covid-19 do mundo, diz que é capaz de fornecer uma outra "em seis semanas" em caso de mutação do vírus, como aconteceu no Reino Unido"Somos tecnicamente capazes de entregar uma nova vacina em seis semanas", disse o cientista e empresário Ugur Sahin, do laboratório alemão BioNTech.

"Em princípio, a beleza da tecnologia de RNA mensageiro é que podemos começar diretamente a projetar uma vacina que imite completamente a nova mutação", acrescentou o responsável, durante uma conferência de imprensa em Mainz (oeste de Alemanha), um dia depois do sinal verde das autoridades europeias para distribuir na União Europeia a vacina que o laboratório alemão desenvolveu com a Pfizer.
A BioNTech diz-se confiante de que a vacina contra o coronavírus funcione no caso da nova variante detetada Reino Unido, mas sublinha que são necessários mais estudos.

A variante, detetada principalmente em Londres e no sudeste da Inglaterra nas últimas semanas, gerou preocupação em todo o mundo por causa dos indícios de que se pode espalhar mais facilmente.
Embora não haja qualquer indicação de que causa formas mais graves da doença, vários países na Europa estão a restringir as viagens do Reino Unido.

"Não sabemos, de momento, se a nossa vacina também é capaz de fornecer proteção contra essa nova variante", disse Ugur Sahin, acrescentando: “Mas, cientificamente, é altamente provável que a resposta imunológica por esta vacina também possa lidar com as novas variantes do vírus”,

Sahin disse que as proteínas na variante detetada no Reino Unido são 99% idênticas às da estirpe inicial e, portanto, a BioNTech tem "confiança científica" de que a sua vacina será eficaz

Olha que notícia para os profetas da desgraça, o que importa é espalhar o pânico e o medo nas pessoas, e dar cabo do pouco da economia que ainda resta.
Deveria ser feito uma nova lei para responsabilizar a comunição social e alguns jornalistas, pelo jornalismo sensação, inclusive pena de prisão.
Pois muitos dos problemas actuais em que a sociedade vive, se deve a comunicação social desmedida, incoerente e sem limites, que alimentam todo e qualquer tipo de notícia.

O sistema está podre, falam e escrevem mais sobre a merda da nova variante do que a vacina, a nova variante já pode ter chagado no país X, a nova variante pode ser mais perigosa, a nova variante isto, a nova variante aquilo, a comunicação social e o sistema vão brincar com o crl, para não lhe dizer outra coisa.
« Última modificação: Dezembro 22, 2020, 02:47:12 pm por Daniel »
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« Responder #1708 em: Dezembro 22, 2020, 12:43:52 pm »
Bem  isto esta a ir longe de mais, distanciamento físico para travar esta essa nova variente lol, nos anos normais de gripe sim, porque neste ano não existe, nunca tal coisa foi pedida, no entanto morriam aos milhares com gripe. Afinal parece que esta nova variante não agrava os sintomas, parece também que seja altamente improvável que não responda a uma vacina claro.

Isso não é claro, as vacinas atuais podem ser mais ou menos eficazes para esta nova variante, mas é provavel que continuem a resultar.

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Vai continuar a passar o mesmo, um doente oncológico em fase terminal com teste COVID-19 recentes e negativo, com sintomatologia sobreponível a infeção repiratória, decorrente da sua doença base. O mais engraçado é que apesar de no último teste já feito no Hospital também dar negativo, diz o Hospital que, não sendo possível excluir infeção por COVID-19 lol e face a estes PRESSUPOSTOS e, apesar de ser um doente com testes recentes negativos, o doente mesmo depois de ter falecido deve ser tratado como COVID-19 positivo pois apresentava sintomatologia compatível.
Moral da história, mesmo que os resultados dos testes sejam negativo, mas como apresenta sintomatologia compatível, não falece por cancro, mas por COVID-19.  :bang:

Talvez na Suíça, em Portugal não é assim que funciona.

Caro Cabeça de Martelo, em Portugal existe cerca de 10 mil mortes por explicar, e não tenho dúvida alguma, que não só em Portugal mas como pelo mundo, existe pessoas que não faleceram por COVID-19, mas na atribuição de óbito consta COVID-19, é uma realidade.
Depois temos a questão da realidade do números, por exemplo, em Portugal no ano 2015, 57,7%  pessoas em cada 100 mil habitantes morreram por pneumonia, nesse ano foi registada a maior taxa de mortalidade por pneuomonia.
Em 2015 as doenças do aparelho circulatório foi a principal causa de morte, em quase todos os países da Europa, sendo responsável por cerca de 1,9 milhões de mortes.
Sabes quantos portugueses morreram em 2018? Sabes quantos portugueses faleceram até final deste ano?
Termino com o seguinte, na Suiça em 2015 faleceram no total, 68 786 pessoas, em 2016: 64 649, em 2017: 66 703, em 2018: 66 888, em 2019: 67 515 e este ano até 08/12 faleceram 65 189 mais que palavras os números falam por si.
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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Daniel

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Re: Coronavirus
« Responder #1709 em: Dezembro 22, 2020, 02:57:59 pm »
COVID-19: Portugal ultrapassa os 300 mil recuperados. Mais 63 mortos e 2.436 infetados em 24 horas
https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/covid-19-em-portugal-mais-63-mortos-e-2-436-infetados-em-24-horas
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Desde o início da pandemia, Portugal registou 6.254 mortes associadas à COVID-19 e 378.656 casos de infeção. Em relação a segunda-feira, contam-se mais 63 óbitos, 2.436 infetados e 5.222 recuperados. Ao todo há já 304.825 casos de recuperação assinalados relacionados com a doença em território nacional.

O Norte, com 1.047 novos casos, é a área do país com mais novas notificações, com 43% do total de diagnósticos nas últimas 24 horas em Portugal.

378.656 casos de infetados vs 300.000 recuperados, 6254 mortes por COVID, e então as outras 10.000 mortes que estão por explicar? Ou seja, faleceram mais pessoas por falta de cuidados médicos, por cirurgias canceladas etc etc, do que por COVID-19. A fome vai apertar, pois em Portugal já afeta a classe média, começem a limpar as armas.
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.