6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030

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dc

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Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #1590 em: Abril 09, 2020, 11:39:26 pm »
Repararam no pormenor no fim do excerto, que dava a substituição dos Lynx para um prazo de 10 anos?  ::)

É só rir.
 

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Get_It

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Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #1591 em: Abril 10, 2020, 12:37:13 am »
Não acredito que isso fosse acabar bem. Ia dar ao mesmo: zero capacidade aérea no Exército.

Concordo com a opinião que os custos operacionais mais elevados do EH-101 em relação a outra aeronave, como o NH-90, iam acabar por pesar bastante. O aumento do número de aeronaves, mesmo com manutenção partilhada, ia aliviar a pressão de corrigir a porcaria que foi feita com o contrato de manutenção e ia fazer o governo atrasar ainda mais o processo de renegociação todo.

Iam acabar por ser muitos dos helicópteros canibalizados para manter aeronaves a voar para a missão SAR e mais tarde com a crise iam acabar por querer cortar nos custos; unificando assim tudo na FAP e resultando no fim da aviação do Exército.

Eventualmente até iríamos acabar por vender alguns dos helicópteros que tínhamos aos britânicos, quando em 2007 tinham falta de helicópteros para enviar para o Iraque (Afeganistão?) e ficaram com alguns dos EH-101 dinamarqueses.

Esqueçam, com esta classe política e as "crises" financeiras ia acabar por dar ao mesmo.

Agora, uma coisa é evidente. Mesmo que a criação do GALE e a vinda dos NH-90 tivesse corrido bem e levada a cabo, o Exército continuaria a não ter uma unidade de aviação totalmente independente. Como se pode ler nas várias notícias e artigos da época, teríamos sempre de depender do apoio dos nossos aliados europeus para conseguir suportar os custos de manter (logística, manutenção e treino) uma força de helicópteros dedicada ao que temos vindo a discutir e para destacar essa força para uma missão no estrangeiro.

Sou mesmo da opinião que o país não tem e nunca terá dinheiro (seja por falta de vontade em abrir os cordões à bolsa ou por incapacidade financeira) em possuir helicópteros de "evacuação" como deve ser e que toda a narrativa por parte dos governantes em adquirir tais meios foi sempre para deflectir as críticas à falta de meios aéreos na RCA.

Cumprimentos,
« Última modificação: Abril 10, 2020, 12:49:37 am por Get_It »
:snip: :snip: :Tanque:
 

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typhonman

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Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #1592 em: Abril 10, 2020, 12:46:30 am »
Ainda em 2001, na RTP ( lembro-me desta reportagem como se fosse ontem), tinha eu 16 anos... :o


ça Aérea, onde recolheu depoimentos inéditos sobre o estado actual das Forças Armadas. Com o recurso a micro-câmaras instaladas a bordo de aeronaves e submarinos foi possível captar alguns momentos nunca vistos em televisão. A reportagem inclui uma passagem por Espanha e pela Bélgica, onde as Forças Armadas atravessam um período de grande prosperidade.[/size]Ao contrário do que sucede lá fora, em Portugal as chefias militares avisam que os cortes no orçamento da Defesa comprometem as missões e a modernização dos meios operacionais das Forças Armadas. No início do século XXI, Portugal opera ainda com material do tempo da guerra do Ultramar. Os submarinos, carros de combate, aviões de transporte e helicópteros estão obsoletos e põem em risco a defesa da República e os próprios militares.Em "O ADEUS ÀS ARMAS", a RTP conta com os vários depoimentos entre os quais o Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas, general Alvarenga Sousa Santos e o primeiro ministro, António Guterres.O trabalho é assinado pelo repórter Armando Seixas Ferreira e pelo operador de câmara Carlos Pinota. A edição de imagem é de Namorado Freire.




 :arrow: http://www.rtp.pt/programa/tv/p9284
[/color]
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #1593 em: Abril 10, 2020, 02:30:40 am »
Não acredito que isso fosse acabar bem. Ia dar ao mesmo: zero capacidade aérea no Exército.

Concordo com a opinião que os custos operacionais mais elevados do EH-101 em relação a outra aeronave, como o NH-90, iam acabar por pesar bastante. O aumento do número de aeronaves, mesmo com manutenção partilhada, ia aliviar a pressão de corrigir a porcaria que foi feita com o contrato de manutenção e ia fazer o governo atrasar ainda mais o processo de renegociação todo.

Iam acabar por ser muitos dos helicópteros canibalizados para manter aeronaves a voar para a missão SAR e mais tarde com a crise iam acabar por querer cortar nos custos; unificando assim tudo na FAP e resultando no fim da aviação do Exército.

Eventualmente até iríamos acabar por vender alguns dos helicópteros que tínhamos aos britânicos, quando em 2007 tinham falta de helicópteros para enviar para o Iraque (Afeganistão?) e ficaram com alguns dos EH-101 dinamarqueses.

Esqueçam, com esta classe política e as "crises" financeiras ia acabar por dar ao mesmo.

Agora, uma coisa é evidente. Mesmo que a criação do GALE e a vinda dos NH-90 tivesse corrido bem e levada a cabo, o Exército continuaria a não ter uma unidade de aviação totalmente independente. Como se pode ler nas várias notícias e artigos da época, teríamos sempre de depender do apoio dos nossos aliados europeus para conseguir suportar os custos de manter (logística, manutenção e treino) uma força de helicópteros dedicada ao que temos vindo a discutir e para destacar essa força para uma missão no estrangeiro.

Sou mesmo da opinião que o país não tem e nunca terá dinheiro (seja por falta de vontade em abrir os cordões à bolsa ou por incapacidade financeira) em possuir helicópteros de "evacuação" como deve ser e que toda a narrativa por parte dos governantes em adquirir tais meios foi sempre para deflectir as críticas à falta de meios aéreos na RCA.

Cumprimentos,

Toda a ideia de uma unidade aérea própria do Exército sempre me pareceu mais uma mania das grandezas, e uma questão de ego, do que algo a pensar na operacionalidade da força.

Mais importante do que ter um ramo com uns helis, e outro com outros, é garantir que se tem de facto os helis, que estes estão operacionais e cumprem os requisitos pretendidos.
 

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Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #1594 em: Abril 10, 2020, 11:07:28 am »
Não acredito que isso fosse acabar bem. Ia dar ao mesmo: zero capacidade aérea no Exército.

Concordo com a opinião que os custos operacionais mais elevados do EH-101 em relação a outra aeronave, como o NH-90, iam acabar por pesar bastante. O aumento do número de aeronaves, mesmo com manutenção partilhada, ia aliviar a pressão de corrigir a porcaria que foi feita com o contrato de manutenção e ia fazer o governo atrasar ainda mais o processo de renegociação todo.

Iam acabar por ser muitos dos helicópteros canibalizados para manter aeronaves a voar para a missão SAR e mais tarde com a crise iam acabar por querer cortar nos custos; unificando assim tudo na FAP e resultando no fim da aviação do Exército.

Eventualmente até iríamos acabar por vender alguns dos helicópteros que tínhamos aos britânicos, quando em 2007 tinham falta de helicópteros para enviar para o Iraque (Afeganistão?) e ficaram com alguns dos EH-101 dinamarqueses.

Esqueçam, com esta classe política e as "crises" financeiras ia acabar por dar ao mesmo.

Agora, uma coisa é evidente. Mesmo que a criação do GALE e a vinda dos NH-90 tivesse corrido bem e levada a cabo, o Exército continuaria a não ter uma unidade de aviação totalmente independente. Como se pode ler nas várias notícias e artigos da época, teríamos sempre de depender do apoio dos nossos aliados europeus para conseguir suportar os custos de manter (logística, manutenção e treino) uma força de helicópteros dedicada ao que temos vindo a discutir e para destacar essa força para uma missão no estrangeiro.

Sou mesmo da opinião que o país não tem e nunca terá dinheiro (seja por falta de vontade em abrir os cordões à bolsa ou por incapacidade financeira) em possuir helicópteros de "evacuação" como deve ser e que toda a narrativa por parte dos governantes em adquirir tais meios foi sempre para deflectir as críticas à falta de meios aéreos na RCA.

Cumprimentos,

Toda a ideia de uma unidade aérea própria do Exército sempre me pareceu mais uma mania das grandezas, e uma questão de ego, do que algo a pensar na operacionalidade da força.

Mais importante do que ter um ramo com uns helis, e outro com outros, é garantir que se tem de facto os helis, que estes estão operacionais e cumprem os requisitos pretendidos.

Não tem a ver com mania das grandezas nem com ego, tem a ver com a necessidade das forças. Dificilmente a Força Aérea vai investir em helicópteros scout ou de ataque quanto tem outras necessidades.

Se tudo tivesse corrido bem, hoje tínhamos o Exercito e a Marinha com NH-90 o que levava a uma poupança de custos. E ainda como os NH-90 e o EH-101 tem o mesmo motos tinhas uma maior poupança na manutenção dos motores.
 
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Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #1595 em: Abril 10, 2020, 02:25:13 pm »
Não acredito que isso fosse acabar bem. Ia dar ao mesmo: zero capacidade aérea no Exército.

Concordo com a opinião que os custos operacionais mais elevados do EH-101 em relação a outra aeronave, como o NH-90, iam acabar por pesar bastante. O aumento do número de aeronaves, mesmo com manutenção partilhada, ia aliviar a pressão de corrigir a porcaria que foi feita com o contrato de manutenção e ia fazer o governo atrasar ainda mais o processo de renegociação todo.

Iam acabar por ser muitos dos helicópteros canibalizados para manter aeronaves a voar para a missão SAR e mais tarde com a crise iam acabar por querer cortar nos custos; unificando assim tudo na FAP e resultando no fim da aviação do Exército.

Eventualmente até iríamos acabar por vender alguns dos helicópteros que tínhamos aos britânicos, quando em 2007 tinham falta de helicópteros para enviar para o Iraque (Afeganistão?) e ficaram com alguns dos EH-101 dinamarqueses.

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Agora, uma coisa é evidente. Mesmo que a criação do GALE e a vinda dos NH-90 tivesse corrido bem e levada a cabo, o Exército continuaria a não ter uma unidade de aviação totalmente independente. Como se pode ler nas várias notícias e artigos da época, teríamos sempre de depender do apoio dos nossos aliados europeus para conseguir suportar os custos de manter (logística, manutenção e treino) uma força de helicópteros dedicada ao que temos vindo a discutir e para destacar essa força para uma missão no estrangeiro.

Sou mesmo da opinião que o país não tem e nunca terá dinheiro (seja por falta de vontade em abrir os cordões à bolsa ou por incapacidade financeira) em possuir helicópteros de "evacuação" como deve ser e que toda a narrativa por parte dos governantes em adquirir tais meios foi sempre para deflectir as críticas à falta de meios aéreos na RCA.

Cumprimentos,

Toda a ideia de uma unidade aérea própria do Exército sempre me pareceu mais uma mania das grandezas, e uma questão de ego, do que algo a pensar na operacionalidade da força.

Mais importante do que ter um ramo com uns helis, e outro com outros, é garantir que se tem de facto os helis, que estes estão operacionais e cumprem os requisitos pretendidos.

Não tem a ver com mania das grandezas nem com ego, tem a ver com a necessidade das forças. Dificilmente a Força Aérea vai investir em helicópteros scout ou de ataque quanto tem outras necessidades.

Se tudo tivesse corrido bem, hoje tínhamos o Exercito e a Marinha com NH-90 o que levava a uma poupança de custos. E ainda como os NH-90 e o EH-101 tem o mesmo motos tinhas uma maior poupança na manutenção dos motores.

Mais uma vez essa é uma noção absolutamente errada. Não é do género que o dinheiro para o Exército tem origem diferente do que vai para a FAP, vem tudo do orçamento de Estado. Houvesse comunicação e vontade entre os ramos, seguiam o exemplo da Holanda, em que os helis estão todos debaixo da alçada da Força Aérea, mas apoiam os três ramos. Portanto se funciona bem na Holanda, só não funciona aqui por má vontade das partes envolvidas.

Não fossem tantas complicações, tinhas na FAP o EC-635, numa quantidade bem superior aos Koala, os quais poderiam ser usados para treino mas também para apoio aéreo/ataque. E nada disto impediria de ter o NH-90 TTH, e mais tarde a versão naval. Conseguias ter a pretendida redução de modelos para 3 e capacidade de apoiar todos os ramos. Agora não tens nada.

Se tudo tivesse corrido bem, não havia crise para servir de pretexto ao cancelamento do NH-90, ao qual ainda tivemos que esbanjar dinheiro em multas, e isto nada teve a ver com a FAP ou o Exército. Já a Marinha, continuaria na mesma sem NH-90, porque depois disso, nunca mais houve dinheiro para mais helis, o que nos levou à compra de helis civis, ou a MLUs da treta tanto dos Lynx como das fragatas.

Quando quiserem que a FAP tenha helicópteros para apoiar o Exército, será dado o orçamento para tal.
 

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Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #1596 em: Abril 10, 2020, 04:12:02 pm »
Não acredito que isso fosse acabar bem. Ia dar ao mesmo: zero capacidade aérea no Exército.

Concordo com a opinião que os custos operacionais mais elevados do EH-101 em relação a outra aeronave, como o NH-90, iam acabar por pesar bastante. O aumento do número de aeronaves, mesmo com manutenção partilhada, ia aliviar a pressão de corrigir a porcaria que foi feita com o contrato de manutenção e ia fazer o governo atrasar ainda mais o processo de renegociação todo.

Iam acabar por ser muitos dos helicópteros canibalizados para manter aeronaves a voar para a missão SAR e mais tarde com a crise iam acabar por querer cortar nos custos; unificando assim tudo na FAP e resultando no fim da aviação do Exército.

Eventualmente até iríamos acabar por vender alguns dos helicópteros que tínhamos aos britânicos, quando em 2007 tinham falta de helicópteros para enviar para o Iraque (Afeganistão?) e ficaram com alguns dos EH-101 dinamarqueses.

Esqueçam, com esta classe política e as "crises" financeiras ia acabar por dar ao mesmo.

Agora, uma coisa é evidente. Mesmo que a criação do GALE e a vinda dos NH-90 tivesse corrido bem e levada a cabo, o Exército continuaria a não ter uma unidade de aviação totalmente independente. Como se pode ler nas várias notícias e artigos da época, teríamos sempre de depender do apoio dos nossos aliados europeus para conseguir suportar os custos de manter (logística, manutenção e treino) uma força de helicópteros dedicada ao que temos vindo a discutir e para destacar essa força para uma missão no estrangeiro.

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Toda a ideia de uma unidade aérea própria do Exército sempre me pareceu mais uma mania das grandezas, e uma questão de ego, do que algo a pensar na operacionalidade da força.

Mais importante do que ter um ramo com uns helis, e outro com outros, é garantir que se tem de facto os helis, que estes estão operacionais e cumprem os requisitos pretendidos.

Não tem a ver com mania das grandezas nem com ego, tem a ver com a necessidade das forças. Dificilmente a Força Aérea vai investir em helicópteros scout ou de ataque quanto tem outras necessidades.

Se tudo tivesse corrido bem, hoje tínhamos o Exercito e a Marinha com NH-90 o que levava a uma poupança de custos. E ainda como os NH-90 e o EH-101 tem o mesmo motos tinhas uma maior poupança na manutenção dos motores.

Mais uma vez essa é uma noção absolutamente errada. Não é do género que o dinheiro para o Exército tem origem diferente do que vai para a FAP, vem tudo do orçamento de Estado. Houvesse comunicação e vontade entre os ramos, seguiam o exemplo da Holanda, em que os helis estão todos debaixo da alçada da Força Aérea, mas apoiam os três ramos. Portanto se funciona bem na Holanda, só não funciona aqui por má vontade das partes envolvidas.

Não fossem tantas complicações, tinhas na FAP o EC-635, numa quantidade bem superior aos Koala, os quais poderiam ser usados para treino mas também para apoio aéreo/ataque. E nada disto impediria de ter o NH-90 TTH, e mais tarde a versão naval. Conseguias ter a pretendida redução de modelos para 3 e capacidade de apoiar todos os ramos. Agora não tens nada.

Se tudo tivesse corrido bem, não havia crise para servir de pretexto ao cancelamento do NH-90, ao qual ainda tivemos que esbanjar dinheiro em multas, e isto nada teve a ver com a FAP ou o Exército. Já a Marinha, continuaria na mesma sem NH-90, porque depois disso, nunca mais houve dinheiro para mais helis, o que nos levou à compra de helis civis, ou a MLUs da treta tanto dos Lynx como das fragatas.

Quando quiserem que a FAP tenha helicópteros para apoiar o Exército, será dado o orçamento para tal.

A LPM é dividida em 4 fatias, uma para os serviços centrais, uma para cada ramo.

Depois dentro dos serviços centrais tens as capacidades conjuntas que servem neste momento por exemplo para pagar os KC-390.
Mas as capacidades conjuntas não pode ser um orçamento extra da Força Aérea.
 

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Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #1597 em: Abril 10, 2020, 04:42:39 pm »
Antes de mais, as capacidades conjuntas não incluem só equipamento para a FAP, também inclui o LPD por exemplo.

E esta vertente não passa de uma distração para a realidade: o orçamento para a Marinha e Força Aérea serão sempre superiores ao orçamento do Exército. Porquê? Porque é assim que funciona o mercado, navios e aeronaves são consideravelmente mais dispendiosos de adquirir do que veículos, e porque temos mais espaço aéreo e marítimo sob nossa jurisdição do que terrestre. Logo é natural que o investimento nestes dois ramos seja maior. Se geograficamente fossemos um país diferente, com uma pequena porção de mar e uma ampla área terrestre, seria o contrário, o Exército recebia uma boa parte do orçamento e a Marinha quase nada. Dito isto, é perceber que os orçamentos nunca serão iguais para os três e aceitar esta realidade.

Querem falar das capacidades conjuntas não serem só para a FAP? Então juntem no mesmo pacote um comando conjunto de helicópteros, a capacidade AA, capacidade hospitalar, polícias militares, engenharia, logística. Assim justifica-se uma quarta parcela.
 

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Red Baron

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Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #1598 em: Abril 10, 2020, 05:36:58 pm »
Antes de mais, as capacidades conjuntas não incluem só equipamento para a FAP, também inclui o LPD por exemplo.

E esta vertente não passa de uma distração para a realidade: o orçamento para a Marinha e Força Aérea serão sempre superiores ao orçamento do Exército. Porquê? Porque é assim que funciona o mercado, navios e aeronaves são consideravelmente mais dispendiosos de adquirir do que veículos, e porque temos mais espaço aéreo e marítimo sob nossa jurisdição do que terrestre. Logo é natural que o investimento nestes dois ramos seja maior. Se geograficamente fossemos um país diferente, com uma pequena porção de mar e uma ampla área terrestre, seria o contrário, o Exército recebia uma boa parte do orçamento e a Marinha quase nada. Dito isto, é perceber que os orçamentos nunca serão iguais para os três e aceitar esta realidade.

Querem falar das capacidades conjuntas não serem só para a FAP? Então juntem no mesmo pacote um comando conjunto de helicópteros, a capacidade AA, capacidade hospitalar, polícias militares, engenharia, logística. Assim justifica-se uma quarta parcela.

Não estamos a falar de orçamento, mas da LPM.

Na LPM de 2015 a Marinha e o Exercito tiveram uma fatia maior que a Força Aérea, mas foi porque parte foi desviada para pagar o KC-390.

É bom lembrar que só vamos ter helicópteros de evacuação porque o exercito queria ter uns devido a RCA e a Força Aérea avançou com parte do seu orçamento para que o Exercito não os pudesse ter na UALE.
 

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Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #1599 em: Abril 10, 2020, 06:39:16 pm »
Na LPM de 2015 a FAP esteve limitada em quase todos os programas pela ideia genial do então ministro da defesa, os 20 milhões +IVA. Não me recordo de programas de maior da altura. Depois tiveste a venda de F-16 à Roménia, o que também foi alocado, em teoria pelo menos, para a FAP.

Não vamos dar crédito ao Exército por querer helicópteros armados, pois já o bom senso dizia que eram uma necessidade. Todos os países têm helis destes, independentemente do ramo que os opera, excepto nós, que temos um heli civil, outro que passa 90% do tempo a fazer SAR, e outro que leva um canhão na porta, mas nem contra-medidas tem após o MLU. Falta claramente algo mais musculado, o RCA apenas serviu para abrir os olhos à algumas chefias.
 

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mafets

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Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #1600 em: Abril 11, 2020, 10:24:23 am »
Por "portas e travessas"internas consta que Portugal vai comprar o 169 (consta também que em vêm 4 em vez de 6).



https://www.army-technology.com/projects/agustawestland-169-aas-armed-aerial-scout/



Saudações

"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

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Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #1601 em: Abril 11, 2020, 11:15:57 am »
Já se estava a espera de algo assim, reduzem de 6 para 4 e... o armamento está certificado ? Podem levar mísseis anti-carro ou é so CRV7 e .5 ?


Vão comprar 4 ? O que dá a enender é que é para as missões na RCA e depois ? Qual a justificação de 4 unidades ?


Honestamente faz-me lembrar o EC-635 V2.


E a dependência total da Leonardo.





« Última modificação: Abril 11, 2020, 11:35:21 am por typhonman »
Artigo 308º

Traição à Pátria

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Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #1602 em: Abril 11, 2020, 11:27:31 am »
Pessoalmente pelo preço já estava a contar com o AW169 e estava, mas não eram suposto ser 5?
 :-P
 

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tenente

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Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #1603 em: Abril 11, 2020, 11:44:03 am »
inicialmente os evaKuativos eram para serem seis depois passaram para cinco e segundo o Mafets agora serão quatro.
Onde é que eu já li isto, terá sido com os ST5 ????? ::) :conf:
O filme é sempre o mesmo .

Abraços
 
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Stalker79

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Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Responder #1604 em: Abril 11, 2020, 11:51:07 am »
inicialmente os evaKuativos eram para serem seis depois passaram para cinco e segundo o Mafets agora serão quatro.
Onde é que eu já li isto, terá sido com os ST5 ????? ::) :conf:
O filme é sempre o mesmo .

Abraços


E as Pandur tambem não eram pra ser 240 inicialmente!?
Infelizmente é o que a casa gasta, o minimo possivel....
 :(
 
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Açores: Novos helicópteros militares chegam em Outubro

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