Leonardo AW119 Mk.II Koala na FAP

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Re: Leonardo AW119 Mk.II Koala na FAP
« Responder #375 em: Dezembro 02, 2019, 05:27:22 pm »
Seria certamente uma ideia a ter em conta.

E para a aquisição do helicóptero médio, podia-se (e devia-se) considerar a mesma aeronave para substituir também os Lynx, reduzindo as FA a apenas 3 tipos de helicóptero.

Sim penso que seria também uma excelente ideia.

Abraços
 

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Red Baron

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Re: Leonardo AW119 Mk.II Koala na FAP
« Responder #376 em: Dezembro 02, 2019, 07:55:17 pm »
Estive ontem á conversa com um elemento da protecção Civil, do meu tempo do serviço Militar e perguntei-lhe se os 119 que a FAP tem não seriam uteis nas missões da protecção Civil, e respondeu-me que sim pois fariam as mesmas missões que os helis ligeiros que são alugados todos os anos, fazem.

Agora aqui pergunto eu, e se a FAP com a verba alocada para os helis de Evakuação comprasse helis ligeiros versão " Militar" posteriormente vendendo/cedendo á ANPC, ou á GNR, ou á PSP, os lindos cinco 119 Civis?

A versão militar comprada, teria de ser um bimotor, e de certeza, que executaria todas as missões que os 119 executam.
Se o "novo" heli fosse da família dos 109M/119M, os pilotos já teriam a qualificação para os operar, portanto sem tempo perdido para tais formações.
O "Novo" heli estaria apto a executar a tão necessária missão de apoio próximo ás nossas FD,  portanto não seria necessário á FAP comprar mais um modelo de heli para o CAS.


O que se tinha, TEM, de ponderar é a compra de um Heli médio, entre as 05 e as 08 tons que complementasse as operações dos nossos 101, evitando a utilização destes helis em operações de SAR/Medevac para um numero reduzido de acidentados/doentes ou a distâncias tais que não obrigam a operação de um Merlin, poupando-se assim os custos/hora voo da operação de uma aeronave daquele porte. 

Abraços

O AW119 foi escolhido pelo baixo valor de aquisição, baixo valor de manutenção e baixo custo de operação.

Só lembrar:

Citar
A saída antecipada de 12 pilotos aviadores da Força Aérea poderá ser positiva para as três centenas que ficam, dado haver quem saia da academia para funções de gabinete. Mas talvez o mesmo não se possa dizer sobre as centenas de anos de experiência acumulada dos 60 sargentos que passaram neste ano à reserva por limite de idade.

Os números relativos aos pedidos de saída dos oficiais e da passagem à reserva de 73 sargentos - embora 13 deles continuem na efetividade de serviço - foram dados pela Força Aérea, que se escusou a dizer quantos pilotos tem, por essa ser uma informação classificada.

Citar
"O problema é a falta de helicópteros", observou um oficial a propósito da esquadra dos EH-101, lembrando que as restrições financeiras dos últimos anos levaram vários desses operacionais a não obter com a rapidez desejada - ou conseguissem manter - as respetivas qualificações.

 

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tenente

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Re: Leonardo AW119 Mk.II Koala na FAP
« Responder #377 em: Dezembro 02, 2019, 08:09:38 pm »
Estive ontem á conversa com um elemento da protecção Civil, do meu tempo do serviço Militar e perguntei-lhe se os 119 que a FAP tem não seriam uteis nas missões da protecção Civil, e respondeu-me que sim pois fariam as mesmas missões que os helis ligeiros que são alugados todos os anos, fazem.

Agora aqui pergunto eu, e se a FAP com a verba alocada para os helis de Evakuação comprasse helis ligeiros versão " Militar" posteriormente vendendo/cedendo á ANPC, ou á GNR, ou á PSP, os lindos cinco 119 Civis?

A versão militar comprada, teria de ser um bimotor, e de certeza, que executaria todas as missões que os 119 executam.
Se o "novo" heli fosse da família dos 109M/119M, os pilotos já teriam a qualificação para os operar, portanto sem tempo perdido para tais formações.
O "Novo" heli estaria apto a executar a tão necessária missão de apoio próximo ás nossas FD,  portanto não seria necessário á FAP comprar mais um modelo de heli para o CAS.


O que se tinha, TEM, de ponderar é a compra de um Heli médio, entre as 05 e as 08 tons que complementasse as operações dos nossos 101, evitando a utilização destes helis em operações de SAR/Medevac para um numero reduzido de acidentados/doentes ou a distâncias tais que não obrigam a operação de um Merlin, poupando-se assim os custos/hora voo da operação de uma aeronave daquele porte. 

Abraços

O AW119 foi escolhido pelo baixo valor de aquisição, baixo valor de manutenção e baixo custo de operação.

Só lembrar:

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A saída antecipada de 12 pilotos aviadores da Força Aérea poderá ser positiva para as três centenas que ficam, dado haver quem saia da academia para funções de gabinete. Mas talvez o mesmo não se possa dizer sobre as centenas de anos de experiência acumulada dos 60 sargentos que passaram neste ano à reserva por limite de idade.

Os números relativos aos pedidos de saída dos oficiais e da passagem à reserva de 73 sargentos - embora 13 deles continuem na efetividade de serviço - foram dados pela Força Aérea, que se escusou a dizer quantos pilotos tem, por essa ser uma informação classificada.

Citar
"O problema é a falta de helicópteros", observou um oficial a propósito da esquadra dos EH-101, lembrando que as restrições financeiras dos últimos anos levaram vários desses operacionais a não obter com a rapidez desejada - ou conseguissem manter - as respetivas qualificações.

Claro que no 119 é tudo baixo até as capacidades da aeronave e o numero de motores que possui.
Por acaso sabes o custo hora de voo do 119 e do 109M ?

Mas não entendi porque foste buscar o numero de pilotos, entao se em vez de heli civil tivessemos um heli da mesma classe mas em versão militar eram precisos mais pilotos para o operar ? ??? ???
Abraços
« Última modificação: Dezembro 02, 2019, 08:12:12 pm por tenente »
 

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Red Baron

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Re: Leonardo AW119 Mk.II Koala na FAP
« Responder #378 em: Dezembro 02, 2019, 09:58:53 pm »
Estive ontem á conversa com um elemento da protecção Civil, do meu tempo do serviço Militar e perguntei-lhe se os 119 que a FAP tem não seriam uteis nas missões da protecção Civil, e respondeu-me que sim pois fariam as mesmas missões que os helis ligeiros que são alugados todos os anos, fazem.

Agora aqui pergunto eu, e se a FAP com a verba alocada para os helis de Evakuação comprasse helis ligeiros versão " Militar" posteriormente vendendo/cedendo á ANPC, ou á GNR, ou á PSP, os lindos cinco 119 Civis?

A versão militar comprada, teria de ser um bimotor, e de certeza, que executaria todas as missões que os 119 executam.
Se o "novo" heli fosse da família dos 109M/119M, os pilotos já teriam a qualificação para os operar, portanto sem tempo perdido para tais formações.
O "Novo" heli estaria apto a executar a tão necessária missão de apoio próximo ás nossas FD,  portanto não seria necessário á FAP comprar mais um modelo de heli para o CAS.


O que se tinha, TEM, de ponderar é a compra de um Heli médio, entre as 05 e as 08 tons que complementasse as operações dos nossos 101, evitando a utilização destes helis em operações de SAR/Medevac para um numero reduzido de acidentados/doentes ou a distâncias tais que não obrigam a operação de um Merlin, poupando-se assim os custos/hora voo da operação de uma aeronave daquele porte. 

Abraços

O AW119 foi escolhido pelo baixo valor de aquisição, baixo valor de manutenção e baixo custo de operação.

Só lembrar:

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A saída antecipada de 12 pilotos aviadores da Força Aérea poderá ser positiva para as três centenas que ficam, dado haver quem saia da academia para funções de gabinete. Mas talvez o mesmo não se possa dizer sobre as centenas de anos de experiência acumulada dos 60 sargentos que passaram neste ano à reserva por limite de idade.

Os números relativos aos pedidos de saída dos oficiais e da passagem à reserva de 73 sargentos - embora 13 deles continuem na efetividade de serviço - foram dados pela Força Aérea, que se escusou a dizer quantos pilotos tem, por essa ser uma informação classificada.

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"O problema é a falta de helicópteros", observou um oficial a propósito da esquadra dos EH-101, lembrando que as restrições financeiras dos últimos anos levaram vários desses operacionais a não obter com a rapidez desejada - ou conseguissem manter - as respetivas qualificações.

Claro que no 119 é tudo baixo até as capacidades da aeronave e o numero de motores que possui.
Por acaso sabes o custo hora de voo do 119 e do 109M ?

Mas não entendi porque foste buscar o numero de pilotos, entao se em vez de heli civil tivessemos um heli da mesma classe mas em versão militar eram precisos mais pilotos para o operar ? ??? ???
Abraços

O numero de pilotos foi só para mostrar a grande necessidade que temos de formar pilotos. E temos que o fazer não aumentando o orçamento para isso.  Logo mais vale um meio barato desde que consiga cumprir a missão e ter mais horas de voo para os formandos.

Os valores depende muito do operador, mas deve ser mais de 300€ por hora de voo.

É bom lembrar que o AW119 tem só um motor, mas é um Pratt & Whitney Canada PT6. É da família do motor do SuperTucano e do PC-21, mas com combustível diferente.
 

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tenente

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Re: Leonardo AW119 Mk.II Koala na FAP
« Responder #379 em: Dezembro 02, 2019, 11:23:43 pm »
Estive ontem á conversa com um elemento da protecção Civil, do meu tempo do serviço Militar e perguntei-lhe se os 119 que a FAP tem não seriam uteis nas missões da protecção Civil, e respondeu-me que sim pois fariam as mesmas missões que os helis ligeiros que são alugados todos os anos, fazem.

Agora aqui pergunto eu, e se a FAP com a verba alocada para os helis de Evakuação comprasse helis ligeiros versão " Militar" posteriormente vendendo/cedendo á ANPC, ou á GNR, ou á PSP, os lindos cinco 119 Civis?

A versão militar comprada, teria de ser um bimotor, e de certeza, que executaria todas as missões que os 119 executam.
Se o "novo" heli fosse da família dos 109M/119M, os pilotos já teriam a qualificação para os operar, portanto sem tempo perdido para tais formações.
O "Novo" heli estaria apto a executar a tão necessária missão de apoio próximo ás nossas FD,  portanto não seria necessário á FAP comprar mais um modelo de heli para o CAS.


O que se tinha, TEM, de ponderar é a compra de um Heli médio, entre as 05 e as 08 tons que complementasse as operações dos nossos 101, evitando a utilização destes helis em operações de SAR/Medevac para um numero reduzido de acidentados/doentes ou a distâncias tais que não obrigam a operação de um Merlin, poupando-se assim os custos/hora voo da operação de uma aeronave daquele porte. 

Abraços

O AW119 foi escolhido pelo baixo valor de aquisição, baixo valor de manutenção e baixo custo de operação.

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A saída antecipada de 12 pilotos aviadores da Força Aérea poderá ser positiva para as três centenas que ficam, dado haver quem saia da academia para funções de gabinete. Mas talvez o mesmo não se possa dizer sobre as centenas de anos de experiência acumulada dos 60 sargentos que passaram neste ano à reserva por limite de idade.

Os números relativos aos pedidos de saída dos oficiais e da passagem à reserva de 73 sargentos - embora 13 deles continuem na efetividade de serviço - foram dados pela Força Aérea, que se escusou a dizer quantos pilotos tem, por essa ser uma informação classificada.

Citar
"O problema é a falta de helicópteros", observou um oficial a propósito da esquadra dos EH-101, lembrando que as restrições financeiras dos últimos anos levaram vários desses operacionais a não obter com a rapidez desejada - ou conseguissem manter - as respetivas qualificações.

Claro que no 119 é tudo baixo até as capacidades da aeronave e o numero de motores que possui.
Por acaso sabes o custo hora de voo do 119 e do 109M ?

Mas não entendi porque foste buscar o numero de pilotos, entao se em vez de heli civil tivessemos um heli da mesma classe mas em versão militar eram precisos mais pilotos para o operar ? ??? ???
Abraços

O numero de pilotos foi só para mostrar a grande necessidade que temos de formar pilotos. E temos que o fazer não aumentando o orçamento para isso.  Logo mais vale um meio barato desde que consiga cumprir a missão e ter mais horas de voo para os formandos.

Os valores depende muito do operador, mas deve ser mais de 300€ por hora de voo.

É bom lembrar que o AW119 tem só um motor, mas é um Pratt & Whitney Canada PT6. É da família do motor do SuperTucano e do PC-21, mas com combustível diferente.

Redbaron o que é bom lembrar é  que o 119  por só  ter apenas a tal turbina xpto que referes é que esse heli está limitado e muito na missão SAR, por exemplo  se estiver um naufrago a 40 milhas da costa não  se pode empenhar este heli e tem de se utilizar o 101, lá cai a tal vantagem do reduzido custo hora de voo, alias 15% mais baixo que o 109M. Mas o 119 não está apto a ser armado para tal tera que ser modificado ou a FAP ter de adquirir um outro modelo de heli.

Cumprimentos
« Última modificação: Dezembro 02, 2019, 11:36:09 pm por tenente »
 

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LM

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Re: Leonardo AW119 Mk.II Koala na FAP
« Responder #380 em: Dezembro 03, 2019, 10:19:15 am »
Mas, talvez, a Força Aérea tenha apostado "as fichas todas" ao comprar o modelo mais fraco e barato de operar - que cumpre apenas algumas missões... havendo assim a necessidade de adquirir outro meio, mais completo, para servir entre este e o 101; se fosse para o 109M tinha um custo de aquisição / operação maior e nunca ia ter outro modelo.. assim pode "sonhar"
com algo tipo AW-169M?   
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dc

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Re: Leonardo AW119 Mk.II Koala na FAP
« Responder #381 em: Dezembro 03, 2019, 01:47:54 pm »
Eu penso que foi mesmo por aquela questão dos "20 milhões mais IVA". Com um orçamento desses, não dá para grande coisa. Tenho sérias dúvidas que tenha sido a pensar em futuros helicópteros médios, mas posso estar enganado.
 

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Re: Leonardo AW119 Mk.II Koala na FAP
« Responder #382 em: Dezembro 03, 2019, 02:59:00 pm »
Eu penso que foi mesmo por aquela questão dos "20 milhões mais IVA". Com um orçamento desses, não dá para grande coisa. Tenho sérias dúvidas que tenha sido a pensar em futuros helicópteros médios, mas posso estar enganado.

Com os 20 Milhões + IVA compravamos quatro 109M e ficavas com um heli militar que daria para as missões  de CAS e SAR a 100% !
Mas pelos vistos foi melhor terem poupado uns cobres com o 119, assim vão gastar bem mais noutro modelo de heli que faça as missões de evacuação, mesmo havendo os quatro 101 CSAR apenas a fazer SAR e transporte táctico, vamos desembolsar mais 53 milhões numa meia dezena de helis de outro modelo.

Abraços
 

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dc

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Re: Leonardo AW119 Mk.II Koala na FAP
« Responder #383 em: Dezembro 03, 2019, 03:20:18 pm »
4 AW-109M não davam para nada, no mínimo 7 ou 8 e mesmo neste número não conseguiam colmatar a falta de um helicóptero maior e teriam de adquirir outro helicóptero mais tarde ou mais cedo. Quando à comparação 109/119, preferia claramente o 109M, mas como já comprámos os 119, dava prioridade aos hélis médios agora.
 

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Re: Leonardo AW119 Mk.II Koala na FAP
« Responder #384 em: Dezembro 03, 2019, 03:50:24 pm »
4 AW-109M não davam para nada, no mínimo 7 ou 8 e mesmo neste número não conseguiam colmatar a falta de um helicóptero maior e teriam de adquirir outro helicóptero mais tarde ou mais cedo. Quando à comparação 109/119, preferia claramente o 109M, mas como já comprámos os 119, dava prioridade aos hélis médios agora.

mencionei quatro 109M pois os vinte milhões só dariam para quatro unidades.
A diferença é que se o tivéssemos comprado agora com os 53 milhões compraríamos pelo menos mais seis a oito unidades e a FAP ficaria com um heli militar e de duplo/triplo uso ao passo que com o 119 sabemos com o que a FAP fica.

Os  helis médios terão sempre que ser comprados, pois não há qualquer nexo em a FAP ter apenas duas classes de helis, os ligeiros e médios/pesados sem possuir um modelo intermédio que possa/deva substituir sempre que possível a operação dos 101, limitando desse modo os custos das horas de voo !

Abraços
 

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Lightning

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Re: Leonardo AW119 Mk.II Koala na FAP
« Responder #385 em: Dezembro 03, 2019, 08:59:12 pm »
Mas não entendi porque foste buscar o numero de pilotos, entao se em vez de heli civil tivessemos um heli da mesma classe mas em versão militar eram precisos mais pilotos para o operar ? ??? ???
Abraços

Penso que a ideia seja, por não haver muitos pilotos, ao meter os pilotos militares no combate aos fogos pode comprometer a disponibilidade de pilotos para missões militares. Têm que se fazer bem as contas, quantos há, quantos são precisos, quantos sobram.