Missão militar portuguesa na RCA

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #735 em: Novembro 02, 2019, 09:39:47 pm »
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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #736 em: Novembro 10, 2019, 09:58:54 pm »
Boa noite . Deixo aqui um endereço do sítio da mediotejo onde se pode ver uma reportagem sobre o aprontamento da 6 FND que está neste momento na RCA . Será interessante saber a avaliação que ela faz dos novos drones . Ocasiões para os usar não devem faltar com todos os problemas que têm surgido ultimamente com vários grupos armados em diversas zonas do país . Um abraço .

www.mediotejo.net/vn-barquinha-militares-vao-levar-aeronaves-nao-tripuladas-para-a-republica-centro-africana-c-video
 
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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #737 em: Novembro 19, 2019, 05:33:58 pm »

Uma perspectiva global da MINUSCA. O esforço dos países envolvidos no apoio aéreo às nossas tropas no terreno.
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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #738 em: Dezembro 03, 2019, 06:06:53 pm »
Boa tarde . Para quem estiver interessado deixo aqui uma ligação ao sítio Operacional com uma entrevista ao comandante da 6 FND na RCA  .Um abraço .
www.operacional.pt/comandante-da-6-a-fnd-conjunta-na-minusca-fala-ao-operacional
 

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #739 em: Dezembro 06, 2019, 09:20:32 pm »
Boa noite . Segundo o sítio do EP , a 7° FND anda a treinar com as novas viaturas ST5 URO VAMTAC que poderão seguir para o TO em 2020 . Para mais informação deixo aqui a ligação :
https://www.exercito.pt/pt/informação-pública/notícias/1371

Entretanto na RCA , segundo alguns OCS estará para breve uma grande operação militar MINUSCA/FACA contra o grupo UPC no leste do país , para libertar localidades ocupadas , nomeadamente Bambouti junto à fronteira com o Sudão do Sul . Um assunto a seguir nos próximos tempos caso a UPC não ceda ao ultimato das autoridades . Um abraço .
 
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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #740 em: Dezembro 15, 2019, 05:20:29 pm »
Boa tarde . A RTP foi à boleia do ministro da Defesa Nacional até à RCA ,e fez esta reportagem :
           https://www.rtp.pt/noticias/mundo/rtp-com-as-tropas-portuguesas-na-republica-centro-africana_v1192067

Um abraço .
 
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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #741 em: Janeiro 02, 2020, 05:36:59 pm »
Boa tarde . No bairro comercial PK 5 de maioria muçulmana na capital Bangui ,  houve confrontos entre grupos armados e comerciantes que causaram a morte a quase 50 pessoas entre os dias 24 e 26 de dezembro . A MINUSCA mandou uma força de reacção rápida , na qual se inclui a força portuguesa para patrulhar o bairro . Esses grupos armados comportam-se como verdadeiras máfias que praticam extorsão e obrigam os comerciantes a pagar para sua protecção . Estes últimos fartaram-se de ser 'tosquiados' e pegaram em armas para se defender.
Esta 6° FND não tem tido muito sossego . Após duas missões no noroeste do país , pelos vistos , nem sequer puderam passar um Natal descansado . Deixo aqui um endereço para quem percebe francês e quiser saber mais . No vídeo pode-se ver militares portugueses no bairro .
https://afriquenewsinfo.wordpress.com/2019/12/31/centrafriquele-pk5-declare-zone-sans-armes

Um abraço , e bom ano de 2020 .
 
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Lightning

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #743 em: Janeiro 07, 2020, 09:20:11 am »
Facebook das Forças Armadas Portuguesas

Citar
Os Paraquedistas, da 6ª Força Nacional Destacada na missão das Nações Unidas na República Centro-Africana, foram empenhados este sábado, dia 4 de janeiro, numa nova ação para garantir a segurança da Representante Especial Adjunta do Secretário-Geral da ONU para esta Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), Senhora Denise Brown, em mais uma ronda de negociações pela paz no 3º distrito de Bangui, capital deste país.

Na ação foram empenhadas equipas de Paraquedistas com viaturas HMMWV, e uma viatura Pandur RWS (“Remote Weapon Station”).

Os militares portugueses tiveram como missão a escolta das entidades em reforço da Equipa de Proteção Próxima do departamento de segurança das Nações Unidas, mantendo igualmente uma força para reação imediata muito próxima do local, com capacidade para intervir de forma eficaz, caso necessário.

 
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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #744 em: Janeiro 13, 2020, 02:33:20 pm »
Revealed: How Iran tried to set up terror cells in Central Africa
&
Letter dated 6 December 2019 from the Panel of Experts on the
Central African Republic extended pursuant to resolution 2454
(2019) addressed to the President of the Security Council

https://www.telegraph.co.uk/news/2020/01/11/revealed-iran-tried-set-terror-cells-central-africa/

undocs.org/S/2019/930
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #745 em: Janeiro 14, 2020, 09:40:57 am »
Citação de: The Way of the Warriors
O 2º Batalhão de Paraquedistas já usa as viaturas URO VAMTAC ST5 no seu aprontamento para a futura missão na Republica Centro Africana.

7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #746 em: Janeiro 14, 2020, 09:49:14 am »
Muito bem!

Para treinar tiraram os ROSY?
« Última modificação: Janeiro 14, 2020, 10:24:25 am por MATRA »
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Sir Winston Churchill
Democracies aren’t overthrown; they’re given away
George Lucas, 2005
 

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tenente

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #747 em: Janeiro 14, 2020, 10:45:33 am »
Dá gosto ver o nosso pessoal com o novo armamento individual, e viaturas á maneira.

Abraços
« Última modificação: Janeiro 14, 2020, 10:46:09 am por tenente »
 
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Lusitaniae

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #748 em: Janeiro 14, 2020, 02:05:18 pm »
RCA: ONU quer que Portugal reforce presença com meios aéreos

Lisboa, 13 janeiro 2020 (Lusa) -- O representante especial do secretário-geral das Nações Unidas para a República Centro-Africana defendeu hoje o reforço do papel de Portugal no país com mais meios aéreos.

"Vou tentar ver com o senhor ministro o que podemos fazer em conjunto para reforçar os meios de intervenção da Minusca [Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana], incluindo com meios aéreos", revelou hoje Mankeur Ndiaye, à margem de uma conferência no Instituto de Defesa Nacional.

"Os meios aéreos são muito importantes", disse o representante, que se reunirá ao final da tarde com o ministro Gomes Cravinho.

Na reunião, o diplomata disse que irá "felicitar" Portugal pelo "papel importante que desempenha nas operações de manutenção da paz em todo o mundo e, em particular, na RCA através da Força de Reação Rápida portuguesa" que integra a Minusca, com 180 militares portugueses.

A Força de Reação Rápida portuguesa, disse, "faz a diferença no terreno".

"Vou também felicitar o profissionalismo dos soldados portugueses, e o compromisso político e militar de Portugal na RCA", acrescentou.

O representante de António Guterres na RCA admitiu que a falta de financiamento está a fazer "deslizar" os prazos do processo eleitoral -- central no quadro do acordo de paz assinado em 6 de fevereiro último pelo Governo do país com 14 grupos armados, que controlam mais de dois terços de um território equivalente à área reunida de França e a Bélgica.

"Insistimos na necessidade da mobilização dos recursos, porque sem recursos não poderemos organizar as eleições", disse. O tema será também abordado com Gomes Cravinho.

"O orçamento foi definido [37,4 milhões de euros], a comunidade internacional conhece-o, a União Europeia prometeu 15 milhões de euros, que deverá disponibilizar dentro de dois meses", mas "é preciso que os outros parceiros, multilaterais e bilaterais, possam contribuir com a sua parte para que os recursos necessários possam ser mobilizados e as eleições possam ser realizadas", disse.

A autoridade nacional eleitoral da RCA devia estar já proceder ao registo dos eleitores, "uma pequena derrapagem" que "poderá ser recuperada" se o financiamento for colocado à disposição da Minusca, garantiu Ndiaye, que mantém o essencial do calendário: "Temos que realizar a primeira volta das eleições presidenciais e legislativas em dezembro e, eventualmente, se for necessária uma segunda volta [das presidenciais], em 15 de fevereiro de 2021, para que o novo presidente eleito esteja em condições de tomar posse a partir do final de março de 2021".

"A comunidade internacional está empenhada para que tenhamos eleições no respeito do direito constitucional e em condições de segurança. A MINUSCA foi mandatada pelas Nações Unidas para oferecer um apoio técnico, logístico e de segurança à organização das eleições. Por isso, lançamos um apelo a todos os atores políticos para que inscrevam nessa perspetiva, porque a RCA não pode dar-se ao luxo de um novo processo de transição", reforçou.

Em entrevista à Lusa no final de dezembro, o general Marco Serronha afirmou que a missão tem falta de helicópteros de ataque para apoio aos militares no terreno.

O general Marco Serronha, atual Chefe do Estado-Maior do Comando Conjunto para as Operações Militares, foi durante 14 meses o segundo comandante da força militar da MINUSCA.

O general português explicou que três helicópteros de ataque do Senegal atuavam em conjunto com a Força de Reação Rápida portuguesa na RCA, ao serviço da MINUSCA. Contudo, um deles despenhou-se em outubro causando a morte de quatro tripulantes.

"Os outros dois helicópteros já estavam com problemas e o Senegal neste momento não está a conduzir operações e, provavelmente, pode até retirar o seu contingente. Esta poderá ser uma falha que a ONU vai ter de resolver, tentando convencer outros países a darem helicópteros de ataque para fortalecer o potencial de combate da nossa força de reação rápida", disse então.

"Normalmente há sempre cobertura aérea quando a Força de Reação Rápida se movimenta para fazer alguma operação militar mais assertiva sobre um grupo armado, normalmente os helicópteros de ataque participavam. Não é que ataquem com grande poder de fogo os elementos dos grupos armados, mas tem um elemento dissuasor muito forte" disse.

A RCA caiu no caos e na violência em 2013, depois do derrube do ex-Presidente François Bozizé por grupos armados juntos na Séléka, o que suscitou a oposição de outras milícias, agrupadas sob a designação anti-Balaka.

O Governo centro-africano controla um quinto do território e o resto é dividido por mais de 15 milícias que procuram obter dinheiro através de raptos, extorsão, bloqueio de vias de comunicação, recursos minerais (diamantes e ouro, entre outros), roubo de gado e abate de elefantes para venda de marfim.

APL (AJO) // PJA

Lusa/Fim
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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #749 em: Janeiro 14, 2020, 02:47:41 pm »
Meios Aéreos, pois!!  :mrgreen:

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