Missão militar portuguesa na RCA

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MATRA

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #660 em: Agosto 16, 2019, 05:51:27 pm »
Porque raio as FFAA em pleno sec XXI, e com falta de efectivos que tem, desperdiçam Militares como este, com a experiência que tem.
A mais valia que elementos como este trariam para a Instituição deitada fora, porque raio não se constitui um quadro para a classe das Praças ???
Não consigo entender !!

Abraços

Concordo plenamente!

-Entre os 15 melhores do curso em 70.
-Com experiência de combate
-24 anos (com muito para dar ao nível operacional)
-Motivado!!

Onde vai em Portugal? .......... PARA CASA!
An appeaser is one who feeds a crocodile — hoping it will eat him last.
Sir Winston Churchill
 

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HSMW

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #661 em: Agosto 16, 2019, 06:13:04 pm »
Cada um sabe da sua vida mas as opções estão em cima da mesa desde o inicio.
Têm possibilidade de ingressar no quadro como Sargento e têm 6 anos para fazer pela vida. ESE, GNR, PSP são as opções mais comuns.

Aqui não parece ser o caso mas conheço muitos que sempre quiseram trabalho mínimo e responsabilidade zero durante esse tempo.
Depois vão-se chorar para o facebook que os mandaram para casa ao fim do contrato.


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Camuflage

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #662 em: Agosto 16, 2019, 08:33:31 pm »
Os limites de idade impostos atualmente não fazem sentido e são desadequados à nossa realidade. Se querem recrutar mais pessoas têm que alargar o limite de idade e alterar a forma de subir na carreira. Haverá cada vez menos jovens é um facto demográfico, portanto devem começar a usar a cabeça e fazer alterações aos acessos ao quadro e limites de idade.
 

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tenente

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #663 em: Agosto 16, 2019, 08:45:58 pm »
Porque raio as FFAA em pleno sec XXI, e com falta de efectivos que tem, desperdiçam Militares como este, com a experiência que tem.
A mais valia que elementos como este trariam para a Instituição deitada fora, porque raio não se constitui um quadro para a classe das Praças ???
Não consigo entender !!

Abraços


Por causa disto:



 ;)

Gastos com vencimentos na classe de Praças ???
Stalker sabes quanto ganha um Praça ou um 1º Cabo ??
Se fosse um oficial ou até um sargento concordava contigo até porque se num Exército com 12.500 efectivos, os Oficiais e Sargentos já são mais de 6000, o suficiente para um Exército com mais do triplo de efectivos, só em Praças, agora existir um quadro permanente para Praças ser um custo por aí além, desculpa, mas não concordo, porque os vencimentos da totalidade dos Praças representa cerca de 15% do total que é dispendido em vencimentos no Exército.

Abraços
« Última modificação: Agosto 16, 2019, 09:36:55 pm por tenente »
 

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HSMW

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #664 em: Agosto 16, 2019, 08:59:05 pm »
Concordo. O limite de 24 anos é absurdo.

Outra medida que faria sentido e garantia um certo numero de efectivos seria a obrigatoriedade de serviço militar para ingresso nas PSP, GNR e GP.
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tenente

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #665 em: Agosto 16, 2019, 09:37:34 pm »
Concordo. O limite de 24 anos é absurdo.

Outra medida que faria sentido e garantia um certo numero de efectivos seria a obrigatoriedade de serviço militar para ingresso nas PSP, GNR e GP.

como acontecia nas décadas de 80 e 90 !!

Abraços
 

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Red Baron

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #666 em: Agosto 16, 2019, 09:51:28 pm »
Os limites de idade impostos atualmente não fazem sentido e são desadequados à nossa realidade. Se querem recrutar mais pessoas têm que alargar o limite de idade e alterar a forma de subir na carreira. Haverá cada vez menos jovens é um facto demográfico, portanto devem começar a usar a cabeça e fazer alterações aos acessos ao quadro e limites de idade.

Isso e oferecer isenção de propinas no ensino superior e dar pontos para a nota de entrada nos cursos.
 

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PereiraMarques

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #667 em: Agosto 16, 2019, 09:58:03 pm »
Os Politécnicos estão quase todos às moscas... E as FA a pagar cerca de 900€  de propinas por ano nem gastavam muito... Bastava protocolar uma determinada % de vagas e uma ou duas épocas de avaliação suplementar para militares.
 

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smg

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #668 em: Agosto 16, 2019, 11:05:07 pm »
Boa noite . Entretanto na RCA , a tal UPC continua a fazer das suas . Segundo a própria ONU , é o grupo responsável por mais violações dos acordos de paz de Cartum . Parece que eles , assim como outros grupos  , andam a comprar armas no Chade e no Sudão . Deve ser para repor o stock , depois dos portugueses terem apreendido muito armamento . O chefe  , Ali Darrassa , foi nomeado  'conselheiro para a segurança ' , uma espécie de 'tacho' que arranjaram para vários chefes de grupos armados , mas nem isso parece ser suficiente para o acalmar .
Falando em armas , os russos andam a fornecer armamento às FACA para 8 batalhões , cerca de 2700 soldados formados por eles e pela EUTM . Bem que precisam dele . Parece que em certas zonas , as FACA só saem do quartel acompanhadas por tropas da Minusca  e evitando sempre as zonas onde se encontram os grupos armados . Assim vai ser difícil restabelecer a autoridade do estado em todo o território .
Em relação à entrevista , um mês para se habituar ao clima , não é um pouco exagerado ? Ou simplesmente não houve necessidade de recorrer à PQRF ,e por isso tiveram esse tempo todo disponível ? Sendo os paraquedistas uma componente habitual da FRI ,devem poder ser projectados para um TO num curto espaço de tempo e entrar logo em acção . Sei que é sempre arriscado comparar épocas e situações diferentes , mas o meu pai acabou o curso de paraquedismo em março de 1961 , e seguiu para Angola em abril com a 2CCP . Diz que foi aterrar em Luanda , sair do avião , equipar-se e foram logo mandados para Ucua que tinha sido atacada . O que encontraram lá ,não vale a pena contar aqui , mas não tiveram sequer um dia para se aclimatar . Foram de imediato para o mato e para a guerra . Ouço às vezes alguns militares falarem da menor rusticidade das gerações mais novas . O que é isso afinal ? E isso pode explicar certas situações como esta , ou não tem nada a ver ? Agradeço desde já as respostas .
Um abraço .
 
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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #669 em: Agosto 17, 2019, 09:24:52 am »
Provavelmente só não houve necessidade de serem empenhados nesse mês para além de um normal período de habituação...

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asalves

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #670 em: Setembro 05, 2019, 03:00:25 pm »
Boa noite . Entretanto na RCA , a tal UPC continua a fazer das suas . Segundo a própria ONU , é o grupo responsável por mais violações dos acordos de paz de Cartum . Parece que eles , assim como outros grupos  , andam a comprar armas no Chade e no Sudão . Deve ser para repor o stock , depois dos portugueses terem apreendido muito armamento . O chefe  , Ali Darrassa , foi nomeado  'conselheiro para a segurança ' , uma espécie de 'tacho' que arranjaram para vários chefes de grupos armados , mas nem isso parece ser suficiente para o acalmar .
Falando em armas , os russos andam a fornecer armamento às FACA para 8 batalhões , cerca de 2700 soldados formados por eles e pela EUTM . Bem que precisam dele . Parece que em certas zonas , as FACA só saem do quartel acompanhadas por tropas da Minusca  e evitando sempre as zonas onde se encontram os grupos armados . Assim vai ser difícil restabelecer a autoridade do estado em todo o território .
Em relação à entrevista , um mês para se habituar ao clima , não é um pouco exagerado ? Ou simplesmente não houve necessidade de recorrer à PQRF ,e por isso tiveram esse tempo todo disponível ? Sendo os paraquedistas uma componente habitual da FRI ,devem poder ser projectados para um TO num curto espaço de tempo e entrar logo em acção . Sei que é sempre arriscado comparar épocas e situações diferentes , mas o meu pai acabou o curso de paraquedismo em março de 1961 , e seguiu para Angola em abril com a 2CCP . Diz que foi aterrar em Luanda , sair do avião , equipar-se e foram logo mandados para Ucua que tinha sido atacada . O que encontraram lá ,não vale a pena contar aqui , mas não tiveram sequer um dia para se aclimatar . Foram de imediato para o mato e para a guerra . Ouço às vezes alguns militares falarem da menor rusticidade das gerações mais novas . O que é isso afinal ? E isso pode explicar certas situações como esta , ou não tem nada a ver ? Agradeço desde já as respostas .
Um abraço .

Pelo que li as nossas forças na RCA eram suposto serem usadas muito esporadicamente, contudo devido a todo um conjunto de situações acabam por fazer mais do que era suposto inicialmente. Provavelmente tiveram 1 mes pois não foi urgente serem usadas mais cedo.

Em relação ao antigamente, uma coisa é estas missões que são planeadas com 1 ano de antecedência e que bem ou mal não temos necessidade de ir a correr resolver o problema, outra coisa é estar em guerra durante uns anos, em que o território nacional está em perigo, e que existe escassez de homens no terreno, e ai encurta-se etapas, muitas das vezes isso trás consequências mais ou menos visíveis.
 

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #671 em: Setembro 07, 2019, 03:33:38 pm »
Concordo. O limite de 24 anos é absurdo.

Outra medida que faria sentido e garantia um certo numero de efectivos seria a obrigatoriedade de serviço militar para ingresso nas PSP, GNR e GP.

como acontecia nas décadas de 80 e 90 !!

Abraços

Acho que no governo do PP meteram uma percentagem, mas foi abolida.
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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Cabeça de Martelo

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7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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LM

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #673 em: Setembro 14, 2019, 05:38:25 pm »
Deve haver forma de colocar o vídeo sem ser por link do FB, mas eu não sei como...

https://www.facebook.com/277993702401379/posts/1142224855978255/?sfnsn=mo

"Uma Força fabulosamente capaz, rápida e eficaz".

Foi assim que Al Venter, um dos autores e investigadores militares anglo-saxónico mais reconhecidos do mundo, descreveu a Força de Reação Rápida, das Forças Armadas Portuguesas, em missão na República Centro-Africana ao serviço das Nações Unidas desde 2017.

Al Venter esteve recentemente em Portugal, para preparar o seu próximo trabalho, um livro sobre os militares portugueses em Forças Nacionais Destacadas na República Centro-Africana.

Durante a estadia, foi entrevistado pela RTP e recebido em audiência de cumprimentos pelo CEMGFA, Almirante António Silva Ribeiro, Al Venter apresentou o projeto do livro, tendo recebido o apoio do Estado-Maior-General das Forças Armadas.

Ainda este mês, o escritor vai deslocar-se à República Centro Africana, onde visitará a 6ªForça Nacional Destacada na Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana e a Missão de Treino da União Europeia.
« Última modificação: Setembro 14, 2019, 05:48:54 pm por LM »
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Responder #674 em: Setembro 19, 2019, 03:32:57 pm »
Portugal vai fornecer equipamento militar à República Centro-Africana



Portugal vai fornecer equipamento militar à República Centro-Africana (RCA) no âmbito de um acordo de cooperação na área da defesa que será assinado entre os dois países.

A realização deste acordo foi um dos assuntos abordados na reunião realizada no Forte de São Julião da Barra, em Oeiras, entre o Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, e a Ministra da Defesa da República Centro-Africana, Marie-Noëlle Koyara, que tinham estado reunidos em dezembro e julho.

Numa conferência de imprensa conjunta, o ministro português referiu que «já existe um esboço de acordo que está atualmente a ser examinado pelas autoridades da RCA».

«Acredito que, ao longo dos próximos meses, seja possível encontrar um acordo satisfatório para ambas as partes e que nos dê um chapéu para a nossa cooperação» disse João Gomes Cravinho.

O Ministro disse também que Portugal e a RCA já mantêm «várias atividades de cooperação», dando como exemplo a permanência, nos últimos anos, de cerca de 200 militares portugueses na RCA e que servirá de base «para uma cooperação mais profunda e duradoura».

No caso do fornecimento de equipamento militar, João Gomes Cravinho afirmou que está atualmente a ser feita a «identificação das necessidades» mas que Portugal já manifestou abertura para prestar esse apoio.

Formação das tropas especiais

Segundo o Ministro da Defesa português, o futuro acordo de cooperação prevê também um aprofundamento na área da formação sobretudo nível das tropas especiais.

«As nossas tropas especiais, os paraquedistas e os comandos, deixaram uma imagem muito viva e muito positiva e é natural que em função disso tenha havido intenção da parte da RCA na formação de tropas especiais, isso será uma matéria de trabalho conjunto», disse ainda.

A Ministra da RCA, por sua vez, elogiou a atuação dos militares na República Centro-Africana, sublinhando que a sua presença é reconhecida pela população.

https://www.portugal.gov.pt/pt/gc21/comunicacao/noticia?i=portugal-vai-fornecer-equipamento-militar-a-republica-centro-africana
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

 

Origem da palavra "Commando" portuguesa?

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