Fuzileiros da Armada Portuguesa

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Lynx1713

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Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Responder #1440 em: Abril 04, 2021, 10:04:57 pm »
Os Fuzileiros qualquer dia nem as LARC têm...

https://www.facebook.com/groups/lusitania.historiaemilitaria/permalink/1599452760225273

Já deve faltar pouco para assumir que para além do PelBoard e do DAE, o resto do Corpo de Fuzileiros é para transformar em mera Polícia Naval / Guarda de Honra da Armada.  :-P

Os Fuzileiros qualquer dia nem as LARC têm...

https://www.facebook.com/groups/lusitania.historiaemilitaria/permalink/1599452760225273

Já deve faltar pouco para assumir que para além do PelBoard e do DAE, o resto do Corpo de Fuzileiros é para transformar em mera Polícia Naval / Guarda de Honra da Armada.  :-P

Podia era haver uma maior cooperação entre FFZ e a BRR onde eram integrados em FND, 20 ou 30 elementos ficavam melhor equipados a nivel individual e podiam sair para missões como tiveram no Afeganistão. Na altura foram treinados pelos comandos o que é positivo a nível profissional dos operacionais.
Vou dar o exemplo de Moçambique, se além da formação tivessem de intervir diretamente, ter os Fuzos e a ajuda da marinha em termos de suprimentos, de proteção e ação era uma maior valia e mais seguro.
Não apenas podia atrair mais investimento, motivava os profissionais e chamava mais gente para a marinha.

 

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dc

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Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Responder #1441 em: Abril 04, 2021, 10:33:41 pm »
Mas o apoio mútuo entre os ramos (não só entre as forças de elite) era algo que já devia ser praticado há muito, por uma questão de bom senso. Os respectivos ramos são demasiado pequenos, tanto em pessoal como em equipamento, para desempenharem qualquer operação de forma de forma independente.

Missões simples ainda safa, noutras o apoio (logístico por exemplo) de países mais poderosos, é o que vai ajudando. Se, no caso de Moçambique, fosse necessário uma intervenção militar portuguesa apenas com o apoio das forças moçambicanas, estávamos em muitos maus lençóis. Creio que mesmo com apoio pleno inter-ramos, ainda teríamos umas FAs muito frágeis, falta de efectivos e equipamento desadequado ou obsoleto (ou ambos).

Mais investimento? Duvido, mais depressa era o oposto, ainda arranjavam a desculpa de que os Fuzos podiam usar os veículos dos Comandos, portanto não era preciso comprar mais. Aqui o problema começa logo na falta de vontade, algo que ficou visível há uns meses quando o governo mandou para trás o estudo dos efectivos, pedindo outro estudo (empurrar com a barriga), em vez de arranjar uma solução para um problema urgente.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Responder #1442 em: Abril 06, 2021, 10:43:38 am »
Relembro que os primeiros contingentes Portugueses em Timor tinham um BIPara, uma Companhia de Fuzileiros, um DOE, etc.

Se os Fuzileiros ainda não foram para uma RCA é porque o Exército não teve interesse/necessidade porque senão iam (como foram por exemplo para o Kosovo).

Neste caso penso que o que foi acordado pelos governos Português e Moçambicano era Formadores dos Fuzileiros e Comandos, por isso oficialmente eles vão.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lightning

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Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Responder #1443 em: Abril 06, 2021, 11:14:36 am »
Se os Fuzileiros ainda não foram para uma RCA é porque o Exército não teve interesse/necessidade porque senão iam (como foram por exemplo para o Kosovo).

Sim, ficaram com a missão na Lituânia, que antes ia o exército.

PS: Tenho pena, pois era uma oportunidade de preparar/projectar forças que não são comuns para nós, como artilharia e cavalaria, agora vão sempre os fuzos, e a artilharia/cavalaria podem participar em missões como se fossem infantaria. Podia existir outro sistema que permitisse outros forças do exército participarem nestes exercícios internacionais na Lituânia, e ao mesmo tempo os fuzileiros também poderem ir por exemplo, para o Afeganistão e/ou a RCA.

Citar
Neste caso penso que o que foi acordado pelos governos Português e Moçambicano era Formadores dos Fuzileiros e Comandos, por isso oficialmente eles vão.

Penso que sim, até porque o governo de Moçambique tem que melhorar o controlo da sua costa, abordagem a navios suspeitos, e controlar o lago Niassa.
 

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tenente

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Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Responder #1444 em: Abril 06, 2021, 11:21:38 am »
Se os Fuzileiros ainda não foram para uma RCA é porque o Exército não teve interesse/necessidade porque senão iam (como foram por exemplo para o Kosovo).

Sim, ficaram com a missão na Lituânia, que antes ia o exército.

PS: Tenho pena, pois era uma oportunidade de preparar/projectar forças que não são comuns para nós, como artilharia e cavalaria, agora vão sempre os fuzos, e a artilharia/cavalaria podem participar em missões como se fossem infantaria. Podia existir outro sistema que permitisse outros forças do exército participarem nestes exercícios internacionais na Lituânia, e ao mesmo tempo os fuzileiros também poderem ir por exemplo, para o Afeganistão e/ou a RCA.

Citar
Neste caso penso que o que foi acordado pelos governos Português e Moçambicano era Formadores dos Fuzileiros e Comandos, por isso oficialmente eles vão.

Penso que sim, até porque o governo de Moçambique tem que melhorar o controlo da sua costa, abordagem a navios suspeitos, e controlar o lago Niassa.

Para controlar a parte Moçambicana do Lago Niassa, o Gov Moçambicano teria de investir em meios navais, coisa que desde a saída da nossa marinha das bases de Metangula e Maniamba nunca foi feito.
As poucas lanchas, se é que ainda as há, eram as nossas dos anos 70.
As instalações das duas bases estão um caos !!!!

Abraços
 

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Vitaminar

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Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Responder #1445 em: Abril 06, 2021, 12:59:21 pm »
Atividades operacionais dos Fuzileiros nos últimos tempos:
  • Afeganistão|RSM (Resolute Support Mission)|01 ago 2020- 01 fev 2021
  • RCA|EUTM RCA – European Union Training Mission|01 out 2020- 01 set 2021
  • São Tomé e Príncipe|Projeto de Capacitação da Guarda Costeira|10 jul 2020- 10 nov 2020
  • Lituânia|NSHQ (NATO Special Operations Headquarters)|01 ago 2017- 01 dez 2020
  • Mauritania|Exercício de Operações Especiais “FLINTLOCK”|10 fev 2020- 03 mar 2020
  • Espanha|Exercício GRUFLEX (Com a Infantaria de Marinha de Espanha)|23 fev 2020- 05 mar 2020
Missões embarcados:
  • Mar Mediterrâneo |Operação Francesa do Grupo Aeronaval Charles de Gaulle|08 mar 2020- 09 abr 2020
  • Perto de Marrocos |Exercício Alcântara|07 mar 2020- 13 mar 2020
  • Már Baltico|SNMG1 – Standing NATO Maritime Group One|20 jul 2020- 01 jan 2021
Missão individual de Fuzileiros:
  • Colombia|UNMVC – United Nations Verification Mission|01 fev 2020- 01 fev 2021
  • EUA|CJOS COE (Combined Joint Operations from de Sea – Center Of Excellence)|01 set 2020- 01 ago 2023
  • Mali|EUTM Mali - European Union Training Mission|01 set 2020- 01 mar 2021
  • Angola|20 jan 2020- 20 jan 2021
  • Moçambique|01 out 2019- 01 jan 2021
  • Timor-Leste|06 set 2019- 01 jan 2021
 

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PereiraMarques

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Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Responder #1446 em: Abril 08, 2021, 10:14:47 pm »
Tenho boas e más notícias para os Fuzileiros...querem que conte quais primeiro?  :mrgreen:
 

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LM

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Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Responder #1447 em: Abril 08, 2021, 10:19:01 pm »
As más devem ser muito más e as boas... boazinhas. O que vale é ter baixas expectativas sobre a defesa deste país. Venham as más 1° pf
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 
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Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Responder #1448 em: Abril 08, 2021, 10:24:09 pm »
As "más" é que vão (finalmente) ter VTLB em 2.ª mão e devem estar pior que o "quico de um trolha"... :-P

As "boas" é que a cedência é "temporária" até à revisão da LPM...  :mrgreen:

 

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dc

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Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Responder #1449 em: Abril 08, 2021, 10:27:17 pm »
Mesmo as más são melhores do eu pensava. Eu estava a pensar em algo do género "boas notícias: vai aumentar o investimento nos Fuzos, más notícias: o aumento vai servir para comprar tacos de golfe".  :mrgreen:

Quais são as VTLB, sabe-se? Humvee do Exército ou algo proveniente de outro país?
 

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PereiraMarques

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Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Responder #1450 em: Abril 08, 2021, 10:29:03 pm »
 

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PereiraMarques

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Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Responder #1451 em: Abril 08, 2021, 10:35:08 pm »
Mesmo as más são melhores do eu pensava. Eu estava a pensar em algo do género "boas notícias: vai aumentar o investimento nos Fuzos, más notícias: o aumento vai servir para comprar tacos de golfe".  :mrgreen:

Quais são as VTLB, sabe-se? Humvee do Exército ou algo proveniente de outro país?

Correcto!

Citar
------- Despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, n.º 18/21, de 7 de abril:
GRUPO DE TRABALHO PARA A EDIFICAÇÃO DA CAPACIDADE DE MOBILIDADE TÁTICA TERRESTRE DAS FORÇAS DE FUZILEIROS (GT-MTAT).
Considerando que:
As Viaturas Táticas Ligeiras Blindadas (VTLB) contribuem para a capacidade de mobilidade tática terrestre das forças de fuzileiros.
O Despacho n.º 53/MDN/2020, de 14 de outubro de 2020, estabelece a intenção de continuar a rentabilizar as viaturas táticas blindadas denominadas High Mobility Multipurpose Wheeled Vehicles (HMMWV), que o Exército retraiu do teatro de operações da
República Centro Africana, nomeadamente através da sua utilização noutras valências do sistema de forças nacional.
No cumprimento do mencionado despacho, o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA) apresentou ao Ministro da Defesa Nacional a Proposta n.º 002/CEMGFA/2021, de 3 de fevereiro, para a cedência temporária de viaturas HMMWV do
Exército à Marinha, em função da disponibilidade e necessidade para o cumprimento de missões internacionais por Forças de Fuzileiros, no quadro das Forças Nacionais Destacadas (FND), enquanto a Marinha não dispuser de meios próprios.
O MDN, por despacho datado de 26 de fevereiro de 2021, aprovou a referida proposta, na sequência da qual foi criado um grupo de trabalho para a implementação do projeto piloto de cedência temporária de viaturas táticas blindadas HMMWV do Exército à Marinha (GT-HMMWV), na dependência direta do CEMGFA, que integra um representante da Marinha.
Assim, ao abrigo do disposto na alínea a), do n.º 1, do artigo 17.º da Lei de Orgânica de Bases da Organização das Forças Armadas (LOBOFA), aprovada pela Lei Orgânica n.º 1-A/2009, de 7 de julho, na sua redação atual, determino:
1. É criado, na dependência do vice-almirante Superintendente do Material, o Grupo de Trabalho para a Edificação da Capacidade de Mobilidade Tática Terrestre das Forças de Fuzileiros (GT-MTAT), ao qual compete:
a. Apoiar o representante da Marinha no GT-HMMWV, criado pelo Despacho n.º 034/CEMGFA/2021, de 5 de março de 2021, com os elementos necessários para que desempenhe adequadamente as suas funções;
b. Avaliar o estado do material e as configurações dos veículos a ceder pelo Exército;
c. Estudar, analisar e propor medidas relativas à receção, operação e sustentação das viaturas cedidas temporariamente pelo Exército, tendo em vista o emprego na FND 2021 - “Medidas de Tranquilização na Lituânia” e outras que venham a ser determinadas;
d. Estudar, analisar e propor uma linha de ação tendo em vista edificar a capacidade de mobilidade tática terrestre das forças de fuzileiros, na vertente das VTLB, nomeadamente no quadro de uma eventual alteração ou revisão da Lei de Programação Militar.
2. O GT-MTAT é chefiado pelo Diretor de Navios, e é composto pelos seguintes elementos:
a. O Chefe da Equipa de Projetos – Novos Meios, da Direção de Navios, que exerce as funções de Coordenador;
b. Dois representantes do Estado-Maior da Armada, um da Divisão de Operações e outro da Divisão de Material;
c. Um representante da Superintendência do Material, da Direção de Transportes;
d. Três representantes do Comando Naval, um da Divisão de Logística e dois do Corpo de Fuzileiros;
e. Um representante da Superintendência do Pessoal, da Direção de Formação;
f. Um representante da Superintendência das Finanças, da Direção de Administração Financeira;
g. Sempre que a razão dos trabalhos o justifique, o grupo pode agregar representantes de outros organismos da Marinha de acordo com as matérias a serem abordadas.
3. O Coordenador do GT-MTAT desempenha, em acumulação, a função de representante da Marinha no GT-HMMWV.
4. O Chefe do GT-MTAT submete à apreciação do vice-almirante Superintendente do Material, no prazo de 30 dias, os termos de referência do respetivo GT e, logo que os trabalhos se aproximem da sua conclusão, propõe a sua extinção.
5. Os órgãos mencionados no n.º 2 nomeiam os seus representantes, por mensagem endereçada à Direção de Navios, até cinco dias após a publicação do presente despacho.
6. A proposta indicada na alínea c) do n.º 1 deve ser-me apresentada até 30 de abril de 2021.
7. O presente despacho entra em vigor na data da sua publicação em OA1.

https://www.marinha.pt/pt/informacao-instituicional/Lists/PM_DocsOrdens/OA1_027_21_Ext_int.pdf
 
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Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Responder #1452 em: Abril 08, 2021, 10:52:08 pm »
Já tem vergonha de ir de Patrol para a Lituânia  :mrgreen:.

Mas vejo aqui alguns pontos positivos, como a possibilidade de material transitar entre ramos militares, aos poucos, vai acabando o espírito de "quintinha", o material é do Estado pago com dinheiro dos contribuintes, se uma entidade não têm utilidade para certo material então é correcto este ir para outra entidade que lhe pode dar uso.

Outro ponto positivo é que com a ida dos Humvee para a Marinha acho mais provável, no futuro, os fuzileiros receberem veículos recentes desta tipologia.

"O lixo de uns é o luxo de outros."
« Última modificação: Abril 08, 2021, 10:53:40 pm por Lightning »
 
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Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Responder #1453 em: Abril 08, 2021, 11:01:51 pm »
Desde que funcionem e cumpram a função, servem perfeitamente. É de facto uma boa notícia, pelo menos deixaram-se de mariquices.

Agora, serão os Plasan Sasa ou os M1151? Estes últimos sempre são mais recentes.
 

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Vitaminar

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Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Responder #1454 em: Abril 08, 2021, 11:08:08 pm »
Já tem vergonha de ir de Patrol para a Lituânia  :mrgreen:.

Mas vejo aqui alguns pontos positivos, como a possibilidade de material transitar entre ramos militares, aos poucos, vai acabando o espírito de "quintinha", o material é do Estado pago com dinheiro dos contribuintes, se uma entidade não têm utilidade para certo material então é correcto este ir para outra entidade que lhe pode dar uso.

Outro ponto positivo é que com a ida dos Humvee para a Marinha acho mais provável, no futuro, os fuzileiros receberem veículos recentes desta tipologia.

"O lixo de uns é o luxo de outros."
Isto da reforma das Forças Armadas e na centralização do poder no CEMGFA. É positivo para acabar com  o
Citar
espírito de "quintinha"
?

Podiam era entregar os Humvee com umas SCAR-L  lá dentro como presente ::)
 
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