P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa

  • 546 Respostas
  • 89074 Visualizações
*

Charlie Jaguar

  • Investigador
  • *****
  • 5274
  • Recebeu: 5160 vez(es)
  • Enviou: 3426 vez(es)
  • +10042/-2630
Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Responder #465 em: Outubro 31, 2023, 05:30:49 pm »
O Scramble aponta aqui uma opção que eu sinceramente não estava a considerar, isto tomando em conta o que é dito das células 14807 (que não voa desde 2017/18, mas será recuperável), e 14811 que não voa desde 2013 e é largamente considerada como irrecuperável.

Citar
Portugal's P-3 Orion upgrade programme

On 9 October 2023, the first of five Força Aerea Portuguesa (FAP, Portuguese Air Force) P-3C Orion Maritime Patrol Aircraft (MPA) arrived at Halifax (Canada) for a modification and upgrade programme. The aircraft, serial 14808 and adorned with Esquadra 601 (Esq601) Lobos (Wolves) special markings will be modernised by General Dynamics Mission Systems–Canada (GDMSC) and IMP Aerospace & Defense. The companies will replace the Link 16 communication system, the transponder (electronic communication device), and install a new mission system, with the capacity for further evolution.

The aircraft is expected to return to Portugal by the end of Q1-2024 to complete the last phase of modification work at Base Aérea (BA) 11 Beja and carry out final acceptance tests. The remaining four Orions are expected to be upgraded in the period until 2025. With regards to the six former Marineflieger (GN, German Navy) P-3C Orions, The P-3 Orion Research Group The Netherlands report that Portugal confirmed that the aircraft have been bought to keep their five Orions airworthy, so most likely they will be dismantled for spare parts. Scramble Magazine first reported on this sale on 5 September 2023. The six German Navy Orions involved are: 60+03, 60+04, 60+05, 60+06, 60+07 and 60+08. The first P-8A Poseidon will be delivered to Germany in October 2024, the final operational flight of a German P-3C will take place during 2025.

https://www.scramble.nl/military-news/portugal-s-p-3-orion-upgrade-programme

Não sei até que ponto poderá ser uma solução válida. Restar-nos-á então aguardar por mais detalhes.
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

"(...) Que, havendo por verdade o que dizia,
DE NADA A FORTE GENTE SE TEMIA
"

Luís Vaz de Camões (Os Lusíadas, Canto I - Estrofe 97)
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: tenente

*

dc

  • Investigador
  • *****
  • 8187
  • Recebeu: 3689 vez(es)
  • Enviou: 701 vez(es)
  • +4915/-761
Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Responder #466 em: Novembro 02, 2023, 03:30:49 pm »
Esperem ai....
AGM-84H??
Será que isto significa SLAM-ER na FAP?
https://en.wikipedia.org/wiki/AGM-84H/K_SLAM-ER


Não sei onde foram buscar isso. Os P-3C CUP+ estão equipados com o AGM-84D Harpoon.



Era bom termos algo como o SLAM-ER na FAP, quer para os Orion e F-16, mas infelizmente nem as JDAM QUICKSINK temos ao dispôr. ::)


Entretanto, a Esquadra 601 "Lobos" foi distinguida pelo Maritime Analysis and Operations Centre – Narcotics, organização internacional sediada no nosso páis, e que tem como missão apoiar a luta da Europa contra o tráfico de estupefaciente no domínio marítimo do Atlântico e Mediterrâneo.

Citar
Base de Beja
24/10/23

A Esquadra 601 "Lobos", que opera o avião   P-3C CUP+, foi distinguida pelo Maritime Analysis and Operations Centre – Narcotics, uma organização internacional, sediada em Portugal, tem como missão apoiar a luta da Europa contra o tráfico de estupefaciente no domínio marítimo do Atlântico e Mediterrâneo.
Os “Lobos” receberam uma Medalha de Excelência pela resposta dada no apoio às atividades desenvolvidas no âmbito do Combate ao Narcotráfico pelo Centro, em coordenação com entidades nacionais e estrangeiras, no Oceano Atlântico e no Mar Mediterrâneo.

A Medalha e respetivo diploma foram entregues ao Oficial de Operações da Esquadra 601, Major Bruno Silveira, numa cerimónia que contou com a presença de diversas entidades nacionais e estrangeiras ligadas à luta contra o narcotráfico.

Deve ser AGM-84Harpoon.  :mrgreen:
 

*

dc

  • Investigador
  • *****
  • 8187
  • Recebeu: 3689 vez(es)
  • Enviou: 701 vez(es)
  • +4915/-761
Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Responder #467 em: Novembro 02, 2023, 04:40:38 pm »

Exemplo de "Pensamento Estratégico", com toda a modéstia...

O TEKEVER ARX, vai estar equipado com comunicação BLS.
Também vai ter a capacidade de lançar drones mais pequenos.
Eventualmente "Drone Swarms".

Seria de todo interessante eles poderem trabalhar em conjunto com os P3s modernizados.

Qual a probabilidade de isso estar a ser considerado?
Quase zero.

Uma pena.

Isso é que seria interessante!!

O pessoal quer é misseis e JDAM, mas o futuro em todas as áreas são os drones.

Ter os P-3 com capacidade de comando e controlo sobre drones numa enorme zona marítima, e estes sim com capacidade de vigilância combate!

A ideia de "motherships" não é nova. Mas nós, nem o básico temos, quando nem nos demos ao trabalho de adquirir um par de AR5 para complementar as aeronaves tripuladas na função de patrulha marítima. Nós até chegámos a usar P-3 na vigilância durante a época de incêndios.

Até nos navios da Marinha, nomeadamente nos NPOs, o emprego de drones tem sido limitado, apesar do processo ser bem mais simples e barato.

O futuro passa por uma conjugação de sistemas, tripulados e não tripulados, convencionais e não convencionais.
O futuro vai continuar dependente dos tais "mísseis e bombas", até porque os drones de combate, usam também este tipo de armamento. Achar que vai estar tudo dependente de drones kamikaze, tornando todas as outras armas obsoletas, é absurdo.

A conversa dos drone swarms do ARX, levanta outras questões: estamos a falar de drones kamikaze/descartáveis, ou drones que o ARX é suposto recuperar? É que a diferença entre estas duas opções, é gigante.

Acho que era prudente investir em drones, mas não meter os pés pelas mãos. Testar a integração de drones com plataformas tripuladas navais e aéreas, testar em terra os drone swarms.

Mas há mais. Ter drones comandados por uma outra aeronave tripulada, implica que os drones tenham um determinado nível de performance. Ao ter drones mais lentos (o P-3 tem uma velocidade de patrulhamento de ~380km/h, e um AR5 por exemplo uma velocidade de cruzeiro de 100), vemos que o P-3 se vê limitado a uma área reduzida, de forma a que consiga controlar os tais drones. Ora aqui, estamos a voar um avião caro (P-3, e ainda pior se for substituído um dia por P-8) e a não tirar verdadeiramente partido das suas capacidades, não sendo muito diferente daquilo que já se pode fazer com um NPO no meio do oceano. E para isso, mais vale ter um drone maior, algo na classe do MQ-9, a controlar os drones mais pequenos, já que pelo menos um MQ-9 ou similar, têm custos de operação muito menores e uma performance mais condizente.

É que normalmente, visualiza-se um cenário de uso de um meio como "mothership" para drones, como estando no centro, e os meios por esta comandados a operarem à sua volta. Esta de ter drones lentos comandados por P-3, provavelmente veria uma situação caricata, de ter o P-3 a voar à volta dos drones que controla.

Daí ser importante era ter a Tekever e/ou outras empresas nacionais envolvidas num programa internacional para drones de alto desempenho.
 

*

saabGripen

  • Perito
  • **
  • 415
  • Recebeu: 74 vez(es)
  • Enviou: 24 vez(es)
  • +217/-265
Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Responder #468 em: Novembro 02, 2023, 10:49:16 pm »
P3 controlar Drones ARX

Imaginem um cenário no nosso mar em que há suspeita de haver interferência inimiga com um cabo submarino.

O centro de comando é um bunker perto de Lisboa.

Um ARX que está a patrulhar aquela área é enviado para lá e passa a executar um programa de busca numa área que lhe é transmitida por Link Satélite. A partir de aí "não é controllado por ninguém".

Uma fragata que estava lá por perto é enviada para lá.
É enviado um P-3.

Dentro do centro de combate da fragata, começam a aparecer dados/imagens/"tracks" tanto do ARX como dos sensores do P-3 como se fossem provenientes de sensores do próprio navio.
A isto dá-se o nome de "Sensor Fusion".
Algoritmos são instruidos quanto ao tipo de missão e apresenam os dados relevantes aos humanos.
Em tempo real tudo está a ser seguido em Lisboa.

Entretanto, aparece o NRP  Bimbi-do-Picas, e lança drones aéreos, de superfície e submarinos, cada um programado para proceder a buscas autónomas e os dados que os seus sensores geram são fundidos com os outros todos em ecrãs que parecem video-jogos.

O "este controla aquele" deixa de fazer tanto sentido.
Criar software deste tipo está ao alcance de empresas portuguesas.

« Última modificação: Novembro 02, 2023, 10:53:41 pm por saabGripen »
 

*

dc

  • Investigador
  • *****
  • 8187
  • Recebeu: 3689 vez(es)
  • Enviou: 701 vez(es)
  • +4915/-761
Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Responder #469 em: Novembro 03, 2023, 12:00:49 am »
A fusão de sensores é uma realidade. Agora a sua utilidade é maior em cenários complexos.

Mas vamos por partes. "Alguém" está a atacar os nossos cabos submarinos. É um meio de superfície, submarino ou não se sabe?
Sabe-se a área onde está a acontecer este ataque, ou também é uma incógnita? Se é uma incógnita, não faz sentido um ARX estar "perto do local" se não se sabe onde é esse local.

A fragata tipicamente não desempenha missões de patrulha, portanto dificilmente estaria nas redondezas. Já o PNM, navio que a ser construído será só um, a probabilidade de estar perto o suficiente para ser útil, é quase nula. Saído de Lisboa para fazer buscas na Madeira demorava 30 horas a uma velocidade de 15 nós, e para os Açores, entre as ilhas mais próximas ao continente, demorava 2 dias. Neste tempo, quem estava a sabotar os cabos, fazia o trabalho e ia-se embora.

Em vez disso, o mais provável era usares C-295 e/ou P-3, drones lançados de terra se a distância o permitisse, e um NPO ou Tejo (o que for responsável por patrulhar aquelas águas) equipado com drones. Factores como a distância, profundidade e tipo de meios usados para a sabotagem, podem ditar a dificuldade da operação.

Neste caso específico, a fusão de dados dificilmente terá influência no sucesso da nossa missão, até porque é um tipo de ataque que geralmente é rápido e não deixa rastos, e o tempo de mobilizar tantos meios, quem o fez, já foi embora. O que é preciso fazer, é prevenção, e é aqui que aquele projecto da Marinha para drones de superfície equipados por exemplo com sensores acústicos, pode fazer mais sentido.
 

*

saabGripen

  • Perito
  • **
  • 415
  • Recebeu: 74 vez(es)
  • Enviou: 24 vez(es)
  • +217/-265
Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Responder #470 em: Novembro 03, 2023, 12:26:01 am »
A fusão de sensores é uma realidade. Agora a sua utilidade é maior em cenários complexos.

Mas vamos por partes. "Alguém" está a atacar os nossos cabos submarinos. É um meio de superfície, submarino ou não se sabe?
Sabe-se a área onde está a acontecer este ataque, ou também é uma incógnita? Se é uma incógnita, não faz sentido um ARX estar "perto do local" se não se sabe onde é esse local.

A fragata tipicamente não desempenha missões de patrulha, portanto dificilmente estaria nas redondezas. Já o PNM, navio que a ser construído será só um, a probabilidade de estar perto o suficiente para ser útil, é quase nula. Saído de Lisboa para fazer buscas na Madeira demorava 30 horas a uma velocidade de 15 nós, e para os Açores, entre as ilhas mais próximas ao continente, demorava 2 dias. Neste tempo, quem estava a sabotar os cabos, fazia o trabalho e ia-se embora.

Em vez disso, o mais provável era usares C-295 e/ou P-3, drones lançados de terra se a distância o permitisse, e um NPO ou Tejo (o que for responsável por patrulhar aquelas águas) equipado com drones. Factores como a distância, profundidade e tipo de meios usados para a sabotagem, podem ditar a dificuldade da operação.

Neste caso específico, a fusão de dados dificilmente terá influência no sucesso da nossa missão, até porque é um tipo de ataque que geralmente é rápido e não deixa rastos, e o tempo de mobilizar tantos meios, quem o fez, já foi embora. O que é preciso fazer, é prevenção, e é aqui que aquele projecto da Marinha para drones de superfície equipados por exemplo com sensores acústicos, pode fazer mais sentido.


Não percebeu nada.
Desisto.
 

*

dc

  • Investigador
  • *****
  • 8187
  • Recebeu: 3689 vez(es)
  • Enviou: 701 vez(es)
  • +4915/-761
Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Responder #471 em: Novembro 03, 2023, 01:47:34 am »
Perceber o quê? Invenções? As distâncias existem, as velocidades contam, as horas importam. Achar que aparece uma ameaça localizada num ponto específico, e que vamos ter uma carrada de meios nas imediações para responder, é completamente irrealista.

Queres falar em fusão de sensores, usa um cenário mais realista, e meios mais realistas.
 

*

Lusitano89

  • Investigador
  • *****
  • 19898
  • Recebeu: 2202 vez(es)
  • Enviou: 254 vez(es)
  • +867/-1458
Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Responder #472 em: Novembro 03, 2023, 11:30:06 am »
 

*

wyldething

  • Membro
  • *
  • 153
  • Recebeu: 67 vez(es)
  • Enviou: 89 vez(es)
  • +8/-36
Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Responder #473 em: Novembro 15, 2023, 12:07:45 pm »
Para o pessoal que andava a dizer que se a Embraer criar um modelo de patrulhamento marítimo a malta compra logo   ;D
https://aviationweek.com/shownews/dubai-airshow/embraer-launches-maritime-patrol-study-e190-e2
 

*

Pescador

  • Investigador
  • *****
  • 3678
  • Recebeu: 2470 vez(es)
  • Enviou: 1926 vez(es)
  • +5687/-2694
Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Responder #474 em: Novembro 15, 2023, 04:01:12 pm »
Para o pessoal que andava a dizer que se a Embraer criar um modelo de patrulhamento marítimo a malta compra logo   ;D
https://aviationweek.com/shownews/dubai-airshow/embraer-launches-maritime-patrol-study-e190-e2

Neste momento existem dois impeditivos:
1 - A recente aquisição dos P3 Alemães a serem actualizados. Ou seja verba já a gastar ou a ser comprometida.
2- O governo caiu e o patego prozuca tem entalado o caso da gêmeas nacionalizadas à pressa para gastarem 4 milhões ao contribuinte, que parece terem arrefecid, mas volta. Só não deu uma mega manifestação porque cá a carneirada só se mexe para ir a bola

Senão era certinho, nem que vendessem mais uns F16 . A Soberania que se f...para esta corja de apátridas ou patriotas da bola
 

*

mafets

  • Investigador
  • *****
  • 8488
  • Recebeu: 3158 vez(es)
  • Enviou: 985 vez(es)
  • +4047/-6348
Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Responder #475 em: Novembro 15, 2023, 04:24:56 pm »
É só pegar no Sea Sultan ( Foram 3 convertido pela Leonardo por 190 milhões).

Citar
Em 2020, os militares do Paquistão selecionaram o Embraer Lineage 1000 – uma variante do jato regional E190 com motor General Electric CF34-8 original – para a missão de aeronaves de patrulha marítima. 

https://www.lrcadefenseconsulting.com/2023/11/embraer-lanca-estudos-para-converter-o.html



https://www.defesaaereanaval.com.br/aviacao/paquistao-contrata-a-leonardo-para-conversao-do-embraer-lineage-1000-no-aviao-de-patrulha-maritima-sea-sultan


Saudações
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: Charlie Jaguar, tenente, PTWolf

*

Charlie Jaguar

  • Investigador
  • *****
  • 5274
  • Recebeu: 5160 vez(es)
  • Enviou: 3426 vez(es)
  • +10042/-2630
Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Responder #476 em: Novembro 16, 2023, 08:41:24 am »
Para o pessoal que andava a dizer que se a Embraer criar um modelo de patrulhamento marítimo a malta compra logo   ;D
https://aviationweek.com/shownews/dubai-airshow/embraer-launches-maritime-patrol-study-e190-e2

A FAB tem P-3C?!? :mrgreen:


É só pegar no Sea Sultan ( Foram 3 convertido pela Leonardo por 190 milhões).

Exacto, não é preciso estar de novo a inventar a roda. Trata-se inclusivamente da mesma plataforma (E190), e é uma melhor opção que o "P-390". ::)

Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

"(...) Que, havendo por verdade o que dizia,
DE NADA A FORTE GENTE SE TEMIA
"

Luís Vaz de Camões (Os Lusíadas, Canto I - Estrofe 97)
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: tenente

*

Pescador

  • Investigador
  • *****
  • 3678
  • Recebeu: 2470 vez(es)
  • Enviou: 1926 vez(es)
  • +5687/-2694
Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Responder #477 em: Novembro 16, 2023, 10:43:36 am »
É só pegar no Sea Sultan ( Foram 3 convertido pela Leonardo por 190 milhões).

Citar
Em 2020, os militares do Paquistão selecionaram o Embraer Lineage 1000 – uma variante do jato regional E190 com motor General Electric CF34-8 original – para a missão de aeronaves de patrulha marítima. 

https://www.lrcadefenseconsulting.com/2023/11/embraer-lanca-estudos-para-converter-o.html



https://www.defesaaereanaval.com.br/aviacao/paquistao-contrata-a-leonardo-para-conversao-do-embraer-lineage-1000-no-aviao-de-patrulha-maritima-sea-sultan


Saudações

Modelo que tem os "requisitos mínimos", diz na peça.
Deve ser um bom principio esse para vir substituir os P3 daqui a uns 10 - 15 anos ou mais.

Outro aspecto se este é tão bom, porquê o estudo para outra adaptação do E190?

Isto não é dizer mal dos aparelhos em si, mas desta estratégia de aquisições que vem tomando forma e com cheiro a batata podre.
Já para não falar de todo o típico formato de markting de fantasia do melhor do mundo e especulação habitual associada. Como com o Tucano
« Última modificação: Novembro 16, 2023, 11:09:04 am por Pescador »
 

*

Charlie Jaguar

  • Investigador
  • *****
  • 5274
  • Recebeu: 5160 vez(es)
  • Enviou: 3426 vez(es)
  • +10042/-2630
Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Responder #478 em: Novembro 19, 2023, 10:41:03 am »
O P-3C CUP 14810 já se encontra na Sicília, mais concretamente na NAS Sigonella, integrando as operações "IRINI" e "Sea Guardian".

Citar
37 militares integram Operações “IRINI” e “SEA GUARDIAN” no Mediterrâneo

No dia 14 de novembro, um destacamento de 37 militares da Força Aérea e uma aeronave P-3C CUP+ partiram para Sigonella, em Itália, para integrar a Operação “IRINI23” da European Union Naval Force Mediterranean. Esta Operação das Nações Unidas tem como objetivos fiscalizar a aplicação do embargo ao armamento imposto, pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, à Líbia, contribuir para a segurança e manutenção da liberdade de navegação e combater o tráfico de droga, armas e pessoas no Mar Mediterrâneo.

Paralelamente, esta Força Portuguesa apoiará a NATO, através da Operação “Sea Guardian” que tem por finalidade promover a segurança do Mediterrâneo, de forma a garantir a liberdade de navegação e o conhecimento situacional da área, com o foco nas atividades de tráfico de estupefacientes, armas e pessoas, vigilância do tráfego marítimo e poluição marítima.

https://www.facebook.com/emgfa/posts/pfbid0U2rnqGdmomZCp7LCdk7fwz5bsQ8LqsckjvpqEsQ2DkDs5WgZ6PfHZM1ajhtzG4cPl

Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

"(...) Que, havendo por verdade o que dizia,
DE NADA A FORTE GENTE SE TEMIA
"

Luís Vaz de Camões (Os Lusíadas, Canto I - Estrofe 97)
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: LM, tenente, Pescador, Pneucareca

*

Charlie Jaguar

  • Investigador
  • *****
  • 5274
  • Recebeu: 5160 vez(es)
  • Enviou: 3426 vez(es)
  • +10042/-2630
Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Responder #479 em: Dezembro 28, 2023, 03:24:55 pm »
Esta notícia podia constar em vários tópicos, mas para já deixo-a aqui.

Citar
Portuguese Air Force eyes additional transport and ISR capabilities
28 DECEMBER 2023

by Victor Barreira

The Portuguese Air Force (FAP) is looking to strengthen its transport and intelligence, surveillance, and reconnaissance (ISR) capabilities through the acquisition and modernisation of existing aircraft.

The Director of the Engineering and Programs Directorate, Brigadier General João Rui Ramos Nogueira, told Janes that a sixth KC-390 Millennium tanker-transport aircraft is likely to be acquired from Embraer, while the FAP's Airbus C-295 VIMAR and Lockheed P-3C Orion aircraft are to be upgraded.

The FAP is now weighing the acquisition of a new KC-390 aircraft, Brig Gen Nogueira said, with a decision to be made in 2024. Portugal has until 2025 to trigger this option, he added. Five aircraft and related support and training were ordered in 2019. The first aircraft was delivered to 506 Squadron ‘Rinocerontes' in October 2023. The remaining four aircraft will be received in March 2024, March 2025, March 2026, and March 2027.

The FAP is evaluating the possibility of returning to service and modernising a number of the P-3C maritime patrol and reconnaissance aircraft fleet it will receive from Germany, Brig Gen Nogueira told Janes. The number of aircraft is yet to be defined, he added. Portugal acquired six P-3C CUP Orion aircraft of the German Navy's Marinefliegergeschwader 3 ‘Graf Zeppelin' on 25 September, together with simulators and other equipment to support the operation of the current five P-3C CUP+ Orion aircraft of 601 Squadron ‘Lobos'.

https://www.janes.com/defence-news/news-detail/portuguese-air-force-eyes-additional-transport-and-isr-capabilities
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

"(...) Que, havendo por verdade o que dizia,
DE NADA A FORTE GENTE SE TEMIA
"

Luís Vaz de Camões (Os Lusíadas, Canto I - Estrofe 97)
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: typhonman, Major Alvega, NVF, Cabeça de Martelo, Lampuka, JohnM, Subsea7, PTWolf, joaopeniche