Expansão portuguesa

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Re: Expansão portuguesa
« Responder #120 em: Junho 05, 2024, 11:14:04 am »
 

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Re: Expansão portuguesa
« Responder #121 em: Julho 28, 2024, 01:32:16 pm »
Como um ESCRAVO virou NOBRE em PORTUGAL? | João de Sá Panasco


 

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Re: Expansão portuguesa
« Responder #122 em: Agosto 18, 2024, 01:53:48 pm »
Como uma cidade MARROQUINA foi parar na AMAZÔNIA?



 
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Re: Expansão portuguesa
« Responder #123 em: Setembro 22, 2024, 01:18:37 pm »
Como o BRASIL fabricava os MAIORES NAVIOS DO MUNDO?


 
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Re: Expansão portuguesa
« Responder #124 em: Setembro 29, 2024, 04:16:55 am »
слава Україна!
“Putin’s failing Ukraine invasion proves Russia is no superpower".
"Every country has its own Mafia. In Russia the Mafia has its own country."
 

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Re: Expansão portuguesa
« Responder #125 em: Outubro 06, 2024, 02:40:03 pm »
A Disputa LUSO-ESPANHOLA pelo OCEANO PACÍFICO


 
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Re: Expansão portuguesa
« Responder #126 em: Outubro 07, 2024, 02:43:21 pm »
#90 D. João de Castro e o império português na Ásia (1545-1548) [Falando de História - Podcast]


 
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Re: Expansão portuguesa
« Responder #127 em: Outubro 14, 2024, 04:11:04 am »
слава Україна!
“Putin’s failing Ukraine invasion proves Russia is no superpower".
"Every country has its own Mafia. In Russia the Mafia has its own country."
 
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Re: Expansão portuguesa
« Responder #128 em: Outubro 20, 2024, 12:23:37 pm »
Quais Expressões COTIDIANAS vem das GRANDES NAVEGAÇÕES?"


 
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Re: Expansão portuguesa
« Responder #129 em: Outubro 21, 2024, 10:05:23 am »
#91 O desastre de Tânger (1437) [Falando de História - Podcast]


 

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Re: Expansão portuguesa
« Responder #130 em: Dezembro 23, 2024, 01:31:04 am »
Cada vez mais provas indicam que naufrágio no Quénia é de galeão de Vasco da Gama

O arqueólogo subaquático Alexandre Monteiro afirma que há provas de que o navio naufragado em Malindi, no Quénia, é o galeão São Jorge, naufragado há 500 anos durante a terceira e última expedição de Vasco da Gama à Índia.



Em entrevista à agência Lusa, o investigador do Instituto História, Territórios e Comunidades, da Universidade Nova de Lisboa, que há 25 anos mergulha e estuda os achados subaquáticos, disse que não existem certezas absolutas, a menos que se encontre "uma tábua a dizer que é o galeão São Jorge".

Contudo, do material recolhido e da investigação efetuada resultaram fortes convicções: "Podemos, com toda a certeza, dizer que é um navio português, depois dizer que é um navio da primeira metade do século XVI, que é um navio que se perdeu à ida para a Índia e depois, finalmente, dizer que, dadas as evidências documentais, é muito provavelmente o galeão São Jorge, quase que com certeza".

O feito reveste-se de grande importância, pois trata-se de "o mais antigo navio português a ser descoberto e escavado arqueologicamente".

O achado foi reportado por pescadores ao largo do Quénia, perto da zona de Melinde, em 2007. Depois, Alexandre Monteiro e o arqueólogo Filipe Castro foram contactados por Caesar Bita, um arqueólogo subaquático ucraniano, que lhes fez chegar imagens de alguns artefactos, os quais revelaram que "só poderia ser o navio português".

As escavações avançaram com fundos dos Museus do Quénia, havendo uma participação nas despesas de deslocação do arqueólogo Filipe Castro pelo Instituto História, Territórios e Comunidades, da Universidade Nova de Lisboa, bem como pela Câmara Municipal de Sines, onde Vasco da Gama nasceu.

Foi a presença de marfim, de cobre e de cerâmicas chinesas do século XVI que levou os investigadores a apontar na identificação deste galeão, assim como "algumas assinaturas da construção naval do navio".

"Apercebemo-nos que só há dois navios nesta cronologia que foram perdidos à ida para a Índia: O galeão São Jorge de 1524, exatamente a terceira frota do Vasco da Gama, o ano em que ele depois vai morrer" e "o outro é a nau Nossa Senhora da Graça, que se perdeu em 1544".

"A única diferença é que na nau Nossa Senhora da Graça a carga foi também salvada, além da artilharia, e no caso do São Jorge não", observou.

E prosseguiu: "Eu estou 99% confiante de que é o galeão São Jorge de 1524 e muito me admiraria se surgissem evidências arqueológicas que o viessem a não o provar".

O passo seguinte, defendeu, deve ser a realização da escavação integral do navio e depois a avaliação de todos os artefactos.

Neste caso, existe "o casco de um navio enterrado em sedimentos que se foram acumulando, porque aquilo servia como barreira natural de retenção de sedimentos, e perdido por entre as pedras de lastro que serviu para dar o centro de gravidade ao navio e os restos da carga".

"Temos 27 mós de moinho de farinação, que iam certamente de Lisboa para a Índia, para fazer pão lá", disse.

"A criação deste túmulo de areia, sedimentos, pedras de lastro, pedras de mó vai impedir que a pilhagem ocasional feita por um pescador ou por caçadores de tesouros não organizados retire muita coisa", acrescentou.

Segundo o investigador, "o que lá está agora é um túmulo encerrado" e é isso que existe "entre os sete e os 10 metros de profundidade. É um sítio de naufrágio de um navio português que está encerrado e que contém, se calhar da linha de flutuação do navio por baixo, toda a carga que seguia a bordo e foi isso também que impediu que os salvados dessa carga se tivessem feito".

Questionado sobre os "donos" do navio, Alexandre Monteiro disse que a propriedade física é do Quénia, a propriedade cultural é portuguesa e a propriedade científica patrimonial é da humanidade.

"Quem o detém fisicamente é pouco importante. O que é importante é o que se faz com ele e a forma como se preserva ou se se destina à caça do tesouro", observou.

Sobre o futuro a dar a este achado, identificou progressos desde que o mesmo foi encontrado por pescadores, em 2007, nomeadamente as duas campanhas com a presença de Filipe Castro, que "é talvez o maior arqueólogo subaquático português, com o maior conhecimento científico desta época".

"Não se pode é tirar os artefactos para fora sem que haja uma equipa de conservação e de restauro", ressalvou.

Sobre o apoio de Portugal nesta matéria, Alexandre Monteiro não poupa críticas: "Portugal gosta muito de encher a boca com os Descobrimentos portugueses. Na verdade, hoje em dia sabemos mais sobre navios romanos do que sabemos sobre navios portugueses, porque infelizmente estes navios têm sido pilhados".

E critica a forma como os alertas que tem feito contra a atuação de empresas de caçadores de tesouros têm sido ignorados, resultando na pilhagem e destruição de muitos achados.

Portugal "não faz o que devia", disse, concluindo: "Não sei se é falta de orientação política, de competência, de tempo, se é falta de recursos ou se é tudo combinado".

https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/cada-vez-mais-provas-indicam-que-naufragio-no_67687c3d6273b76628e2de60

Crítica muito certeira sobre a inação dos políticos actuais perante descobertas importantes como esta!
 
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Re: Expansão portuguesa
« Responder #131 em: Dezembro 23, 2024, 04:19:32 pm »
A agenda é de esconder a história Portuguesa e de sentirmos vergonha da mesma, portanto não surpreende que quem nos governa pouco faça em defesa dos interesses nacionais
 

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Re: Expansão portuguesa
« Responder #132 em: Fevereiro 18, 2025, 06:05:03 pm »
A origem e os conflitos da Colônia do Sacramento


 

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Re: Expansão portuguesa
« Responder #133 em: Fevereiro 20, 2025, 12:49:13 am »
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"Every country has its own Mafia. In Russia the Mafia has its own country."
 
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Re: Expansão portuguesa
« Responder #134 em: Fevereiro 20, 2025, 12:55:39 am »
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