Actividade Operacional/Exercícios

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Lightning

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #420 em: Junho 28, 2019, 12:23:22 am »
Quanto muito terá sido para tentar monitorizar/avaliar um dos Tridente. É o único meio da MP que seria capaz de infligir danos à frota russa, porque de resto...  ::)

Em relação a meios portugueses é verdade, mas estão envolvidos meios de outros países, França, Espanha, Itália, um P-8 dos EUA...

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Com isto levanto a questão, nestas situações, com potencial movimentação hostil por parte de navios russos, os P-3 e ou F-16 saem equipados para um ataque real às ditas embarcações caso surgisse a necessidade de retaliar?

Penso que uma "potencial movimentação hostil", não é razão para retaliação imediata, mas um aviso e demonstração de força sim.
Neste caso da corveta, era colocar no seu horizonte duas Fragatas com Harpoons, fazer alguns voos de F-16 e P-3 lá por cima, para ver se entende a mensagem. O Tridente estaria escondidinho debaixo de água (tipo ás de trunfo), para o caso das coisas correrem mesmo mal e seja preciso enfiar uns black sharks no barquinho.
« Última modificação: Junho 28, 2019, 12:25:27 am por Lightning »
 

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #421 em: Junho 28, 2019, 10:27:46 am »
Vocês andam é a ver muitos filmes
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 
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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #422 em: Junho 28, 2019, 11:41:28 am »
Quanto muito terá sido para tentar monitorizar/avaliar um dos Tridente. É o único meio da MP que seria capaz de infligir danos à frota russa, porque de resto...  ::)

Em relação a meios portugueses é verdade, mas estão envolvidos meios de outros países, França, Espanha, Itália, um P-8 dos EUA...

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Com isto levanto a questão, nestas situações, com potencial movimentação hostil por parte de navios russos, os P-3 e ou F-16 saem equipados para um ataque real às ditas embarcações caso surgisse a necessidade de retaliar?

Penso que uma "potencial movimentação hostil", não é razão para retaliação imediata, mas um aviso e demonstração de força sim.
Neste caso da corveta, era colocar no seu horizonte duas Fragatas com Harpoons, fazer alguns voos de F-16 e P-3 lá por cima, para ver se entende a mensagem. O Tridente estaria escondidinho debaixo de água (tipo ás de trunfo), para o caso das coisas correrem mesmo mal e seja preciso enfiar uns black sharks no barquinho.

para que? para recolherem as assinaturas de radares e as assinaturas "sonoras" dos navios e submarino? é deixa-los irem à vidinha
 
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asalves

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #423 em: Junho 28, 2019, 11:42:41 am »
Navios da Federação Russa seguem exercício da Marinha Portuguesa

O Centro de Operações Marítimas (COMAR), em articulação com as Forças Navais e a Força Aérea Portuguesa que participam no exercício CONTEX–PHIBEX 19, acompanha a passagem de dois navios da marinha russa, ao largo da costa nacional.

A corveta Vasily Bykov e o navio auxiliar Spasatel Demidov encontram-se em águas nacionais em trânsito para norte, tendo-se aproximado, na manhã de ontem, da área onde se desenvolve o exercício CONTEX-PHIBEX.

A Marinha continuará, na prossecução da sua missão de vigilância dos espaços marítimos sob soberania ou jurisdição nacional, a acompanhar a passagem destes navios.


Foto : Marinha Portuguesa

Mas afinal quem é que segue quem? O titulo induz uma coisa e a noticia descreve outra.
 

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Charlie Jaguar

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #424 em: Junho 28, 2019, 11:48:10 am »
Três Sea Sparrow lançados depois de mais de 10 anos sem disparos reais, e a Bacamarte ao fundo.  :'(

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10 anos depois, a Marinha voltou a lançar mísseis para, se chegar a hora,"combater tal como se treina"
28 jun 2019 07:59

Cerca de 1700 militares estão envolvidos no CONTEX-PHIBEX, o maior exercício naval multinacional dos últimos dois anos organizado pela Marinha Portuguesa e que conta também com as marinhas de Espanha, França, Itália e Estados Unidos da América, que começou já no dia 17 de junho – a fase de mar arrancou dois dias depois – e só termina hoje.

Na segunda-feira, o dia começou cedo, pelas 06:00, e o “prato forte” foi o disparo de mísseis `sea sparrow´ – três, no total, divididos em dois exercícios -, movimentações que foram acompanhadas de perto pelo Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), almirante Mendes Calado, e pelo Comandante naval, vice-almirante Gouveia e Melo.

“A Marinha não disparava mísseis `sea sparrow´ há mais de 10 anos e hoje [segunda-feira passada] disparámos três mísseis, com sucesso. Utilizámos os nossos sistemas de armas com a tranquilidade que eu admiro e que aprecio. Estou satisfeito com aquilo que vi na força naval e penso que a Marinha estará pronta para as missões que são esperadas no futuro próximo”, disse aos jornalistas o CEMA, visivelmente satisfeito, no final dia, a bordo da fragata Corte-Real, navio que comanda a Força Naval Europeia (EUROMARFOR) durante o exercício.

Antes do “epicentro” da ação estar na Corte-Real, foi a fragata Álvares Cabral que concentrou todas as atenções para o lançamento matinal de um míssil e, depois, de diversos tiros da peça de artilharia de 100 mm que tinha como alvo um antigo navio da Marinha, o Bacamarte.

“Hit”, ouviu-se pelos altifalantes na asa da ponte da fragata, depois do disparo do míssil, antecedido da devida contagem decrescente – tal como se vê nos filmes - quando os olhos do CEMA e de todos os presentes estavam no Bacamarte, que depois de atingido repousa agora no fundo das águas do Atlântico, tendo sido devidamente preparado para o afundamento.

“Nós estamos em modo treino, mas nós treinamos como combatemos para um dia combater como treinamos, ou seja, para que tudo seja fácil no dia em que tivermos de agir em termos reais”, explicou aos jornalistas, no final desta parte do exercício, o comandante naval.

A importância do exercício, segundo Gouveia e Melo, “tem a ver com o treino e com a certeza das capacidades” da força naval porque quando estas capacidades não são usadas nem empregadas nunca se sabe se vão ou não falhar, caso um dia sejam necessárias.

“O país não espera, com todos estes investimentos que faz na Marinha, que a Marinha falhe num momento em que mais necessita disso”, justificou.

Depois do almoço e dos necessários transbordos usando semirrígidos entre as fragatas, da Corte-Real voltou a assistir-se ao lançamento de dois mísseis, cujos alvos eram drones, de cor laranja, que simularam “perfis de aeronaves em ataque aos navios de superfície” e que pretendiam dificultar, e muito, a vida à força naval.

Não foi possível avistar o cruzamento entre mísseis e drones – o tempo e as nuvens não ajudaram -, mas a Marinha garantiu o sucesso da operação uma vez que se os drones tivessem a dimensão de uma aeronave teriam sido atingidos.

Ao final do dia, e já depois do regresso ao recente navio-patrulha oceânico Setúbal – que serviu de quartel-general e “casa” aos jornalistas que acompanharam este exercício – foi possível ver um dos drones a ser recuperado, enquanto um segundo estava ainda em parte incerta.

Questionado sobre o porquê da Marinha Portuguesa ter ficado tanto tempo sem fazer treinos com mísseis, o CEMA justificou com “questões de oportunidade e questões de prestação de treino em áreas não combatentes em que a Marinha se viu envolvida”.

“Daí que estamos neste momento no esforço de recuperar essa capacidade de combate no sentido de ganharmos novas perícias e novas competências no sentido de aprontarmos agora a nossa força para novas exigências que se possam vir a colocar no futuro”, antecipou, prevendo-se assim que não passe outra década sem que a Marinha Portuguesa volte a lançar mísseis.

https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/10-anos-depois-a-marinha-voltou-a-lancar-misseis-para-se-chegar-a-horacombater-tal-como-se-treina
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #425 em: Junho 28, 2019, 11:50:29 am »
Também não fazia ideia que à 10 anos que não disparavam.

O vídeo já está disponível, já corrigi os links.
 

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asalves

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #426 em: Junho 28, 2019, 12:10:24 pm »
Também não fazia ideia que à 10 anos que não disparavam.

O vídeo já está disponível, já corrigi os links.

Ou seja, houve provavelmente marinheiros da especialidade de armas que nunca disparou um míssil.  :bang:

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Questionado sobre o porquê da Marinha Portuguesa ter ficado tanto tempo sem fazer treinos com mísseis, o CEMA justificou com “questões de oportunidade e questões de prestação de treino em áreas não combatentes em que a Marinha se viu envolvida”.

Mas para mim esta foi a mais forte, então a marinha todos os anos faz exercícios e nunca tiveram oportunidade de lançar um míssil?

Não era mais simples dizer que custa dinheiro e não o há para lançar misseis em modo de treino? E que aproveitaram estes que deviam estar a acabar a data de validade?
 

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asalves

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #427 em: Junho 28, 2019, 12:19:08 pm »
Também não fazia ideia que à 10 anos que não disparavam.

O vídeo já está disponível, já corrigi os links.

Os misseis falharam o drone de propósito ou  ...

É que na noticia referem que é por o drone ser muito pequeno, mas no vídeo parece que o míssil passa muito ao largo do drone.
 

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dc

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #428 em: Junho 28, 2019, 02:04:56 pm »
Nunca iriam lançar Harpoons, estes são muito caros.  :mrgreen:

Mas para mim esta foi a mais forte, então a marinha todos os anos faz exercícios e nunca tiveram oportunidade de lançar um míssil?

Não era mais simples dizer que custa dinheiro e não o há para lançar misseis em modo de treino? E que aproveitaram estes que deviam estar a acabar a data de validade?


É claramente por falta de dinheiro, se não for para os mísseis, será para os alvos aéreos.
Quanto muito é como disse, foi só para aproveitar já que a validade dos mísseis estava perto do fim... e para fazer espaço nos paióis para os futuros ESSM das BD.  ::)

Os misseis falharam o drone de propósito ou  ...

É que na noticia referem que é por o drone ser muito pequeno, mas no vídeo parece que o míssil passa muito ao largo do drone.

Deve ser para tentarem fazer como o Exército na substituição dos M-60... foi preciso um avariar para se lembrarem de os substituir.

Mas essa desculpa de o míssil falhar por o alvo ser pequeno... então se o drone é do tamanho de um míssil anti-navio, provavelmente mais lento até... os Sea Sparrow são usados para atingir o quê? Bombardeiros? Realisticamente falando, dificilmente seriam alguma vez utilizados contra uma aeronave, já que quase todos, senão todos, os mísseis anti-navio no mercado têm alcances muito superiores ao dos SS... Isto só mostra, mais uma vez, a obsolescência das fragatas, e faz lembrar aquele exercício em que todos ou quase todos os mísseis do Chaparral falharam os alvos há uns anos...
 

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #429 em: Junho 28, 2019, 02:53:29 pm »
 Vi o vídeo há pouco e tudo aquilo é uma autêntica palhaçada de A a Z. Ele é o Sea Sparrow obsoleto que ninguém da NATO já usa aquilo há muito. Ele é o 100mm  que só nós e os bulgaros é que temos aquilo. As fragatas com tecnologia da década de 80 do século passado.

O mais ridículo é ver um daqueles "arrastões" ridículos fabricados em Viana do Castelo, atrás da Meko, a imitar uma fragata. Ahahahahah    :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:

Isto é mesmo um manicómio.
« Última modificação: Junho 28, 2019, 03:19:54 pm por Major Alvega »
 
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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #430 em: Junho 28, 2019, 03:39:36 pm »
Vi o vídeo há pouco e tudo aquilo é uma autêntica palhaçada de A a Z. Ele é o Sea Sparrow obsoleto que ninguém da NATO já usa aquilo há muito. Ele é o 100mm  que só nós e os bulgaros é que temos aquilo. As fragatas com tecnologia da década de 80 do século passado.

O mais ridículo é ver um daqueles "arrastões" ridículos fabricados em Viana do Castelo, atrás da Meko, a imitar uma fragata. Ahahahahah    :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:

Isto é mesmo um manicómio.

Talvez é por ser uma encenação para os media , mas achei estranho é o tempo que leva desde o "alerta" até efetivamente o míssil ser lançado. Se aquilo é suposto ser anti-aéreo e anti-míssil não era suposto ter um tempo de reação menor?

É que nos dias de hoje no máximo para uma ameaça de míssil temos um tempo de reação de que 30 seg a 1 minuto e meio?

Quem percebe disto corrijam-me se estou enganado sff
 
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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #431 em: Junho 28, 2019, 04:21:26 pm »
Deviam levar os ministros num iate para as redondezas... depois lançava-se um Harpoon que "acidentalmente" e por obsolescência dos meios, atingia o dito iate... Depois lá se ia a correr assinar um contrato para fragatas novas.  ::)

Vá, para não ser mau, lançava-se uma versão do míssil sem ogiva, só para "atropelar" o iate.  :mrgreen:

Falando a sério, se este míssil não é capaz de interceptar um drone, como seria capaz de interceptar um míssil subsónico stealth como um NSM? Eu já nem falo nos mísseis hipersónicos...
 
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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #432 em: Junho 28, 2019, 05:29:23 pm »
Vi o vídeo há pouco e tudo aquilo é uma autêntica palhaçada de A a Z. Ele é o Sea Sparrow obsoleto que ninguém da NATO já usa aquilo há muito. Ele é o 100mm  que só nós e os bulgaros é que temos aquilo. As fragatas com tecnologia da década de 80 do século passado.

O mais ridículo é ver um daqueles "arrastões" ridículos fabricados em Viana do Castelo, atrás da Meko, a imitar uma fragata. Ahahahahah    :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:

Isto é mesmo um manicómio.

És mesmo mauzinho. O SS ainda é utilizado pela Alemanha (por pouco tempo), Bélgica, Bulgária, Grécia, Japão e Turquia. A Argentina, Bulgária, França, Marrocos, Taiwan e Uruguay ainda utilizam a CADAM 100mm. Mas que é uma grande palhaçada, sem dúvida!
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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #433 em: Junho 28, 2019, 07:52:49 pm »
Vi o vídeo há pouco e tudo aquilo é uma autêntica palhaçada de A a Z. Ele é o Sea Sparrow obsoleto que ninguém da NATO já usa aquilo há muito. Ele é o 100mm  que só nós e os bulgaros é que temos aquilo. As fragatas com tecnologia da década de 80 do século passado.

O mais ridículo é ver um daqueles "arrastões" ridículos fabricados em Viana do Castelo, atrás da Meko, a imitar uma fragata. Ahahahahah    :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:

Isto é mesmo um manicómio.

És mesmo mauzinho. O SS ainda é utilizado pela Alemanha (por pouco tempo), Bélgica, Bulgária, Grécia, Japão e Turquia. A Argentina, Bulgária, França, Marrocos, Taiwan e Uruguay ainda utilizam a CADAM 100mm. Mas que é uma grande palhaçada, sem dúvida!

Eu falei no âmbito NATO e aliados, espaço militar onde nos pertencemos e onde logicamente deve ser medida a nossa bitola. Vamos por partes e vais ver que eu estou a ser justo na minha análise:

Sea Sparrow 
- a Belgica ainda usa, mas é titulo puramente transitório. Querias que usassem ESSMs quando vão abater aquelas fragatas M daqui a 3 anos? Ou que "enchuriçacem" os Mk. 27 com o ESSM ? Os tipos não são fazem tuguíces.
- O Japão e a Turquia usam nos navios mais antigos. E não o usam como míssil principal. Não me importava de ter Sea Sparrows nas meko e M desde que tivessemos outros navios modernos e da actual geração. Na Alemanha é só nas Bremen que estão a ser abatidas. Apesar de serem mais antigas que as VdG, já foram modernizadas a sério e são navios de longe muito mais capazes que as nossas Meko.
- A Grécia só usa os SS nas Eli que são as antecessoras das M. Que não têm qualquer valor naval ou militar. Nas MEKO já usam ESSM's há muito tempo. Coisa que nós só temos de paleio, quando almirantado indígena quando dá entrevistas à Janes's.

100mm voltamos à mesma "estória": Argentina (a congénere lusa do hemisfério sul), Uruguai?? O que é isso? Têm marinhas?
Esqueceste foi de dizer que a França só tem isso nos navios mais antigos e que as Lafayettes foranm as últimas a instalar esse calibre há mais de vinte anos. E que vão começar a ser abatidas daqui a 3 anos. E que ainda no séc. passado o calibre da marinha francesa é o 76mm.
 

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FoxTroop

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Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Responder #434 em: Junho 28, 2019, 09:46:29 pm »
Estas duas ultimas páginas deste tópico fizeram recordar-me porque razão raramente cá venho e muito menos escrevo algo. Aliás nem vale de nada. Enquanto não se entender que o que se passa nas FA é um sintoma de algo muito mais profundo e que, infelizmente, é transversal à maioria das nações ocidentais (sim com os EUA também), debater seja o que for é desperdiçar tempo, pura e simplesmente.

Depois, é só pseudo-especialistas que devem conhecer a fundo a nossa metodologia de treino e como as nossas congeneres treinam. Aliás eles vêm cá treinar connosco apenas para se rirem e as nossas fragatas ainda vão fazendo de "nau capitanea" na NATO porque eles são bonzinhos e é por caridade.

Temos inumeros problemas que vão desde a obselescencia de meios, passando pela falta de pessoal e a crónica sub-orçamentação da Defesa, mas leiam, leiam com olhos de ler e entender, e vejam bem o que foi escrito especialmente nestas ultimas duas páginas e se reveêm nisso.
 
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Abertura do ano operacional

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