Notícias da FAP

  • 791 Respostas
  • 181395 Visualizações
*

zawevo

  • Membro
  • *
  • 270
  • Recebeu: 110 vez(es)
  • Enviou: 9 vez(es)
  • +28/-94
Re: Notícias da FAP
« Responder #780 em: Agosto 11, 2020, 06:50:44 pm »
Sobre a "Apresentação no Aeródromo da Lousã dos novos Sistemas Aéreos Não Tripulados da Força Aérea Portuguesa desenvolvidos em Portugal que reforçam o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais" vi este artigo do Sr. Major-general e Investigador do IPRI-NOVA Carlos Branco, Intitulado O Governo e os drones que nunca mais voam que achei interessante.

"Um sistema de vigilância, que custou de 4,5 milhões de euros aos cofres do Estado, que deveria estar a operar desde 1 de julho, não está a funcionar.

Antecedido por uma declaração pública do ministro do Ambiente, o Governo da República autorizou a Força Aérea Portuguesa (FAP), no dia 18 de maio, a adquirir 12 sistemas de aeronaves não tripuladas (UAS) Classe 1 para vigilância aérea adicional. Uma despesa de 4,5 milhões de euros oriundos do fundo ambiental, com o intuito de reforçar o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) 2020, a partir 1 julho, data de início do período de nível de empenhamento reforçado (nível IV). Decorridos já 40 dias dessa data, apenas se conhece o voo de um aparelho em testes.

A Resolução do Conselho de Ministros (RCM), que consagra essa autorização, considerava “urgentes e de interesse público os procedimentos de contratação pública a realizar no âmbito da presente resolução, de maneira a assegurar a disponibilidade de utilização das UAS, em momento anterior ao nível de maior empenhamento operacional reforçado”, entenda-se antes de 1 de julho. Na prática a RCM abria a porta a um procedimento por ajuste direto.

No dia 9 de junho, a FAP abriu um concurso por convite limitado a três empresas nacionais, apresentando-lhes um caderno de encargos. Um consórcio de empresas altamente qualificado e com provas dadas em Portugal e no estrangeiro veio contestar os parâmetros do convite e do caderno de encargos, alegando apontarem para uma solução única e à medida. Por considerarem não estar reunidas as condições para a apresentação de uma proposta, dadas as fortes suspeitas de favorecimento, optaram por não responder ao convite.

No dia 3 de julho, já depois do início do período crítico de incêndios, quando os aparelhos já deviam estar a operar, é assinado o contrato, com a única empresa que apresentou proposta, o qual previa a primeira entrega no dia 10 de julho de dois sistemas, a segunda entrega, no dia 17 de julho de mais quatro sistemas, e a terceira entrega, no dia 2 de agosto, dos restantes seis sistemas. Ou seja, a entrega final seria efetuada mais de um mês após o início do período de nível IV (1 de julho). Contratualmente, toda a formação teria de ser dada até ao dia 10 de julho.

O planeamento previa três bases de operações (Lousã, Macedo de Cavaleiros e Monchique), e uma base de formação e treino (Ota). Surpreendentemente, no dia 17 de julho, exatamente no dia em que deveria ter sido feita a segunda entrega (mais quatro aparelhos), o ministro da Defesa anuncia, com pompa e circunstância, que a 21 de julho estariam dois drones a voar a partir da Lousã, e que em 10 dias seguiriam mais dois a partir de Monchique e outros dois a partir de Macedo de Cavaleiros. Mas nada aconteceu. Nem as bases foram ativadas, nem houve voos operacionais.

No dia 1 de agosto, o contrato foi publicado no Portal Base, infelizmente amputado de três peças processuais fundamentais para a sua cabal compreensão, mas que fazem parte integrante do contrato de acordo com a sua Cláusula 1.ª, a saber, o convite, o caderno de encargos e a proposta da empresa.
No dia 4 de agosto, quando era suposto já terem sido entregues todos os 12 sistemas (drones e restantes equipamentos do segmento terra necessários para o seu funcionamento, incluindo links, viaturas e atrelados), numa operação de desinformação, é feita a apresentação de três aparelhos e a realização de um voo de teste de um drone no aeródromo da Lousã, com a presença dos ministros da Defesa e do Ambiente, da Secretária de Estado da Proteção Civil e do CEMFA, amplamente registada e difundida por uma Comunicação Social embevecida por tamanha proeza, cúmplice de uma trama despudorada.

Ninguém se atreveu a perguntar se já tinham sido entregues todos os sistemas contratados, uma vez que o prazo de entrega tinha expirado, ou quantas horas de voos operacionais se tinham realizado, uma vez que ainda não há registo nem notícia de que tenham ocorrido.

Na ocasião, os responsáveis da FAP entraram em contradição com as afirmações do ministro da Defesa. Afinal o sistema não começou a funcionar nos finais de julho, como referiu o Dr. João Cravinho. A base da Lousã estará, eventualmente, operacional a 17 de agosto, e as outras duas bases a partir de 31 de agosto. Esperemos que entrem em funcionamento antes do final da época dos fogos.

As duas semanas de atraso no funcionamento do sistema (que na realidade serão pelo menos dois meses) foram justificadas pelo ministro da Defesa pelas necessidades de “aperfeiçoamento das máquinas” (sic), mas também pela necessidade de formação (que deveria ter terminado a 10 de julho).

Em termos práticos, podemos afirmar que o contrato não foi cumprido. Ou seja, não há drones a vigiar a floresta e as bases de operação não foram ativadas. Um sistema de vigilância, que custou de 4,5 milhões de euros aos cofres do Estado, que deveria estar a operar desde 1 de julho, não está a funcionar. E agora surge uma nova data: 31 de agosto. Isto é dois meses de atraso em relação ao estabelecido na RCM.

Estes desenlaces levantam-nos um conjunto de interrogações incontornáveis: Porque é que só no dia 18 de maio, apenas um mês e meio antes do início do nível IV, o Governo ordenou a aquisição dos meios aéreos? Não podia ter sido feito antes? A época dos fogos era imprevisível?

Porque é que não foram os serviços do MDN a processar a aquisição e se “chuta” o problema para a FAP? Não faria mais sentido ser o MDN ou o MAI a adquiri-los? A 4 de agosto, o equipamento contratado já tinha sido todo entregue? E a formação foi toda realizada? A FAP vai acionar as penalizações por atrasos nas entregas, falta de “aperfeiçoamento das máquinas” e atraso na formação? Os aparelhos vão ser apenas destinados à vigilância de incêndios no DECIR 2020, como está no contrato, ou estão alguns destinados a outros objetivos, neste e nos anos vindouros?

Seria injusto não tirar o chapéu à competência do Governo em matéria de propaganda, ou se quisermos, em matéria de Comunicação Estratégica, como se diz agora, pela forma como tem vindo a iludir os portugueses nesta matéria e como conseguiu neutralizar qualquer pensamento crítico da Comunicação Social relativamente ao que está a ocorrer. Ao invés do que seria esperado, o Governo presta-se a encobrir o incumprimento do contrato, lançando poeira para os olhos dos cidadãos. Com papas e bolos se enganam os tolos."

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/o-governo-e-os-drones-que-nunca-mais-voam-624011?fbclid=IwAR2SqST7NowuBnJWDbWQolFrIYZX4EM5qgJtuqYiixoRlCPa9jcBaUCgYAU#.XzHWHzcCxYU.whatsapp

Cumprimentos
 

*

dc

  • Investigador
  • *****
  • 3253
  • Recebeu: 740 vez(es)
  • Enviou: 164 vez(es)
  • +158/-62
Re: Notícias da FAP
« Responder #781 em: Agosto 11, 2020, 10:24:34 pm »
Este programa tinha tudo para correr mal. Desde o início tardio (Maio já era estupidamente em cima da época de incêndios), ao favoritismo do concurso e à pressão imposta ao fornecedor por ter de construir as aeronaves num prazo recorde. Mas mais uma vez vê-se a destreza estratégica que vigora por cá.

Desde logo questiono, se o concurso era limitado a 3 empresas nacionais, como é que surgiram notícias (propaganda) a aclamar que uma empresa portuguesa tinha batido os gigantes do sector?

Depois temos a questão do prazo. Este concurso devia ter-se iniciado em Janeiro, e terminado, na pior das hipóteses em Abril/Maio, dando tempo para a formação e eventual correcção de problemas das aeronaves. Agora estarem operacionais a 31 de Agosto... Mais um bocadinho e só serão úteis para o ano que vem. Entretanto, lá vamos vendo o P-3 a cumprir as missões dos UAVs.

Pior disto tudo é o "orgulho" com que noticiam as coisas, como se de um grande feito se tratasse, ainda por cima quando todo o processo está atrasado.
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: LM, NVF

*

Get_It

  • Investigador
  • *****
  • 1814
  • Recebeu: 238 vez(es)
  • Enviou: 449 vez(es)
  • +12/-1
Re: Notícias da FAP
« Responder #782 em: Agosto 11, 2020, 11:33:02 pm »
Aquela apresentação (levar em conta o termo utilizado) na Lousã foi encomendada pela máquina de propaganda do governo. Inclusive é pouco comum ver notícias oficiais da FAP acerca das suas aeronaves não tripuladas. Nem uma notícia parece termos tido em relação à recepção oficial da primeira unidade.

Algo a ter em conta é que a FAP já operou em 2018 estes drones, ou uma versão deles, na missão da EMSA. Tendo até originado na queda e perda de uma das aeronaves na Croácia.

Fico na dúvida se o favorecimento da UAVision poderá estar relacionado com a transferência de tecnologia que era mencionada nos projectos UAS/UAV da Academia da Força Aérea e que poderá ter ocorrido.

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

*

Lightning

  • Moderador Global
  • *****
  • 8355
  • Recebeu: 958 vez(es)
  • Enviou: 1118 vez(es)
  • +134/-44
Re: Notícias da FAP
« Responder #783 em: Agosto 14, 2020, 11:19:07 pm »
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: HSMW

*

perdadetempo

  • Perito
  • **
  • 567
  • Recebeu: 187 vez(es)
  • Enviou: 366 vez(es)
  • +49/-2
Re: Notícias da FAP
« Responder #784 em: Agosto 17, 2020, 06:54:48 pm »
Sobre a "Apresentação no Aeródromo da Lousã dos novos Sistemas Aéreos Não Tripulados da Força Aérea Portuguesa desenvolvidos em Portugal que reforçam o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais" vi este artigo do Sr. Major-general e Investigador do IPRI-NOVA Carlos Branco, Intitulado O Governo e os drones que nunca mais voam que achei interessante.

"Um sistema de vigilância, que custou de 4,5 milhões de euros aos cofres do Estado, que deveria estar a operar desde 1 de julho, não está a funcionar.

Antecedido por uma declaração pública do ministro do Ambiente, o Governo da República autorizou a Força Aérea Portuguesa (FAP), no dia 18 de maio, a adquirir 12 sistemas de aeronaves não tripuladas (UAS) Classe 1 para vigilância aérea adicional. Uma despesa de 4,5 milhões de euros oriundos do fundo ambiental, com o intuito de reforçar o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) 2020, a partir 1 julho, data de início do período de nível de empenhamento reforçado (nível IV). Decorridos já 40 dias dessa data, apenas se conhece o voo de um aparelho em testes.

A Resolução do Conselho de Ministros (RCM), que consagra essa autorização, considerava “urgentes e de interesse público os procedimentos de contratação pública a realizar no âmbito da presente resolução, de maneira a assegurar a disponibilidade de utilização das UAS, em momento anterior ao nível de maior empenhamento operacional reforçado”, entenda-se antes de 1 de julho. Na prática a RCM abria a porta a um procedimento por ajuste direto.

No dia 9 de junho, a FAP abriu um concurso por convite limitado a três empresas nacionais, apresentando-lhes um caderno de encargos. Um consórcio de empresas altamente qualificado e com provas dadas em Portugal e no estrangeiro veio contestar os parâmetros do convite e do caderno de encargos, alegando apontarem para uma solução única e à medida. Por considerarem não estar reunidas as condições para a apresentação de uma proposta, dadas as fortes suspeitas de favorecimento, optaram por não responder ao convite.

No dia 3 de julho, já depois do início do período crítico de incêndios, quando os aparelhos já deviam estar a operar, é assinado o contrato, com a única empresa que apresentou proposta, o qual previa a primeira entrega no dia 10 de julho de dois sistemas, a segunda entrega, no dia 17 de julho de mais quatro sistemas, e a terceira entrega, no dia 2 de agosto, dos restantes seis sistemas. Ou seja, a entrega final seria efetuada mais de um mês após o início do período de nível IV (1 de julho). Contratualmente, toda a formação teria de ser dada até ao dia 10 de julho.

O planeamento previa três bases de operações (Lousã, Macedo de Cavaleiros e Monchique), e uma base de formação e treino (Ota). Surpreendentemente, no dia 17 de julho, exatamente no dia em que deveria ter sido feita a segunda entrega (mais quatro aparelhos), o ministro da Defesa anuncia, com pompa e circunstância, que a 21 de julho estariam dois drones a voar a partir da Lousã, e que em 10 dias seguiriam mais dois a partir de Monchique e outros dois a partir de Macedo de Cavaleiros. Mas nada aconteceu. Nem as bases foram ativadas, nem houve voos operacionais.

No dia 1 de agosto, o contrato foi publicado no Portal Base, infelizmente amputado de três peças processuais fundamentais para a sua cabal compreensão, mas que fazem parte integrante do contrato de acordo com a sua Cláusula 1.ª, a saber, o convite, o caderno de encargos e a proposta da empresa.(.....continua......)

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/o-governo-e-os-drones-que-nunca-mais-voam-624011?fbclid=IwAR2SqST7NowuBnJWDbWQolFrIYZX4EM5qgJtuqYiixoRlCPa9jcBaUCgYAU#.XzHWHzcCxYU.whatsapp

Cumprimentos

O documento de que se fala no post acima

http://www.base.gov.pt/base2/rest/documentos/830367

Cumprimentos,
 

*

tenente

  • Investigador
  • *****
  • 6560
  • Recebeu: 2919 vez(es)
  • Enviou: 1502 vez(es)
  • +1385/-101
Re: Notícias da FAP
« Responder #785 em: Setembro 01, 2020, 07:07:51 pm »

http://dl.magazinedl.com/magazinedl/Scramble%20Magazine/2020/Scramble%20Magazine%20-%20July%202020(magazinedl.com).pdf

Portugal LPMR = Monte Real Força Aérea Portuguesa (AF) AW119Kx 29704 Esq552 c/n update, ex N670SH 14966 29705 Leonardo USA N794PA, o/o 14973 mar20 The fifth and last Koala for the Portuguese Air Force was noted with its makers at their plant in Philadelphia (PA). 

F-16AM 15132 at LPMR for Romania M17-16 jun20 15135 at LPMR for Romania M17-19 jun20 Both arrived at Monte Real Airbase after rework with OGMA. Together with 15122, 15134 and 15141 they make up the second batch for the Romanian Air Force. Their delivery was scheduled for June 2020, but this has been delayed until an undisclosed date due to the COVID-19 situation. 

SE3160 On 16 June 2020, the Alouette 3 was officially withdrawn from use by the Portuguese Air Force at Beja Airbase. Their mission with Esq552 has been taken over by the AW119Kx Koala. 

Below are the Alouette 3s we still had listed as active in our database. As judged from their l/n dates it is fair to assume that several had already been withdrawn from active service some time ago. 19298 ex Esq552 wfu, l/n jun12 1556 19302 ex Esq552 wfu, l/n may19 1573 19312 ex Esq552 wfu, l/n feb15 1613 19349 ex Esq552 wfu, l/n may17 1705 19368 ex Esq552 wfu, l/n oct14 1786 19376 ex Esq552 wfu, l/n nov19 1818 19377 ex Esq552 wfu, l/n may12 1819 19401 ex Esq552 wfu, l/n oct19 1917 

Marinha Portuguesa (NY) Super Lynx Mk95 19201 Leonardo MK95A for upgrade 336 19203 Leonardo MK95A for upgrade 375 jun20 On 4 June 2020, 19203 moved to Yeovil for its upgrade by Leonardo to MK95A configuration. Reportedly this is the fifth and last machine to undergo the upgrade, implicating that we missed the transfer of 19201 to Yeovil some time before.

Abraços
 

*

Get_It

  • Investigador
  • *****
  • 1814
  • Recebeu: 238 vez(es)
  • Enviou: 449 vez(es)
  • +12/-1
Re: Notícias da FAP
« Responder #786 em: Setembro 01, 2020, 07:57:52 pm »
Achei mais interessante saber que ainda não conseguiram despachar o resto dos Alpha.

Citação de: Scramble Magazine, p. 37
Beja
Updating  last  months’  report  about  scrapping  aircraft.  Cur-rently  only  the  T-33s  were  scrapped.  There  is  a  tender  for  scrapping  two  FTB337s  and  a  P-3.  Ten  Alpha  Jets  (15210,  15214,  15215,  15218,  15221,  15232,  15235,  15243,  15245  and  15247) are for sale.

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

*

goldfinger

  • Analista
  • ***
  • 892
  • Recebeu: 324 vez(es)
  • Enviou: 74 vez(es)
  • +116/-10
Re: Notícias da FAP
« Responder #787 em: Setembro 05, 2020, 05:55:14 pm »




Citar
Four F-16AM Fighting Falcon fighter jets of squadrons Falcões and Jaguares arrived in Polonia to take part in NATO Assurance Measures 2020 air policing mission on 4 September. 70 support personnel were lifted to  Polonia by C-130H Hercules airlifter.
A España servir hasta morir
 

*

Red Baron

  • Investigador
  • *****
  • 1248
  • Recebeu: 179 vez(es)
  • Enviou: 170 vez(es)
  • +90/-71
Re: Notícias da FAP
« Responder #788 em: Setembro 05, 2020, 06:04:26 pm »
 

*

Viajante

  • Investigador
  • *****
  • 2019
  • Recebeu: 816 vez(es)
  • Enviou: 351 vez(es)
  • +753/-31
Re: Notícias da FAP
« Responder #789 em: Setembro 05, 2020, 09:42:15 pm »
 

*

tenente

  • Investigador
  • *****
  • 6560
  • Recebeu: 2919 vez(es)
  • Enviou: 1502 vez(es)
  • +1385/-101
Re: Notícias da FAP
« Responder #790 em: Setembro 06, 2020, 04:10:21 pm »
E devido à situação de AOG dos drones.....

(@Defence360) tweetou: A P-3C CUP+ Orion maritime patrol aircraft of 🇵🇹 @defesa_pt @EMGFA_RP @fap_emfa Squadron "Lobos" with a crew of 13 will carry out surveillance tasks over the Portuguese mainland between 6 and 8 September in support of the country's firefighting operations.

https://t.co/5Kri0P4mFe

https://twitter.com/Defence360/status/1302529611490824194?s=20

Abraços
 

*

PereiraMarques

  • Moderador Global
  • *****
  • 7081
  • Recebeu: 545 vez(es)
  • Enviou: 244 vez(es)
  • +481/-0
Re: Notícias da FAP
« Responder #791 em: Setembro 07, 2020, 05:35:26 pm »