Notícias do Exército Brasileiro

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #870 em: Abril 05, 2017, 08:15:37 pm »

1º Tenente Forster - Médica e Paraquedista do Exército
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #871 em: Abril 06, 2017, 02:22:17 pm »
PROGRAMAS ESTRATÉGICOS DO EXÉRCITO NA LAAD



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Rio de Janeiro (RJ) – Em 2017, após um detalhado diagnóstico, o Exército Brasileiro apresenta na LAAD (Feira Internacional de Defesa e Segurança) o seu Portfólio Estratégico, composto por iniciativas prioritárias para modernizar as capacidades que a Força Terrestre já possui e adquirir outras. As ações, conhecidas como “Projetos Estratégicos”, agora integram "Programas" dentro do Portfólio, seguindo uma nova metodologia de gestão. Esse processo foi tema de palestra no dia 5 de abril, no V Seminário de Defesa da LAAD.

Segundo o Coronel Edson Ribeiro dos Santos Júnior, Chefe da Seção de Gestão da Metodologia do Escritório de Projetos do Exército (EPEx), o evento é uma oportunidade para que outras instituições e empresas que trabalham com o Exército na execução dessas iniciativas entendam como é feita atualmente a gestão dos programas integrantes do Portfólio. 

Como parte desse processo, o Exército aprovou as Normas para Elaboração e Gestão do Portfólio Estratégico do Exército. “Pela nova reformulação, passamos a ter 18 Programas em nossa Instituição e um Projeto Estratégico. Isso foi resultado de um diagnóstico, segundo o qual todas as iniciativas estratégicas foram submetidas a um mapeamento, que resultou nessa nova classificação”, explica o Coronel Edson, enfatizando que não se trata apenas de uma mudança semântica, mas de um aperfeiçoamento de gestão.

“Um projeto é muito focado em custo, escopo, tempo e qualidade. Ele tem pouca margem para risco, para mudança. Já num programa, admite-se que se tenha um horizonte temporal maior, que possua vários projetos integrados que resultam em produtos diferentes. E o portfólio observa o alinhamento dos programas com os objetivos estratégicos da Força”, aprofunda.

O Portfólio Estratégico do Exército é dividido em três subportfólios: Defesa da Sociedade, Geração de Força e Dimensão Humana. No segmento “Defesa da Sociedade”, estão programas como o Astros 2020, a Defesa Cibernética, o Guarani, o SISFRON e a Defesa Antiaérea.

FONTE: http://www.eb.mil.br/en/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/id/8087515




 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #872 em: Abril 06, 2017, 02:29:33 pm »
DIFUSÃO DE TECNOLOGIA NÃO-LETAL EM CONTROLE DE DISTÚRBIOS



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Campinas (SP) – No mês de março, 40 militares de 19 Unidades subordinadas ao Comando Militar do Sudeste (CMSE) realizaram o Estágio de Controle de Distúrbio e Tecnologia não-letal no Centro de Instrução de Operações de Garantia da Lei e da Ordem (CI Op GLO), Subunidade-Escola, situada dentro do 28° Batalhão de Infantaria Leve (28° BIL), em Campinas.

Com carga de 50 horas, a atividade foi dividida em dois módulos. “Em uma das partes, o estagiário teve contato com armamento e tecnologia não-letal; na segunda, foram apresentadas técnicas, táticas e procedimentos de progressão numa operação de controle de distúrbios. O coroamento do estágio foi a execução de uma pista, na qual os instruendos puderam consolidar todo o conhecimento adquirido”, explicou o Instrutor-Chefe do CI Op GLO, Capitão Valter Silva Cruz.

Paramentados com traje antitumulto e escudo, os estagiários realizaram a progressão em situação de distúrbio (atividade final) em uma pista de instrução única no Exército. Com a máxima de que “a repetição leva à perfeição”, os militares, após descerem do ônibus e seguirem em formação para o início da pista, mediante ordem e seguindo à risca os procedimentos aprendidos, avançavam de 20 em 20 metros, até alcançarem a concentração da manifestação.

“O uso de tecnologia não-letal é uma alternativa tática para evitar danos colaterais no uso da força em um ambiente urbano”, afirmou o Capitão Silva Cruz. Granadas com emissão de gás lacrimogênio, espingarda calibre 12 com munição de borracha e spray de pimenta são alguns dos equipamentos utilizados em Operações de Controle de Distúrbio.

A missão, para os 40 estagiários, todavia não acabou. Agora, eles terão a responsabilidade de difundir o conhecimento adquirido dentro de suas organizações militares. “A principal importância do Centro é formar multiplicadores, que devem chegar à tropa e disseminar os conhecimentos, as técnicas e as táticas de garantia da lei e da ordem”, enfatizou o Instrutor-chefe do CI Op GLO.

Fotos: Sd Ivonildo

Fonte: 2ª DE




 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #873 em: Abril 10, 2017, 08:39:13 pm »

Instituto Militar de Engenharia (IME) presente na LAAD 2017
 

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mafets

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #874 em: Abril 11, 2017, 04:23:22 pm »
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Voamos o PZL M28, candidato a servir ao Exercito Brasileiro.

Reinaldo Neves

 

Desde a sua criação, em 1941, a Força Aérea Brasileira tem entre suas diversas atribuições o apoio às atividades do Exercito Brasileiro, em especial na região amazônica. Esta região, ainda hoje extremamente carente de recursos tem nos Pelotões de Fronteira um dos pontos de contato e apoio aos habitantes.  A partir do final dos anos 60 e até início do século 21 a FAB apoiou a logística do Exército utilizando-se das robustas aeronaves C-115 Bufalo, avião reconhecido pela  sua excepcional capacidade STOL e operação em pistas não preparadas. Com a desativação destas aeronaves em 2005, o Exercito vem enfrentando crescentes dificuldades na consecução destas missões, impossíveis de serem realizadas somente com o uso de helicópteros . Assim, após estudos realizados pelo Alto Comando, decidiu-se pela compra de aeronaves de asa fixa que possuam uma boa capacidade de carga, características STOL (Short Take-Off and Landing, decolagem e aterragem curta), capacidade de operação em pistas não preparadas, baixo custo de manutenção e alta disponibilidade.  Uma das alternativas é a Aeronave PZL M28, trazida ao Brasil pela Sikorski, empresa do Grupo Lockheed Martin e que tivemos a oportunidade de voar, na tarde nublada do dia 6 de Abril, no Aeroporto de Jacarepaguá, RJ.



Saudações
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #875 em: Abril 19, 2017, 01:26:29 pm »
26º Contingente Brasileiro realiza o Exercício Básico de Operações de Paz



No período de 10 a 14 de abril, o 26º Batalhão de Infantaria de Força de Paz (BRABAT 26) realizou o Exercício Básico de
Operações de Paz (EBOP), nos municípios de Caçapava/SP e Jambeiro/SP. A atividade contou com a participação de 675
militares brasileiros da Marinha, Exército e Força Aérea Brasileira.

Durante esse período, a tropa foi submetida a alguns incidentes, dentro e fora do aquartelamento do Forte Ipiranga,
recriando o ambiente que poderá ser encontrado no Haiti. As principais atividades do EBOP foram o patrulhamento a pé e
motorizado, a localização e socorro às vítimas de acidentes, a segurança de instalações e de autoridades, escolta de
comboios, progressão em ambiente urbano e Cooperação CivilMilitar (CIMIC). Essas ações foram executadas com o apoio do
Centro de Avaliação de Adestramento do Exército Brasileiro (CAADEx), o qual verificou as condições da tropa para o
cumprimento da missão no Haiti.



O 26º Contingente Brasileiro de Missão de Paz tem a previsão de embarque para o Haiti no dia 16 de maio, em substituição
aos militares do BRABAT 25 que estão naquele país. FONTE e FOTOS: Sec Com Soc 12ª Brigada Aeromóvel.

FONTE: http://www.defesaaereanaval.com.br/26o-contingente-brasileiro-realiza-o-exercicio-basico-de-operacoes-de-paz/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #876 em: Abril 21, 2017, 01:29:24 pm »
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #877 em: Abril 24, 2017, 07:10:46 pm »
Comandante do Exército Brasileiro revela em entrevista que Força Terrestre foi sondada para decretar estado de defesa nos dias que antecederam o impeachment de Dilma Rousseff



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O comandante do Exército, General de Exército Eduardo Villas Bôas, revela em entrevista que a instituição foi sondada e rechaçou a hipótese de apoiar a decretação de estado de defesa nos dias tensos que antecederam o impeachment de Dilma. Villas Bôas não diz quais foram os políticos que fizeram a consulta, mas reconhece que as Forças Armadas ficaram “alarmadas” com a perspectiva de serem empregadas para “conter as manifestações que ocorriam contra o governo”.

“Nós temos uma assessoria parlamentar no Congresso que defende nossos interesses, nossos projetos. Esse nosso pessoal foi sondado por políticos de esquerda sobre como nós receberíamos uma decretação do estado de defesa”, afirmou Villas Bôas. Na entrevista, o comandante do Exército também manifesta também preocupação com o “perigo” de surgir no país líderes populistas com discursos “politicamente incorretíssimos, mas que correspondem ao inconformismo das pessoas”.

O General-de-Exército Eduardo Villas Bôas é um homem habituado a lidar com adversidades. Foi comandante do 1° Batalhão de Infantaria de Selva, depois chefe do Estado-Maior do Comando Militar da Amazônia e, por fim, Comandante Militar da Amazônia. Em 2015, foi escolhido comandante do Exército Brasileiro pela então presidente Dilma Rousseff, cuja queda, como ele revela nesta entrevista, foi precedida de dias tensos também para o Exército.

Como a sociedade brasileira vê o Exército hoje?

Como uma instituição extremamente confiável e que cumpre as tarefas para as quais é chamada. O índice de credibilidade do Exército bate nos 80%. O desafio agora é fazer com que as elites que tomam as decisões tenham a compreensão da importância de investir nas Forças Armadas. Num pais com tantas desigualdades como o Brasil, a Defesa não é valorizada porque a população não tem nenhuma percepção de ameaça externa. Mas, além de zelar pela integridade e soberania do país, a Defesa tem o papel de guardar elementos da nacionalidade e ser indutora da economia. Na França, 17% da economia é induzida pela Defesa. Nos Estados Unidos, esse dado é ainda maior. É possível que se tenha essa compreensão aqui no Brasil.

"Pronto para o futuro" é o slogan da Semana do Exército. O senhor acha que a instituição está pronta também para avaliar o passado, o golpe de 64?

As gerações que viveram aquele período ainda são atores no cenário atual. E isso não permite ter total isenção para avaliar aqueles fatos na dimensão correta. Hoje, em geral, não se leva em conta que vivíamos um período de guerra fria. Tínhamos China, Cuba e União Soviética exportando a revolução comunista. A estrutura de repressão foi criada como reação aos movimentos terroristas. Ela já existia antes mesmo do movimento de 64, um período em que se cometeram erros. Estudamos e debatemos essa fase para avaliar o que foi feito de correto e o que não foi. São ensinamentos importantes inclusive para agora.

No período mais tumultuado pré-impeachment, falou-se que a presidente Dilma chegou a pedir um estudo sobre a possibilidade de decretar no Brasil o Estado de Defesa. O que isso tem de verdade?

Esse episódio realmente aconteceu. Mas eu acredito que não nesses termos. Nós temos uma assessoria parlamentar no Congresso que defende nossos interesses, nossos projetos. Esse nosso pessoal foi sondado por políticos de esquerda sobre como nós receberíamos uma decretação do estado de defesa.

Políticos do PT? E o que vocês fizeram?

Não vou discriminar o partido. Mas isso nos alarmou. Percebemos que se poderia abrir a perspectiva de sermos empregados para conter as manifestações que ocorriam contra o governo.  Procurei o ministro da Defesa, Aldo Rebelo (PCdoB), o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) e o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP). Isso de imediato provocou desmentidos, e o tema nunca mais foi tratado.

Esses parlamentares de esquerda falavam em nome do Palácio do Planalto?

Sinceramente, eu não sei avaliar isso.

Chegou-se a fazer uma planilha com os cenários da decretação do estado de defesa e do estado de sítio?

Esse documento foi feito no Ministério da Defesa como um estudo para definir quais as condições para a decretação de Estado de Defesa ou estado de sítio e quais as consequências de cada um desses decretos. Foi um documento interno.

Foi levado ao Planalto?

Acredito que não. Foi feito no Ministério da Defesa e ficou lá. Foi um estudo para embasar as nossas posições. Não foi um planejamento.

O Planalto sabia dessa discussão?

Não sei dizer.

Qual foi a posição do senhor diante dessa ideia?

Todos com quem eu tratei desse assunto, inclusive o ministro Aldo Rebelo, tiveram a mesma compreensão que eu — de que era totalmente descabida e perigosa a decretação do Estado de Defesa.

Foi o período mais tenso do senhor no governo Dilma?

Acho que sim. Mas preciso ressaltar que tínhamos uma relação excelente com o governo. A presidente Dilma Rousseff sempre teve apreço e deferência por nós.

Não fosse esse comportamento do Exército, acha que algo pior poderia ter acontecido durante o processo de impeachment?
 
É difícil dizer. As nossas atitudes foram todas preventivas. Quando a coisa começou a ficar muito instável, nós logo definimos: vamos trabalhar com base em três pilares. Primeiro, a estabilidade. Vamos contribuir para a manutenção da estabilidade e não ser um fator de instabilidade. O segundo pilar era a legalidade. Poderíamos até ser empregados, mas seria com base no que é prescrito na Constituição — por iniciativa de um dos poderes.

A nossa preocupação era que não viéssemos a ser penalizados novamente, conforme a história nos ensinou. O terceiro pilar era a legitimidade. Tínhamos de preservar uma imagem de isenção e imparcialidade porque, caso fôssemos empregados, não poderíamos ser identificados como tendentes a um ou outro lado. Trabalhamos no sentido de ser um protagonista silencioso.



O senhor ouviu muitas cobranças das pessoas naquele período?

Ouvi palavras de inconformismo de todos os lados. Queriam saber por que não tomávamos uma providência. Eu respondia que não é papel do Exército derrubar nem fiscalizar governo. Mas eu entendo que a sociedade nos vê como um reservatório de valores ainda preservados.

O Exército tem sido chamado com frequência para agir em conflitos de segurança pública. Quão eficazes são essas operações?

Preocupa-me a banalização do emprego das Forças Armadas. As pessoas não entendem que nossa atuação não é policial. Quando estávamos na favela da Maré, no Rio, via o nosso pessoal de capacete e colete, armado, na rua ao lado de crianças e senhoras. É terrível essa disfunção. Estamos ali com arma apontada para brasileiros? É absolutamente inadequado. Embora seja constitucional, é inconveniente e inadequado, além de ineficaz. Em alguns estados em que tivemos de intervir em decorrência do colapso na estrutura de segurança pública, seis meses depois de sairmos tivemos de voltar porque nenhuma medida estrutural havia sido tomada. Há estados que há doze anos não incorporam ninguém à polícia.

Como será a retirada das tropas do Haiti?

A ONU já decidiu a saída, e nós vamos retirar nossos últimos soldados em outubro, depois de treze anos lá. O que conquistamos em termos de pacificação no Haiti é uma referência na ONU, foi uma missão de extremo sucesso. Estão sendo feitos estudos para levantar outras possibilidades de emprego de tropas brasileiras como força de paz, principalmente na África e no Oriente Médio. No Líbano, por exemplo, podemos ter tropas já a partir do próximo ano. Mas isso tudo ainda está em estudo.

Que mensagem o Exército passa ao homenagear o juiz Sergio Moro na Semana do Exército?

É uma mensagem de apoio à Operação Lava-Jato. Nós entendemos que a operação é necessária e queremos que ela ande com a maior celeridade possível. O critério dessa condecoração, que é a Ordem do Mérito Militar, é de brasileiros que tenham prestado serviços relevantes ao pais ou ao Exército, e o juiz Sergio Moro é hoje um destaque.

Qual a avaliação que o senhor faz das revelações de corrupção na delação da Odebrecht?

Considero importante que se dê a celeridade possível ao julgamento dos casos, porque acho perigoso que as pessoas de bem comecem a ficar descrentes, e às vezes até descrentes da democracia. Aí você começa a abrir espaços para atalhos. O Brasil vai ter de se repactuar. E o único parâmetro universal para que se faça isso é o princípio ético e moral. O que me preocupa é que acho que não apareceu uma base de pensamento alternativa nem uma base que propicie o surgimento de uma liderança.

O surgimento de um líder populista neste momento é um risco?

Nitidamente, há um cansaço em relação ao politicamente correto. O perigo é surgir um líder falando determinadas coisas politicamente incorretíssimas, mas que correspondem ao inconformismo das pessoas. Tivemos Donald Trump nos Estados Unidos e temos alguns aqui no nosso país.

O Exército apoia o deputado Jair Bolsonaro em sua pré-candidatura à Presidência?

Não. Nós não temos ligação institucional com o Bolsonaro. Ele é um ex-integrante das Forças Armadas, tem muita relação com o pessoal do círculo dele e todo o direito de se candidatar, mas quem vai julgá-lo é a população, por intermédio do voto.

O senhor está enfrentando um grave problema de saúde e deci-diu torná-lo público. Por quê?

Fui acometido por uma doença degenerativa chamada doença do neurônio motor. Ela atingiu alguns grupos musculares. Estou com dificuldade para caminhar e com alguma dificuldade respiratória. Senti que, se não revelasse o que estava acontecendo, daria margem a mal-entendidos. Comecei a ver notícias de que eu estaria para ser exonerado ou que havia pedido para sair. Então, decidi ser transparente.

O que mudou na sua rotina com a doença?

Ela afetou minha mobilidade, isso é o pior. Mas me considero privilegiado, porque um evento desses dá outro significado à vida. Tenho descoberto nas pessoas coisas fantásticas. Minha família está muito mais unida. Os amigos que tenho, cada um deles é um anjo da guarda a me proteger. Tenho tido muita solidariedade.Aquilo de que mais sinto falta é não poder viajar, percorrer as nossas unidades, estar junto com a tropa, porque a nossa essência é essa. Vivo hoje procurando me equilibrar entre até onde vai meu dever de continuar lutando e permanecer no exercício do cargo e a partir de que momento passarei a atrapalhar. É algo muito sutil.

FONTE: Revista Veja, Por Thaís Oyama e Robson Bonin

LINK: https://orbisdefense.blogspot.com.br/2017/04/general-eduardo-villas-boas-revela-em.html
« Última modificação: Abril 24, 2017, 07:12:34 pm por Vitor Santos »
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #878 em: Abril 28, 2017, 01:42:37 pm »
Inspetores do Sistema de Prontidão de Capacidades de Manutenção da Paz da ONU realizam visitas a unidades do Exército Brasileiro



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Durante esta semana uma equipe das Organizações das Nações Unidas (ONU), esteve encarregada de avaliar tropas do Exército Brasileiro para comporem Missões de Paz. Essa inspeção nas organizações militares brasileiras tem como objetivo, avaliar e assessorar as Forças Armadas do Brasil quanto a sua operacionalidade e prontidão no caso de futuros acordos para participação em operações de paz.

Essa avaliação, “in loco” pode elevar o País ao Nível 2 no Sistema de Prontidão de Capacidades de Manutenção da Paz das Nações Unidas (UNPCRS, pela sigla em inglês) e caracteriza a aprovação da ONU para compor as tropas me missão, permitindo o prosseguimento de negociação para efetivar a participação em determinada missão, já existente ou a ser criada.

As unidades visitadas, nesta oportunidade pelos inspetores da UNPCRS/ONU, de acordo ao negociado pelo Brasil, por meio do Ministério da Defesa (MD) e do Ministério de Relações Exteriores (MRE), foram: 01 (uma) Unidade Médica Nivel 2 (UNM 2), constituído no Hospital de Campanha (H Cmp), que se desdobrou em sua própria sede, a Base de Apoio Logístico do Exército (Ba Ap Log Ex), no Rio de Janeiro (RJ); e 01 (um) Batalhão de Infantaria de Força de Paz (BRABAT), representado eplo 26º Contingente de Força de Paz, que realiza sua preparação final para embarque para o Haiti, em maio deste ano.

As ações dos inspetores são de regular as atividades as tropas que são visitadas para avaliação e assessoramento (AAV) por parte de comitiva da ONU, a fim de que estas tropas estejam prontas à disposição UNPCRS. Dentre as observações que serão feitas pelos inspetores da ONU, podemos citar algumas:

Verificar o nível de preparação do BRABAT e da UNM 2 no que tange à instrução, conforme os requisitos mínimos estipulados para o pessoal a ser desdobrado para missão de paz da ONU. Identificar se estão sendo atendidas todas as necessidades em pessoal, conforme as capacitações mínimas previstas para o desdobramento de tropas para missão de paz.

Avaliar as condições dos materiais das diversas classes que serão empregados em uma missão de paz em favor da ONU, dentro das categorias de equipamentos de grande porte (major equipments) e de auto sustento (self-sustainment).
Assessorar o país quanto as oportunidades de melhorias e melhores práticas para compor o UNPCRS e para preparação para emprego em uma eventual operação de paz.

FONTE: http://orbisdefense.blogspot.com.br/2017/04/inspetores-do-sistema-de-prontidao-de.html?spref=fb











 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #879 em: Abril 28, 2017, 02:30:39 pm »
Estado-maior da Brigada de Infantaria Pára-quedista recebe oficiais de nações amigas

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No dia 07 de abril, a Bda Inf Pqdt recebeu a comitiva composta por instrutores e alunos do Curso de Comando e Estado-Maior para Oficiais das Nações Amigas. Após a foto oficial, os visitantes assistiram a uma palestra institucional, conduzida pelo Cel Helder, Chefe do Estado-Maior da Bda Inf Pqdt. Logo após, visitaram o museu aeroterrestre e, em seguida, assistiram a uma apresentação da Força Tarefa Aeroterrestre no campo de parada do 27º BI Pqdt. Ao final da visita, a comitiva almoçou no refeitório do QG, onde participou do tradicional badernaço (canto de canções históricas da Bda Inf Pqdt).
FONTE: http://www.bdainfpqdt.eb.mil.br/noticias/162-visita-do-curso-de-comando-e-estado-maior-para-oficiais-das-nacoes-amigas.html

 

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« Responder #880 em: Maio 05, 2017, 03:41:06 pm »
Jane’s diz que Exército lançará concorrência para comprar dois protótipos de um sistema de morteiro de120 mm transportável pela viatura Guarani


Citar
Por Roberto Lopes

Uma reportagem do jornalista português Victor Barreira, correspondente do portal IHS Jane’s Defence Weekly em Istambul, informou, nesta quarta-feira (03.05), que a Comissão do Exército Brasileiro em Washington lançará, no segundo semestre deste ano, um Requerimento de Informações (Request for Information, RFI) sobre os sistemas de morteiros de 120 mm aptos a serem montados em viatura blindada disponíveis no mercado.

Em 2018 a mesma Comissão divulgará um Requerimento de Propostas (Request for Proposals, RFP) para a compra de dois protótipos, que serão experimentados a bordo da Viatura Blindada de Combate Morteiro-Média sobre Rodas (VBTP-MR) Iveco 6×6 Guarani.

A Força Terrestre do Brasil pretende ter 107 viaturas Guarani dotadas de morteiros de 120 mm – número que representa pouco menos de 10% dos 1.580 Guaranis que, segundo um comunicado oficial de 22 de novembro de 2016, os quartéis brasileiros irão receber.

Ruag – A 17 de setembro de 2016 a coluna INSIDER registrou a presença, no Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro, de uma delegação da empresa suíça Ruag, que fabrica o sistema Cobra de morteiros de 120 mm (adaptável ao calibre 81 mm) destinado a veículos blindados.

Os suíços se ofereceram para assistir os técnicos militares do Brasil no desenvolvimento do “Sistema de Armas da Viatura Morteiro” Guarani (leia o texto intitulado PROJETO GUARANI: Suíços se oferecem para ajudar o Exército a desenvolver blindado porta-morteiro de 120 mm).

O programa dos VBTP-MR vem sendo supervisionado pela Diretoria de Fabricação do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, hoje a cargo do general de brigada Hélio de Assis Pegado, que, nesse momento, trabalha na especificação das características do equipamento requerido.

FONTE: http://www.planobrazil.com/projeto-guarani-suicos-se-oferecem-para-ajudar-o-exercito-a-desenvolver-blindado-porta-morteiro-de-120-mm-2/
« Última modificação: Maio 05, 2017, 03:43:13 pm por Vitor Santos »
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #881 em: Maio 07, 2017, 02:41:18 am »
O Brasil deve integrar as forças de paz na Síria a pedido da Rússia?

Citar


A Rússia tem interesse em que o Brasil participe de forças de paz para a redução dos conflitos militares na Guerra da Síria. A ideia que Moscou vem negociando com o Irã e a Turquia, além dos EUA indiretamente, busca estabelecer zonas de separação entre áreas controladas pelo regime de Bashar al Assad e áreas controladas pela oposição. Na visão russa, forças militares de nações emergentes, como o Brasil e a Índia, seriam o ideal.

Há interesse, segundo apurei, de alguns membros da área da Defesa no Brasil em participar destas forças. Vale lembrar que a Marinha brasileira integra a UNIFIL no Líbano e é por manter o cessar-fogo entre o Hezbollah e Israel na zona marítima. Até 1967, o Brasil teve o Batalhão Suez como integrante das forças de paz na Faixa de Gaza. Os militares brasileiros, inclusive, estavam no território quando eclodiu a Guerra dos Seis Dias em 1967. E, claro, há também as tropas na MINUSTAH, no Haiti, que onde devem sair em outubro. O Brasil tem a vantagem de ser culturalmente próxima da Síria. Centenas de milhares de sírios e libaneses imigraram para o Brasil e os brasileiros possuem excelente imagem entre os sírios.

A estratégia da Rússia, basicamente, visa consolidar o poder de Assad, que já controla quase todas as principais zonas urbanas da Síria, incluindo Damasco, Aleppo, Homs, Hama e a costa mediterrânea. Ao mesmo tempo, Putin faria uma concessão para a Turquia e Arábia Saudita, aceitando que os rebeldes, muitos deles ligados à Al Qaeda, sigam controlando Idlib. Os EUA, apesar do recente bombardeio contra Assad, mantêm o foco no apoio a milícias curdas no combate ao ISIS, também conhecido como Grupo Estado Islâmico e Daesh.

Estas milícias curdas, que atuam na fronteira com a Turquia e tentarão derrotar o ISIS em Raqqa, não são inimigas de Assad, mas tampouco são aliadas. Estes grupos curdos, em especial o YPG, são, no entanto, adversárias da Turquia, que considera estas facções terroristas pela ligação com o grupo separatista curdo PKK, responsável por dezenas de atentados no território turco.

FONTE: Blog Guga Chacra/Estadão

http://www.forte.jor.br/2017/05/05/o-brasil-deve-integrar-as-forcas-de-paz-na-siria-pedido-da-russia/
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #882 em: Maio 07, 2017, 06:27:47 am »







Créditos: Paula Mariane
 

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #883 em: Maio 07, 2017, 06:35:30 am »
 

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Vitor Santos

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Re: Exército Brasileiro
« Responder #884 em: Maio 09, 2017, 02:11:19 pm »
Festa Nacional da Cavalaria 2017


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O sábado ensolarado levou mais de 4 mil pessoas ao Parque Histórico Marechal Manoel Luis Osorio, em Tramandaí,  a fim de assistir a Festa Nacional da Cavalaria. O evento comemorou, em âmbito nacional, o dia da Arma de Cavalaria, data marcada pelo nascimento de seu Patrono, o Marechal Osorio, nascido em 10 de maio de 1808,  na Fazenda Conceição do Arroio, local onde hoje se situa o Parque Osorio.

Durante a Festa, os cavalarianos apresentaram uma encenação, relatando os principais momentos da vida do Patrono da Arma da Cavalaria, como as diversas participações em batalhas. Um dos momentos mais emocionantes foi a tradicional "Carga de Cavalaria", quando, em meio a explosões, os cavalarianos, junto aos blindados e aeronaves, cruzaram a galope o cenário da apresentação.
 
A visão do passado, retratado pela tropa hipomóvel com uniformes históricos, junto  com as viaturas e  blindados que  representam o presente e o futuro do Exército, lembram  a bravura, a coragem e  o patriotismo do soldado brasileiro, resultando em campanhas sempre vitoriosas, na História do Brasil.

Valores e princípios como a honra e o civismo, cultivados nos quartéis, se traduzem em uma das mensagens deixadas pelo Marechal Osório, que vale para os dias atuais: “Para comandar homens livres, basta mostrar-lhes o caminho do dever”.
 
O evento foi coordenado pelo Comando Militar do Sul e executado pelo 3º Regimento de Cavalaria de Guarda - Regimento Osorio, de Porto Alegre, a mais antiga Unidade de Cavalaria do Exército Brasileiro que, por duas vezes em sua história, foi comandada por Osorio.

Participaram da demonstração forças de  blindados, aeromóvel e hipomóvel:
- 360 militares
- 105 cavalos
- 41 viaturas (jipes, blindados e mecanizados)
- 2 aeronaves: 1 helicóptero Esquilo e 1 helicóptero Pantera





 

 

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