Notícias do Exército Brasileiro

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Vitor Santos

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1170 em: Janeiro 23, 2019, 06:53:13 pm »
Militares brasileiros ajudam na revisão do Manual do Batalhão de Infantaria da ONU


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O workshop da Organização das Nações Unidas reuniu oficiais com grande experiência em missões de paz para atualizar o manual, de acordo com as mudanças tecnológicas.

Nelza Oliveira/Diálogo

Militares das Forças Armadas do Brasil participaram em Salvador, Bahia, de 5 a 9 de novembro de 2018, do 4° Workshop da Organização das Nações Unidas (ONU) para a revisão do Manual do Batalhão de Infantaria (UNIBAM, em inglês), coordenado pela Subchefia de Operações de Paz do Ministério da Defesa do Brasil. O workshop contou ainda com a presença de representantes da ONU e de países membros, tais como: Bangladesh, Camboja, Estados Unidos, Finlândia, Holanda, Marrocos, Nigéria e Paquistão. Foram no total 19 participantes.

O UNIBAM foi lançado em 2012 pelo Departamento de Operações de Manutenção da Paz (DPKO, em inglês) e de Apoio de Campo da ONU, com o objetivo de melhorar o desempenho das forças militares de paz. A publicação descreve padrões, tarefas, estruturas, requisitos de equipamentos e ferramentas de autoavaliação para componentes de infantaria em operações desse tipo, para aprimorar o desempenho das tropas. O documento foi desenvolvido com contribuições dos Estados membros, ex-comandantes de batalhão, praticantes de manutenção da paz, especialistas em treinamento, entre outros.

A Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Defesa explicou à Diálogo que a revisão está prevista para ser feita a cada cinco anos, por conta das mudanças tecnológicas, e nos diversos ambientes operacionais em que as tropas da ONU atuam. O workshop realizado no Brasil foi o quarto e último da primeira revisão do UNIBAM. Foram realizados dois workshops anteriores em Bangladesh, em fevereiro e outubro de 2018, e um na Nigéria, também em outubro de 2018. O próximo passo será preparar pacotes de adestramento das tropas da ONU, que serão enviados para os centros de treinamento das tropas de operações de paz de cada país que contribui com tropas para a organização, para que possam preparar seus contingentes de acordo com a nova doutrina.

O Brasil foi selecionado para participar da revisão do UNIBAM por sua ampla participação nas operações de paz da ONU. O país já participou de aproximadamente 50 missões da ONU e liderou os 13 anos de Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti, uma das mais longas da história, com a participação total de mais de 37.000 militares.

“A oportunidade de contribuir para a revisão do manual acontece em função do excelente desempenho do Brasil em missões de paz. Nossa atuação nos habilita a opinar em diversos capítulos do manual e, com isto, contribui para a possibilidade de participação do Brasil em futuras missões”, disse o General de Exército José Eduardo Pereira, vice-chefe de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa do Brasil. “O fato de organizar um evento como esse nos dá a oportunidade de divulgar essa capacidade a outros países. A capacidade de planejamento dos brasileiros foi provada no apoio a eventos como a Copa do Mundo, as Olimpíadas e os Jogos Mundiais Militares.”

Etapas até a publicação

A revisão do UNIBAM durante o workshop teve início após as discussões dos capítulos pelos subgrupos de trabalho. As propostas são apreciadas pelo Coronel do Exército Brasileiro (EB) Ulisses de Mesquita Gomes, chefe da Divisão de Política, Doutrina e Treinamento do Escritório de Assuntos Militares do DPKO, que é responsável pela produção dos manuais e pela montagem dos pacotes de treinamento das tropas da ONU.

O Cel Ulisses concorreu com 134 oficiais de diversos países para ocupar esse cargo. O oficial considera que sua aprovação se deu, entre outros fatores, devido ao rigor da seleção do EB e da sua preparação no Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil, com sede no Rio de Janeiro, que desde 2010 treina militares brasileiros e estrangeiros que irão compor as missões de paz da ONU. “Atualmente, além da revisão em andamento, estão previstas as revisões dos manuais de aviação e de engenharia, bem como a criação do curso para comandantes de batalhões de infantaria da ONU, projeto dos quais o Brasil também participa”, afirmou o Cel Ulisses.

Depois da aprovação do oficial, as propostas seguem para análise na ONU, quanto ao enquadramento às normas já existentes e especialmente em relação aos pontos apresentados no Relatório Cruz, criado sob a coordenação do General de Divisão do EB Carlos Alberto dos Santos Cruz, que foi secretário nacional de Segurança Pública e comandante das forças de paz no Haiti e na República Democrática do Congo para a ONU. O Relatório Cruz tem por objetivo diminuir as baixas de capacetes azuis em missões de paz. O UNIBAM será publicado e suas orientações serão cumpridas por todos os componentes das missões de paz.​​​​​​​

Dividindo experiência

O workshop reuniu oficiais com grande experiência em missões de paz. Muitos militares aproveitaram o evento para dividir suas experiências em missões de paz, como o Capitão de Mar e Guerra (FN) do Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil Alexandre Mariano Feitosa, oficial que participou da missão no Haiti e serviu no DPKO, em Nova Iorque, como responsável pelo planejamento das missões no Oriente Médio.

“A reunião de revisão do manual materializa o respeito e a atenção que o Brasil tem no cenário internacional, fruto do desempenho brasileiro em operações de paz”, disse o CMG Feitosa. “Sinto-me orgulhoso por poder representar o Corpo de Fuzileiros Navais, a Marinha e o Brasil, em um trabalho tão relevante.”

Já o Tenente-Coronel do EB José Paulino Sobrinho Junior fez sua preparação para missões de paz em Kingston, no Canadá, antes de ser observador por dois anos no Saara Ocidental. Ele chegou a comandar um destacamento composto por 15 a 20 militares internacionais, fazendo o monitoramento do cessar fogo na região. “Deixei a região com o sentimento de orgulho por perceber o quanto o Brasil é valorizado e, principalmente, por contribuir para a paz mundial”, afirmou o Ten Cel Paulino.

Fonte: Dialogo Americas - http://www.planobrazil.com/militares-brasileiros-ajudam-na-revisao-do-manual-do-batalhao-de-infantaria-da-onu/
 

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Vitor Santos

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1171 em: Janeiro 23, 2019, 08:06:49 pm »
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Exército Brasileiro procura novos helicópteros


 :arrow:  http://www.cavok.com.br/blog/exercito-brasileiro-procura-novos-helicopteros/
 

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Vitor Santos

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1172 em: Janeiro 23, 2019, 08:08:05 pm »
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Exército Brasileiro perto de adquirir helicópteros leves de ataque


O Exército Brasileiro está considerando a vir obter, helicópteros de médio porte de ataque, para atender a dois requisitos de seu Programa Estratégico de Aviação do Exército (PEE Av Ex). Os testes, com as aeronaves de alguma das empresas candidatas, foram conduzidas pelo Grupo de Testes e Avaliações (GEA) do Comando de Aviação do Exército (CAvEx), e os resultados estão sendo analisados.

O programa PEE Av Ex, que foi implementado em 2017 a um custo de U$S 1,3 bilhão (R$ 4,9 bilhões), está programado para ser concluído em 2039. O projeto ‘Obtenção de Capacidade de Ataque’ envolve a aquisição de 12 a 24 helicópteros de ataques/assalto a partir de 2021, em vez de 2031, como era previsto inicialmente.

 :arrow:  https://www.defesa.tv.br/exercito-brasileiro-perto-de-adquirir-helicopteros-leves-de-ataque/
 
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Lusitano89

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1173 em: Janeiro 27, 2019, 12:11:32 pm »
 

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jpthiran

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1174 em: Janeiro 27, 2019, 01:07:45 pm »
acho que os EUA estão a preparar as coisas para por o Brasil e a Colômbia a meter pressão sobre a Venezuela...
cheira-me que a coisa vai-se complicar...
 

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Vitor Santos

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1175 em: Janeiro 29, 2019, 12:24:09 pm »
Exército Brasileiro apoia, junto às demais Forças, as equipes de busca e salvamento na região de Brumadinho


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As Forças Armadas prosseguem atuando no transporte aéreo das diversas equipes de busca e salvamento dos órgãos do Governo de Minas Gerais. Também vêm sendo prestados assessoramentos em termos de comunicações satelitais e rastreamento, além da montagem e manutenção de instalações móveis para facilitar o trabalho de identificação dos corpos.


 
Além disso, desde a noite desse domingo, 27 de janeiro, o Comando Militar do Leste, por intermédio da 4ª Região Militar, sediada em Belo Horizonte (MG), vem prestando apoio logístico aos militares israelenses que chegaram à região para trabalhos de busca e salvamento. Esse apoio inclui:

emprego de cinco helicópteros da Aviação do Exército, de modelos variados, para utilização pelas equipes de buscas;
alojamento e alimentação para cerca de 130 pessoas;
alojamento, alimentação e apoio veterinário para cães farejadores;
transporte e acondicionamento de todo o equipamento (aproximadamente 16 toneladas), por meio da montagem de um depósito de campanha em Brumadinho;
Instalação de cozinha de campanha para a confecção de alimentação na área de Brumadinho;
alojamento e alimentação aos intérpretes designados.




FONTE: https://www.forte.jor.br/2019/01/28/exercito-brasileiro-apoia-junto-as-demais-forcas-as-equipes-de-busca-e-salvamento-na-regiao-de-brumadinho/

 

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1176 em: Janeiro 31, 2019, 11:07:49 am »
Itália propõe vender ao Brasil cerca de 200 caça-tanques Centauro


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Por Roberto Lopes
Especial para o Forças Terrestres


O governo da Itália está oferecendo ao Brasil cerca de 200 blindados de combate 8×8 Centauro B1 em disponibilidade nos estoques do seu Exército.

Dotados de canhão de 105 mm, os carros custariam, aproximadamente, 100 milhões de euros – equivalentes a 100,14 milhões de dólares, ou a 372,5 milhões de Reais.

Não é a primeira vez que essa oferta é feita.

No primeiro semestre de 2001, um Centauro foi transportado até o Rio de Janeiro, para ser avaliado, na Restinga da Marambaia, por especialistas do Centro de Instrução de Blindados (que, atualmente, funciona na cidade gaúcha de Santa Maria).

Aquela época, o valor unitário de um Centauro (com armamento completo) estava na faixa dos 2,5 milhões de dólares, mas, dependendo de sua configuração, poderia chegar até os 3,5 milhões de dólares.

Como em qualquer operação comercial, a eventual importação dos Centauros pelo Exército Brasileiro (EB) traria aspectos positivos e negativos.

O blindado italiano é tido (inclusive nos Estados Unidos) como um dos melhores veículos em sua categoria. E de desempenho comprovado em teatros de operações considerados “quentes”, como Iraque, Somália (onde operou com reforços de blindagem que aumentaram seu peso para 28/29 toneladas), Líbano e a antiga Iugoslávia.

Uma viatura que se desloca à velocidade máxima de 108 km/h, carregando em seu interior 40 projetis de 105 mm: 14 alojados na torre e 26 encaixados em prateleiras verticais junto aos casco.


Nações Unidas – Com ele em seus Regimentos de Cavalaria Mecanizada (hoje equipados com viaturas de reconhecimento Cascavel e de transporte de tropa Urutu), a Força Terrestre estaria apta a montar uma tropa de Força de Paz à altura de outras, fornecidas por países-membros da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), que atendem, rotineiramente, as necessidades do Departamento de Operações de Paz das Nações Unidas.

Há, contudo, alguns aspectos que figuram como entraves, além do valor a ser desembolsado pelo Tesouro.

Em 2017 o EB, devido a uma crítica falta de recursos, interrompeu o seu próprio planejamento de obtenção de uma viatura blindada de combate, tração 8×8.

O programa ganhou impulso após o bem-sucedido desenvolvimento do blindado 6×6 Guarani, fabricado pela Iveco italiana em Minas Gerais. Diante da decisão de usar o chassis de um Guarani no veículo, os militares brasileiros passaram a examinar as diferentes torres de blindados sobre rodas disponíveis no mercado. Foi, porém, nesse estágio, que os trabalhos precisaram ser desacelerados.


Calibre – O projeto brasileiro prevê um blindado equipado com canhão de105 mm.

Sete meses atrás, o Exército italiano encomendou à sua indústria um pequeno lote de veículos Centauro II, de 30 toneladas, que vão ostentar canhão de 120 mm, encaixado em uma torre redesenhada (mais larga mas de menor altura que a do Centauro B1).

Na última semana de julho de 2018, o portal de notícias militares Defense News divulgou que os generais da Itália definiram em 136 o número total de viaturas a ser adquirido.

Os russos já experimentam canhões de 125 mm em seus blindados rápidos, sobre rodas.

A empresa francesa Nexter admitiu que testa um canhão de 140 mm no carro de combate AMX-56 Leclerc, de 54,5 toneladas,e a alemã Krauss Maffei Wegmann estaria avaliando a conveniência de testar uma arma de 130 mm em seus carros de combate Leopard 2.

FONTE:  https://www.forte.jor.br/2019/01/30/italia-propoe-vender-ao-brasil-cerca-de-200-caca-tanques-centauro/
 

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Vitor Santos

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1177 em: Fevereiro 13, 2019, 10:09:12 pm »
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General brasileiro fará parte de comando militar americano pela primeira vez

Em negociação que vinha do governo Temer mas que se encaixa com diretriz de Bolsonaro, oficial irá substituir chileno em função de cooperação

 :arrow: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/02/general-brasileiro-fara-parte-de-comando-militar-americano-pela-primeira-vez.shtml
 

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Vitor Santos

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Re: Notícias do Exército Brasileiro
« Responder #1178 em: Fevereiro 13, 2019, 10:12:05 pm »
Comando Sul (SouthCom) dos EUA terá general brasileiro


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Um general brasileiro passará a integrar, ainda este ano, o Comando Sul (SouthCom) das Forças Armadas americanas. A informação foi dada pelo almirante Craig Faller, que comanda divisão voltada à segurança americana na América Central, Caribe e a América do Sul. Faller falou à Comissão de Forças Armadas do Senado dos Estados Unidos no dia 7 de fevereiro.

Em seu depoimento, o Brasil aparece, ao lado do Chile e da Colômbia, como países com os quais os EUA mais têm incrementado parceria. Depois de relatar o Brasil como primeiro signatário da América Latina do acordo para uso pacífico do espaço (“Space Situational Awareness Agreement”), a Colômbia como primeiro parceiro latino-americano na Otan e o Chile como parte do maior exercício de guerra marítima do mundo (“Rim of the Pacific”), o comandante informou: “Até o fim do ano o Brasil enviará um general para servir como vice-comandante de interoperabilidade do Comando Sul”.

Em seu depoimento, o almirante valoriza a parceria como fundamental para a política de segurança americana: “Queremos inimigos que nos temam e amigos que façam parceria conosco”. Seis países são listados como ameaças aos interesses americanos: Rússia, China, Irã e seus “aliados autoritários” Cuba, Nicarágua e Venezuela.

Craig Faller descreve a Rússia como responsável pela disseminação de desinformação e demonstra preocupação com os exercícios nucleares na Venezuela como sinal de apoio ao regime de Nicolás Maduro e de ameaça aos Estados Unidos. Acusa ainda os russos de enviarem navios à região para mapear cabos submarinos que eventualmente podem vir a ser inabilitados “em crises futuras”.


A China aparece como usuária das mesmas “práticas predatórias”. O depoimento menciona empréstimos de R$ 150 bilhões a países do hemisfério com o objetivo de controlar seus portos e fortalecer sua presença, especialmente na infraestrutura associada ao canal do Panamá. Cita ainda a inserção de empresas chinesas como a Huawei na região como ameaça à propriedade intelectual, a informações privadas e a segredos governamentais. “Se governos da América Latina e do Caribe continuarem a usar sistemas chineses de informação, nossa habilidade e capacidade de compartilhar informações em rede será afetada”.

Numa fala destinada a justificar os custos dos programas de parceria com os vizinhos do Sul, o almirante americano fez ainda uma longa descrição das ameaças de um cenário em que o Exército Islâmico estabeleça vinculações com narcotraficantes da região. “Isso continua uma potencial vulnerabilidade que observamos da maneira mais próxima possível”.

Por meio de assessoria, o Ministério da Defesa confirmou não apenas a presença brasileira na estrutura do comando sul do exército americano como o ineditismo da posição. O Brasil participa de intercâmbios com vários países e com forças multilaterais mas não integra o comando de nenhum outro exército nacional. Setores do Itamaraty demonstram preocupação com a possibilidade de uma posição brasileira na hierarquia das Forças Armadas dos Estados Unidos venha a legitimar eventual intervenção militar na região.

No depoimento, o almirante diz que as Forças Armadas americanas desenvolvem com os parceiros forças que possam responder em momentos de crise. A concepção dessa colaboração que os americanos agora dizem ter ficado mais estreita com o Brasil é, no entendimento do MD, restrita ao “intercâmbio operacional e técnico”. Por meio de assessoria, o ministro Fernando Azevedo descartou que a posição brasileira resulte numa adesão a uma ação militar na Venezuela, ainda que humanitária.

Os pressupostos que guiam o esforço americano em engajar o Brasil, no entanto, colidem com documentos aprovados pelo Congresso que delineiam as diretrizes nacionais que privilegiam a atuação multilateral das Forças Armadas sem prevalência de uma única nação (Política Nacional de Defesa, Estratégia Nacional de Defesa e Livro Branco de Defesa Nacional).

FONTE: Valor Econômico - https://www.forte.jor.br/2019/02/13/comando-sul-southcom-dos-eua-tera-general-brasileiro/
 

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« Responder #1179 em: Fevereiro 21, 2019, 06:07:23 pm »
 

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« Responder #1180 em: Março 08, 2019, 06:45:41 pm »
 

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« Responder #1181 em: Abril 01, 2019, 02:03:18 pm »
 

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« Responder #1182 em: Abril 18, 2019, 03:45:05 pm »
DIA DO EXÉRCITO É COMEMORADO COM DESFILE DE TROPAS E HOMENAGENS COM ENTREGA DE MEDALHAS NA CAPITAL FEDERAL


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Brasília (DF) – "Braço Forte, Mão Amiga! É assim, fundamentado nessas duas simples expressões, que o Exército Brasileiro, ao longo dos seus 371 anos de existência, tem buscado pautar suas ações para defender a nossa Nação e garantir os poderes legalmente constituídos em nossa Carta Magna, o império da lei e da ordem", disse o Comandante do Exército, General de Exército Edson Leal Pujol, durante a leitura da Ordem do Dia na cerimônia comemorativa do Dia do Exército, na Capital Federal, nesta quarta-feira, dia 17 de abril.

Em suas palavras, o comandante destacou as ações do Exército ao longo da história e a importância de entender o passado para continuar a evoluir. “A cada celebração em que comemoramos mais um ano de existência, é imprescindível olhar para trás, em reflexão ao que já foi realizado, na busca das lições aprendidas e da melhoria contínua”.

O evento contou com a presença de diversas autoridades, como o Presidente da República, o Ministro da Defesa e Comandantes da Forças Armadas. Para o Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, o momento é de agradecimento ao Exército por sempre estar ao lado do povo brasileiro. “Esse é o nosso Exército Brasileiro. Exército que nos momentos mais difíceis da nossa nação sempre esteve ao lado da vontade do seu povo. Que respira e transpira democracia e liberdade e que honra a todos nós”.

Durante a cerimônia civis e militares foram homenageados com as medalhas da Ordem do Mérito Militar e a Medalha do Exército Brasileiro, condecorações concedidas a cidadãos e instituições que tenham prestado relevantes serviços à Força Terrestre.

Desfiles de tropas e equipamentos de Defesa do Exército Brasileiro encerraram a cerimônia. Militares equipados demonstraram disciplina, civismo e amor à profissão. O público que compareceu ao evento pôde conferir de perto viaturas de emprego militar, como blindados Guarani, o Lince MK2, blindados Cascavel, o blindado Leopard e o moderno Sistema Astros.

FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/id/9765017












 

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« Responder #1183 em: Abril 30, 2019, 02:43:21 pm »
Especialistas em Guerra na Selva do Brasil são convidados para dar instrução em Missão de Paz no Congo


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A Organização das Nações Unidas (ONU) convidou o Brasil para participar da Missão das Nações Unidas na República Democrática no Congo (MONUSCO) com instrutores formados pelo Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), organização militar reconhecida como um dos melhores centros de especialização de guerreiros de selva do mundo.

Atualmente, a MONUSCO é a segunda maior missão de paz em andamento da ONU, atrás somente da que ocorre na República do Mali (MINUSMA), também localizada no continente africano.

A preparação para a missão inicia-se ainda em abril, quando 13 guerreiros de selva selecionados voltarão a se encontrar no CIGS, em Manaus. O grupo, composto por oficiais e sargentos, passará por diferentes treinamentos até o embarque para o país africano.

No CIGS, de 29 de abril a 10 de maio de 2019, eles realizarão a revisão, em inglês, das técnicas mais modernas de Guerra na Selva. Após esse período, os militares passarão por avaliações físicas e psicológicas em centros especializados do Exército Brasileiro, no Rio de Janeiro. Além disso, um preparo específico para a atuação em Missões de Paz ainda será realizado pelo Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), também localizado na capital fluminense.

A MONUSCO conta, hoje, com mais de 15 mil militares de diferentes países e está sob o comando de um militar brasileiro – o General de Divisão Elias Martins Filho, que tem o mandato previsto até dezembro de 2019. Além do Force Commander, mais oito militares brasileiros fazem parte da missão no centro do continente africano.

No momento, o Brasil participa de nove missões da ONU, com 44 militares do Exército Brasileiro.

Missão na República Democrática no Congo

O país está localizado na região central do continente africano e enfrenta uma série de problemas sociais e conflitos armados. Trata-se de um dos maiores países da África em extensão territorial, possuindo grandes riquezas naturais, o que infelizmente não é sinônimo de desenvolvimento nacional. O baixo índice de desenvolvimento humano (IDH) e o alto índice de mortalidade infantil são apenas alguns dos tristes registros da República Democrática do Congo. Atualmente, a região enfrenta um grave surto de ebola, o segundo pior da história, com mais de 600 mortes.

O General Elias explica que “para que ocorra uma Operação de Manutenção da Paz, como das que o Brasil participa, alguns requisitos precisam ser cumpridos: primeiro o consentimento do país anfitrião; segundo a existência de um acordo de paz entre as partes envolvidas; e terceiro quanto aos atores que contribuem para o processo de paz – civis, militares e agentes humanitários que devem ser imparciais e representar todos os continentes na área da missão. E, por fim, tudo isso deve estar sob o comando das Nações Unidas”.

Para o Force Commander: “os conflitos nessa região, em particular no leste, são bastante sangrentos, tendo provocado desastres humanitários que não têm tido notoriedade diante da comunidade internacional. A República Democrática do Congo tem mais deslocados no interior do país do que na guerra da Síria. Estudos indicam que há mais de 200 grupos armados, e bem armados, na região, causando grandes danos às populações civis. Nos últimos anos, tornaram-se comuns os ataques às tropas das Nações Unidas, o que contribuiu para a existência de um ambiente bastante tenso com uma situação de risco elevada que tem provocado mortes de peacekeepers, os “soldados da paz”, como são conhecidos os militares que atuam nas missões de paz sob a égide da ONU”.

Fonte: Agência Verde-Oliva / Centro de Comunicação Social do Exército / https://www.defesaaereanaval.com.br/missoes-de-paz/especialistas-em-guerra-na-selva-do-brasil-sao-convidados-para-dar-instrucao-em-missao-de-paz-no-congo
 

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Vitor Santos

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« Responder #1184 em: Maio 17, 2019, 01:51:49 pm »
Tiro Técnico para medição da entrada de gases no compartimento de combate do blindado Gepard 1A2


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Santa Maria (RS) – A 6ª Bateria de Artilharia Antiaérea Autopropulsada (6ª Bia AAAe AP) realizou, entre os dias 7 e 9 de maio, no Campo de Instrução Barão de São Borja (Saicã), o tiro técnico para medição da entrada de gases no compartimento de combate da Viatura Blindada de Combate Gepard 1A2.

A atividade reveste-se de importância, uma vez que, durante a execução do tiro antiaéreo, pode ocorrer o acúmulo de gás carbônico no interior do blindado, causando desconforto e, eventualmente, comprometendo as condições físicas e a operacionalidade da guarnição da peça.

Além dos integrantes da Bateria de Tiro da 6ª Bia AAAe AP, o evento contou com a participação de militares da Diretoria de Material, da Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea e do Centro de Avaliações do Exército; além de representantes do Escritório Federal de Equipamentos, Tecnologia da Informação e Utilização das Forças Armadas Alemãs (BAAINBw) e da empresa Krauss-Maffei Wegmann (KMW), fabricante do Gepard 1A2.

FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/tiro-tecnico-para-medicao-de-gases-na-vbc-gepard-1a2/8357041







 

 

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