BA4 - Base das Lajes

  • 97 Respostas
  • 34627 Visualizações
*

Lightning

  • Moderador Global
  • *****
  • 8693
  • Recebeu: 1104 vez(es)
  • Enviou: 1274 vez(es)
  • +153/-49
Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #75 em: Maio 14, 2015, 12:20:37 am »
Outra curiosidade deste caso é que, mais nenhum órgão de comunicação social pegou nele, estranho, se realmente a Força Aérea errou e pôs em perigo a vida das pessoas dentro dos aviões isso seria caso para primeira página no Correio da Manhã e abertura de telejornal às 20:00 :mrgreen: .
 

*

NVF

  • Investigador
  • *****
  • 3958
  • Recebeu: 2235 vez(es)
  • Enviou: 4127 vez(es)
  • +2299/-118

*

Lightning

  • Moderador Global
  • *****
  • 8693
  • Recebeu: 1104 vez(es)
  • Enviou: 1274 vez(es)
  • +153/-49
Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #77 em: Maio 14, 2015, 10:16:48 am »
ups...   :mrgreen:

Então deve estar tudo no segredo dos deuses.  :G-beer2:
 

*

tenente

  • Investigador
  • *****
  • 7752
  • Recebeu: 3368 vez(es)
  • Enviou: 1963 vez(es)
  • +2301/-160
Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #78 em: Maio 14, 2015, 12:50:53 pm »
Citação de: "Lightning"
Citação de: "tenente"
Ora então vamos lá ver, quando estás a operar um voo tem de se depositar um FPL, plano de voo, que contêm variadíssimos itens entre eles o aeroporto de destino e, muito importante, os alternantes, até dois e a uma distância mínima de 50 milhas do destino, por motivos meteos.

Das duas uma ou o FOB não era suficiente para regressar a LIS, ou alterou em voo um dos alternantes, por motivos operacionais da companhia, e daí ter aterrado na Terceira, ou houve mesmo emergência a bordo, só pode ser uma destas três hipoteses !

A história do artigo não é bem assim, um dos aviões sim declarou emergência por falta de combustível e a base permitiu logo a aterragem.

Citar
Mas os outros dois casos não houve declaração de emergência, os aviões divergiram da ilha de S.Miguel para a ilha Terceira mas, acredito eu, que nenhum desses 3 voos tivessem a Base das Lajes como alternante senão não seria necessário essa decisão subir até ao Comandante da Base, se estivesse no plano de voo, não haveria nenhum problema, já estaria tudo no "automático".


Não podem ter como alternantes bases aéreas ! As normas IATA/ICAO não o permitem.


Citar
Não sei ao certo os procedimentos necessários para mudar um alternante em pleno voo, nem o tempo que isso demora até a informação chegar à Base, talvez meta alguma burocracia ao barulho, o tempo que o voo de Toronto esteve à espera de autorização para aterrar poderia ser devido a isso?".

É rápido, o ATC do espaço aéreo, FIR, em questão trata disso num ápice em caso de emergência e divergir para outro Aeroporto, para uma base Aérea vai provocar imenso granel como estas situações provocaram. Há alguns anos um voo da IBE aterrou no Montijo pensando que estava na aproximação da 03 em LIS e foi o que foi para libertar a Aeronave e pax da Base !!!



Citar
O voo que nunca chegou a ter autorização para aterrar na Terceira, nunca declarou emergência, teve combustível suficiente para voltar para Lisboa, a alternante seria Lisboa? Quem é que autoriza a mudança de alternante? Isso é à vontade do comandante do avião? O aeroporto/base é obrigada a aceitar a alteração ou pode negar?

Provavelmente seria mas se era um Low Cost o mais provável era ser um aeródromo do arquipelago !
Em casos de força maior o ATC !
O Aeroporto tem de aceitar essa situação de voo a divergir nem pode, nem tem poder para negar a autorização da aterragem, já quanto ás bases Militares estas não são obrigadas, actualmente, a autorizar as aterragens de voos comerciais.
Quando uma companhia efectua voos do ponto A para o B, tem plena consciência das capacidades do equipamento empregue, os tipos dos acft utilizados.
sabe quais são os EET, das rotas em questão;
Das distâncias a que estão os alternantes para esses voos, que tem de ser AEROPORTOS CIVIS, NUNCA BASES MILITARES;
E, tempos de holding, para assim abastecer as aeronaves devidamente, e assim efectuar os voos com a maior normalidade possível.
Em casos de meteo abaixo dos mínimos de operação das aeronaves, os combustíveis a bordo, FOB, deverão permitir atingir o 1º e, ou o 2º alternante sem problemas.

Nestas situações reportadas, uma vez mais os políticos que intervieram revelaram uma ignorância atroz, quando pediram a demissão do CMDT da Base, muito bom sim senhor!

Cumprimentos
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: night_runner

*

Lightning

  • Moderador Global
  • *****
  • 8693
  • Recebeu: 1104 vez(es)
  • Enviou: 1274 vez(es)
  • +153/-49
Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #79 em: Maio 14, 2015, 07:54:51 pm »
Citação de: "tenente"
Não podem ter como alternantes bases aéreas ! As normas IATA/ICAO não o permitem.

Eu queria dizer a parte civil, há voos civis para a Terceira que usam a pista militar, mas depois vão estacionar junto ao Terminal civil, idêntico ao funcionamento do Aeroporto de Beja/Base Aérea nº11. Não estou a falar de uma pista com uso exclusivo militar tipo Monte Real. Mesmo assim não podem por a alternante para a Terceira?

Citar
É rápido, o ATC do espaço aéreo, FIR, em questão trata disso num ápice em caso de emergência e divergir para outro Aeroporto, para uma base Aérea vai provocar imenso granel como estas situações provocaram. Há alguns anos um voo da IBE aterrou no Montijo pensando que estava na aproximação da 03 em LIS e foi o que foi para libertar a Aeronave e pax da Base !!!

Deve ter sido bonito de ver lol.

Obrigado por todas as respostas, muito esclarecedor :G-beer2: .
 

*

tenente

  • Investigador
  • *****
  • 7752
  • Recebeu: 3368 vez(es)
  • Enviou: 1963 vez(es)
  • +2301/-160
Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #80 em: Maio 14, 2015, 08:35:22 pm »
Citação de: "Lightning"
Citação de: "tenente"
Não podem ter como alternantes bases aéreas ! As normas IATA/ICAO não o permitem.

Eu queria dizer a parte civil, há voos civis para a Terceira que usam a pista militar, mas depois vão estacionar junto ao Terminal civil, idêntico ao funcionamento do Aeroporto de Beja/Base Aérea nº11. Não estou a falar de uma pista com uso exclusivo militar tipo Monte Real. Mesmo assim não podem por a alternante para a Terceira?

Citar
É rápido, o ATC do espaço aéreo, FIR, em questão trata disso num ápice em caso de emergência e divergir para outro Aeroporto, para uma base Aérea vai provocar imenso granel como estas situações provocaram. Há alguns anos um voo da IBE aterrou no Montijo pensando que estava na aproximação da 03 em LIS e foi o que foi para libertar a Aeronave e pax da Base !!!

Deve ter sido bonito de ver lol.

Obrigado por todas as respostas, muito esclarecedor :roll:  :roll:
Eu penso que sim, mas daí a pedir a demissão do cmdt da Base.........vão muitas milhas náuticas, :wink:

Sempre ás ordens se for da minha lavra cá estarei para ajudar um pouco.
 

*

mafets

  • Investigador
  • *****
  • 6458
  • Recebeu: 1540 vez(es)
  • Enviou: 737 vez(es)
  • +1742/-513
Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #81 em: Junho 14, 2015, 10:52:04 am »
http://defesanacionalpt.blogspot.pt/2015/06/forca-aerea-lembra-que-lajes-e-uma-base.html
Citar
O chefe do Estado-Maior da Força Aérea admitiu esta sexta-feira que estão a decorrer conversações entre várias entidades para optimizar a utilização civil da base das Lajes, na ilha Terceira, mas lembrou que a base é militar.

"A base é uma base aérea militar e portanto está sujeita aos requisitos e aos condicionalismos de ser uma base militar", salientou o general José Araújo Pinheiro, em declarações aos jornalistas, à margem das cerimónias do 74.º aniversário da Base Aérea n.º4.

O chefe do Estado-Maior da Força Aérea disse que "tem havido algum diálogo sobre a eventual expansão da utilização da base aérea das Lajes".

Segundo José Araújo Pinheiro, a Força Aérea vai falar com a Autoridade Nacional para Aviação Civil (ANAC), com o Ministério da Defesa e com o Governo Regional dos Açores para, "a nível técnico", encontrar soluções que, por um lado, respeitem o facto de a base ser militar e, por outro, vão ao encontro do interesse da Região Autónoma de "optimizar a utilização civil daquilo que é uma base militar".

O chefe do Estado-Maior da Força Aérea realçou, no entanto, que a operação civil na base das Lajes "tem corrido bem", alegando que está em causa apenas "identificar áreas de flexibilização, de autorizações e de expeditar".

"Nós, de uma maneira geral, temos respondido sempre às solicitações que nos são feitas, naturalmente com o apoio também das autoridades norte-americanas, porque há serviços na base que são garantidos pelas autoridades americanas", salientou.

Por sua vez, o comandante da Zona Aérea dos Açores, Manuel Teixeira Rolo, disse que o número de escalas técnicas nas Lajes "tem aumentando pontualmente", considerando que há perspectivas de "incrementar" esse número.

"É exactamente essa uma das razões que faz com que a Força Aérea esteja agora a iniciar esse processo de conversações, mandatado politicamente também para podermos encontrar soluções que acomodem essas necessidades de incremento de escalas técnicas e de operadores que futuramente queiram operar na Terceira", frisou.

Questionado sobre o reforço de tripulações para a Base Aérea n.º4, o chefe do Estado-Maior da Força Aérea confirmou a intenção de dotar a infra-estrutura de mais meios humanos, mas realçou que o processo "não é rápido".

"Neste momento não temos o módulo de tripulações que gostaríamos de ter. Assim que podermos, reforçamos, mas a qualificação de pilotos é morosa, exige tempo, porque um piloto, para ser qualificado, precisa de fazer muitas horas de voo", salientou.

José Araújo Pinheiro não adiantou, no entanto, para quando será possível reforçar as tripulações destacadas nas Lajes.

"Fá-lo-emos com a brevidade possível, porque para nós também é importante ter aqui uma segunda tripulação de EH101 [helicóptero], mas não me posso adiantar, porque temos de qualificar pilotos que são mais novos, que têm de ganhar experiência, têm de voar muito para que possam executar com segurança", explicou.

Em Junho de 2014, um homem ferido numa tourada na ilha de São Jorge morreu sem ser transferido para um hospital por falta de tripulação para pilotar um dos helicópteros da Força Aérea.


Saudações
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

*

NRSMiguel

  • 14
  • Recebeu: 1 vez(es)
  • Enviou: 2 vez(es)
  • +0/-0
Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #82 em: Junho 16, 2015, 05:58:43 pm »
Fica aqui mais uma noticia relacionada com as Lajes...


http://observador.pt/2015/06/16/base-da ... s-dos-eua/
PORTUGAL SEMPRE!!!
 

*

mafets

  • Investigador
  • *****
  • 6458
  • Recebeu: 1540 vez(es)
  • Enviou: 737 vez(es)
  • +1742/-513
Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #83 em: Junho 19, 2015, 10:21:26 am »
http://observador.pt/2015/06/17/lajes-estados-unidos-voltam-atras-reduzem-despedimentos/
Citar
Depois da reunião da Comissão Bilateral Permanente entre Portugal e os EUA, os norte-americanos decidiram aumentar o número de vagas a manter na Base das Lajes. Despedimentos serão "residuais".

A Comissão Bilateral Permanente entre Portugal e os Estados Unidos da América (EUA) reuniu-se, na terça-feira, em Washington, exclusivamente para discutir a redução militar norte-americana na Base das Lajes, na ilha Terceira. E há boas notícias para os portugueses: os EUA decidir aumentar o número de vagas na Base e reduzir os despedimentos, que deverão ser “residuais”.

Entre os dossiês em discussão, ao longo de quase 12 horas de negociações, foi a situação dos trabalhadores portugueses na Base das Lajes que teve um melhor desenvolvimento, tendo em conta o que estava previsto inicialmente, segundo o presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, Roberto Monteiro, que assistiu à reunião.

Os norte-americanos aumentaram o número de vagas a manter na Base das Lajes em 27, passando de 378 para 405 postos de trabalho civis para portugueses, mas também aceitaram possibilitar a rescisão por mútuo acordo, com direito a indemnização, a todos os funcionários, sem considerar alguns como “imprescindíveis”.

Em julho e agosto deverão ser feitos inquéritos aos trabalhadores para apurar quem está disponível para rescindir o contrato por mútuo acordo, sendo que o processo terá de estar concluído até setembro.

No entanto, se, ainda assim, for necessário despedir trabalhadores isso só acontecerá em março de 2016 e não até ao outono deste ano, como os norte-americanos tinham anunciado.

Durante esse período, serão recolocados os trabalhadores que ficam e será dada formação para os que passem a ocupar os cargos até então ocupados pelos trabalhadores que os norte-americanos consideravam “imprescindíveis”.

Segundo o autarca da Praia da Vitória, Roberto Monteiro, o despedimento de trabalhadores portugueses na Base das Lajes deverá ser residual. “Esperamos que o número de trabalhadores que venha a ficar se ajuste às vagas disponíveis”, salientou, prevendo que possam existir poucos e nenhuns despedimentos.

Atualmente, existem cerca de 800 trabalhadores portugueses na Base das Lajes, mas o resultado de um inquérito realizado pelos norte-americanos sobre a intenção de rescisão por mútuo acordo indicava que 412 funcionários estariam dispostos a cessar o contrato de forma voluntária e 125 estariam indecisos.

De acordo com o autarca da Praia da Vitória, os norte-americanos aceitaram também continuar a assegurar a operacionalidade do aeroporto em áreas como comunicações, operações de busca e salvamento, serviços prestados pelos bombeiros, controlo de tráfego aéreo e reabastecimento de aeronaves.


Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

*

Menacho

  • Investigador
  • *****
  • 2816
  • Recebeu: 298 vez(es)
  • Enviou: 60 vez(es)
  • +6/-50
Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #84 em: Junho 24, 2015, 05:50:22 pm »
Estados Unidos y Portugal negocian la retirada de personal militar de la base de Lajes, en Azores

Citar
(defensa.com) Una reunión entre personal estadounidense y una delegación portuguesa en Washington trató de minimizar el efecto de la retirada planeada de 500 personas, entre militares y civiles, de la base de Lajes. Lisboa considera que esta marcha, sobre un total de 650 personas que ahora están destacadas, supondría el colapso de la economía del archipiélago. Portugal quiere que el Pentágono reconsidere la decisión o que ofrezca una compensación económica por la retirada.

En enero de este año, el Departamento de Defensa estadounidense anunció la reorganización de la Fuerza Aérea estadounidense en Europa. Entre las medidas anunciadas estaban el cierre de quince instalaciones y la marcha de 500 personas de la base de Lajes en las Azores. En la actualidad la Fuerza Aérea estadounidense emplea la base de Lajes como un punto de reabastecimiento para aeronaves que realizan vuelos trasatlánticos al estar situada a 850 millas al oeste de Portugal. De aplicarse las medidas anunciadas la dotación que quedaría en la base sería reducida a 150 personas.


La pasada semana, además, se produjo un anuncio de Devin Nunes, congresista por el 22º distrito de California que actúa como portavoz del Comité de Inteligencia del Congreso estadounidense, en el que defendía un replanteamiento de esta decisión. Nunes quiere bloquear la decisión del Pentágono ya que considera que la retirada de Lajes costará 100 millones de dólares y supondrá el desaprovechamiento de cientos de millones en inversiones y construcciones realizadas en la isla. Como alternativa, Nunes propone ubicar en la base militar los centros de inteligencia del Mando de África y el Mando Europeo, que van a unirse y reubicarse en Reino Unido.  Esta medida es considerada por el Pentágono irrealizable porque requeriría desplazar a mil personas, para las que no hay instalaciones adecuadas. (J.N.G.)
 

*

Get_It

  • Investigador
  • *****
  • 1847
  • Recebeu: 264 vez(es)
  • Enviou: 453 vez(es)
  • +15/-1
Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #85 em: Setembro 12, 2015, 02:09:43 am »
Força Aérea justifica constrangimentos nas Lajes com ausência "momentânea" de condições
(11 de Setembro de 2015)
Citação de: "RF, ROC / LUSA"
A Força Aérea Portuguesa justifica os "constrangimentos" verificados com o estacionamento de aeronaves civis na base das Lajes, nos Açores, com a ausência "momentânea" de condições de operação.

Num comunicado emitido na sequência das críticas feitas pelo Governo dos Açores e por alguns partidos políticos, dando conta de situações registadas esta semana no aeroporto das Lajes com aviões da TAP e da Sata, a Força Aérea assegura que os casos ocorridos foram pontuais.

"Tratando-se a Base Aérea n.º 4 de uma infraestrutura aeronáutica militar, a situação em apreço ficou a dever-se ao facto de não se encontrarem momentaneamente reunidas as condições de operação aplicáveis a aeronaves civis, designadamente a necessidade de equipamentos destinados a passageiros com mobilidade reduzida", adianta o comunicado.

A Força Aérea Portuguesa afirma, porém, que o "essencial" é que se discutam e se definam os mecanismos de "articulação junto dos responsáveis pela aerogare civil", no sentido de se "agilizarem os procedimentos" legalmente em vigor e assim evitar este tipo de situações no futuro.

"Sem prejuízo da antecedência legalmente prevista para apresentação deste tipo de solicitações por parte dos operadores aéreos civis, a Força Aérea, através do comandante da Zona Aérea dos Açores, tomará as medidas ao seu alcance no sentido de agilizar tanto quanto possível futuras situações desta natureza", refere ainda a Força Aérea.

O secretário do Turismo e Transportes dos Açores, Vítor Fraga, enviou uma carta ao comandante da Zona Aérea dos Açores, considerando "intolerável" os sucessivos constrangimentos verificados no estacionamento de aeronaves civis na Base das Lajes.

Vítor Fraga recordou que o parqueamento na aerogare civil das Lajes (onde aterram os aviões comerciais que passam na ilha Terceira) ocorre preferencialmente numa área específica (a placa C) e que as situações de congestionamento são resolvidas com o centro de operações aéreas da base, mas indica que se têm "verificado, recorrentemente, impedimentos na utilização" das outras cinco placas de estacionamento da infraestrutura.

"O centro de operações aéreas da base tem mantido uma posição muito pouco flexível na autorização da utilização de outras placas [...], situação que não é de todo compatível com as necessidades das companhias aéreas que voam para a ilha Terceira nem dos passageiros transportados por estas, já para não falar da má imagem", lê-se na missiva, datada de quinta-feira.

A situação já tinha sido também criticada pelo líder regional do CDS-PP, Artur Lima, que entende que estes episódios poderão dar origem a um "estrangulamento" do desenvolvimento económico da ilha Terceira.

A situação mais recente ocorreu na manhã de quinta-feira, quando um avião da TAP esteve parado meia hora, com os motores ligados e 144 passageiros a bordo, à espera de um lugar na placa C, já que não foi autorizada a operação noutra placa.

Também um avião da Sata Internacional esteve há dias parado cerca de uma hora no aeroporto das Lajes, também com os motores ligados e com passageiros no interior, a aguardar por um espaço de estacionamento.
Fonte: http://www.sapo.pt/noticias/forca-aerea-justifica-constrangimentos-nas_55f2f6bbdae7c0bf119e69c4

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque:
 

*

tenente

  • Investigador
  • *****
  • 7752
  • Recebeu: 3368 vez(es)
  • Enviou: 1963 vez(es)
  • +2301/-160
Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #86 em: Setembro 12, 2015, 09:39:11 am »
Citação de: "Get_It"
Força Aérea justifica constrangimentos nas Lajes com ausência "momentânea" de condições
(11 de Setembro de 2015)
Citação de: "RF, ROC / LUSA"
A Força Aérea Portuguesa justifica os "constrangimentos" verificados com o estacionamento de aeronaves civis na base das Lajes, nos Açores, com a ausência "momentânea" de condições de operação.

Num comunicado emitido na sequência das críticas feitas pelo Governo dos Açores e por alguns partidos políticos, dando conta de situações registadas esta semana no aeroporto das Lajes com aviões da TAP e da Sata, a Força Aérea assegura que os casos ocorridos foram pontuais.

"Tratando-se a Base Aérea n.º 4 de uma infraestrutura aeronáutica militar, a situação em apreço ficou a dever-se ao facto de não se encontrarem momentaneamente reunidas as condições de operação aplicáveis a aeronaves civis, designadamente a necessidade de equipamentos destinados a passageiros com mobilidade reduzida", adianta o comunicado.

A Força Aérea Portuguesa afirma, porém, que o "essencial" é que se discutam e se definam os mecanismos de "articulação junto dos responsáveis pela aerogare civil", no sentido de se "agilizarem os procedimentos" legalmente em vigor e assim evitar este tipo de situações no futuro.

Fonte: http://www.sapo.pt/noticias/forca-aerea-justifica-constrangimentos-nas_55f2f6bbdae7c0bf119e69c4

Cumprimentos,

Provavelmente ninguém das Companhias Aéreas pensou sequer em como os PMR's seriam assistidos, se calhar nem existe Ambulift para esse tipo de assistência.
Se estivermos a falar de " Low Costs " é mesmo típico, chegar ver e vencer, de preferência sem pagar o que quer que seja, mas se algo corre menos bem, criticar muito e muito alto !!!

Cumprimentos
 

*

Lusitano89

  • Investigador
  • *****
  • 11974
  • Recebeu: 546 vez(es)
  • Enviou: 236 vez(es)
  • +93/-78
Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #87 em: Janeiro 05, 2016, 07:15:34 pm »
 

*

mafets

  • Investigador
  • *****
  • 6458
  • Recebeu: 1540 vez(es)
  • Enviou: 737 vez(es)
  • +1742/-513
Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #88 em: Janeiro 25, 2016, 12:00:40 pm »
Interessante....  ;)

Citar
U.S. Air Forces in Europe and Air Forces Africa
Gosta desta Página · 10 de Outubro de 2013 ·
 

Here are 3 things, we bet you didn’t know about Lajes Field, Azores.

As one of USAFE-AFAFRICA’s main operating bases, Lajes serves an important role in the command.
#USAF

https://www.facebook.com/65abw.lajes/

Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

*

Get_It

  • Investigador
  • *****
  • 1847
  • Recebeu: 264 vez(es)
  • Enviou: 453 vez(es)
  • +15/-1
Re: BA4 - Base das Lajes
« Responder #89 em: Fevereiro 02, 2016, 01:42:31 am »
Hoje deverá passar pelas Lajes um F-35A italiano com destino aos Estados Unidos. Será acompanhado por um Eurofighter Typhoon e um KC-767.

Cumprimentos,
:snip: :snip: :Tanque: