Força Aérea Portuguesa no Afeganistão

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Força Aérea Portuguesa no Afeganistão
« em: Agosto 03, 2008, 11:45:14 pm »
Tópico para discussão da participação do TACP da Força Aérea Portuguesa no Afeganistão...
 

(sem assunto)
« Responder #1 em: Agosto 03, 2008, 11:46:53 pm »
 

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nelson38899

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« Responder #2 em: Agosto 04, 2008, 09:17:33 am »
boas

Sempre, tive curiosidade de saber o que fazia o pessoal TACP da Força aérea no Afeganistão. Será que nos podiam dizer qual era a zona de actuação e quantos alvos foram indicados por vós durante o vosso tempo de missão'''
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

(sem assunto)
« Responder #3 em: Agosto 04, 2008, 01:09:22 pm »
A zona de actuação do TACP era principalmente em Kabul, mas tb actuava no resto do Afeganistão conforme solicitado.....



Citação de: "nelson38899"
boas

Sempre, tive curiosidade de saber o que fazia o pessoal TACP da Força aérea no Afeganistão. Será que nos podiam dizer qual era a zona de actuação e quantos alvos foram indicados por vós durante o vosso tempo de missão'''
 

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Lightning

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« Responder #4 em: Agosto 07, 2008, 12:03:09 pm »
Porque é que há fotos do TACP armado com G-3 e outras fotos armado com G-36?

Tem alguma coisa a ver com uniformização das munições com os Comandos e os Pára-quedistas?
 

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triton

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« Responder #5 em: Agosto 07, 2008, 02:16:41 pm »
Citação de: "Lightning"
Porque é que há fotos do TACP armado com G-3 e outras fotos armado com G-36?

Tem alguma coisa a ver com uniformização das munições com os Comandos e os Pára-quedistas?


não sabia que as nossas forças armadas já possuiam fuzis G36
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #6 em: Agosto 07, 2008, 02:54:42 pm »
A UPF, o DAE, o FOE, etc.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

(sem assunto)
« Responder #7 em: Agosto 07, 2008, 11:11:04 pm »
As fotos do TACP co G-3 são do incio da missão, que depois foram substituidas pelas G-36.

Citação de: "Lightning"
Porque é que há fotos do TACP armado com G-3 e outras fotos armado com G-36?

Tem alguma coisa a ver com uniformização das munições com os Comandos e os Pára-quedistas?
 

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jmg

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« Responder #8 em: Agosto 24, 2008, 11:49:56 am »
Os comandos no Afganistão levam a G3 7,62 e no entanto têm SIG 5,56.
Por isso não sei se existe essa coisa de nivelar o tipo de munições utilizada.
Por acaso gostava de saber se os comandos tivessem acesso à G36 em vez da SIG, seria que eles continuariam a levar a G3 em vez de G36?
Não te fies de mim, se te faltar valentia.
(Inscrição gravada num antigo punhal.Autor desconhecido)

ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ
 

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tyr

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« Responder #9 em: Agosto 24, 2008, 12:14:48 pm »
O pessoal da OMLT do exercito teve acesso a G36, mas preferiu a levar a G3 (por todas as vantagens que esta arma tem para um conflito com estas caraqueteristicas)
A morte só é terrivel para quem a teme!!
 

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jmg

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« Responder #10 em: Agosto 24, 2008, 12:20:12 pm »
Citação de: "tyr"
O pessoal da OMLT do exercito teve acesso a G36, mas preferiu a levar a G3 (por todas as vantagens que esta arma tem para um conflito com estas caraqueteristicas)


É mesmo por isso que eu acho que a G3 não deveria ser encostada de vez.
Bemvindo para a G36 mas guardar a G3 em caso de necessidade.
Não te fies de mim, se te faltar valentia.
(Inscrição gravada num antigo punhal.Autor desconhecido)

ΜΟΛΩΝ ΛΑΒΕ
 

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tyr

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« Responder #11 em: Agosto 24, 2008, 12:25:11 pm »
tive a conversar com algum pessoal que veio do afeganistão e achei caricato que eles disseram que a tendencia é abandonar o 5,56 para favorecer o 7,62 (pois o 5,56 a curto alcance não tem poder derrubante e a longo alcance o 7,62 bate o aos pontos) numa altura que o nosso exercito vai comprar armas 5,56.
A morte só é terrivel para quem a teme!!
 

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Lancero

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« Responder #12 em: Agosto 24, 2008, 09:37:11 pm »



Citar
Força Aérea de partida para o Afeganistão
22-08-2008

No dia 22 de Agosto de 2008, pelas 15H00, teve lugar na Base Aérea do Montijo uma cerimónia singela de despedida do Contingente Português que parte para o Afeganistão no dia 28 de Agosto de 2008.



O Comandante da Força Aérea, General Luís Araújo, despediu-se dos militares com palavras de confiança e orgulho no profissionalismo e sucesso da Missão. Com um efectivo de 42 militares, o Destacamento Português vai operar quatro meses, a partir de Kabul, integrado na Força Internacional de Apoio à Segurança no Afeganistão.

Esta participação foi confirmada, a 5 de Dezembro de 2007, pelo Conselho Superior de Defesa Nacional. Durante a cerimónia de despedida, seguindo a tradição da Força Aérea, o General Luís Araújo entregou aos militares uma imagem da Nossa Senhora do Ar (Santa Padroeira da Força Aérea) e as Bandeiras Nacional e do Ramo.



A missão deste contingente é operar uma aeronave de transporte táctico, C-130 HÉRCULES, da Esquadra 501, no Teatro de Operações do Afeganistão para missões de cariz humanitário.




 


Citar
Defesa: 42 militares vão para o Afeganistão para diminuir "falta de meios aéreos para transporte logístico"    

   Lisboa, 22 Ago (Lusa)- A Força Aérea Portuguesa (FAP) vai enviar para  o Afeganistão, dia 28 de Agosto, uma aeronave C-130 com 42 militares para  diminuir a "falta de meios aéreos para transporte logístico" da NATO no  país.  

 

   No final da cerimónia de despedida do contingente de 42 militares que  partem a 28 de Agosto para Cabul, a capital do Afeganistão, o Chefe de Estado-Maior  da Força Aérea (CEMFA), general Luís Araújo, afirmou que este grupo "interdisciplinar"  de militares vai para o país devido à "falta de meios aéreos para transporte  logístico" revelado pela International Security Assistance Force (ISAF),  a força de paz da NATO em território afegão.  

 

   "A ISAF desde há meses tem demonstrado falta de meios aéreos para transporte  logístico dentro do teatro de operações", disse.  

 

   Luís Araújo referiu ainda que o grupo de militares que vai a bordo do  avião C-130 é constituído por "várias especialidades - pilotos, mecânicos,  médicos, informáticos" e que a equipa médica que integra o grupo "tem como  missão primária tratar da saúde" dos militares portugueses.  

 

   Sobre os perigos que envolvem este tipo de missões, o CEMFA admitiu  que o Afeganistão "é sempre um teatro que envolve risco" mas salientou que  esta já não é a primeira missão e que a FAP está preparada para "assumir  o risco com segurança".  

 

   "A situação do Afeganistão na última semana foi grave, mas esperemos  que seja algo pontual", acrescentou.  

 

   Na última semana dez soldados franceses da NATO morreram num ataque,  quatro afegãos foram mortos acidentalmente por militares da NATO e vários  civis morreram em ataques e em atentados suicidas contra as forças da NATO  no terreno.  

 

   Segundo a FAP, o grupo que parte dia 28 para esta missão de quatro meses  irá operar a partir de Cabul, mas terá como área de acção "todo o teatro  de operações".  

 

   A FAP adiantou ainda que o C-130 que transporta os militares portugueses  virá algumas vezes a Portugal durante os quatro meses, para operações de  manutenção, e que o contingente de 42 militares será renovado nessas ocasiões,  para que mais militares da FAP possam experimentar este género de missões.  

 

   "A missão acaba em Janeiro e depois logo se verá", respondeu o CEMFA  quando questionado sobre um eventual prolongamento da missão.  

 

   Questionado pelos jornalistas sobre a modernização das aeronaves C-130,  o general Luís Araújo frisou que estas estão "perfeitamente preparadas"  para a missão em terras afegãs.  

 

   "Modernizar os C-130 tem a ver fundamentalmente com comunicações e estruturas  para se voar no espaço aéreo europeu, que é complexo e tem um forte tráfego  aéreo e impõe requisitos muito exigentes", acrescentou.  

 

   O comandante da força que parte para o Afeganistão, tenente-coronel  Oliveira, afirmou que toda a preparação foi feita em Portugal e que "os  riscos são os inerentes a estas missões", garantindo que os militares portugueses  conhecem "as ameaças existentes".  
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

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Lancero

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« Responder #13 em: Setembro 03, 2008, 09:45:34 pm »


Nova versão de fato de voo da Força Aérea dedicada à operação em zonas de deserto



Nova versão do emblema da Esquadra 501 para zonas de deserto



Patch da missão


Força Aérea instala o seu Kit de Mobilidade em Kabul
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

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Lancero

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« Responder #14 em: Outubro 07, 2008, 05:29:57 pm »




Citar
A German Bundeswehr soldier handles a Portuguese C130 Herkules arriving at the airfield of Bundeswehr camp in Feyzabad, Afghanistan, 07 October 2008.
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

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