Excelente ideia - Grandes Batalhas de Portugal

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Fábio G.

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Excelente ideia - Grandes Batalhas de Portugal
« em: Maio 28, 2004, 11:42:05 am »
Grandes Batalhas de Portugal

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A RTP e o Instituto de Defesa Nacional assinaram ontem um protocolo para a produção de uma série de televisão chamada «Grandes Batalhas de Portugal». Serão 13 episódios sobre campanhas ou batalhas da História de Portugal, contadas e analisadas do ponto de vista estratégico, e - o que é muito interessante - prespectivando-as na actualidade da defesa nacional e da segurança internacional. Em suma, educar a opinião pública para as questões da defesa nacional.
 

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komet

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« Responder #1 em: Maio 28, 2004, 12:01:24 pm »
Muito bom! Já não era sem tempo os media começarem a fazer despertar os portugueses que há em nós, a memória de glórias antigas  :P
"History is always written by who wins the war..."
 

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Luso

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« Responder #2 em: Maio 28, 2004, 12:32:58 pm »
"os partidos comunas e afins"

Mata! Mata!

Espero é que façam documentários decentes e que não se esqueçam da Índia, Malaca etc...
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Spectral

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« Responder #3 em: Maio 28, 2004, 01:11:34 pm »
Uma excelente ideia, mas também espero que não se entre pelos caminhos ( às vezes habituais) do patriotismo e nacionalismo balofo, impedindo uma análise objectiva dos acontecimentos.

Já agora, e que tal tentarmos adivinhar quais as batalhas presentes ?
 :wink:
I hope that you accept Nature as It is - absurd.

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dremanu

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« Responder #4 em: Maio 28, 2004, 01:28:53 pm »
Citação de: "Spectral"
Uma excelente ideia, mas também espero que não se entre pelos caminhos ( às vezes habituais) do patriotismo e nacionalismo balofo, impedindo uma análise objectiva dos acontecimentos.


O que é o patriotismo e nacionalismo balofo, e o que é uma análise objectiva dos acontecimentos?
"Esta é a ditosa pátria minha amada."
 

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Spectral

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« Responder #5 em: Maio 28, 2004, 01:38:33 pm »
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O que é o patriotismo e nacionalismo balofo, e o que é uma análise objectiva dos acontecimentos?


Aplicado ao que se está a discutir:

Dizer por exemplo que os portugueses são os melhores guerreiros do mundo, que um único português mata 100 indianos apenas com uma faca, que em todas as nossas batalhas nós tínhamos a desvantagem númerica e de equipamento e apenas ganhámos graças à nossa valentia, que o nosso país apenas se defendeu de Espanha, etc... Basta olhar para a descrição dos Descobrimento dada nos tempos da Ditadura para se ter um exemplo.

Entre muitas outras coisas.

Uma análise objectiva é procurar dados e informações sobre os acontecimentos dos 2 lados que se enfrentaram, já que muitas vezes os relatos são contraditórios. E acima de tudo, não dar maior credibilidade às fontes portuguesas do que às outras, só por serem portuguesas.

Entre muitas outras coisas.

Senão, caminha-se na direção da propaganda...
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dremanu

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« Responder #6 em: Maio 28, 2004, 02:11:34 pm »
Spectral:

Todas as outras nações do mundo, inclusive todas aquelas que fazem parte dos países do G7, e que ocupam os principaís lugares no index de desenvolvimento humano, não se preocupam em fazer análizes objectivas dos factos históricos dos grandes feitos das suas nações, sejam eles verdadeiros ou não. Essas nações simplesmente se limitam a celebrar o que fizeram, e especialmente a realçar o que fizeram bem feito.

Só em Portugal é que temos a mania de fazer de factos históricos questões de política de esquerda ou direita, e de procurar minimizar tudo o que de bom foi feito pelos nossos antepassados, e concentrar em procurar factores negativos para alimentar ainda mais a ideia que os Portuguêses não prestam.

Tomara que a série seja uma enaltação das grandes vitórias Portuguêsas, e das virtudes dos Português, e do patriotismo e nacionalismo Português, porque é isso que nós precisamos de ter mais, muito mais, aqui na nossa terra.

Viva Portugal!!!!!
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komet

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« Responder #7 em: Maio 28, 2004, 03:55:44 pm »
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Só em Portugal é que temos a mania de fazer de factos históricos questões de política de esquerda ou direita, e de procurar minimizar tudo o que de bom foi feito pelos nossos antepassados, e concentrar em procurar factores negativos para alimentar ainda mais a ideia que os Portuguêses não prestam.


Verdade, e até digo mais, nas circunstancias em que o povo se encontra, pode-se usar, mesmo com o objectivismo, o qual concordo com o Spectral, dar um maior enfâse, e o que foi realmente de caracter heróico deve ser celebrado como tal.
Objectividade sem emoção seria quase dizer que o Porto ganhou a taça da liga dos campeões através de mero desafio à lei das probabilidades...

Toca a dar mais emoção ao que temos de bom sem ligar tanto à balança política que é o que se costuma fazer, rotular o pré-25 Abril de fascismo mau e porco, e por outro lado darmos tao pouca importancia aos descobrimentos que se ve nos filmes americanos os supostos portugueses a falar um espanhol macarrónico. Oops off-topic, ou não.

 :lol:
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papatango

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« Responder #8 em: Maio 28, 2004, 04:58:59 pm »
Citação de: "Dremanu"
O que é o patriotismo e nacionalismo balofo, e o que é uma análise objectiva dos acontecimentos?


O nacionalismo balofo, é aquele que por exagerar na apresentação e descrição dos factos históricos, contribui objectivamente á posteriorí para a degradação da auto-estima dos portugueses.

Esse nacionalismo balofo, ao criar uma quantidade de disparates sobre a nossa grande e heroica história, acaba, quando os portugueses colocam o pé no chão (o que acontece sempre, mais tarde ou mais cêdo) por dar-lhes uma noção da realidade que os leva a concluir que afinal somos uma mxxxa.

Aquando da Expo98, vi um pouco desse triunfalismo no governo do Sr. Guterres. Quando inaugurou a ponte Vasco da Gama, (feita pelo Cavaco), aquilo é que era exalar confiança.

Depois na Expo, a mesma coisa. Eu visitei a Expo, e tudo aquilo me cheirava a estrangeiro. Não era natural. As ruas impecávelmente limpas, uma organização métodica e eficaz (a lembrar que de facto quando queremos somos capazes de uma organização quase germânica, só que não conseguimos manter a pose por muito tempo). Criou-se nas pessoas uma sensação de euforia.

Depois deu-se entre-os-rios. E os portugueses cairam com a cara no chão, este país afinal continuava a existir. Um país desleixado onde um imbecil (cujo nome nunca ninguém saberá, porque o Sr. Juiz disse que não conseguia encontrar razões para sequer haver um julgamento) meteu um relatório na gaveta e OBJECTIVAMENTE com o seu LAXISMO CRIMINOSO, foi responsavel OBJECTIVO pela morte de sessenta pessoas.

Aí passámos a achar que eramos os piores do mundo. Depois vem o Sr. do MRPP, dizer que estamos de tanga.

Enfim... O de sempre.

No periodo final do século XVI, ouve uma onda de hiper patriotismo heroico e épico. Muitos poemas e escritos épicos na altura, realçavam a nossa coragem e valor.

D. Sebastião, em 1577/78 preparou um exército para reconquistar o norte de África, com o objectivo de reviver os tempos de conquistas havidos mais de 150 anos antes.

Porém Em 1415, em Ceuta, a cidade foi tomada pelos portugueses. Mas a cidade estava deserta de tropas. Tomámos Ceuta, porque só lá estavam mulheres, crianças e velhos, e não deixámos de os matar quase todos.

Se a verdade sobre Ceuta não tivesse sido tão cantada como uma grande conquista dos férreos conquistadores da fortíssima Nação Lusitana, a lutar sob a bandeira de Cristo e a tomar o mundo em nome de Deus, provavelmente Alcacer Quibir não tería acontecido.

O mesmo acontece com a selecção nacional de futebol, onde muito "tonto" cria enormes expectativas, muitas vezes exageradas e baseadas mais em desejos patrióticos que na realidade do futebol jogado, e depois nas fases finais, levamos com um balde de agua fria e a selecção que éra bestial, passou a ser constituida por um grupo de bestas.

É uma situação de oito ou oitenta.

A falta de objectividade tão típica do nacionalismo "bolorento" é do meu humilde ponto de vista, uma praga anti-nacional, porque faz muito mais mal que bem.

O nacionalismo bolorento engorda o nosso Ego, para depois, a realidade nos fazer acordar para a dura verdade objéctiva. Promove o oitenta, e provoca o desespero que depois leva as pessoas a pensar que afinal era oito.

Eu prefiro a história objectiva, mesmo que ás vezes ela seja desagradável, mesmo que muitas vezes tenhamos por esse mundo, feito muita coisa mal feita. Eu prefiro aceitar que somos um pequeno país colocado numa ponta do mundo, e que a nossa grandeza como nação advém não do facto de sermos grandes, mas sim, muito pelo contrario de sermos pequenos. E que somos um grande povo, não por sermos muitos, mas exactamente porque somos poucos.

Esperemos que tal série de TV seja o mais objectiva possível. Não nos faría mal nenhum um bocado de objectividade, para entendermos de uma vez por todas que não somos uma nação em decadência.
Não somos, pela simples razão de que na realidade nunca fomos o super-império que alguns nos quiseram fazer acreditar que fomos.

Cumprimentos
« Última modificação: Maio 28, 2004, 05:16:24 pm por papatango »
 

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dremanu

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« Responder #9 em: Maio 28, 2004, 05:15:06 pm »
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... noção da realidade


O que é a realidade? Quem é que define quais os factos que são objectivos, e os que não são?
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papatango

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« Responder #10 em: Maio 28, 2004, 05:21:00 pm »
A realidade é aquela que é mostrada pela História e pela ciência.

Dou-lhe um exemplo:

Em Ceuta não havia armas dos mouros, e não há registos de soldados mouros. Só há registos de a cidade, que era uma especie de porto comercial franco, ter uma quase inexistente guarnição e uma população civil de artifices, mulheres e crianças.

Essa é a realidad objectiva em que se deve basear a História. O relato épico da conquista de Ceuta, vai esquecer a realidade Histórica e arqueológica e referir que um pequeno povo, armou-se de ardor patriótico e valentia e que seguindo a cruz do Cristo Pai da Nação, que a guiou, se dirigiu a Ceuta para expandir a Pátria e vencer os mouros infiéis, em nome da Pátria e em nome da Santa Religião.

É esta a diferença
 

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dremanu

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« Responder #11 em: Maio 28, 2004, 06:49:53 pm »
"A realidade é aquela que é mostrada pela História e pela ciência."

A interpretação da realidade histórica é arbitrária, e aberta a várias interpretações. Interpretações objectivas da história é da mesma forma arbitrário, a não ser que simplesmente se apresente "factos" históricos conhecidos, e não se ofereçe uma interpretação que sejá por parte do apresentador, e sim deixa-se à audiência decidir por si própria se os "factos" são positivos, ou negativos.

Os "factos" históricos só são interpretados de uma forma desagradável, se o interpretador decidir que esses factos são desagradaveís, de acordo com um padrão qualquer de avaliação dos "factos". O mesmo aconteçe em reverso.

Sendo assim, o que é importante para o ser humano, e neste caso específico para o cidadão Português?

É ser feliz e ter sentimentos altos de auto-estima, ou ser infeliz e ter sentimentos de baixa-estima.

1. Interpretações arbitrárias de teor desagradavel, levam a sentimentos negativos e de baixa-estima.

Em oposto...

2. Interpretações arbitrárias agradaveís, levam a sentimentos positivos e de alta-estima.

Sentimentos positivos e de alegria motivam as pessoas para viverem melhor, e para valorizarem o mundo à sua volta. O reverso leva as pessoas a viverem infelizes e a sub-estimarem o mundo que os rodeia. Não é isto que aconteçe hoje em dia no nosso país?

Se tiver que escolher entre os dois prefiro o 2o do que o 1o. Não precisamos de interpretações negativas da nossa história, BASTA!!!! O ser humano é que decide se um objecto é bom ou mau, de acordo com um padrão qualquer que foi desenvolvido para avaliar o valor desse objecto. Em Portugal hoje em dia criou-se uma realidade que supostamente é objectiva, mas na verdade não passa de ser uma interpretação negativa de tudo o que têm a ver com este país.

Visão positiva do passado é bom.

Falhar é bom, saudável, e normal.

Errar é humano.

Ser Português é bom, e a nossa história é gloriosa, e há que ter orgulho nela.

A nossa história é um ponto de referência, uma lição de valor, à que aprender com ela, e emular o mesmo espírito aventureiro e industrioso dos nossos antepassados para construir o futuro de Portugal.

A história de Portugal continua a ser feita, ainda não acabou, só acabara quando acabar o mundo, temos que continuar a trabalhar, e a manter vivo o mesmo espírito histórico dos nossos antepassados, para continuarmos a contruir Portugal.

Em todas as ações dos Portuguêses hà que destacar as qualidades que nos definem como um povo, coragem, espírito de sacrifício, trabalhadores, obstinados, generosos, lutadores, ganhadores, teimosos, emotivos, impulsivos, desorganizados, disciplinados por vezes, e indicisplinados noutras vezes, e sempre com dedicação à pátria, família, e amigos.

É essa a mensagem que têm que ser passada ao povo Português, por toda a gente, políticos, media, nós...chega de negativismos sem valor.

P.S.

Na questão dos registos de Ceuta que não indicam uma presença da guarnição e de armas, quem nos guarante que esses registos estam corretos? Quem nos guarante que esses registos não foram escritos, pelos mouros, com o intuito de minimizar o valor da ação dos Portuguêses? Portanto, se os nossos rivais podem escrever a diminuir o valor das nossas ações, porque não podemos nós escrever o reverso, e valorizar a nossa versão, e acreditar na nossa versão, em vez da dos nossos rivais.
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fgomes

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« Responder #12 em: Maio 28, 2004, 07:07:30 pm »
Concordo com o Papatango, quando fala do oito ou oitenta. Antes do 25 de Abril éramos magníficos, depois passámos a ser os maus da fita, devendo ter vergonha do nosso passado. Se analisarmos a nossa História penso tivemos momentos em que fomos magníficos e outros em que fomos medíocres, não tendo razões para euforias ridículas nem para ter vergonha. Espero que os documentários sobre as grandes batalhas sejam um impulso para fazer chegar ao público a História como ciência, coisa que através da televisão tem sido raro em Portugal.
 

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papatango

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« Responder #13 em: Maio 28, 2004, 07:46:08 pm »
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Na questão dos registos de Ceuta que não indicam uma presença da guarnição e de armas, quem nos guarante que esses registos estam corretos? Quem nos guarante que esses registos não foram escritos, pelos mouros, com o intuito de minimizar o valor da ação dos Portuguêses?


SE vamos por este caminho, então estaríamos a abrir caminho para negar toda a História. Ou seja, tudo podería ser inventado.

O problema com este argumento é que a nossa própria História heroica, podería ser toda inventada.

Não acredito que seja.

De qualquer forma, os registos não são dos Mouros. São nossos. A questão de Ceuta, é aliás pacifica. Praticamente todos os historiadores concordam com a mesma visão, a começar, por exemplo, por José Hermano Saraiva.

Cumprimentos
 

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Spectral

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« Responder #14 em: Maio 28, 2004, 09:01:44 pm »
Caro Dremanu, o que você está a dizer é propaganda, não é História. Esta não tem a missão de nos fazer sentir melhor ou pior, tem a função de, dentro de todas as suas limitações e imperfeições, informar sobre o nosso passado. As pessoas daí que tirem as suas conclusões.

E a questão de Ceuta é, como o Papatango disse, bem pacífica. Agora uma questão bem mais polémica é por exemplo Aljubarrota e a relação de forças presentes, com as fontes portuguesas e espanholas a divergirem.

Cumptos
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