Novo blindado 4x4

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Cabeça de Martelo

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Re: Novo blindado 4x4
« Responder #720 em: Maio 19, 2016, 12:28:28 pm »
 :new_argue:

Para isso há as motas...  8)


Agora a falar a sério, alguém sabe se esta aquisição foi para a frente?

http://www.operacional.pt/plataforma-de-assalto-multi-usos/

« Última modificação: Maio 19, 2016, 12:30:21 pm por Cabeça de Martelo »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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nelson38899

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Re: Novo blindado 4x4
« Responder #721 em: Maio 19, 2016, 01:10:12 pm »
:new_argue:

Para isso há as motas...  8)


Agora a falar a sério, alguém sabe se esta aquisição foi para a frente?

http://www.operacional.pt/plataforma-de-assalto-multi-usos/

foi cancelado
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Cabeça de Martelo

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Camuflage

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Re: Novo blindado 4x4
« Responder #723 em: Maio 23, 2016, 08:08:56 pm »
A Iveco LMV ou Mowag Eagle seriam boas opções.
 

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mafets

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Re: Novo blindado 4x4
« Responder #724 em: Maio 27, 2016, 10:31:38 am »
Um ponto de vista relativo ao concurso para aquisição das viaturas blindadas ligeiras de rodas para o Exército (e não só)...
Citar
Traindo docemente a indústria de Defesa Nacional
Estão em choque duas opções estratégicas opostas. Ou ir ao mercado e comprar o que já existe, ou negociar a produção em Portugal, sempre que exista capacidade e conhecimento para o fazer.

Espera-se que as altas instâncias do Estado defendam em todas as circunstâncias o interesse nacional. Contudo, parece que isso nem sempre acontece. No caso em concreto, referimo-nos às indústrias de defesa e ao concurso para aquisição das viaturas blindadas ligeiras de rodas para o Exército. O ministro Aguiar-Branco decidiu delegar essa aquisição na NSPA, uma agência da OTAN que, entre outras atribuições, é especializada na aquisição de equipamentos militares. Na prática, trata-se de pagar a alguém para fazer uma compra por nós, para nós. Dizemos-lhe o que queremos comprar, ou seja, definimos os requisitos e as especificações técnicas do equipamento que pretendemos adquirir, e a NSPA vai ao mercado comprar.

À partida, essa opção que envolve naturalmente custos para o erário público – e não são poucos, a NPSA não trabalha à borla -, teria a vantagem de poder ultrapassar as recorrentes contestações feitas pelos candidatos derrotados. Em princípio, haverá uma maior inibição em contestar concursos organizados pela NSPA. Contudo, não deixa de ser difícil de aceitar que se subcontrate exteriormente um serviço que poderia e deveria ser efectuado pelos organismos do Estado.

Esta opção cómoda é, na prática, lesiva dos interesses nacionais. Porquê? Porque Portugal perde o controlo do processo; e se auto exclui de potenciais parcerias industriais. As dificuldades em envolver a indústria nacional aumentam exponencialmente. Diminui a possibilidade de se criarem postos de trabalho em Portugal e de o país ganhar com transferências de tecnologia.

Seria muito importante que esses concursos fossem ganhos por consórcios liderados por empresas portuguesas. Parece que os decisores não recuperaram ainda da experiência traumática das viaturas Pandur II, quando se entregou a sua fabricação a uma empresa constituída de propósito para o efeito, sem provas dadas no mercado e, em última análise, inexperiente no negócio. Para além de sermos cobaias. Tratava-se de uma viatura que não tinha dado ainda provas; para além da Áustria, de onde é originária, não tinha sido adquirida por mais nenhum país. Foi uma decisão errada. Mas decisões erradas não se corrigem com decisões erradas. Situação semelhante ocorre com a aquisição de veículos aéreos não tripulados (UAVs). Existem em Portugal projectos de investigação e desenvolvimento financiados pelo erário público, assim como empresas nacionais que trabalham no mesmo segmento dos UAVs que se pretendem adquirir.

Se Portugal controlar o processo de aquisição, se não o delegar num agente externo, poderá certamente efectuar uma escolha que melhor proteja o interesse nacional; que privilegie o investimento no país. Se têm dúvidas, vejam as opções do Estado espanhol nesta matéria. Compreendemos as dificuldades de se voltar atrás no caso em apreço. Os contactos com a NSPA estão a ser feitos e os termos do contrato estarão para ser homologados pelo MDN a curto prazo. Assim voltar atrás seria pouco curial.

Esperamos que não se repitam decisões semelhantes nas restantes aquisições que se avizinham, muito em particular para o Exército (arma ligeira, viaturas blindadas médias, etc.), pela sua dimensão. Não faria sentido replicar o modelo já utilizado outrora para o fabrico da vetusta G3, envolvendo a indústria nacional? Em pano de fundo, estão em choque duas opções estratégicas opostas. Ou ir ao mercado e comprar o que já existe, ou negociar a produção em Portugal, sempre que exista capacidade e conhecimento para o fazer. Dispenso-me de elaborar sobre as vantagens de produzir em Portugal. Pensar o contrário, desculpem-me a arrogância, é trair o interesse nacional.
(Carlos Bronco - Observador)

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Saudações
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

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Re: Novo blindado 4x4
« Responder #725 em: Maio 27, 2016, 02:01:48 pm »
Não fomos os únicos a comprar o Pandur 2 penso que os checos e a Eslovénia também o compraram.
Aliás todo este processo teve algo incompreensível desde o inicio. Onde foram construidos os últimos 22 da compensação ao exercito ???
Quanto às questões da industria nacional, ninguém tenha ilusões, é tudo uma máfia para que ela pura e simplesmente não vingue de maneira nenhuma.
As firmas de advogados que representam os consórcios internacionais assim o querem e os acólitos na assembleia da republica apoiam tal situação e os governos o praticam.     
 

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nelson38899

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Re: Novo blindado 4x4
« Responder #726 em: Maio 27, 2016, 02:14:11 pm »
Não fomos os únicos a comprar o Pandur 2 penso que os checos e a Eslovénia também o compraram.
Aliás todo este processo teve algo incompreensível desde o inicio. Onde foram construidos os últimos 22 da compensação ao exercito ???
Quanto às questões da industria nacional, ninguém tenha ilusões, é tudo uma máfia para que ela pura e simplesmente não vingue de maneira nenhuma.
As firmas de advogados que representam os consórcios internacionais assim o querem e os acólitos na assembleia da republica apoiam tal situação e os governos o praticam.     

Este é mesmo o problema do nosso país gasta-se mais em advogados, do que a comprar o que é necessário.

Os pandures ainda não foram aceites, pois vinham com defeitos graves,
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Re: Novo blindado 4x4
« Responder #727 em: Maio 27, 2016, 02:36:20 pm »
Citar
Para além de sermos cobaias. Tratava-se de uma viatura que não tinha dado ainda provas; para além da Áustria, de onde é originária, não tinha sido adquirida por mais nenhum país.

Isto foi o que foi dito. Acrescentar que outros adquiriram a viatura posteriormente não muda o facto de termos sido cobaias. Já agora um pequeno reparo à citação inicial: a Áustria possui Pandur I (6x6), mas ainda não adquiriu Pandur II. O que só vem reforçar que fomos mesmo cobaias, quando supostamente o próprio Exército até preferia o Patria, como alguém disse anteriormente.

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Johnnie

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Re: Novo blindado 4x4
« Responder #728 em: Maio 27, 2016, 09:00:08 pm »
Citar
Para além de sermos cobaias. Tratava-se de uma viatura que não tinha dado ainda provas; para além da Áustria, de onde é originária, não tinha sido adquirida por mais nenhum país.

Isto foi o que foi dito. Acrescentar que outros adquiriram a viatura posteriormente não muda o facto de termos sido cobaias. Já agora um pequeno reparo à citação inicial: a Áustria possui Pandur I (6x6), mas ainda não adquiriu Pandur II. O que só vem reforçar que fomos mesmo cobaias, quando supostamente o próprio Exército até preferia o Patria, como alguém disse anteriormente.

Pois isso é tudo muito bonito mas quando chegámos aquela parte chata do negócio que é o pagamento, verificamos que o Pandur  era o mais barato e por larga margem...Então... A escolha tornou-se fácil :)
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NVF

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Re: Novo blindado 4x4
« Responder #729 em: Maio 27, 2016, 11:39:26 pm »
Citar
Para além de sermos cobaias. Tratava-se de uma viatura que não tinha dado ainda provas; para além da Áustria, de onde é originária, não tinha sido adquirida por mais nenhum país.

Isto foi o que foi dito. Acrescentar que outros adquiriram a viatura posteriormente não muda o facto de termos sido cobaias. Já agora um pequeno reparo à citação inicial: a Áustria possui Pandur I (6x6), mas ainda não adquiriu Pandur II. O que só vem reforçar que fomos mesmo cobaias, quando supostamente o próprio Exército até preferia o Patria, como alguém disse anteriormente.

Pois isso é tudo muito bonito mas quando chegámos aquela parte chata do negócio que é o pagamento, verificamos que o Pandur  era o mais barato e por larga margem...Então... A escolha tornou-se fácil :)

Esqueceste o mais importante: escolhe-se o mais barato para compensar as comissões mais elevadas e quando as coisas dão para o torto em termos de prazos — que é o que acontece normalmente aos primeiros utilizadores de novos produtos militares — convoca-se uma conferência de imprensa e anuncia-se com ar muito solene que se vai cancelar o programa no superior interesse do Estado Português. Resultado: gasta-se uma pipa de massa e as FFAA ficam com capacidades limitadas, como no caso do Pandur II (menos 60 carros para o Exército e os Fuzileiros 'a ver navios') e dos submarinos (2 submarinos mais caros que os 3 previstos inicialmente) ou as capacidades nem chegam a existir, como no caso dos helis para o Exército.

PS: ah e os 33 VBR com canhão de 105 que o Exército necessitava também não passaram do papel. Noutra nota, o facto de um produto ficar mais caro ou mais barato que outro passa muito pelos acessórios. Por exemplo, os Pandur checos ficaram bem mais caros que os nossos, apesar de terem adquirido menor número de exemplares, pela simples razão que estão melhor equipados.
« Última modificação: Maio 27, 2016, 11:54:44 pm por NVF »
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Cabeça de Martelo

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Re: Novo blindado 4x4
« Responder #730 em: Maio 28, 2016, 10:55:14 am »
Pelo que parece-me o Pandur foi o escolhido pelo Portas porque era o mais barato E eles não se importavam que os mesmos fossem construídos/montados em Portugal.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 
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Re: Novo blindado 4x4
« Responder #731 em: Maio 31, 2016, 10:51:21 am »
Pelo que parece-me o Pandur foi o escolhido pelo Portas porque era o mais barato E eles não se importavam que os mesmos fossem construídos/montados em Portugal.

Exacto. Não me lembro das percentagens (%) exactas, mas cada modelo era pontuado em três itens: 1) capacidade técnica (30%?); 2) preço (40%?); e 3) contrapartidas (30%?). O Pandur II ganhou na parte do preço e das contrapartidas.
 

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Re: Novo blindado 4x4
« Responder #732 em: Maio 31, 2016, 11:47:35 am »
 

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dc

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Re: Novo blindado 4x4
« Responder #733 em: Junho 05, 2016, 12:02:54 pm »
Exacto. Não me lembro das percentagens (%) exactas, mas cada modelo era pontuado em três itens: 1) capacidade técnica (30%?); 2) preço (40%?); e 3) contrapartidas (30%?). O Pandur II ganhou na parte do preço e das contrapartidas.

Parece que andamos a pedinchar. Qualquer dia vamos comprar aos chineses, com esta forma de pontuar o produto... quando se junta politiquices com aquisições militares dá sempre m****.
 

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Alvalade

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Re: Novo blindado 4x4
« Responder #734 em: Junho 30, 2016, 11:13:28 pm »
Citar
Ministro da Defesa investe 60 milhões em viaturas táticas ligeiras

O ministro da Defesa anunciou hoje no Campo Militar de Santa Margarida a assinatura do despacho para abertura do processo de aquisição de até 167 viaturas táticas ligeiras, num investimento de mais de 60 milhões de euros.

O investimento vai decorrer de forma gradual até 2020, sendo que, neste ano de 2016, o investimento será de 13 milhões de euros, segundo disse à Lusa fonte oficial do Exército, num processo tido como "fundamental para a modernização e operacionalidade" daquele ramo das Forças Armadas (FA).

Em causa, está a abertura de procedimento internacional, no âmbito da agência de compras da NATO, para aquisição de Viaturas Táticas Ligeiras Blindadas 4x4 (VTLB) para o Exército, um investimento integrado na Lei de Programação Militar (LPM) e que envolve uma despesa de 60,8 milhões de euros, com IVA.

Em declarações à agência Lusa, à margem de um exercício de demonstração de capacidades no Exercício Orion que decorre até sábado em Santa Margarida, Constância, envolvendo mais de 3 000 militares de vários países, o ministro José Azeredo Lopes disse que "o que se trata é de enfrentar várias circunstâncias", tendo destacado existir uma LPM que "não tem este ano cativações", fator que considerou "muito importante".

Azeredo Lopes referiu que, "no âmbito de compromissos plurianuais e das dificuldades que o país atravessa, as cativações funcionavam como mais um constrangimento para além daqueles que já provinham da impossibilidade de prover a todas as necessidades de equipamento, mesmo a longo prazo".

O ministro da Defesa disse ainda que "o Governo entendeu que, "se não era possível enfrentar neste quadro todas as dificuldades que os ramos [das FA] legitimamente apresentam do ponto de vista de modernização de equipamento, então que, pelo menos, com esses constrangimentos, se desse execução a tudo aquilo que fosse proposto".

Azeredo Lopes referiu que o Exército "propôs algo que estava previsto no âmbito da LPM, com compromisso a quatro, cinco anos, que envolve um investimento global que passa os 60 milhões de euros e que visa disponibilizar várias dezenas de viaturas ligeiras 4x4".

"É um passo importante para, gradualmente, podermos fazer a nossa capacidade de recursos humanos (...), e que essa ambição de modernidade e confronto com os standards mais exigentes tenha também uma contrapartida, que é dotar as FA de meios que, não sendo os mais caros ou os de 'ponta', sejam meios que comparem num século XXI, que é muito exigente", afirmou.

"Além disso, o Exército, especificamente, tem um papel muito importante a desempenhar no quadro da garantia geral da defesa nacional, quer no exercício dessa mesma garantia através da sua participação em forças nacionais destacadas", concluiu.

Azeredo Lopes assistiu hoje à demonstração de capacidades do exercício Orion, que envolve cerca de 3.100 militares, acompanhado pelo Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Artur Pina Monteiro, e do Chefe do Estado-Maior do Exército, Rovisco Duarte.

O Orion está a decorrer desde 17 de junho e termina no sábado.

LUSA
 

 

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